Mission Blue

“Mission Blue” é um documentário, um alerta feito pela oceanógrafa Dr. Sylvia Earle para salvar o oceano. O filme acompanha a Drª. em sua busca global para proteger o oceano e a vida marinha que ela chama de casa. Mostra as poderosas forças da poluição, a sobrepesca e as mudanças climáticas. O documentário conta a notável história pessoal de Sylvia e sua jornada profissional, desde as suas primeiras lembranças - ainda criança - explorando o oceano até os seus dias de missões submarinas ousadas, oferecendo uma visão sobre os sacrifícios, dificuldades e escolhas difíceis que ela enfrentou ao longo do caminho. Estreia em 15 de agosto nos cinemas de Nova Iorque e Los Angeles e em todos lugar onde tem Netflix. #querover

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Hemingway, Gellhorn e a guerra

Ontem, por acaso ou não, assisti na HBO: “Hemingway e Gellhorn” com Nicole Kidman e Cliv Owen e adorei demais o filme. A história do relacionamento de 5 anos do casal, com direito a imagens da época e um retrato da vida privada dos dois. Adoro esses casais históricos, principalmente quando são aventureiros e intelectuais. Mas assiste aqui ao trailer pra ver:

Veja bem, sempre havia uma guerra entre o escritor jornalista, fosse doméstica (aqueles bafões de casal), fosse uma viagem de Gellhorn. Mas enquanto estiveram juntos, pelas fotos, fizeram uma parceria incrível.

E Martha que mulher sensacional ela foi! Independente e profissional. Aparecia job ela, opa! tava lá cobrindo uma guerra, fazendo entrevistas e narrando a falta de humanidade da guerra.[E se em pleno 2014 ainda me perguntam se meu marido me deixa viajar a trabalho, imagina na década de 40 o que achavam das viagens de trabalho de Martha Gellhorn?]

Tá frio hoje em São Paulo, segue minha sugestão, procura aí e assiste esse filme pra esquentar que tem umas cenas calientes.

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Mãe do selfie só pra ela

Vivian Maier foi uma babá com um grande talento além de fazer criança dormir. Comparada a mestres da fotografia como Cartier Bresson, Walker Evans, Robert Frank e William Klein, nascida em Nova Iorque, criada na França, enquanto esteva viva nunca teve uma exposição, ninguém jamais falou dela como artista ou mesmo a considerou uma fotógrafa. Ela fotografava tudo e se fotografava também com uma Rolleiflex, mas como passatempo, ela sequer imprimiu a maior parte de seus cliques, uns quase 100 mil negativos que acumulou em 83 anos de vida (1926-2009). Parece que ou não estava interessada em compartilhar com ninguém suas imagens, ou não tinha grana para bancar a revelação. E se John Maloof, um colecionador de fotografia e agente imobiliário, não tivesse comprado os negativos do que era então um arquivo-morto num guarda-móveis, nós nunca teríamos conhecido essas fotografias, nem a própria Vivian. Tá aí um fato que elimina todas as acusações de narcisismo feminino que poderiam fazer a quem tanto tirou foto no espelho e nem postou no Facebook. :)

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Entendendo a ópera

O professor Sérgio Casoy conduz o curso pelo universo da ópera, abordando uma série de aspectos de forma direta e fácil de compreender. O curso trará algumas das óperas do calendário do Theatro Municipal  de São Paulo-  segundo semestre de 2014. Achei muito bom isso, você assiste à aula e depois vê o espetáculo. As duas primeiras aulas são dedicadas a examinar um tema recorrente nas óperas de Giuseppe Verdi, as relações entre pais e filhos, será ilustrada com trechos em DVD. Em seguida, o curso se dedica a óperas completas, destacando este filão riquíssimo que é a obra cômica de Rossini, suas efervescentes óperas bufas, visita os primórdios da ópera com a última criação de Monteverdi e examina também a loucura por amor no romantismo nas visões de Bellini e Donizetti. #querofazer

ENTENDENDO A ÓPERA, de 12/08/14 a 25/11/2014 às 3ªfeiras das 14h30 - 16h30, R$ 380,00 mensais, na Livraria Augôsto Augusta: Rua Augusta, 2161, São Paulo. (11) 3082 1830.

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Shadia Mansour

Shadia Mansour é o nome do momento no hip hop árabe. Nascida em Londres, de familia palestina cristã, sempre a favor da causa Palestina, ela ficou conhecida na comunidade local cantando em árabe clássico. Amei. <3 #PrayForGaza

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O bagulho é doidão na semi-final

Deutscher Fußball ist geil
“O bagulho é doidão, a nossa seleção, com camisa do Mengão. Totalmente boladão, o time alemão!”

MC Gringo - Deutscher Fußball ist geil - Deutscher WM-Song 2014 aus den Favelas von Rio de Janeiro. Mit Josy Absoluta, Karine Joy und Dayene Terra. Produziert von MC Gringo und J Philipps.

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Nem tudo é festa, 8 pessoas morreram…

Acordei hoje cedo já ressabiada porque hoje é dia de jogo do Brasil e este foi o primeiro email que li e claro, já chorei litros e tô toda inchada:

“Liliane,

Perdi meu pai no acidente que aconteceu na Arena Corinthians, em novembro de 2013. Ele trabalhou para construir o estádio, e foi um dos 8 operários falecidos em acidentes nas obras da Copa do Mundo. A alegria que transbordava em minha casa foi enterrada junto com meu pai, mas não quero que a memória dele seja esquecida. Criei este abaixo-assinado para pedir um monumento para os trabalhadores que morreram na CopaPor favor me ajude dando sua assinatura.

Fiquei triste quando assisti a abertura e não ouvi nenhuma menção aos operários que deram suas vidas pelos estádios da Copa. A FIFA e o governo precisam lembrar que por trás do “espetáculo” existem famílias sofrendo pela perda dos seus entes queridos, como a minha.

Por isso, peço que façam um monumento em memória dos trabalhadores falecidos. Prefiro que seja na entrada da Arena Corinthians, para mostrar aos visitantes a importância que esses homens tiveram para a Copa.

Oito operários morreram, no total - três na Arena Corinthians, três na Arena Amazônia, um na Arena Pantanal e outro no Estádio Mané Garrincha, em Brasília. Um deles era meu pai, e todos merecem ser homenageados.

Meu pai e os outros trabalhadores ficariam felizes com essa homenagem. O que posso fazer por meu pai agora é rezar pela sua alma e fazer com que ele seja lembrado pelas pessoas pelo que ele fez na Terra.

Se você concorda com a construção de um monumento em memória aos trabalhadores falecidos nas obras da Copa do Mundo, por favor clique aqui e assine esta petição.

Obrigada, Keille Pereira.”

Olha que família linda!!! Me dá muita tristeza saber que vão seguir sem o pai.

Sei lá, eu sempre me lembro que pessoas morreram nas construções dos estádios e fico muito triste porque elas tinham suas famílias, seus sonhos, suas responsabilidades e não é ‘normal’ sair pra trabalhar e não voltar porque um acidente na obra te matou.

Acho justíssimo o pleito da menina Keille, porque o pai ela não terá mais de volta, a indenização financeira suprirá necessidades materiais momentâneas, mas a lembrança e a memória do pai e de outros operários que perderam a vida nessas construções que hoje abrigam os maiores espetáculos do futebol mundial é mais do justo que a história se encarregue de homenagear.

E de perder o pai do dia pra noite eu entendo bem. Então por favor, assine também a petição, aqui!

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Tatá Werneck em AVIÕES 2

Sempre muito maravilhosa Tatá Werneck, né? Tô louca pra assistir Aviões 2, no filme ela dubla a Dipper, uma extrovertida e espirituosa avião-tanque.  Nesta quinta 3 de julho às 17h30 Tatá participa de um Face to Face na página de Walt Disney Studios no Facebook. Os fãs poderão fazer perguntas sobre o seu trabalho como dubladora no filme Aviões 2 – que será lançado no dia 17 de julho. Todo mundo pode participar, basta acessar a fan page https://www.facebook.com/DisneyMoviesBrasil e interagir com a Tatá Werneck no post indicado do Face to Face.

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Bate Papo Digital

Gravei com o Thiago Sarraf na semana do e-show, em maio, e agora compartilho com vocês todos nossa conversa sobre redes sociais, seus clichês e uma chamada para participação de profissionais no Social Media Week SP

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Pérolas para nós

Uma ostrinha me contou que a próxima expo na FAAP, em São Paulo, vai ser a mesma que estava no Victorian & Albert Museum: Pearls. Dá um check it out no que vem por aí e sempre tem entrada franca:

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O caos é uma ordem por decifrar

Já começa que é Jake Gyllenhaal em dose dupla e o roteiro em cima do livro do Saramago. O Homem Duplicado (Enemy) é um filmão e eu sei que é excelente na medida em que sei também que a maioria vai odiar. Narrativa lentíssima, nada definido, lapsos de dúvida o tempo todo ou quase, tensão sem solução, questões de idêntidade além do “O Clone”. O personagem principal é um professor universitário de História, e numa das aulas fala: “Um acontecimento histórico acontece, não uma , mas duas vezes.” Hegel. A parada é louca! Cineminha menos óbvio e muito legal. Produção hispano-canadense, não dá pra colocar na estante dos filmes europeus simplesmente. Tem que ver. #eurecomendo

E a frase do título do post é do Saramago.

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Pense nos refugiados


Nunca houve tantos refugiados pelo mundo. Crianças sem pais, mães sem filhos, gente absolutamente sozinha, famílias que desapareceram ou então desencontradas, ai desespero maior não deve haver. Além de psicologicamente frágeis, desprotegidas, os refugiados estão sem o básico para viver, pra piorar. Isso é sofrimento. Nessas horas, se eu fosse a Madonna, adotaria umas 20, 30 crianças de uma vez só.

Selecionei alguns documentários, campanhas e notícias que mostram o que é ser refugiado, quem são eles, quem faz algo por eles, e para onde vão:

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Narrativas Poéticas

Narrativas Poéticas, é uma exposição que apresenta ao público a Coleção Santander Brasil, são 58 trabalhos do acervo de arte do banco, entre pinturas, gravuras e desenhos de Di Cavalcanti, Cícero Dias, Manabu Mabe, Iberê Camargo, Aldo Bonadei, Tuca Reines, Siron Franco e muitos outros artistas. As obras foram distribuídas no espaço entre 46 fragmentos de textos de Drummond, Mário de Andrade, João Cabral de Melo Neto, Vinícius de Moraes…e mais. Muito bonita a montagem, deixa bem clara a relação dos textos e da época com as pinturas, gravuras e fotografias. Mas tudo é interpretação e ponto de vista, então cada um vai ver a exposição de uma maneira e achar que um texto tem mais ou menos a ver com uma obra. Eu já fui! Aproveite e vá também, a exposição foi prorrogada até 20 de agosto e fica no Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo (estação da Luz).

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Love Lana

Ai se eu fosse uma cantora, queria ser a Lana. Tipo com essa cara morrendo…

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Bota aqui


Ela é tipo uma Ugg, só que mais charmosa e exclusiva com o cano de tricô, Essa botinha da Andreia Nunes é produzida semi-artesanalmente em Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul. Adorei!

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#FathersEmpoweringDaughters

Não costumo postar releases na íntegra mas esse vai ser assim pela agilidade e por todos os detalhes sobre o  G(irls)20:

“O G(irls)20 é uma ONG que busca mobilizar e “empoderar” meninas e mulheres jovens dos países participantes do G20 em suas causas sociais. Uma das campanhas globais do G(irls)20 é o “Fathers Empowering Daughters”, em que os pais contam as razões que os levam a encorajar suas filhas para ter sucesso e alcançar objetivos - seja qual for a idade e o sonho - e as filhas compartilham histórias sobre como seus pais as inspiram.

Pais e filhas de todo o mundo também podem enviar suas mensagens e participar: basta publicá-lo com a hashtag #fathersempoweringdaughters ou enviá-lo diretamente pelo hotsite.

A iniciativa apresenta pais e filhas  compartilhando suas histórias em uma série de vídeos auto-gravados. Entre os colaboradores estão Shakira, Ziauddin Yousafzai - pai de Malala Yousafzai, estudante paquistanesa famosa por defender o direito das mulheres à educação frente ao regime talibã, a filha do ex-presidente americano Bill Clinton, Chelsea Clinton e Richard Branson, empresário britânico fundador do grupo Virgin. Esses e todos os outros vídeos podem ser vistos no site www.fathersempoweringdaughters.org.

Farah Mohamed, fundadora e CEO da G(irls) 20 e criadora da “Fathers Empowering Daughters” diz que esta campanha envolve homens em uma forma única, pessoal e significativa. “Os pais podem desempenhar um papel importante no sentido de incentivar suas filhas a realizar seus sonhos, não importa quão grande ou pequeno. Queremos celebrar isso”.

Para Wolfgang M. Neumann, Presidente e CEO do Rezidor Hotel Group e um dos apoiadores: “Minhas duas filhas me inspiram todos os dias e eu quero capacitá-las a seguir seus sonhos e perseguir seus objetivos. Encorajar não é só agir, mas ter uma atitude. Trata-se de abraçar as oportunidades da vida. Tenho a mesma percepção como um pai e como um CEO: quero dar poder às mulheres na liderança no Rezidor Hotel Group. Estamos comprometidos em duplicar o número de líderes do sexo feminino em 2016 e mudando os paradigmas da indústria dominada pelo sexo masculino”.

O lançamento da campanha antecede o encontro de líderes mundiais do G20, que acontece na Austrália em agosto, onde a G(irls)20 reunirá 24 meninas de todo o mundo para falar sobre engajamento econômico e capacitá-las para alcançarem metas de crescimento no mundo e em seus países de origem: http://www.girls20summit.org

***

O G(irls) 20 mobiliza meninas e mulheres jovens para um impacto a nível local, nacional e internacional. Projetado de acordo com a arquitetura do G20, o projeto reúne uma escolhida de cada país do G20, além de uma representante dos sindicatos europeus e africanos, e da região do Oriente Médio, para projetar soluções que auxiliem economicamente meninas e mulheres em todo o mundo.  Com 107 embaixadores, mais de 300 mentores globais e 200 conexões com aprendizes, o G(irls) 20 valoriza o trabalho em conjunto com o setor privado, as organizações sociais, governo e imprensa para fazer meninas e mulheres avançarem mundialmente. A escolhida para representar o Brasil é Fernanda Lagoeiro, estudante de jornalismo engajada no apoio a jovens e mulheres diagnosticadas com Lúpus, por meio do estímulo da autoestima.”

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Dia do coração explodir de amor

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No Pelô

Is this real life?? Passear no Pelourinho e um morador vir te perguntar, assim do nada: “Que música é essa??” E fazer um som de pássaro com a boca, imitando o refrão? “Ah ah ah ah aaaaaaaaaaaah!” e você continuar a cantar? Isso aconteceu, e é essa música aí do Led Zeppelin, Immigrant:

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É o Fim, que seja o começo.

Não sou de ler ficção, acho que elas inventam demais e a vida de qualquer um de nós, se bem contada, já é o bastante bizarra, dramática e divertida. Sempre escolho biografias, mas foi Fim o primeiro livro de Fernanda Torres que comprei no Galeão para me acompanhar no avião. Pensei assim: leio rápido, vou detonar esse aí até chegar em Fortaleza, deve ser dos ligeiros, letra boa, capítulos com tamanhos razoáveis para se enjoar parar um pouco de ler.

Que nada. Assim como faço quando como quindim, começo pela base de coco queimado e deixo a parte amarelinha para comer beeeem devagar, fiz o mesmo com esse livro, depois das primeiras 10 páginas, saquei que era para ler linha por linha com cuidado, que perder uma palavra ali seria um desperdício. Não queria que acabassem nunca aquelas histórias. Todos os elementos que eu curto em um livro e na vida estavam ali: fluxo de consciência de gente comum, Rio de Janeiro, vidas cruzadas e que vão se encaixando através dos pontos de vistas contados a cada página. Da foto da capa até o último ponto final, o livro é perfeito.

Sou daquelas que olha as pessoas e imagina as mais loucas e plausíveis histórias sobre elas. E sempre achei que cada pessoa pode render um belo roteiro, ainda mais se ela mora no Rio de Janeiro naquela faixa espremida que é Copacabana e adjacências. Nunca me esqueço do dia em que fiquei 2h conversando com o finado Eduardo Coutinho e falamos muito sobre o documentário Edifício Master, sobre aqueles moradores e suas rotinas, seus passados e talvez seus futuros. A riqueza da rotina do homem comum. E o livro é isso e muito mais. São pensamentos sinceros, cruéis talvez, mas verdadeiríssimos.

Uma vez estive no Rio a trabalho, fiquei uma semana ali perto da Rua Duvivier e tenho certeza que cruzei com os personagens dela, o Ribeiro, o Álvaro, a Irene, a Célia, a Maria Clara… Numa outra visita, conversei uma meia hora com o senhor que estendeu um tapete na calçada do Lidô e vendia LP’s de novelas a R$2,00. Era uma história de v1d4 l0k4 dos anos 60/70, de quem pintou e bordou e esqueceu que precisaria de aposentadoria por isso vendia tudinho pra comprar um pão na chapa e ter verba pra poder chapar mais tarde. Comprei um anel lindo de uma senhorinha carioca, que na noite, meio sem prática, vendia seu espólio numa caixinha de sapatos, sentadinha na mureta do bar Manuel & Juaquim na orla. O cabelo tinha sido loiro um dia, a situação lhe impedia de retocar a raíz há tempos, hidratação então? Mas a postura elegante ela mantinha. Só queria um carinho, alguém para conversar, alisei o eriçado do cabelo dela.

Então, por saber o tanto de histórias que a gente tem dentro da gente, por tudo isso e por muito mais, sabia da matéria humana que Fernanda se valia em sua escrita. Tinha vontade de gritar de tanto rir em certas partes do livro, vontade de repetir as frases dos personagens pra todo mundo ouvir. Algumas deveriam ser emolduradas. Mas também deu vontade de chorar.

O melhor do livro: não tem nada de literatura feminina! Chega de livro escrito por mulher ter que carregar o fardo da feminice. Fernanda transcende e escreve como ninguém, é direta mas ao mesmo tempo não te entrega tudo fácil, precisa ler e ir adiante. Poucas pessoas tem a capacidade dessa androginia do pensamento, e transpor, sem mais nem menos, o que um homem ou uma mulher são capazes de conjecturar no íntimo.

Mais do que recomendo, acho que deveria ser leitura obrigatória. Levei três vôos para terminar de eler porque fiz tudo bem devagar, imaginado cena por cena. <3

P.S.: outro motivo para a escolha do livro, confesso: o único seriado que assisto atualmente é “Entre Tapas e Beijos”, então tinha curiosidade para saber o que a “Fátima” escreve. Ela é demais!

E aqui tem um tiquinho dessa leitura incrível pela dona Fernanda Torres, a própria autora:

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King Kong

Melhor cena. Eternamente.

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