Entries from June 2009 ↓

A Noiva Caipira abandonada e um Caipira safado

O gnomo devolveu! e as fotos antigas aqui estão: Lili e Souzacampus caipiras. Eu de noivinha toda delicada e ele literamente pulando a cerca no meio de um monte de meninas! Mas reparem!! eu estou SEM NOIVINHO…o noivo tá no canto direito trocando uma ideia pra ver se casa ou não casa! 

Olha que fofinha eu era! A cara da Luisa brava!

Gente, e esse Edu? olha que danado!

Meus amigos são um sucesso!

Pretendo transformar em categoria esse título: Meus amigos são um sucesso! E toda vez que souber de algo bacana sobre alguém que respeito e gosto vou registrar e prestigiar.

Olha quem foi no Jô e esteve maravilhosa! Dona Simone Donatelli, minha amiga uber querida e que tem múltiplos talentos e cria perfumes personalizados. Criou a marca Iris Verde ervoterapia, junto com o marido Marcelo Poveda. [Na minha casa eu não dispenso o aromatizador de ambiente de Pitanga é ultra gostoso, fica um perfume de fruta, dá uma sensação de férias...Faz tempo que quero levar a @ladyrasta pra conhecer os produtinhos!]

 

Leopoldo Tauffenbach, o marido da Cris Martinez!! esse é o cara, toca o terror, literalmente! Ele é responsável pelo festival de cinema SP Terror que acontece no Reserva Cultural. Sempre publico aqui os eventos que o Leo promove porque são very originais! cult no úrtimo.

 

 

Sir Ian Black, gente boa e marido da @santahelena !!! fez parte da equipe da agência LiveAD que ganhou o Leão de Ouro em Cannes na categoria PR com a peça Mil Casmurros que promovia na internet a minissérie Capitu da TV Globo. Uma digna leitura dividida em 1000 pedaços com 1000 vozes diferentes! Resultado que rendeu além de prêmio, um audio book para a Fundação Dorina Nowill [muito queridona essa mulher também né gente! Tive aula com ela e pude ser sua cicerone na visita à Exposição do Corpo Humano na Oca. Inesquecível!]

 

Beto Guilger, artista plástico e lindo.  Seu ateliê obra está no trajeto 2 do Projeto X moradias que percorreu o centro da cidade e no último andar do edificio Copan, os participantes tiveram a oportunidade de exercitar os seus sentidos, principalmente a visão, olfato e tato, coisas de Beto! Néctar! assim mesmo como ele mesmo costuma chamar tudo de muito bom!

 

 

!!Eles merecem!!!

Neda Soltani, retrato do Irã

É tudo bem emblemático, uma jovem estudante de filosofia morre com um tiro no peito durante manifestação contra a fraude eleitoral que mantém um homem deplorável no comando de importante país do Oriente Médio. O nome dela pra completar significa ‘voz’ ou ‘chamado’ em persa e é verbete na Wikipedia. Tudo foi filmado e devidamente postado.

A vida, às vezes, é uma péssima reunião de clichês. 

Som e Fúria - tudo aqui!!

Fiquei tão feliz quando recebi o release da estreia da minissérie “Som & Fúria” no dia 07 de julho na TV Globo.

No ano passado [exatamente há 1 ano] participei das filmagens no Teatro Municipal e tive o prazer de ficar pertinho* do Fernando Meirelles, espiando como ele dirigia as cenas. Mestre absoluto. [*tipo de freela pra contar orgulhosa pros filhos e netos...]

Deve ter ficado incrível! O texto é maravilhoso, a direção de arte absurda!!! Me lembro das cenas com mais de 300 figurantes e todo figurino, make e cabelo era checado um a um.

Serão 12 capítulo que contam a história de uma companhia de teatral Shakespeareana que passa por diversas crises num climão de comédia. O elenco é poderoso: Pedro Paulo Rangel, Felipe Camargo, Andrea Beltrão, Paulo Betti, Maria Flor, Daniel Oliveira, Rodrigo Santoro…assim como toda a produção caprichada da Globo em parceria com a O2 [onde muitos amiguinhos trabalham e botaram a mão na massa nessa empreitada: Victor, Glaucia, Raquel, Pedro, galerinha ex-AIC].

Fotos de making of do set da minissérie nas filmagem no Teatro Municipal em São Paulo em julho de 2008.

 

UPDATE DO POST

Release de Som & Fúria, por Sarita Sousa

 “A vida é só uma sombra: um mau ator que grita e se debate pelo palco, depois é esquecido; é uma história que conta o idiota, todo som e fúria, sem querer dizer nada”, Macbeth,William Shakespeare

Há muito desta frase nos personagens de Dante, Oliveira e Elen, vividos respectivamente por Felipe Camargo, Pedro Paulo Rangel e Andrea Beltrão. Amigos de longa data, eles têm a vida completamente impactada depois de uma apresentação de “Hamlet”, quando Dante, que fazia o papel principal, surta e sai no meio da cena do enterro de Ofélia – personagem de Elen. Na época, eles eram grandes amigos, Dante e Elen viviam uma história de amor, e Oliveira estava no auge de sua carreira como diretor. Depois da polêmica apresentação de “Hamlet”, Dante some da vida deles durante sete anos. Oliveira assume a direção artística da conceituada Companhia de Teatro do Estado (CTE), na qual Elen é a estrela. E Dante fica à frente de uma pequena e falida companhia teatral, Sans Argent. Esse é o ponto de partida de ‘Som & Fúria’, minissérie de 12 capítulos, captada e exibida em HDTV, baseada na série canadense “Slings and Arrows”, que estreia na Rede Globo dia 7 de julho, após ‘Casseta & Planeta, Urgente!’

“Luxúria, loucura, tudo isso tem no Som & Fúria”

Na noite de abertura de “Sonho de Uma Noite de Verão”, Oliveira dirige pela sétima vez o espetáculo e Elen interpreta pela quarta vez Titânia. O Teatro Municipal está lotado para a estreia, mas a apresentação arranca aplausos mornos e risos constrangidos. Na coxia, Oliveira assiste à televisão ao lado do zelador Naum, personagem de Gero Camilo, e durante um noticiário vê Dante sendo despejado, por falta de pagamento, do seu teatro. Ele relembra o amigo e, depois da apresentação, telefona para Dante. Eles trocam farpas e acusações sobre o destino que cada um tomou depois da fatídica apresentação de “Hamlet”. Desiludido, Oliveira caminha sem destino pelas ruas do centro de São Paulo quando é atropelado por um caminhão de presunto e morre, logo no primeiro capítulo. A partir deste momento, a vida de Dante sofre uma reviravolta em pleno velório do amigo.

Entretanto, Dante – cujo temperamento lembra o do próprio Hamlet, dramático, angustiado e um tanto louco – é convidado a assumir a direção artística do CTE. “Não se sabe ao certo se ele está atuando ou enlouquecido mesmo, porém ao contrário do príncipe da Dinamarca, Dante não quer vingança, ele quer juntar os pedaços do seu passado e seguir adiante”, diz Felipe Camargo. Em toda a companhia, Elen é a pessoa que mais fica atormentada com a chegada de Dante. Ela é a grande diva do teatro, que passa por um momento de transição, está num momento da carreira em que se despede dos papeis de princesas para encarar as rainhas, e assiste à chegada de novos talentos, o que a frustra e a deixa insegura.

Na outra ponta da história está Ricardo da Silva, personagem de Dan Stulbach. Diretor financeiro da companhia, ele vive preocupado com as contas e com o mau desempenho da temporada de Shakespeare. Ricardo não poupa esforços para alavancar a bilheteria. Rapidamente, ele se junta a Graça, personagem de Regina Casé, uma funcionária da Secretaria de Cultura que não tem o menor escrúpulo para conseguir o que quer – e que, neste caso específico, pretende transformar a companhia em uma grande empresa de musicais.

Em uma das tentativas de Ricardo para atrair um grande público ao teatro é a contratação de Jaques Maia, vivido por Daniel de Oliveira. O jovem é um galã de novelas que não tem carreira nos palcos de teatro. Dante enfrenta a fúria dos atores mais antigos da companhia, que torcem o nariz para o novo integrante, e também tem que lidar com o método pouco ortodoxo de Jaques nos ensaios. A mais atingida na montagem de “Hamlet” é Elen, que vive Gertrudes. Ela não se esforça para ajudar o colega de trabalho e desdenha da nova montagem. Por outro lado, Kátia, personagem de Maria Flor, vê sua chance quando a protagonista sai da companhia entregando-lhe o papel de Ofélia. Em meio aos ensaios, ela se envolve com Jaques.

O dilema vivido na trama é atrair grandes plateias e patrocinadores e, ao mesmo tempo, manter o frescor e o ineditismo da área artística da companhia. E é neste descompasso que entra o humor. Se nos palcos os atores vivem os grandes personagens dramáticos de Shakespeare, nos bastidores a vida é uma comédia. Dante convive com as ideias loucas e, muitas vezes, equivocadas do administrador Ricardo para trazer mais público para o teatro, como a contratação do publicitário Sanjay, vivido por Rodrigo Santoro. E por outro lado, Ricardo aceita, muitas vezes por medo, os métodos estranhos de Dante em realizar os ensaios e conduzir os elencos.

Produção de arte

“Hamlet”, “Sonho de uma Noite de Verão”, “Macbeth” e “Romeu e Julieta” são as 4 peças encenadas durante a minissérie. Mais de 500 figurinos para todo o elenco e muita maquiagem para Titânia, Ofélia, Gertrudes, Lady MacBeth e tantos outros personagens. O diretor de arte, Cássio Amarante, entrou nesta jornada a convite de Fernando Meirelles. “O grande desafio foi recriar as quatro peças de Shakespeare com linguagem de teatro para uma série de TV. Muitas cenas foram rodadas no próprio Teatro Municipal, mas contamos também com a réplica do teatro construída nos estúdios da O2, em Cotia”, diz Amarante.

A maquiadora, Anna Van Steen, e a figurinista, Verônica Julian, também tiveram cuidado na reprodução das peças para a minissérie. “A grande delícia de trabalhar em ‘Som & Fúria’ foi fazer os figurinos das peças de Shakespeare e, o maior desafio, foi a quantidade de material produzido para esta minissérie”, diz Verônica. Cada ator representava vários personagens, com muita troca de roupa. “A Andrea Beltrão, por exemplo, vive Elen, que faz Titânia (“Sonho de Uma Noite de Verão”), Ofélia (“Hamlet”), Gertrudes (“Hamlet”) e Lady Macbeth (“Macbeth”)”, explica a figurinista. “Fizemos uma grande pesquisa para aprender a técnica da maquiagem para HDTV, fizemos uma maquiagem mais suave tomando cuidado com cada esponjada de pó para não dar o efeito errado”, diz Anna.

Seleção de elenco

O processo de seleção de elenco começou quatro meses antes do início das gravações, que aconteceram em julho de 2008. A produtora de elenco, Cecília Homem de Mello, assistiu à série original para criar referências. Para compor o elenco, Cecília traçou dois caminhos distintos: a aproximação com características do original ou a oposição total. “No original, Naum é negro, alto, com porte atlético; em ‘Som & Fúria’, o personagem é vivido por Gero Camilo, um ator brilhante que dá outro tom, sem aquela presença de guarda-costas”, diz Cecília. Em alguns papéis, Fernando Meirelles já tinha os nomes definidos, como no caso do Dante e da Graça, vividos respectivamente por Felipe Camargo e Regina Casé. A participação de Rodrigo Santoro também era um desejo antigo. Em apenas três dias – brecha em sua agenda entre o lançamento dos filmes “La Leonera” e “Che” – Santoro gravou a participação como Sanjay. “A minissérie tem um elenco incrível, é muito bem escrita e tem o Fernando como maestro”, diz Santoro.

 E assim nasceu Dante…por  Felipe Camargo

 Em Abril de 2008, ao completar um ano sem trabalho, numa mistura de desilusão, sonho, ansiedade, orgulho e fuga de uma possível depressão, decidi tentar uma chance nos Estados Unidos. ‘Se não me dão espaço aqui, vou ser ator em outro lugar’. Com tudo acertado, passagens, curso, video-book e alguns contatos, numa das muitas noites de planejamento, passava pela sala de casa quando o telefone tocou. Não costumo atender, normalmente deixo pra ouvir o recado, evitando pesquisas de consumo e promoções indesejáveis. Não sei por que olhei para o telefone e sem pensar atendi.

‘Felipe, aqui é o Fernando Meirelles…’. 

‘Quem, o diretor!!!…?’ Respondi, perguntando incrédulo, já me sentindo idiota por ter caído num trote…

A conversa que se seguiu foi o convite para fazer o Dante do ‘Som & Fúria’.  Com a mesma simplicidade e ausência de estrelismo com que pessoalmente me telefonou e fez o convite, Fernando tocou a equipe e o elenco durante todo o processo de trabalho. Além de um extremo apuro técnico e rara sensibilidade, tem ouvido absoluto, ouve a todos sem exceção e colhe o melhor de cada um. A começar por ele, o clima das gravações foi leve, despretensioso no bom sentido e bem-humorado. O resultado é um programa vibrante, divertido, inteligente, de altíssima qualidade.

Trabalhar nesta série foi, para mim, como se tivesse ido estudar na melhor escola de atuação dos Estados Unidos, feito o teste para o melhor filme a ser produzido e, ainda por cima, ter sido escolhido para o papel principal, cercado por grandes profissionais que fariam bonito em qualquer lugar do mundo. Estou muito feliz e realizado”.

                                                                                          

 A série original

” To be, or not to be: that is the question:

Whether ’tis nobler in the mind to suffer

The slings and arrows of outrageous fortune,

Or to take arms against a sea of troubles,

And by opposing end them?”

 

Ser ou não ser; eis a questão:

Será mais nobre sofrer na alma

As pedradas e flechadas do destino feroz

Ou pegar em armas contra um mar de riscos,

E combatendo vencê-los?

 

Criada por Susan Coyne, Mark McKinney e Bob Martin, a série “Slings and Arrows” foi lançada pelos canais Canada’s Movie Central e The Movie Network, em 2003, conquistando milhares de fãs no país e abrindo caminho para novos públicos. Acompanhando o sucesso que teve no Canadá, a série foi exibida pelo Sundance Channel, nos Estados Unidos, em 2005 e a partir daí ganhou o mundo. Dividida em três temporadas com seis episódios cada, a produção conta com um elenco composto por: Martha Burns, Paul Gross, Don McKellar, Mark McKinney, Oliver Dennis, Stephen Ouimette, Susan Coyne, Graham Harley, Michael Polley, Catherine Fitch, Leon Pownall, Rothaford Gray, Sean Cullen, Matt Fitzgerald, entre outros.

Susan Coyne – uma das criadoras e atriz da série – é uma das mais reconhecidas atrizes do Canadá nas últimas décadas. Cofundadora do Soulpepper Theatre Company, parte integrante de diversas temporadas do Festival Stratford e reconhecida mundialmente pelas peças “Kingfisher Days” e “Alice’s Affair”, Susan interpreta com maestria a personagem Anna Conroy, em “Slings and Arrows”. Um de seus últimos trabalhos no cinema foi em “O Ensaio Sobre a Cegueira”, adaptação de Fernando Meirelles para a obra de José Saramago. Além de sua história nos palcos, televisão e cinema, Susan também ganhou destaque com suas traduções de Anton Chekhov.

Quem é quem

Dante (Felipe Camargo) - Durante a montagem de um “Hamlet” unanimemente sensacional, Dante pirou e saiu correndo do palco. Após algum tempo de internação psiquiátrica, virou diretor de uma pequena e falida companhia de teatro alternativo. Representa o artista por excelência, apaixonado, talentoso e “meio pirado”. Quando Oliver morre, vai  substituí-lo na direção da companhia de atores.

Oliveira Welles (Pedro Paulo Rangel) - Diretor da companhia de atores do Teatro Municipal há mais de dez anos. Inteligente, sarcástico, tem muito prestígio artístico, mas sua criatividade vem se esgotando. Ele sabe disso e tem nostalgia dos tempos áureos em que trabalhava com Dante, cujo auge ocorreu na montagem de “Hamlet”.

Elen (Andréa Beltrão) - A grande dama da companhia começa a ter medo de envelhecer.  Outrora Ofélia de “Hamlet”, agora fará a rainha na mesma peça. Ela e Dante viveram um romance apaixonado no passado, mas Dante a abandona pois acredita que Elen e Oliveira viveram um caso secreto. Ellen hoje namora garotões cada vez mais jovens.

Ricardo da Silva (Dan Stulbach) – O diretor financeiro da companhia. Ambicioso, Ricardo tenta  tornar a arte lucrativa  e mais atraente para o grande público e, com isso, entra em constante conflito com Dante e com o resto dos artistas.

Ana (Cecília Homem de Melo) -  A vice-secretária-geral da companhia. Eficiente, porém muito tímida, Ana é, no entanto, sensível e inteligente, e vive às voltas com os conflitos entre artistas e produtores.

Graça (Regina Casé) - Funcionária recém-nomeada pela Secretaria de Cultura, usa toda a sua autoridade e poder para tentar impor Ricardo na diretoria do teatro, que os dois planejam transformar numa moderna empresa de musicais.

Kátia (Maria Flor) - Atriz jovem, talentosa e  idealista, tem sua primeira grande chance quando a atriz escalada para o papel de Ofélia na nova montagem sofre um acidente. Vai ter um romance com Jaques.

Jaques Maya (Daniel Oliveira) - Jovem ator vindo da televisão para fazer “Hamlet” dentro da política de popularização do teatro, sofre o preconceito dos atores mais velhos da companhia. Vai se apaixonar por Kátia e se mostrar ótimo ator em cena.

Sanjay (Rodrigo Santoro) - Apresenta-se como um badalado publicitário. Tem um método polêmico e provocador de trabalho, o que ocasiona impacto na mídia. Ao final, uma constatação: não passa de um picareta.

Oberon (Paulo Betti) - Antigo ator da companhia, já acomodado em seus papéis, representa Rei Cláudio na montagem inicial de “Hamlet”. Inicialmente desafia a direção artística de Dante e, mais tarde, dá apoio inesperado e valioso ao  mesmo diretor.

Sarah (Débora Falabella) - Jovem e talentosa atriz, apaixonada pelo papel de Julieta, é convidada a integrar a companhia especialmente para desempenhar esse papel. Tem um confronto inicial com o diretor Oswald Thomas porque discorda frontalmente da concepção antisséptica que ele pretende dar à peça.

Clara (Maria Helena Chira) - Jovem atriz desprovida de talento, só faz parte da companhia por ingerência e imposição política do titular da pasta da Secretaria de Cultura. Faz contraponto à graça e sensibilidade natural de sua stand-in Kátia.

Kleber (Juliano Cazarré) - Motoqueiro, trabalha em serviço de entregas e nas horas vagas participa de competições. Tem um relacionamento amoroso com a diva da companhia.

Naum (Gero Camilo) - Funcionário humilde do Teatro Municipal, é o repositório das tradições teatrais, amigo e conselheiro de atores e diretores da companhia, conhece todos os textos clássicos, vive e respira teatro durante toda sua vida.

Patrick (Leonardo Miggiorin) - Jovem ator da companhia, escalado para viver o personagem Romeu, acaba surpreendendo a si próprio ao se deixar envolver intensamente pela atriz Sarah, que vive a personagem de Julieta. A força da peça os faz reinventar a relação apaixonada dos amantes de Verona.

Oswald Thomas (Antonio Fragoso) - Diretor avant-garde, multimídia e polêmico, preso à forma pela forma, vê a direção teatral como show de efeitos especiais. Acaba se rendendo à vitalidade dos personagens e reencontra a essência proposta pelo teatro de William Shakespeare.

Milu Silverstone (Haydée Bittencourt) - Curadora da companhia do Teatro Municipal, é uma senhora que luta bravamente contra a visão mercantilista que a direção executiva quer imprimir à companhia teatral. Tenta preservar o espírito dos clássicos e acaba sucumbindo fisicamente nessa luta de poderes.

Blogs: Jornalismo Pessoal e Intransferível

Fui convidada para fazer uma palestra sobre blogs na FAPCOM e propus discutir se seriam os blogs o espaço ideal e pleno para o jornalismo tradicional? Como harmonizar a idealizada imparcialidade do jornalismo com o exercício de imprimir suas vivências em um blog. Através de exemplos vamos discutir se é possível fazer essa combinação sem cair na mesmice dos grandes veículos nem na ditadura da opinião. Apareça!

Blogs: Jornalismo Pessoal e Intransferível

Data: 27/06
Horário: Tarde (13h às 15h) GRATIS

Acesse a programação completa, tem muitos cursos interessantes: http://migre.me/2nEQ

A Faculdade Paulus de Tecnologia e Comunicação oferece nos meses de junho, julho e agosto novos Mini-Cursos gratuitos, relacionados à área de Comunicação Social, em especial os quatro cursos oferecidos pela faculdade: Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Rádio e TV e Relações Públicas. Os Mini-Cursos são abertos ao público em geral.

Haverá sorteio de livros e pen-drives para os participantes. Todos receberão certificados de participação.

***

UPDATE: recebi as fotos que a Agência de Comunicação fez da palestra. Fiquei feliz com a presença da @djmisscloud além de ter conhecido vários estudantes e alguns blogs bem legais. Falei sobre como eu comecei a fazer blogs e a prática do dia a dia, assim como minha transição de jornalista para blogueira. e produtora. Dei conselhos verdadeiros!

Estava muito bem organizado e a FAPCOM tem um astral legal, uma faculdade especializada em Comunicação Social tem uma proposta inovadora. Mas eu disse pra eles que sou a favor do fim da obrigatoriedade do diploma de jornalismo, façam a facul por outros motivos que não seja pegar um diplominha.

Free Art #3 Beco do Aprendiz

Free Art  é um evento mundial que expõe e distribui obras de arte de artistas do mundo inteiro gratuitamente. [ou seja, vc pode levar pra sua casa uma obra da expo]. Os locais escolhidos para as exposições são públicos, privados, legais ou ilegais. É arte para todos mesmo!! Essa é a 3ªedição! que venham muitas mais! Powered by Gejo, queridão Ozi e Bruno Perê.

Minha dica é chegar cedo! e ser feliz!
FREE ART FEST # 3 
No Beco do Aprendiz na Vila Madalena em Pinheiros, sábado dia 27 de junho a partir da 9 da manhã. MAS SERÁ DIA 4 de JULHO (acabo de ser informada da alteração).

FOTOS AQUI: http://www.flickr.com/people/freeartfest/

“O Banquete” no Teatro Oficina, eu só quero amar!

Você tem poucas chances de assistir um verdadeiro “O Banquete” de Zé Celso. A peça é uma ode ao amor, como ele mesmo fala: “É sobre o amor de qualquer tipo, porque para mim não há o amor hetero ou o amor homo, é apenas amor. No entanto não pode existir liberdade em nenhum sentido, principalmente amoroso, se qualquer forma de amor for cerceada, demonizada não existe razão de ser..”

Faço questão de reproduzir na íntegra o release mais bacana que recebi. Em forma de poema! PHYNO. E a foto então? está sensacional!!

RELEASE

Na segunda fogueira de Junho dia 24   

noite de São João

entre as noites mais longas do ano

estréia O Banquete,

diálogo de Platão

encenado pelo Teatro Oficina Uzyna Uzona

que o prepara desde alguns meses atrás

para virar Bori

de Pratão

oferecido a Eros.  

A transversão do texto

por José Celso

começou em março

depois do convite do festival Queer, em Zagreb na Croácia

para onde foram seis integrantes do grupo

realizar com sérvios e croatas “Gozba”, o Banquete

em ensaio aberto no dia 10 de maio.  

O trabalho lá

tornou-se missão

de descatequização

“a mensagem toda do espetáculo foi formada durante os ensaios, com os atores, seguindo suas emoções e reações. Nos olhos deles e nas palavras explicitadas eu pude reconhecer o medo, relacionado à homofobia, na sociedade croata, que hoje ocupa o lugar que era do nazismo e do stalinismo.”

disse o diretor a jornal croata. 

Depois o grupo partiu para a Grécia

e abriu caminhos para a realização das Bacantes

no teatro de Epidauro em 2010.

Ao voltar

Zé Celso trabalhou mais sobre o texto e

desde o dia 04 de junho,

depois de quatro leituras,

o grupo levanta a encenação,

trabalhando principalmente sobre

a interpretação do texto tornado “phala”

em versos musicados.  

A pista do Oficina vai transformar-se em chão de camas

para o encontro dos banqueteiros que

reunidos na casa do poeta Agatão,

recém chegado da vitória com Bacantes nas Dionísiacas,

mas ainda na ressaca do banquete anterior,

decidem por outro jogo: dar a Eros, cada um, um canto – e assim beber menos.  

Entre eles estão personagens históricas de 2500 anos atrás,

o poeta Agatão feito por Marcelo Drummond,

Aristófanes, o comediógrafo de As Nuvens, interpretado por Sylvia Prado,

o médico Erixímaco, por Rodrigo Andreolli, a filósofa Diotima por Camila Mota,

Sócrates, personagem principal através da qual Platão constrói todos seus diálogos, interpretado por José Celso,

Heráclito, o filósofo,

e personagens da mitologia grega, que originalmente surgem apenas nos discursos proferidos

mas estão incorporados na versão do Oficina:

Orpheu e Eurídice em seu caminho para o Hades;

os Andróginos que partidos pelo raio de Zeus tornam-se homem e mulher

na encenação ritual do mito de surgimento dos gêneros a partir dos transgêneros;

e Eros, nascido do pai Poros e da mãe Penia, a Necessidade, cujo parto é encenado;

além de Jesus e Iemanjá.  

O Banquete é um dos mais de trinta diálogos filosóficos escritos por Platãono século V a.c.

e hoje considerados obras seminais do pensamento ocidental,

estudados diariamente por filósofos e fundamentais na formação das teorias da psicanálise.

Em todos eles, Sócrates, fundador da academia peripatética, que em vida fora o mestre de Platão,

aparece como interlocutor preferido das personagens.  

O Bori de Pratão é oferecido a Eros,

ao amor, de qualquer tipo

“Muitas pessoas hoje fazem guerra contra o amor, mas nós estamos lutando pelo amor. E não precisamos de armas para isso, nossas armas são música e poesia. Amor, assim como teatro, dá poder, cultiva a vida, e necessitamos, a todo tempo, poesia, como ar.”

e vai se realizar apenas nas seguintes datas:  

24 de junho de 2009, 21:00h - estreia  

27 de junho de 2009, 21:00h

e 28 de junho de 2009, 19:00h - temporada  

tempo estimado de duração: 4 horas 

ingresso : R$40,00 inteira R$20,00 meia

com direito aos comes do Banquete

o vinho custará R$5,00 e deverá ter fichas compradas com antecedência na bilheteria  

Os ingressos já estão a venda na Casa de Produção do Teatro Oficina

tratar com Vanessa Tomaz nos tels. 11 31040678 / 31065300  

***

Serviço: “O Banquete”
Estréia: Quarta-feira 24 de Junho às 21h
Reapresentação: Sexta, Sábado 21h e Domingo 19h
Preço: R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia entrada)
Endereço: Rua Jaceguay, 520 – Bixiga
Censura: 16 anos
Estacionamento no local: R$ 10,00
Chapelaria: Sim
Lotação 300 pessoas

Mais informações e compra antecipadas de ingressos: www.teatroficina.com.br 

EXS 09 no Festival 3ºCONTATO - UFSCar

       O 3º CONTATO - Festival Multimídia de Rádio, TV, Cinema e Arte Eletrônica da UFSCar, em parceria com o Movimento Artístico e Cultural do Caaso organiza em São Carlos, no dia 4 de julho, duas oficinas gratuitas e uma delas tem o apoio da Expo Stickers, evento de cultura street produzido por mim e pelo Jair Guilherme, de Curitiba.

E vai ter + uma mini-mostra da exposição (EXS 08) com stickers recebidos do mundo todo. Em outubro, a edição 2009 da EXS 09 também será apresentada em São Carlos. São Paulo, Curitiba e Buenos Aires são as outras cidades que terão a oportunidade de ver essa mostra.

      A artista Ferfetz, vai ser a representante da Expo Stickers e ensinará a produzir stickers com desenhos que abordam desde questões políticas até conteúdo humorístico. 

Os interessados podem se inscrever nas atividades pelo e-mail festivalcontato@ufscar.br, pelo telefone 16 3351-8099 ou pessoalmente na Secretaria do Caaso e no Centro de Cultura Afro-Brasileira.

Volpi, fogueiras, Lamartine Babo e simpatias de amor

Este post é parte de uma brincadeira junina. A partir de hoje até o final de junho vamos postar sobre visões, lembranças e dicas relacionadas às festas juninas. Sinta-se convidado ao nosso Arraiá para contar também como você vive estas comemorações - mas não esqueça de depois linkar o post para que possamos trackback e incluí-lo na lista dos participantes da blogagem coletiva.

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E já que festa junina é uma mega colcha de retalhos de tradições, crendices, brincadeiras e diversão, meu post sai assim mesmo, no estilo patchwork!

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Eu não vou cometer o sacrilégio de dizer que Alfredo Volpi foi o pintor das bandeirinhas, como Di Cavalcanti destilou seu veneninho, pelamor…Isso é abstracionismo geométrico minha gente! E foram sim as festas de São João que inspiraram essa busca temática na década de 50.

(…) Suas bandeirinhas são como as cruzinhas de Mondrian, as garrafas de Morandi ou os carretéis de Iberê Camargo; há uma razão não apenas visual para que tenham sido eleitas como seu motivo recorrente. São expressões de um contentamento simples, sereno, de uma leveza descompromissada. Volpi não faz o proselitismo da alegria tropical, da espontaneidade dionisíaca; neste aspecto, está mais próximo de um bem-estar de Matisse ou Pancetti. (…)  por Daniel Piza - leia a integra do texto dele sobre Volpi

 

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Cuidado para não se queimar, olha que a fogueira já queimou o meu amor…

Uma lenda católica conta que o antigo costume, supostamente pagão de acender fogueiras no começo do verão europeu, teve origem com Maria, mãe de Jesus e Isabel, sua prima.  Isabel combinou que acenderia uma fogueira no topo de uma montanha bem visível para avisar Maria quando estivesse em trabalho de parto para ganhar seu filho que viria a ser o santo do dia: João Baptista. Assim a prima poderia ir ajudá-la. Há uma versão de que a fogueira teria sido acesa depois do nascimento do santinho… Mas agora me fala, que mulher em trabalho de parto ou recém-mãe ia conseguir subir numa montanga para acender uma fogueira há 2 mil anos e sem fósforos e sem aquela madeirinha prática que a gente compra toda cortadinha para lareira? hein???

Por isso toda festa junina que se preze tem que ter fogueira de São João.

Se bem que de fato fogueiras sempre estiveram ligadas à rituais, afinal como as bruxas no meio da floresta iam enxergar e ferver as poções no caldeirão? Só mesmo com uma fogueirinha. 

E aqui no inverno junino do hemisfério sul cai bem demais uma fogueira pra se aquecer. Sem falar que de médico e piromaníaco todo mundo tem um pouco. Eu adoro ver o fogo pegar na madeira, jogar treque-treque pra fazer barulho (treque-treque é o nome que dou para aquelas folhas espinhudas que caem dos pinheiros).

***

Isto é Lá Com Santo Antônio 

Quando tinha uns 7 anos eu fui noivinha na festa junina da escola (estou procurando incessantemente essa foto…porque eu sei que tenho, só não sei onde o gnomo guardou) e dancei essa musiquinha (letra abixo) que até hoje é a minha preferida. Mas nunca na vida imaginei que um expert em marchinhas de carnaval é que havia composto. Lamartine Babo foi o autor da irreverente ‘Isto é Lá Com Santo Antônio’. 

Eu pedi numa oração
Ao querido São João
Que me desse um matrimônio
São João disse que não!
São João disse que não!
Isto é lá com Santo Antônio!
Eu pedi numa oração
Ao querido São João
Que me desse um matrimônio
Matrimônio! Matrimônio!
Isto é lá com Santo Antônio!
Implorei a São João
Desse ao menos um cartão
Que eu levava a Santo Antônio
São João ficou zangado
São João só dá cartão
Com direito a batizado
Implorei a São João
Desse ao menos um cartão
Que eu levava a Santo Antônio
Matrimônio! Matrimônio!
Isso é lá com Santo Antônio!
São João não me atendendo
A São Pedro fui correndo
Nos portões do paraíso
Disse o velho num sorriso:
Minha gente, eu sou chaveiro!
Nunca fui casamenteiro!
São João não me atendendo
A São Pedro fui correndo
Nos portões do paraíso
Matrimônio! Matrimônio!
Isso é lá com Santo Antônio

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Incoerências das festas juninas: o santo casamenteiro é Santo Antonio (13/6), mas as simpatias para descobrir quem é o ‘amor de sua vida’ se fazem na noite de São João (24/6), mesmo o pobre santo dizendo que “Isso é lá com Santo Antônio!”. Por isso que esse povo encalha, pede errado!

E eu que sou a cética das céticas vou publicar umas receitas de simpatias, não custa nada ;)

Sabedoria da bananeira
Na noite de São João, vai lá num bananal e fica uma faca novinha no tronco de uma bananeira. No dia seguinte, de manhã cedinho, tire a faca que a pobre bananeira não merece ficar agonizando, e na lâmina aparecerá o nome do felizardo!

Papéis mágicos
Também na noite de São João (haja tempo pra tanta simpatia nessa noite hein? eu sou mais direta e acho que um Correio Elegante funciona melhor). Enfim, escreva em em papéis miudinhos o nome de TODOS os seus pretês. Dobre e depeje os papéis em uma bacia com água. Espere….. o papel que abrir primeiro indica quem será seu futuro bofe!

 

Olha só quem mais está na brincadeira:

Seja Básica

Smiletic

Bolsa de Novidades

Blog da Ti

E para quem está procurando por receitas gostosas para sua própria festa ainda tem:

Especial M de Mulher de Festa Junina

Bom Docado de Mandioca no Aventuras Gastronômicas

E várias receitinhas gostosas da Nubibella

Quentão e Tapioca no Boa de Garfo

E no Educar Para Crescer você aprende a Como fazer uma festa junina educativa.Aconselho mesmo a leitura do artigo, que está excelente e dá várias dicas para não incorrermos justamente nos erros citados pela Sam.

Copiei essa lista do blog da Simone Miletic! com autorization ok!

NOH8 - No Hate

Hoje é dia de GAY PRIDE!!!! E a nossa Parada do Orgulho Gay é a MAIOR DO MUNDO*. Yes, nós temos beebas! Para marcar a data vale um post!

*vamos ver como será sem os trios das buátchis esse ano…

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A coisa mais estúpida que existe é se intrometer no ‘gostcho’ sexual do outro. Nada pode ser mais íntimo do que isso, pode? 

Quando soube da emenda que proibiu o casamento gay na Califórnia fiquei pasma. #Comoassim? não é California Dreaming? e ainda mais ver isso acontecer no país da democracia nem que seja pela força. Foi um baita retrocesso para o estado que tem São Francisco como a capital + gay ever do universo e também para toda a comunidade LGBT assim como para qualquer hétero, afinal para apoiar a liberdade basta ser um humano decente.

Há uma mobilização pedindo que tudo volte a ser como antes e esse video tem a participação de vários artistas lutando pela causa. Entre eles a minha master diva: Tila Tequila do reality ‘A Shot at Love With Tila Tequila’ um namoro na TV bem ousado pra quem é mais pudico, nele moços e moças disputam o amor da modelete [me fala se ela não parece a formiguinha do filme Vida de Inseto?].

O institucional NO H8 [pronuncía-se o H8 como se fosse soletrar a sílaba de letra e nº junto: haitch 'sounds like' hate=ódio em português] é muito clean, sincero e objetivo ao pedir direitos iguais. Assista:

Infelizmente no Brasil parece que essa discussão sobre o casamento gay não vai pra frente…

(dica do Pablo Biglia do Universo Mix)

Miss Faghag, yes I am.

*Miss FagHag pra quem não sabe é um apelidinho dado para mulheres amiga de gays e com eles ela anda pra lá e pra cá.

Um post gigante cheio de tudo, mas vamos lá:

A minha mãe trabalhava ao lado do Teatro Procópio Ferreira quando eu tinha uns 4, 5 aninhos e eu convivi com as beechas-clichê. Eram todos cabeleireiros incríveis e maquiadores, figurinistas de teatro que sempre me levavam para assistir os ensaios da Sandra Brea a primeira mulher travesti que eu conheci. Por isso devo a eles a prática em colocar um cílios postiços, dar um truque na roupa e jogar o cabelón como fazia a musa. ATóRON.

Minha avó teve uma faxineira que era uma travestizona, a Catarina, ela era do sul e tinha quase 2 metros de altura e limpava uma casa como ninguém. Catarina era uma figuraça, ela adorava pão com geléia. Nossa nunca me esqueço quando ela enchia o pão com geléia e saia comendo pela cozinha deixando pingar no chão era muito engraçado. E a Cata passando roupa e escutando programa de rádio AM “Que saudade de você” que contava aqueles casos escabrosíssimos a la Gil Gomes, mas eram só de amor e paixão. Eu conversava horas com ela. Por isso I belive in Almodovar!

Sem falar que eu conheci Roberta Close de pertinho mesmo cuidei do camarim dela quando eu trabalhava na TV Manchete, e vi como ela é sem maquiagem, todos os segredos de beleza não conto não conto depois toda montada! Uma coisa de louco.

E tem meus amigos me chamam de travesti Lili com o maior carinho! UM BEIJO PRA VC QUE É TRAVESTI.

Claro que fora os travis, tenho amigos que vestem terno Ricardo Almeida, são empresários e a parte são bofes discretos. Outros são assumidíssimos e casadíssimos há décadas. E tem aqueles que estão por aí pegando geral.

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E domingo é dia de Parada do Orgulho Gay, há 2 anos anos não consigo ir. Mas hoje já planejei o fervo com amigos e amigas. A manifestação ainda que tenha virado uma micareta repleta de vinho barato estaria assim abençoada por Baco é uma demonstração de ‘existência’ de um número gigante de pessoas que como eu acham legítimo e aceitam que é possível se apaixonar e viver um amor com pessoas do mesmo sexo.

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Nesta semana, depois da Claudia Giane nos enviar o release do 1º ambulatório de saúde do Brasil dedicado exclusivamente a travestis e transexuais e daí começou uma boa conversa entre blogueiros do grupo M de Mulher. Compartilhamos posts:

Transexuais aqui e acolá 

Nossos filhos podem ser gays e daí?

E gerou muita conversa boa, com autorização reproduzo uns trechos aqui:

O termo “opção sexual”, como muitos utilizam, é inadequado para qualquer situação. Como você mesmo disse lá, a sexualidade nasce conosco, não é mutável. Então, o mais adequado seria utilizar “orientação sexual”. Esse termo “opção”, é algo que buscamos quebrar já há algum tempo, pois dá a entender que “escolhemos” nossa sexualidade, que escolhemos ser homo ou heterossexual, o que não é verdade.

Pablo Biglia 

 

(…) tive um “mordomo” como chamava minha madrinha, ele era um lord e cuidou de mim e dos meus irmãos por alguns anos. Filho de uma conhecida da minha vó, uma doçura de pessoa!

Conviver com o diferente nos faz ver como as pessoas se assemelham ou não pelos valores e os sentimentos.

Sam Shiraishi 

 

(…) quando a sociedade homofobica pega pesado, vem com a argumentação de que no caso do gay que se ‘veste de mulher’ só quer putaria e por isso faz programa. Quando não é bem assim…Um banco não contrata para ser caixa, nem a padaria contrata um atendente, e na agência de publicidade não contratam para a recepção um travesti….E aí a gente acaba de novo caindo na questão que é o despreparo e a hostilidade da escola  (professores/alunos) para receber ‘o tal diferente’. Afinal sem formação educacional a gente hj em dia não sai do lugar. (…) não gosto muito desse termo ‘diferente’ porque afinal quem é igual? Eu posso ser mulher mas não sou igual a outras mulheres no sentido de que cada ser é único pelo simples fato de ocupar uma posição distinta no tempo e no espaço.)

Liliane Ferrari

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NOTICIA DECENTE

A Secretaria da Saúde inaugurou nesta semana um centro com profissionais especializados, preparados para lidar com as dificuldades e demandas específicas do público LGBT.

O ambulatório pode fazer 100 atendimentos por mês e é especializado em urologia, proctologia e endocrinologia (terapia hormonal), avaliação e encaminhamento para implante de próteses de silicone e cirurgia para redesignação sexual. Gente achei muito DIGNO, muito!!!!

O centro deverá se tornar uma referência para a saúde pública no Brasil. Para isso, irá elaborar protocolos clínicos, desenvolver e avaliar tecnologias e modelos assistenciais e promover atividades integrando movimentos sociais. Será também um local de treinamento para profissionais de saúde nessa área de atuação. 

A orientação sexual e a identidade de gênero são fatores determinantes para a saúde, não apenas por implicarem em práticas sexuais e sociais específicas, mas também porque podem significar o enfrentamento cotidiano de preconceitos e violações de direitos humanos. 

“Trabalhamos para todos e para todas. Eles são considerados cidadãos e, portanto, devem merecer serviços públicos e devem ser defendidos da discriminação e das agressões”, disse o governador José Serra. Olha que fofo!

O ambulatório estará aberto de segunda a sexta, das 14h às 20h e fica na rua Santa Cruz, nº 81, Vila Mariana, São Paulo no DST do CRT/Aids. Não gostei muito que o ambulatório mantenha o nome que tem Aids no meio, porque acredito que colabora institucionalmente para perpetuar o rótulo.

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EVENTINHO PARA CINÉFILOS E BLOGUEIROS LGBT

O crítico de cinema Christian Petermann conversa sobre a produção cinematográfica LGBT na Cozinha da Matilde, será uma conversa aberta à interação com o público presente, num bate-papo pop e inteligente sobre a representatividade e a inclusão dramática do homossexual na Sétima Arte e sobre os grandes nomes do chamado Queer Cinema, seja ele New, Old ou Atemporal. 

E no mesmo dia vamos aprovieitar para reunir blogueiros de temática LGBT num mini Camp informalíssimo na onda todo o movimento provocado pela Parada do Orgulho Gay de São Paulo que acontecerá neste domingo dia 14.

Letícia Massula chef anfitriã da Cozinha da Matilde colocará à disposição pequenos quitutes para acompanhar a noite, mais caldos e porções variadas e o famoso brigadeiro de colher. Nenhum dos sentidos deixará de ser satisfeito! 

Quando: 16 de junho de 2009 às 19h30 

Onde: Cozinha da Matilde  Quanto: R$ 15,00 - consumo à parte 

Informações e Reservas: cozinhadamatilde@gmail.com

As lixeiras da Terra

Recebi hoje pela manhã email do Jaime Prades, [artista que dispensa comentários] com fotos de sua mais nova ação artística cidadã + um texto lindo sobre o que de fato uma LIXEIRA representa. Segue reproduzido na íntegra e junto vai um convite para acompanhar o ‘trabalho em progresso’ neste feriado no Centro de São Paulo porque uma lixeira não é uma lixeira não é uma lixeira é um retrato do nosso consumo e da cultura do descarte.

Se você gostou, divulgue também seu blog ou Twitter. Dê os créditos do texto e vá em frente!

 

As lixeiras da Terra

 
Domingo passado a Claudia e eu passamos o dia adesivando meus ícones em dois quarteirões entre o Municipal, a Praça da República e a São João com a Ipiranga.Enquanto fazia as lixeiras, com uma visão mais próxima, um quadro mais “fechado”, ela fez um ensaio fotográfico. Algumas das fotos estão aqui num patchwork que traduz um pouco a forma de como aconteceram as coisas. A visão dela pode abraçar um quadro mais “aberto” revelando ângulos, relações e sobreposições integrando as pessoas, os grafismos, as lixeiras, os pixos, os grafites, a arquitetura, as árvores, o céu…
 
Para conseguir adesivar 150 lixeiras pela cidade sem ser preso precisaria ter a autorização da Prefeitura. Consegui contatar as subprefeitura da Lapa que me apoiou  imediatamente e levou o projeto para a subprefeitura da Sé que também topou sem pestanejar. Por isso estou podendo fazer este trabalho com tranquilidade, seria impossível de outro jeito.
 
O centro da cidade é um lugar muito especial onde está tudo misturado. Indigentes, pessoas doentes, o pessoal do crack…Mas também é um lugar cheio de vida e criatividade, com crianças, jovens, turistas, famílias, garis, vendedores, ambulantes, travestis… É indiscritível! Além de toda a história da cidade, da sua arquitetura.
 
A Galeria Olido é um lugar incrível, com biblioteca, lan house, com uma galeria de arte dirigida por um olhar independente e atrevido que pensa na arte urbana, na moda, no grafite, no pixo. É o ponto alto da rapaziada da dança de rua, de salão e moderna. Um oásis de cultura.
 
E as ruas? E as toneladas de lixo que recebem diariamente?…Faço esse trabalho porque acredito que se cada um tiver um mínimo de cuidado pelo que é coletivo poderemos dar um grande passo como comunidade.Com o lixo não dá para atribuir a responsabilidade ao outro. Cada um pode e tem que pensar no destino e no que é o lixo.
Uma garrafa pet é lixo? Comida vai para o mesmo lugar que pilhas? A natureza é lixo? O rio é lixo? O corpo é lixo?
 
Com todo esse consumo e embalagens a coleta seletiva tem que ser incrementada na cidade inteira urgentemente.
 
Como sair do lugar de espectador para o de ator?
 
Como rasgar essa membrana imobilizadora que nos impede de atuar a favor de todos nós?
 
Como organizar toda essa energia para transformar a sombra em Luz, o ódio em amor a pobreza em dignidade?
 
Perguntas não faltam, e as respostas?
 
Nesta Quinta, feriado, vou passar o dia na Praça da República, na Sé e no Largo do Arouche adesivando. Quer aparecer por lá?
 
Abração
 
Jaime Prades

Pinguins, geladeiras e afins

Pinguins são originais do hemisfério sul, portanto não basta ter gelo para ter pinguins…É uma ave não voadora por mais bizarro que possa parecer, tão louco como os morcegos que são mamiferos e voam…Mas os pinguins nadam mui bien, são elegantes e de família pré-histórica. No Peru já encontraram fósseis de pinguins de aproximadamente 1,5 metro. Leia aqui a matéria se quiser se aprofundar em ‘pinguinlogia’.

Pinguins fascinam pois são também símbolo de resistência já que naquele puta frio todos ficam juntinhos se aquecendo coletivamente, fora que é uma graça o macho chocar os ovinhos [hihihihi] e claro que em se falando de pinguim o de geladeira é ícone vintage!

Eu tenho um em cima da minha geladeira, mas teve um tempo que era brega ter pinguim na cozinha, porém por muito tempo minha avó conservou o dela, original dos anos 60, um daqueles com bico dourado, em cima de uma bela Frigidaire que abria a porta igual câmara fria de açougue. Mas depois virou kitsch [um brega permitido e metido] como o anão de jardim.

O ‘pinguim de geladeira’ surgiu como ação de marketing de uma marca norte-americana chamada Kelvinator, batizada para homenagear o cientista inglês Lord Kelvin que encontrou o ‘grau zero absoluto’ base para o desenvolvimento da refrigeração e assim levar essa maravilha que é a conservação de alimentos para dentro de nossas casas.

Eis que nos anos 50, nos EUA eles começaram a distribuir pinguins de louça para serem colocados nas lojas em cima dos refrigeradores deles, justamente para ressaltar o ‘objetivo do produto’ que era deixar tudo um gelo, tal qual o habitat dos pinguins e diferenciar o produto de armários de lata. Daí que quem comprava essas geladeiras acabava levando junto o pinguim de brinde para enfeitar e assim esse modismo ultrapassou a marca e bastava ter um refrigerador para alojar um pinguim em cima. Genial!

Eu amo pinguins!!! e fora o de geladeira, tenho uma escultura da designer Dani Ktenas, olha que linda:

LG Top Mount

Na quinta-feira passada minha coleção de pinguins aumentou.

Recebi em casa uma caixona pesada de isopor toda bonitinha personalizada com meu nome e dentro dela havia uma escultura de gelo de um pinguim. O presente fazia parte de uma ação de Social Mídia [que envolve Twitter basicamente e foi realizada pela SINC] para promover o lançamento de um refrigerador da LG e dava start numa gincana por quitutes e quitandas para serem entregues via delivery aos vencedores mais rápidos no gatilho Twitter.

O pinguim tinha um colarzinho e no pingente vinham todas as instruções para começar a seguir@LGTopMount no Twitter, ficar esperto no site que mostrava a geladeira com 5 câmeras em 5 diferentes pratos. E somente quinta e sexta para ‘aquecer’ a disputa seria entre 20 blogueiros, porque a partir desta segunda dia 8 a competição é FREE. Literalmente follow @LGTopMount e entre na competição.

Na quinta eu perdia o timing, quando via já tinham sido mais rápidos do que eu na hora de dizer EU QUERO de acordo com o que a câmera mostrava. em compensação, tive uma reunião ao lado do estúdio em que filmavam a ação eu vi  ’com esses olhos que a terra há de comer, depois de doar as córneas’ a LG Top Mount ao vivo.

Dia seguinte fiquei esperta e arrematei os croissants e bolinhos! Foi uma delícia o lanchinho com Luisa e @souzacampus. Acho gostoso receber coisinhas caprichadas e cuidadinhas.

A esculturinha de pinguim está guardada no freezer, praticamente transformei numa câmara de criogenia para o pinguim sobreviver 4ever e num dia de bastante sol vamos brincar com a Luisa de ver o degelo. [aula prática sobre aquecimento global].

E além da competição pelas comidinhas foi lançado também o concurso ASSALTE A GELADEIRA SEM SER VISTO, responda: Que estratégia você usaria para assaltar a Top Mount agora, ao vivo sem ser visto? Se sua resposta for a mais criativa, sua cozinha ganha uma Top Mount da LG. Básico, use todo seu potencial criminoso para ficar de geladeira nova.

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Pensando em pinguins não teve como não me lembrar de tantos e tantos…Divirta-se com minha seleção pinguinzística:

Peça publicitária para a WWF [Criação e layout do meu querido: Souzacampus; 3D Animação: Lucas Lourenço, Montagem Flash: Claudiomar Andrade; Texto: Gustavo Calenzani]

A Marcha dos Pinguins

Surf’s Up

Pinguins do filme Madagascar em aventura de Natal

Pablo dos Backyardigans é um pinguim…

Pingu

E tem o Happy Feet também:

Em Portugal encontrei até uma familia que tem um pinguinzinho de estimação:

Pinguim do mal em Batman:

Wallace & Gromit

Chillie Willie ou Picolino, o pinguim do desenho do Pica-Pau:

Ilha das Flores

Ilha das Flores, um curta-metragem de Jorge Furtado. Tem muita gente que já viu esse filme de 1989 e como ele continua mais atual do que nunca vou postar porque sei que tem outras pessoas que nunca nem ouviram falar dele e considero imperdível. Tá aqui! 

Sendo hoje é o Dia Mundial do Meio-Ambiente pensei nesse documentário como uma mensagem e uma oportunidade de ver e refletir que ecologia e sustentabilidade são questões de humanidade. 

Ainda sobre Maisa…

Recentemente fiz um post no site Mãe com Filhos sobre a polêmica que envolveu a adultinha-mirim Maisa, o SBT de Silvio Santos e o Ministério Público, mas ainda acho que faltam ressaltar e discutir alguns pontos novos.

Claro que nem há termo de comparação entre o trabalho exercido por Maisa na TV e o que fazem as crianças que trabalham em minas de carvão. 

Entretanto, veja se não é tortura psicológica esse tipo de observação feita ao vivo pelo Silvio Santos na cara da menina de 6 anos: “Maisa, você não vai ficar triste quando as pessoas a esquecerem? (….) Você era muito ruim, feia e desajeitada, quando estava no Raul Gil. Agora, ficou mais bonita, inteligente, esperta. O que você vai fazer daqui a uns quatro anos, quando o público não lhe der mais bola?”

E isso aconteceu muito antes dela bater a cabeça na câmera e chorar ao vivo…Pesado né?

Quer saber? O Ministério Público chegou tarde nesse caso. Deveria ter botado pra correr a mãe, o pai e a menina quando ela ainda participava de um tal grupinho ‘mini É o Tchan’ no Programa do Raul Gil quando tinha apenas 3 aninhos. Me desculpem os mais educados, mas aquilo era um belo treinamento pra virar ‘vagaba’, além de ser um prato cheio pros pedófilos de plantão.

Será que os pais dela nunca pensaram nisso? Porque não seria Raul Gil, tampouco Silvio Santos a se incomodarem com a exploração de mais uma criança-prodígio, afinal esse tipo de atração é parte lucrativa do business de ambos.

Nessa altura do campeonato certamente será um tanto quanto traumático para a garota se ver privada da super exposição que já estava acostumada. Apesar dela não ter sido proibida de aparecer na TV, o que acho bem ponderado pela Justiça, ela apenas foi afastada do quadro que fazia aos domingos com Silvio Santos.

Por isso essa ‘brincadeira’ de FREE MAISA das garras de Silvio Santos e/ou do Ministério Público é uma bobagem de mau gosto tremendo. Chacoteiam com propósitos filantrópicos em cima do nome e da imagem de uma menor de idade e provavelmente sem autorização dos pais dela e do canal de TV onde é funcionária [não me venham com a conversinha de que ela é uma pessoa pública e que tudo não passa de uma brincadeirinha, porque um erro não justifica outro e mexer com a imagem alheia sem as devidas autorizações é crime bem previsto em lei...]

Será que alguém em sã consciência gostaria de ver seu filho ou sua filha passando por essa situação vexatória? Na Folha de São Paulo uma especialista em psicologia infantil comentou sobre o caso e não são positivas as análises que fez dessa situação e nem todo $ do mundo poderá remediar certos danos psicológicos,

Quem me conhece sabe o senso de humor que tenho, mas há escrúpulos que não consigo ultrapassar para achar engraçado um caso que só me faz lamentar por tudo de equivocado que envolve.

Zuar com adultos e suas atitudes é bem diferente do que fazer o mesmo com uma criança, que por mais adultizada que possa parecer é ainda em última instância apenas uma criança que como todas as outras deve ter seus direitos garantidos por um Estatuto que levou décadas para ser levado a sério neste país.

LuluzinhaCamp SP #5 @ Pulsarte

Pra quem ainda não sabe neste sábado, dia 6/6 das 11h às 16h acontece o LuluzinhaCamp #5. A 5ªedição chegou! [vc não sabe o que é o Luluzinha? Basicamente é um encontro presencial de mulheres blogueiras e interneteiras que foi idealizado pela jornalista Lucia Freitas. Tem brindes como você nunca viu, comidas mil como você nunca imaginou, debates e bate-boca com todas falando ao mesmo tempo, muitos laps no colo e o Twitter e Flickr explodindo... Se você quer saber mais: clique aqui, participe!]

Luisa minha Lulu mirim tinha 2 anos quando rolou o 1º encontro na Gafanhoto [ela foi toda linda e ficou amigona da @srtabia]. De lá pra cá teve o do The Hub [com Pole Dancing e livros da Diablo Cody], depois o flash mob das Lulus na Campus Party, o Lulu mais charmoso e cozy ever na Cozinha da Matilde quando comemoramos o Dia da Mulher e agora que minha filha já é uma Lulu de peso [16 quilos] com 3 aninhos, vamos fazer o ‘encontrão’ SP na Pulsarte [meu +novo point. espero que as Lulus curtam muito o espaço e se animem em dançar].

À parte do encontro louco que é juntar tantas Lulus no mesmo lugar, é sempre um momento precioso de get together, da descoberta de novas amizades [as que fiz muito sinceras e valiosas], de comer muito brigadeiro de ovomaltine sim e daí [ideinha tresloucada: vamos fazer uma camiseta assim: EU COMO BRIGADEIRO E DAI].

Difícil explicar que um encontro de gênero não é sexista. A gente só faz assim para ter mais liberdade de surtar e foco nas questões femininas [ok ok mulher não tem foco só dispersão].

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Estou ansiosa [por demaisss] para a oficina da Garcia Sales sobre o Tumblr…vamos ver se consigo tirar meu usuário das trevas da ignorância…

E fica aqui um presenteeenho virtual para todos nós, homens e mulheres, um video de edição youtubesca com as várias imagens das mulheres na pintura de todos os tempos.