Era um porquinho tão bonitinho. Um leitãozinho clássico. Babe, o porquinho agora mais maduro e gordeenho.
Ele tava ali pra morar por uns tempos, chiquérrimo, eternizado enquanto durasse a exposição, na parede do Espaço Gabriel 470. Ia fazer companhia pra minha amiga Alice (aquela que tem um três oitão na mão apontado p/ um coelho)
Mas não gostaram muito do estilo do Luis Vitão e o adEvogado mandou arrancar o couro cor de rosa estampadinho do pobrezinho porque daquele jeito não podia ficar não.
Agora ele tá meio anêmico minimalista e a menina Alice, ah! ela continuou ali a mandar todo mundo se fuder.
(de q adianta a Louis Vuitton, marca q eu aprecio, fazer editoriais, desfiles e campanhas de moda arrojadas, se um simples conceito de arte não é, não pode ser digerido tranquilamente?? carapuça serviu? queria saber se a Campbell’s foi pedir p Andy Warhol apagar o rótulo da obra das sopas…mas eu entendo q o monograma é pra lá de registrado, patrimônio secular e vale muuuito dinheiro, mas pode ser esse o mesmo preço da censura à arte? q mal, q dano irreparável Luis Vitão poderia causar à imagem de marca mundial da LV?)







2 comments ↓
Não creioo! Eu amei sobretudo o porquinho!! Penduraria no meio da sala no lugar do elefante branco! E olha que Marc Jacobs ia fazer buuniito se criasse p LV uma linha de bolsas de pele (faaake) de porquinho rosa com detalhes em couro (sintéticooo) cor “pinhão”e metais levemente dourados ou aquele tom “mate” que não é dourado nem prateado. Ia vender horrores!! Certeza!! Pelo curto rosa e monograma Louis Vuitton?! A mulherada ia cair de boca!
eu adorei, pura rebeldia - arte, criatividade.
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