“Esquecer é também perdoar o que não seria perdoado se a justiça e a liberdade prevalecerem (…) Esquecer o sofrimento passado é perdoar as forças que o causaram…Contra essa rendição ao tempo, o reinvestimento da recordação em seus direitos, como um veículo de libertação é uma das mais nobres tarefas do pensamento.”
Herbert Marcuse, Eros e Civilização
‘Solo de Sara Antunes resolve as memórias escravagistas de um Brasil infante que não cresce.’
Valmir Santos, Folha de São Paulo
Peça inspirada no conto homônimo de Monteiro Lobato, o monólogo ‘Negrinha’ conta a história de uma menina negra que não tem nome e por isso é chamada por todos pelo apelido que identifica sua cor, sempre no diminutivo.
[Câmara Cascudo diz que o nome inicia a existência religiosa e civil da criatura, sem nome não há identidade social e individual. Afinal uma das 1ªs coisas q aprendemos é dizer 'meu nome é fulana', o existir começa no nome mesmo]
Estrelada por Sara Antunes, o texto aborda o fim da escravidão através da perspectiva da escrava criança que vai se referir aos outros pelas cores de suas peles também. Não espere clichê! A atriz não é negra
A peça veio bem recomendadíssima pelo amigo jornalista Fred Itioka.
E é grátis em Salvador!!! (vai Cintia Covre!) no Instituto Feminino da Bahia nos dias 03, 04 e 05 de março às 20h.
Instituto Feminino da Bahia
Rua Monsenhor Flaviano, 02
Politeama - Salvador - BA
Tel.: 71 3329.5522 - 3329.5220
www.institutofeminino.org.br










2 comments ↓
O público paulistano terá ainda a oportunidade para conferir e se emocionar com a atuação da atriz Sara Antunes no espetáculo As Meninas, cuja produção executiva é de Maitê Proença. A montagem foi sucesso no Rio e chega agora para curta temporada em SP. Estréia dia 12 de Março no Teatro Cultura Artistica, Itaim: Av. Juscelino Kubitschek, 1830.
Mais uma dica. E vale a pena!
[...] Eu já falei da atriz Sara Antunes aqui no blog. [...]
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