Não dá pra acreditar que a maternidade biológica seja a principal, ou mesmo única via para se tornar mãe de verdade, até porque são muitos os casos de mães que dispensam seus filhos biológicos como se fossem qualquer coisa e outros tantos exemplos de mulheres que acolhem, sem parir, bebês, criancas e adolescentes. Cada uma tem seu ‘motivo’ para dispensar e/ou para adotar um filho.
Fato é que: não é a dor do parto que faz de uma mulher mãe. Longe disso. Maternidade é estado de espírito, é uma opção, e principalmente uma oportunidade de relacionamento entre dois seres humanos.
Ontem assisti “Um Sonho Possível” (The Blind Side) um filme que conta a história verídica de Leigh Anne Tuohy (minha sinopse é a partir da perspectiva dela, a mãe) uma mulher que, pelo senso-comum, já tinha tudo na vida: dois filhos biológicos, dinheiro, sucesso profissional, um marido legal e que um dia, por solidariedade e sem pensar muito, abriga Big Mike, um adolescente negro, sem-teto e cheio de problemas ‘aparentemente’ insolúveis. Com o apoio, carinho e atenção que a familia dela lhe oferecem, sem hesitar!!, se torna um craque do futebol americano.
O filme me emocionou demais!!!! por conta de diversos aspectos como: o poder da atitude de Leigh Anne em ‘adotar’ Michael e lhe oferecer um lar, uma família e uma boa educação, como esse gesto foi transformador em suas vidas!!! Mas também me emocionou o aspecto do envolvimento, profundidade e intensidade que o amor verdadeiro entre pessoas é capaz.
Sandra Bullock [amo amo amo] dá mesmo um show interpretando a matriarca sulista, decidida, impetuosa e extremamente carinhosa. Não é à toa ganhou o Oscar de melhor atriz. Honrou essa bela história de amor.
Encontrei para ilustrar esse video que mostra um pouco dos personagens reais desse caso emocionante que você tem que conhecer.















3 comments ↓
A historia é realmente mto linda!
No meu caso, talvez por não ser mãe ainda, me senti mais proxima dos “irmãos” do Big Mike pq é um pouca a minha historia.
A vida me deu dois irmãos mais velhos qdo era adolescente e hj eles são tão meus irmãos no coração q as vezes qdo as pessoas perguntam eu me complico toda pra explicar que na verdade não somos irmãos de sangue e nem nos conhecíamos qdo eramos crianças, mas o amor e carinho é igual ao q eu sinto pelo meu irmão de sangue!
O filme retrata bem o formato da família americana e principalmente as instituições (família e escola) como base de uma formação sólida para o futuro de uma pessoa. A melhor cena do filme para mim ocorre quando “Big Mike” protege o filho dela no acidente com a caminhonete, onde ela tem a certeza do instinto protetor do rapaz.
O amor transforma!!!
Um filme intenso,envolvente.
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