Entries from March 2011 ↓

Perfil

 

AM Galeria Horizonte abre a coletiva Perfil expondo 40 obras de vinte artistas, em suportes diversos como pintura, escultura, fotografia, objetos, obras em papel, grafiti que, sob curadoria de Angela Martins, inauguram o novo espaço cultural na cidade de São Paulo. A seleção dos trabalhos para a exposição pretende investigar o modo como nos relacionamos com o outro, contamos nossas histórias e nos comunicamos.

A mostra coletiva é composta por trabalhos de artistas do acervo da galeria e traz nomes como Franz Weissmann, Adriana Rocha, Ana Michaelis, Ana Pinheiro, Farnese de Andrade, Dan Fialdini, Fernando Ribeiro, Humberto Guimarães, Jorge dos Anjos, José Bento, Leonora Weissmann, Liliane Dardot, Marcos Coelho Benjamim, Mário Zavagli, Nelson Screnci, Nydia Negromonte, Ozi, Paulo Queiroz, Roberto Mícoli, Rolf Behm.

#euvou

Marta Suplicy ficou. Teve bolo do Celso Kamura!

Quem lê sempre meu blog sabe que ele não traz um conteúdo humorístico apesar de eu ser uma palhaça que só não usa nariz vermelho, gola e maquiagem.

Fala sério! Essa foto tá muito boa!!!!! Impossível não postar.

Olha a senadora Marta Suplicy celebrando no restaurante Rodeio o b-day do super hairstylist das loirudas e senhouras de garbo como a presidente Dilma: Celso Kamura. Porque a política precisa sim ser mais bonita e arrumada!

Eu adoro a Marta [às vezes odeio!], adoro o Celso Kamura [os produtos dele então amo! the best shampoo!!]. Que demais ele soprando as velinhas!!!! Por isso posto com o maior carinho essa fotinha do momento:

Fiquei, teve bolo!!!!

 

 

LBD

Little Black Dresses

Olho, um jogo de espelhamentos entre corpo, espaço e tecnologia

Orgulho dos amigos!! Simone iluminando e Marcinho atuando! ;) Tô louca pra ver o espetáculo no Sesc Pinheiros e prestigiar!!! Estreiou essa semana e a temporada vai até 27/4.

Leblon Surreal

O sapo faz visitas no Leblon. Bate na porta e espera ser recebido com um beijo.

Squat Party

Delícia de festa no sábado dia 2 de abril: Squat Party, olha o line up da noite:
@tiposdebiscat, @Fabilipo @FabianoKarvax, Lais Pattak, Le pardí, Lily Scott e um live bapho da MC Gi.

Será no Estúdio Emme. ;) Vamos??

Lili de Prisma por aí

Gente! Tô de Prisma!

#comoassim???

Fui convidada para junto com o classudo publicitário e blogueiro Jeff Paiva e do também blogueiro e dj do Caldeirão do Huck, o querido Maestro Billy para testarmos o modelo novo do Prisma da Chevrolet.

Cada um de nós está com um carro zerinho por aí e vamos abordar em posts publicado em http://chevroletprisma.com.br todos os aspectos importantes do carro a partir da nossa vivência. Os meninos falarão de economia e potência, e eu de conforto.

E conforto tem muitos aspectos e abordagens infinitas. Ao fim e ao cabo é um estado de espírito, uma tranquilidade no coração mas que é totalmente proporcionada pelo nossos sentidos.

Conforto a gente sente na prática. Diferente do conceito de ‘Felicidade’, que é um ideal totalmente baseado em critérios subjetivos e pessoais, conforto chega quase a poder ser medido e comprovado cientificamente.

Num carro a ergonomia dos estofados que abraçam suas costas, o design que te permite ter uma boa visão periférica enquanto dirige, a audição apurada que percebe o motor discreto e silencioso, e olfato que sente o inenarrável cheirinho de carro novo dão um conforto danado de bom! ô se dão!!!

Conforto por exemplo, é não ver as perninhas compridas da sua filha apertadas contra o banco do passageiro enquanto ela precisa ir amarradinha na cadeirinha. E mais ainda, conforto é não é ficar dirigindo com a cara colada no vidro para carregar alguma bagagem no banco de trás e só porque não coube no porta-malas… Com dias de trânsito infinito, se o carro que a gente dirige não tiver um interior confortável, prevejo dias de dores nas costas, mau humor e tensão pela frente. Isso não é nada confortável.

Quando digo que conforto é estado de espírito é porque quando se desfruta de um bom carro, o impacto daquilo que não podemos evitar durante o vai e vem da vida na cidade grande é minimizado e assim a gente tem mais chances de se manter zen. [pelo menos tentar!]

Conforto leva à Felicidade, pode acreditar.

Durante as próximas semanas você poderá acompanhar meus posts sobre o carro direto no site da campanha: http://chevroletprisma.com.br

Diluídas em Água

Vinte mulheres participarão neste sábado da performance “Diluídas em Água”, da artista Beth Moysés. Todas elas foram vítimas de violência doméstica por parte de seus parceiros.

Cada uma recebeu um vestido branco, em cujo avesso escreveu, com uma caneta vermelha, um breve relato do sofrimento vivido – como se o vestido fosse uma grande página vazia.

Na mesma hora, uma exposição de apoio à causa das mulheres que sofreram violência será aberta.

E lá dentro, elas tiram o vestido, mostram os textos e lavam os trajes em uma bacia com água limpa. Na água avermelhada fica diluída a triste história de cada uma. Depois elas tornam a colocar os vestidos, lavados e torcidos, porém ainda molhados e rosados. Porque as marcas nunca saem por completo.

Sábado, 26 de março de 2011 - às 11h na Pinacoteca do Estado de São Paulo, Praça da Luz, 2

Dica preciosa da @anafrank57

Ellus Jeans Deluxe by Jacques Dequeker

Tô numa semana louca sem tempo pra respirar e recebi este convite…Mas, tem como não ir ver as fotos de Jacques Dequeker?

Lili since 1975…

…aprontando altas confusões em aventuras com uma turminha do barulho!!!

Hoje faço 36 anos. Feliz aniver pra mim! Mais feliz do que nunca! ;)

3 + 6 = 9 número de sorte dos orientais!! olha q coisa boa!!

Elemento Vazado – Estencil Arte na Matilha

“Elemento Vazado – Estêncil Arte na Matilha” traz produções atuais e contemporâneas da estêncil arte paulista, a exposição conta com a presença de Ozi, e Celso Gitahy, atuantes desde a década de 80, além de Daniel Melim, Rodrigo “Chã” e do coletivo Alto Contraste que representam a geração da virada do milênio com mais de 15 anos de rua.

A exposição celebra, também, o Dia do Graffiti em São Paulo (27 de março), data escolhida como homenagem ao artista pioneiro do graffiti no país e praticante do estencil, Alex Vallauri (1949 –1987).

Os artistas convidados para a exposição, em especial Ozi e Celso Gitahy, iniciaram suas atividades na arte urbana na década de 80 incentivados por Vallauri. Desde então, seguem ocupando muros da cidade com seus trabalhos e participando ativamente da street art de São Paulo.

Três nomes representam a nova geração. Daniel Melim, que desde 2000, desenvolve o Projeto Limpão, em São Bernardo do Campo, além de intervenções urbanas utilizando o estêncil pela região do ABC e de ter sido um dos seis artistas que apresentaram a exposição De dentro para fora/ De fora para dentro, no MASP.

O coletivo Alto*Contraste passa por uma situação semelhante. Há alguns anos tomam pequenos espaços na cidade de São Paulo, sempre com referências díspares, criam espécies de personagens “frankenstein”, costurando fragmentos de diferentes universos.

E ainda, Rodrigo Chã, que iniciou seu trabalho pelas ruas da metrópole em 2003, e utiliza, além do estencil, aplicações de adesivos e cartazes, sempre representados por uma pomba.

“O stencil talvez seja uma das técnicas de graffiti com a linhagem histórica mais politizadas” afirma Demétrio Portugal, Diretor de Projetos da Matilha Cultutal. “Suas mensagens normalmente remetem a estética da contra-propaganda apropriando-se e “mixando” ícones, palavras, símbolos e desenhos de rápida assimilação que explodem nas paredes da cidade repetidamente, já que sua técnica tem os mesmos princípios da impressão industrial.”, completa.

Por ser de aplicação rápida, esse estilo passou a ser o preferido pelos artistas que se atrevem a intervir em regiões onde a ação da polícia é mais eficiente ou punitiva como é o caso da Argentina, Inglaterra, Japão, França entre outros países. Um dos maiores nesse tipo de expressão é Banksy, conhecido pelas suas intervenções polêmicas, principalmente, na Inglaterra, e por ter seu filme, “Exit Through The Gift Shop”, indicado ao Oscar 2011 de Melhor Documentário.

As obras, intervenções e referências históricas para melhor entendimento dessa técnica no Brasil ocupam a galeria da  Matilha Cultural, que ao longo da exposição, receberá convidados e artistas para conversas informais e woskshops para falar sobre esse movimento ao longo da mostra.

Conheça os artistas

Celso Gitahy

Artista plástico, nascido em 1968 em São Paulo. Autor do livro “O que é Graffiti”, Brasiliense -99, graduado em artes plásticas pela Faculdade Belas Artes de São Paulo, contemporâneo dos primeiros artistas de rua brasileiros, iniciou sua produção artistica no começo dos anos 80,  logo passando a executar grafites utilizando estênceis e tintas spray, Participou de importantes exposições pelo mundo como o Stencil Festival, em Melbourne, na Austrália e aqui no Brasil, na Pinacoteca de São Paulo,  Pixo, Logo Existo (2006).

www.flickr.com/photos/celsogitahy

Coletivo Alto*Contraste

Coletivo composto pelo casal Lee e Lou que trabalha com de referências díspares e criam espécies de personagens “frankenstein”, costurando fragmentos de diferentes universos. Além da experiência das ruas, trazem na bagagem participações em mostras nacionais e internacionais, com destaque para o gigante Cans Festival (2008), em Londres.

http://www.flickr.com/photos/altocontraste/page2/

Daniel Melim

Daniel Melim nasceu em São Bernardo do Campo, em 1979. Aprendeu a pintar, fazendo graffiti, mas depois estudou artes e pós graduou-se em Linguagens Visuais pela Faculdade Santa Marcelina. Realizou três exposições individuais na Choque Cultural. Também participou de exposições no Memorial da América Latina (2006), Museu Afro Brasil (2006), Bienal de Valência (2007), Cans Festival (promovido pelo artista Banksy, num túnel em Londres) 2008 e MASP (2009-2010).

http://www.fotolog.com.br/danielmelim/60616228

Ozi

Iniciou suas atividades no graffiti em 1985, por incentivo e apoio de dois importantes artistas paulistas: Alex Vallauri e Maurício Villaça. Desde então, Ozi vem ocupando os muros da cidade com seu trabalho, tornando-se parte da primeira geração de artistas envolvidos com o graffiti. Tem participado ativamente da street art de São Paulo e de várias exposições no Brasil e exterior, sejam elas em galerias, museus, instituições culturais ou espaços ao ar livre.

http://www.flickr.com/photos/graffitivivo/

Rodrigo Chã

Começou a atuar nas ruas de São Paulo em 2003 através de intervenções gráficas, buscando estabelecer uma melhor relação entre a cidade e o cidadão, direcionando seu olhar para o meio em que vive. Representado por uma pomba, uma praga urbana, aplica adesivos, cartazes, stencils e graffitis por onde passa.

http://www.myspace.com/projeto_cha

Elemento Vazado – Estêncil Arte na Matilha

Abertura: 15 de março, às 18h

De 15 de março a 16 de abril na Rua Rego Freitas, 542 – São Paulo Grátis

I Ching - A estratégia do aleatório

Que necessidade tem a natureza de pensamentos e preocupações?  Confúcio

Mesmo com toda a força do racional não é possível prever todas as variáveis da vida não é mesmo? Tem coisas que precisa entregar pra deus!! Entre a estratégia e o aleatório existe uma barreira intransponível - como se fossem dois mundos incomunicáveis e o I Ching pode permitir essa comunicação. Eu já vi coisas loucas de verdade na leitura do i-Ching e olha q eu sou aquela que lê com manualzinho…bem tosquinho e passo a passo!

O curso “I Ching - A estratégia do aleatório” ministrado por Luiz Oliveira e Equipe Igarapédia: Maria Rosenberg Mizrahi, Marco Spivack e Mathilda Yakhni, pretende ensinar uma, técnica, ou ferramenta não convencional para desenvolver estratégias inovadoras na resolução de problemas, destacar-se em seu segmento de atuação e desenvolver uma tecnologia de ponta na empresa em que atua.

Indicação da minha amiga Mathilda Yakhni ;)

Acontece dia 26/03, sábado das 9 às 18h no Magma Integral

Rua Aspicuelta, 227, Vila Madalena, São Paulo

R$ 200 na inscrição + 2 parcelas de R$ 210

RSVP até 16/03  (11) 3251-0099

No dia do evento quem for precisa levar:

·       livro I Ching - O Livro das Mutações, de Richard Wilhelm, Ed. Pensamento

·       3 moedas iguais

·       lenço ou pequeno pano para jogar as moedas

·       caderno para anotações pessoais, caneta, lápis, borracha

·       ir com roupas confortáveis (bermuda, calça esportiva, moleton)

Inclusão Cultural

Dia 16 de março, quarta-feira e meu aniversário!! às 10h tem coletiva na Escola São Paulo para apresentar o projeto de inclusão cultural para alunos com deficiência motora através de duas tecnologias: HeadMouse e Teclado Virtual da Indra.

E tô feliz porque dentro desse programa de inclusão cultural vou ministrar três cursos em abril e maio: Como fazer um blog, Como incrementar seu blog, Introdução às Mídias Digitais. Tbém terá curso de história da arte e da moda dentro do programa. Já conheci o software e achei mega incrível a forma como se conduz os comandos com expressões faciais e pequenos movimentos de cabeça.

Com certeza os cursos serão uma oportunidade para alunos e professores se desenvolverem ultrapassando qualquer tipo de limitação física. A internet é o limite! ;)

Xangadix, eu tenho medo de você!

Como eu não tenho a menor capacidade de falar sobre o filme que será exibido de hoje, plena quarta-feira de cinzas na sessão Comodoro, deixo que meu amigo Leopoldo Tauffenbach, organizador e um catedrático em cinema obscuro e de terror, adiante o que teremos nessa sessão da meia-noite que rola no Cine SESC na Rua Augusta: The Johnson’s.

Segue o incrível email dele, entre aspas:

Xangadix é uma espécie de demônio, fonte de todo o mal para uma tribo indígena do Suriname e um dos títulos alternativos de Os Johnsons, filme de Rudolf Van Den Berg que será exibido nesta quarta-feira de cinzas, dia 9 de fevereiro, na Sessão do Comodoro Especial de Carnaval!

Um dos filmes de terror mais doidos e curiosos de todos os tempos, Os Johnsons conta a história de uma profecia que fará retornar o demônio em questão para destruir a humanidade. Em meio a tudo isso temos também a história de um professor de etnologia que é chamado para investigar sete gêmeos homicidas nascidos há 21 anos e uma jornalista que parte em uma viagem com sua filha pré-adolescente para encontrar um pássaro raro. Apesar de nada parecer fazer sentido, tudo não passa de um plano obscuro e maquiavélico de forças malignas que conspiram para concretizar a volta de Xangadix à Terra.

O talentoso diretor Rudolf Van Den Berg já foi apresentado este ano na Sessão do Comodoro com um de seus melhores filmes: Nas Entradas da Noite. Quem viu sabe que esta sessão será igualmente imperdível. E quem não viu sabe que não deve perder de jeito nenhum! E vale lembrar que o filme será apresentado em sua versão original com o audio em flamengo (vulgo holandês) e legendas inéditas em português.”

Ah, a sessão é gratuita! Mas sente o susto:

Encontro com Emmanuel Nassar no MAM

Emmanuel Nassar é artista plástico e nasceu em Capanema, no Estado do Pará, em 1949 graduando-se em Arquitetura pela Universidade Federal do mesmo estado. Ao longo de sua carreira realizou diversas exposições individuais e coletivas entre elas algumas Bienais de São Paulo, em 1989 1998, e Bienal de Veneza em 1993. Atualmente está em trânsito entre Belém e São Paulo.

Em 98 ele realizou a instalação Bandeiras no MAM, uma apropriação de bandeiras oficiais de quase todos os municípios do Pará. Agora ele retoma a idéia das bandeiras, só que desta vez são bandeiras fictícias, representando “Estados” individuais. Uma espécie de confederação das regiões interiores de Nassar. Uma bandeira para a raiva, uma para os medos, uma para o grito de liberdade, outra para a paz, para seus ideais e mitos. São costuradas pelo próprio artista e algumas são encomendadas à costureiras.

Preste atenção: dia 12/3, sábado das 14h às 18h ele estará no MAM- Pq Ibirapuera promovendo uma experiência de ateliê. Eu vou! É grátis!! Evento aberto ao público.

Made in Guarda - MIG

Made in Guarda é a marca de moda ecológica de Santa Catarina, com lojas na Guarda do Embaú e Praia do Rosa. Agora eles lançaram sua loja virtual, a MIG Store, para vender para todo o Brasil. Quem me apresentou a marca foi o Ébano Piacentini que foi meu aluno e hoje mora em Floripa.

A Made in Guarda adotou o Ecological Trend como uma forma de provar que é possível produzir roupas com matéria-prima orgânica, reciclada, sustentável e não agressiva ao meio ambiente. Parte da produção é feita com algodão orgânico, PET e tecido de fibra de bambu. Bacana né! Bem cara de praia, de verão as peças!

Além disso, a MIG dá sementes de árvores nativas da Mata Atlântica junto a cada peça vendida. Nos canais online: blogfacebooktwitter tem além de moda, uma conversa sobre sustentabilidade e ecologia.


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