Entries Tagged 'Arte' ↓

Brinquedo Popular

Brinquedo Popular do Nordeste - exposição com mais de mil objetos da coleção de David Glat do Museu do Brinquedo Popular na Bahia e curadoria do grande Emanoel Araujo. Traz uma grande diversidade de objetos, de bonecos representando figuras populares, como bailarinas e forrozeiros, e mitológicas, como o saci e sereias, a miniaturas de veículos feitas de materiais diversos, tais como madeira, arame, tecido e latinhas de refrigerante.

Acho uma riqueza esses brinquedos brasileiros, porque são ao mesmo tempo tão ingênuos, delicados e rústicos, fora que refletem a nossa cultura original e folclore.

Segundo o release “O Museu Afro Brasil pretende nessa mostra, com mais de mil itens, pela via da estética, recuperar as raízes brasileiras contidas nesses brinquedos, que embalaram gerações de infâncias de meninos e meninas brasileiros.”

O Museu Afro Brasil fica no Parque do Ibirapuera, portão 10, São Paulo - (11) 3320-8900 ramal 8921 – agendamento/ educativo para visitas monitoradas. De terça a domingo das 10h às 17h.

Maratona infantil - e com Asas

Neste domingo, dia 13 de novembro, tem uma maratona de atividades gratuitas promovidas pelo MIS. Das 10h às 17h, acontece a terceira edição da Maratona Infantil, projeto mensal do Museu que tem atrações selecionadas para crianças.

O melhor é que durante todo o dia, o público experimentará a incrível sensação de voar numa instalação interativa chamada Asas do brother, artista, HQzeiro e gamer Nathan Cornes que mandou um convite muito lindo pra gente não esquecer de ir.

Bom, para voar segundo Nathan é muito simples: o candidato a pássaro se posiciona em um praticável com cromaqui ao fundo, uma câmera registra a imagem e é feita uma projeção, na qual ele aparece com asas no lugar dos braços. O participante pode subir, descer, girar e planar à vontade com o céu como fundo.

Vou levar a Luisa, claro! ;)

***

Confira a programação completa da Maratona Infantil e aproveite:

• 10h às 17h | Intervenções circenses | com o Teatro de Rocokóz – Estacionamento
• 10h às 17h | Projeto Asas | de Nathan Cornes – Auditório MIS
• 10h às 11h, 13h às 14h e 16h às 17h | Oficina de robôs com motor de celular | com a equipe Educativo MIS – Sala do Educativo
• 11h às 12h e 14h às 15h | Contação de histórias | com Deise de Brito – Foyer do Auditório MIS
• 12h às 14h | Oficina de teatro para crianças |com Niveo Diegues – Foyer do Auditório LabMIS
• 14h às 16h | Oficina de mangá | com a AreaE Escola de Mangá – Sala de Interface
• 16h às 17h |Bate papo sobre o livro “Meu filho, meu besouro” (Editora Cosac Naify) | com Cadão Volpato – Auditório LABMIS

Museu da Imagem e do Som - MIS
Avenida Europa, 158, Jardim Europa, São Paulo | (11) 2117 4777
GRATIS.

Desenhando como se fosse fotografia

Abstraia da trilha do Coldplay e se liga no desenho que parece fotografia da Lady Gaga. Foi feito em três horas.
Ok, esse traço tem um quê meio brega…. porém a técnica da garota é incontestável!! Rajacenna van Dam é holandesa, tem 18 anos e quando usar o talento que tem para fazer outros temas no desenho..ah, vai explodir o mundo.

Jardim de Ondina

Amei do nome dessa performance: Jardim de Ondina, pq Ondina era o nome da minha vozinha querida;)

Como adoro performance, claro que já falei das apresentações da Luanna aqui no blog,  Eu a conheci nos cursos de preparação de atores do Christian Duurvoort na Gafanhoto e outro dia vendo o GNT dou um grito: Olha a Luanna viajando com a Fernanda Young pelo Canadá!!!! (o nome do programa é Duas Histéricas). Amei e ri demaisssss!

Nesta semana, a atriz mostra seu lado performer e faz uma apresentação na Parahaus, num daqueles tubos de água incríveis. Será na quinta dia 10 de novembro às 21h, depois tem mais duas apresentações nos dias 22 e 29 de novembro às 20h. Não perca!!

PARAHAUS - Rua Caminha de Amorim, 532  Alto de Pinheiros.

#euvou

Ozi Toy Art Show

Adoro o trabalho do Ozi e esta exposição está ma-ra-vi-lho-sa!

“Na exposição “Toy Art Show”, Ozi é o dono da brincadeira. Ele criou uma série de trabalhos em que os brinquedos e ícones infantis assumem um formato transgressor. De perto, nada é exatamente aquilo que parece ser. A sua habilidade com a técnica de estêncil está presente em todas as pinturas realizadas sobre telas e lâminas plásticas. Camadas de tinta se sobrepõem em máscaras recortadas com estilete para revelar cada detalhe das imagens. Em 28 anos de carreira profissional, Ozi apresenta pela primeira vez esculturas em plástico, resina, metal e pelúcia. Foi montado um verdadeiro “playground de adultos”, como ele mesmo diz. E nesta brincadeira, além de conseguir arrancar o sorriso do observador, Ozi também o provoca a refletir sobre o comportamento humano.” Marco Antonio Teobaldo, curador

A galeria Colecionador Contemporâneo é o novo projeto dos irmãos Ludwig e Luiz Danielian da Colecionador Escritório de Arte. Nesse novo conceito buscam incentivar o acesso à arte e apresentar obras de artistas pouco conhecidos no Rio a preços acessíveis para novos colecionadores. Essa exposição tem como objetivo trazer um consagrado artista de São Paulo e apresenta-lo ao mercado de arte do Rio de Janeiro.

Até dia 05 de novembro, sábado - Corra!!!

Galeria Colecionador Contemporâneo | Shopping Cassino Atlântico, Av. Atlântica, 4240, loja 224 - Rio de Janeiro-RJ

Afrika Bambaataa

A arte e o design africano sempre influenciaram e inspiraram muitos artistas, como Picasso e seu cubismo na Europa como início do século XX. E na arte brasileira, com tantos redutos de africanos in loco em nossa terra, essa influência é ainda muito maior, mais perceptível e repleta de significados miscigenados.

Semana que vem começa em São Paulo um curso só sobre este assunto no Sesc Vila Mariana com orientação de uma querida amiga minha, a Solange Ardila. O curso Ressonâncias Africanas nas Artes Visuais Brasileiras aborda a presença marcante de influências africanas na produção artística brasileira, traçando um panorama que se inicia no século XVII, chegando à contemporaneidade.

Repertórios e questões relativas a estas influências serão apontadas tanto na obra de artistas afro-descendentes como no trabalho de artistas viajantes. Nomes como Albert Eckhout, Aleijadinho, Mestre Ataíde, Estevão Silva, Rubem Valentim, Mestre Didi, Irmãos Timóteo, Heitor dos Prazeres, Rosana Paulino e Cildo Meireles terão algumas de suas obras comentadas.

25 vagas. Inscrições na central de atendimento do SESC Vila Mariana

Dia(s) 09/11, 16/11, 23/11, 30/11
Quartas, das 19h às 21h30

R$ 40,00 [inteira]
R$ 20,00 [usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, professores da rede pública de ensino e estudantes com comprovante]
R$ 10,00 [trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes]

O Sertão da Caatinga dos Santos, dos Beatos e dos Cabras da Peste

Brasil de Lampião e Padre Cícero, lado a lado, num convite para a abertura da exposição é genial!!!

O Museu Afro Brasil que fica lá no Parque Ibirapuera, abriu a exposição “O sertão: da caatinga, dos santos, dos beatos e dos cabras da peste” que vai de 21 de outubro de 2011 a 01 de abril de 2012.

A mostra tem aproximadamente 800 obras, entre pinturas, esculturas, gravuras, ex-votos, roupas, fotografias, instalações e documentos. Com curadoria de Emanoel Araujo, a mostra tem colaborações do Museu Histórico do Ceará, Fundação Joaquim Nabuco, Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas e Instituto Arqueológico Histórico e Geográfico de Pernambuco.

#eu vou

Poesia de se ver

Ela flutua porque não vale a pena ter os pés nos chão. Ela está acima de todas as coisas.

yowayowa camera woman diary

Ele some porque não vale a pena aparecer. Ele está em todas as coisas.

Liu Bolin

Cirque du Soleil - espetáculo Varekai

É tanto talento que dá vontade de chorar, de rir sem parar, de aplaudir de pé, de gritar woo-hoo, de assoviar!

Os artistas do Cirque du Soleil simplesmente dedicam suas vidas para estarem em cena naquele grau de plenitude. Porque para emocionar a plateia da forma como eles emocionam, precisa ser excelente meu bem! top de linha!

Cada gesto, cada som, cada cor, every breath you take ali no picadeiro do Cirque du Soleil é pensado, não é aleatório e se completa quando unindo-se à espontaneidade da beleza e da emoção gestual dos artistas que executam seus números.

Mas também não tô falando só de acrobacias não, porque elas naturalmente enchem os olhos e surpreendem o coração. Mas também me refiro ao carisma, o timing e a concentração. Todos ali estão completamente inteiros nesse picadeiro contemporâneo. Seguem um bom roteiro, usam figurinos que contribuem para a cena e uma maquiagem com design ímpar. Todo movimento é tão limpo que se vê a quantidades de ensaio + ensaio + ensaio + ensaio + ensaio + vigor + técnica apurada.

Os músicos são perfeitos com uma versatilidade absurda! Fazem remix bárbaros com sons de rituais tribais, música havaiana, canções trovadorescas do sul da França, melodias da armênias, cantos ciganos e tango. E é essa riqueza toda a pura alma do Cirque du Soleil.

Chorei de ver tanta gente dedicando a vida à arte!

Cirque du Soleil não é uma opção de entretenimento é uma experiência de beleza e estética teatral, de catarse, de poder se deixar envolver com sons ancestrais.

Varekai, nome do espetáculo em questão significa “em qualquer lugar”, afinal o espírito gitano permeia a obra e conta a parte do mito de Ícaro que foi deixada de fora: o que aconteceu com ele depois da queda do céu. Ele aterrissou em uma floresta mágica, no ponto mais alto de um vulcão, em um mundo habitado por criaturas fantásticas e ali conhece uma jovem misteriosa…

Assisti este espetáculo na tarde da sexta-feira passada com um plus especial a convite da Time4fun: dando um giro pelo backstage que não incluiu somente coxias, mas fui na oficina de reparos, cozinha, lavanderia, academia e com acesso às mordomias do Tapis Rouge onde também tive a companhia de alguns blogueiros, dentre eles o Rodolfo Miwa do Update or Die, blog que diariamente leio.

Aqui algumas imagens dessa tarde inesquecível:

Um pouquinho da sala de figurinos

Espiando os preparativos do espetáculo.

Clima de Varekai

Icaro, tão lindo!

Tapis Rouge, uma tenda vipérrima para a guardar o início e curtir com prosecco o intervalo.

Varekai estreou em Montreal em 2002 e já foi visto por mais de 6 milhões de pessoas em mais de 15 países. E agora é a vez do Brasil! O espetáculo está em São Paulo em sua Grand Chapiteau (Grande Tenda), no Parque Villa Lobos, pela realização da Time4fun e o patrocínio exclusivo do Bradesco.

Os ingressos variam entre R$ 395,0 e 140,0 para apresentações de terças aos domingos até novembro, em seguida partirá para o Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Recife, Salvador, Curitiba e Porto Alegre.

Ingressos pelo site http://premier.ticketsforfun.com.br/

Tel. 11 4003 5588

Natureza Impermanente

“Natureza Impermanente” de Kilian Glasner apresenta, em sua primeira individual
em São Paulo, dez desenhos em grande formato feitos com pastel seco sobre papel e uma
intervenção no piso da galeria realizada com adesivo em vinil nas cores branco e laranja.

A mostra questiona as diferentes formas de representação da paisagem, onde os desenhos
funcionam como portais para o infinito, convidando o espectador a um passeio por um mundo
imaginário. O piso da galeria recebe uma representação em colagem feita a partir de medidas
exatas a uma pista de atletismo oficial. O espectador interage ao caminhar pela exposição e partir
dos fragmentos de pista, ele pode recriar a pista inteira na imaginação.

“Natureza Impermanente” – Kilian Glasner
Galeria Moura Marsiaj
até 08 de novembro de 2011, de terça a sexta-feira, das 10h30 às 19h, sábado, das 12 às 18h
Rua Mateus Grou, 618 – Pinheiros – Telefone: (11) 3031 1061
contato@mouramarsiaj.com.br

#euvou

IN VOID

Adam Kalinoski IN VOID in memorian of Andrzej Bereziasnski tem vernissage amanhã! Segunda 3 de outubro às 19h no MuBE, irei :)

Em cartaz de 04 a 27 de outubro no MuBE  pela primeira vez na América Latina as obras  do artista polonês Adam Kalinowski, com a exposição construída especificamente para sala Pinacoteca do museu.

Marcada pela falta de uma definição ou proposta única em um jogo entre realidade criada e representação artística. É nessa indefinição e imprevisibilidade que Adam Kalinowski leva a vida para a arte e nos convida a fazer o contrário: levar a sensibilidade artística para a vida. Influenciado pelos movimentos Fluxus e Land-Art, Kalinowski é conhecido por produzir grandes instalações externas em espaços públicos.

Com curadoria de Mirelle Martins, essa primeira exposição do artista no país irá apresentar um total de quatro trabalhos internos: a instalação Rock in Void e três modelos de construções orgânicas. Os trabalhos causam um estranhamento com o comum, conceito que permeia a produção contemporânea pelo seu gigantismo e sua falta de referência de escala.

Sobre Adam Kalinowski
Nasceu em Poznan (1959) onde vive e trabalha atualmente. Estudou Antropologia Cultural em The Adam Mickiewicz University em Poznan, Polônia, graduando em 1986. Autor de projetos outdoor e textos críticos. Organizador da próxima Bienalle Mediations de arte contemporânea na Polônia. Em 1998 ele criou e desde então preside a fundação artística que leva o nome de seu pai, o pintor construtivista Tadeusz Kalinowski.


Exposição –  Adam Kalinowski – Rock in Void
MuBE – Museu Brasileiro da Escultura –  Sala Pinacoteca
Endereço – Av. Europa, 218, Jardim Europa
Vernissage:  03 de outubro
Aberto ao público – 04 a 27 de outubro
Horário – de terça a domingo, das 10 às 19 horas.
Informações – (11) – 2594-2601
Entrada franca
O MuBE possui acesso para pessoas com Necessidades Especiais, restaurante e ar-condicionado.

Fernanda é Simone sem deixar de ser Fernanda

“Viver sem tempos mortos” além da peça encenada por Fernanda Montenegro foi um dos slogans dos estudantes franceses que protestaram em maio de 1968, que com eloquentes palavras de ordem renderam ao mundo uma reflexão sobre a liberdade. Fernanda Montenegro, artista que dispensa qualquer apresentação, escolheu essa frase para batizar seu monólogo que traz trechos de correspondências de Simone de Beauvoir, a mulher que mais pensou sobre a condição e existência plena da mulher!

Fernanda não considera o espetáculo uma peça, mas sim uma encenação, e que encenação! Quem tem o privilégio, como eu tive, de vê-la no palco no auge de seus 80 anos repletos de razão e sensibilidade, mergulha no universo pessoal da maior pensadora do século XX ao mesmo tempo que se envolve no processo de catarse que a atriz generosamente compartilha com a plateia.

Fernanda é Simone, e para isso ela não precisa de trejeitos nem falsas tentativas de se assemelhar no ‘physique du rôle‘ porque ambas já se aproximam pelo simples fato de serem mulheres livres, o que não significa que eram mulheres sozinhas. Porque Simone também existiu através de Sartre, assim como Fernanda através de seu Fernando Torres em relações baseadas na igualdade.

Um parênteses: o Existencialismo é uma corrente filosófica que foi bastante popularizada por Simone, seu companheiro Jean-Paul Sartre e o amigo Albert Camus, entre outros intelectuais. Nessa doutrina, se estabelece que a gente constrói aquilo que nos tornamos, afinal ‘não se nasce mulher, torna-se’ frase famosa da filósofa. E nessa construção do que somos, precisamos obrigatoriamente do outro para de fato existir, ser percebido e considerado e a favor e contra nós, somente há o acaso.

Minha avó era uma leitora voraz da pensadora francesa e eu puxei dela esse gostinho especial pelo ‘existencial’ junto com minhas convicções libertárias e libertadoras. Sem a menor retórica, foi a mais valiosa herança que recebi. Por isso acredito que nenhuma mulher deve deixar de ler uma das principais obras da filosofia mundial escrita por Simone de Beauvoir: “O Segundo Sexo” e não tem desculpa, porque aqui está o link para download grátis do livro. Clique aqui e leia mesmo! Você não vai se arrepender.

Transforme uma caixa de papelão em poesia

The Adventures of a Cardboard Box from Studiocanoe on Vimeo.

Introdução à arte contemporânea

Diana é minha amigona, e excelente professora de artes! INDICO!!! E é gratuito!

Essa imagem é o máximo né?

O workshop que ela vai fazer apresentará uma seleção da produção artística atual, relacionando-a com o dia a dia dos participantes, por meio da leitura de imagens, discussões e prática de ateliê. Como encerramento da atividade, haverá visita a uma exposição, a ser escolhida oportunamente, seguida de debate.

Diana Tubenchlak é licenciada em História da Arte pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Desenvolve oficinas e atividades em projetos sociais, ONGs, museus e espaços culturais, além de trabalhar com mediação em arte contemporânea.

12 a 26/9 – segundas-feiras – 15h às17h.
1/10 – sábado – visita monitorada.
Público: interessados em geral.
Inscrições: 8/8 a 8/9.
Seleção: carta de interesse.
20 vagas.

Oficina Osvald de Andrade

Rua Três Rios, 363 - Bom Retiro - Cep: 01123-001
São Paulo - SP
(11) 3221-5558 / 3222-2662
oswalddeandrade@oficinasculturais.org.br 
Segunda a sexta 9h às 22h e sábado das 10h às 18h

Os Projetos Culturais e as Redes Sociais

Uma oportunidade que terei para apresentar alguns cases sobre projetos culturais e redes sociais, gerar ideias e colocá-las em prática, simples assim! :) Agradeço ao convite da Manufatura da Cultura para fazer parte desse curso que tem foco em web como potencializador de resultados.

***

Uma série de palestras sobre com os novos caminhos para viabilizar o seu projeto cultural.

Primeiro Encontro

Os Projetos Culturais e as Redes Sociais
Dia 24 de setembro das 14h-19h

“As Redes Sociais auxiliando Projetos Culturais”
Por Liliane Ferrari, jornalista e blogueira, foi apontada como uma das 10 mulheres mais influentes da internet brasileira pelo IG.

“Faça seu projeto existir na internet e conquiste objetivos”

Você já fez uma busca sobre o seu projeto na web?
O que acontece?
O atual cartão de visita é o Google. Mas como começar?
Vamos falar da escolha das redes e abertura de usuários e/ou blog.
E tudo que se faz depois das redes abertas: com quem se relacionar
Qual o objetivo final?

Tudo se baseia na construção de laços e de um capital social
As redes sociais dão poderes além de sua voz e de seus domínios geográficos.

O Benefício das Redes Sociais para Ações Culturais
Por Émerson Murari, publicitário formado em Propaganda & Marketing pela Universidade Paulista, trabalha a mais de 15 anos com design para web e planejamento de marketing on-line e mídias sociais, atualmente atua no UOL, o maior portal de Internet do Brasil. Paralelamente ao seu trabalho profissional, desenvolve e mantém o site do Projeto Culturando.com desde abril de 2006, que auxilia os consumidores e amantes da cultura a encontrarem bons eventos na área cultural, totalmente gratuitos ou a preços acessíveis (até R$ 10,00) na cidade de São Paulo.

Introdução sobre Web 2.0 e Midias Sociais
Visão geral sobre números da web, focado em mídias sóciais
Principais redes (Orkut, Facebook, Twitter, MySpace, Last.Fm, Youtube)
Tendências (Círculos, Redes Segmentadas, etc)
Onde e como a Cultura se beneficia com as Redes Sociais
Conclusão

Segundo Encontro

Produção Colaborativa
Dia 01 de outubro das 14h-19h

A Captação de Recursos por Crowdfunding
Por Rodrigo Maia, um dos fundadores das plataformas Catarse e Multidão de financiamento colaborativo, ou crowdfunding. Ela permite que projetos criativos sejam realizados por meio de micro-patrocínios.

O que é crowdfunding
Panorama geral do Crowdfunding no mundo
Contexto brasileiro e histórico do Grupo Comum, com foco no Catarse
Estatísticas e números sobre o Catarse
Como inscrever um projeto
Principais aspectos de um projeto bem sucedido
Cases de Sucesso

Onde
Em São Paulo na Sede da Manufatura da Cultura

Vagas Limitadas

Preços
Encontros com a Cultura – cada palestra – R$ 150,00

Promoção Desconto para Inscrições nos 02 Encontros – R$ 250,00

Pagamento à vista.

Email: projetos@manufaturadacultu​ra.art.br

Inscrições Promocionais por tempo limitado

#familiaAdele

Ainda bem que temos Adele!

Louise Bourgeois: O Retorno do Desejo Proibido

Louise Bourgeois: O Retorno do Desejo Proibido reúne desenhos, objetos, pinturas, esculturas e instalações da produção da artista entre 1942 e 2009. Com curadoria de Philip Larratt-Smith, organização do Studio Louise Bourgeois (Nova York) e realização do Instituto Tomie Ohtake, a mostra que já passou pela Argentina e depois vai para o Rio de Janeiro.

Eu tenho um amor imenso pela obra de Louise desde o dia que vi na grande aranha do MAM-SP uma aranhazinha de verdade tecendo o fio na própria obra! ;)

A exposição é linda e tem manuscritos da artista! Com textos assim: “Desconfio das palavras. Elas não me interessam, não me satisfazem. Sofro pela maneira como as palavras se desgastam. (…) Sou uma mulher muito concreta. As formas são tudo.”

Estive na vernissage a convite de Stella Artois.

Louise Bourgeois: O Retorno do Desejo Proibido
De 08 de julho a 28 de agosto
Instituto Tomie Ohtake
Rua dos Coropés, 88 - Pinheiros, São Paulo
(11) 3814-0705 De terça a domingo das 11 às 20h

#temqueir

A gente S2 Krajcberg

O Museu Afro Brasil inaugura a exposição KRAJCBERG, o Homem e a Natureza no Ano Internacional das Florestas, com 31 trabalhos em suportes diversos, como esculturas, relevos, back-light e fotografias, algumas delas inéditas, celebrando os 90 anos de vida de Frans Krajcberg e prestando uma homenagem ao Ano Internacional das Florestas, decretado pela ONU.

Com curadoria de Emanoel Araujo, o artista e ativista ambiental solta novamente seu grito em defesa da natureza e chama a atenção para a destruição das florestas brasileiras. Uma escultura inédita, de 4,5m, será exibida na mostra, bem como inúmeras fotografias registrando as queimadas e devastação que destroem a riqueza natural defendida por Krajcberg. Abertura dia 7 de julho.

#euvou com minha amiga Fabiane Del Nero que incluisive trabalhou em Paris com o artista! mto chique!!! ;)

***

Krajcberg – O Homem e a Natureza no Ano Internacional das Florestas

Esta exposição dedicada à obra de Frans Krajcberg celebra os seus 90 anos de vida e a sua
eloquente defesa da natureza brasileira.

Ele é mesmo um homem feito de grandes paixões. Um eterno encantado e um defensor perpétuo da natureza. Ele traz dentro de sua alma peregrina as matas e florestas do Brasil, onde ele próprio colhe o que
dela sobra para realizar sua obra de grandes esculturas, de relevos que ele chama de sombras.

As sobras das matas, são mais que sobras, são o que resulta das atrocidades praticadas contra natureza do Brasil. São as queimadas. São as derrubadas de florestas inteiras com suas arvores centenárias. São os desmatamentos ao sabor do latifúndio e das madeireiras. E ele chora o desaparecimento dos Ipês, dos Jacarandás, das Aroeiras, dos Vinháticos, das Imburanas, dos Gonçalos Alves, dos Cedros, dos Paus Ferros, essa grande profusão de madeiras nobres que um dia habitaram o que se chama Mata Atlântica.

Ele se revolta porque sabe que aqueles seres não voltarão nunca mais, e que ali de onde foram arrancadas, surgirá qualquer coisa menos as arvores, que por séculos tiveram suas raízes fincadas ali, no sul da Bahia, ou do Norte ao Sul do Brasil, acompanhado a costa atlântica brasileira ou entrando em Minas Gerais até o centro do país.

Ele foi muito mais longe, ao Amazonas, com amigos na defesa das matas de lá, com manifestos,
mas tanto faz. E ai ele se revolta ainda mais,quando descobre as atrocidades deixadas nas matas ao seu redor e sobra um rastro empretecido e agonizante de tocos, um rastro desolador de tristeza e morte.

Mesmo assim, com caminhante errante ele procura mo meio da fumaça aterradora da destruição as sobras, os pedaços de arvores carbonizadas, como seres mutilados que ele recolhe para fazer renascer nas suas obras, uma proposta para a continuidade de tudo que se perdeu e que agora se acha incorporada na sua obra de arte.

Mais apaixonado ainda ele registra, fotografa, faz denuncias. Como uma voz rouca e perturbadora, clama por justiça e nada. Mas ele aprendeu na sua dura vivência, a ser um teimoso como todo artista deve ser , esbraveja, grita como um rebelde defensor das matas, das florestas, da vida afinal lá dentro com seus bichos, seus pássaros, suas flores, seus frutos e essa é e será a continua defesa de sua grande paixão.

A natureza brasileira. Frans Krajcberg, na sua longa vida artística, como gravador, escultor ou fotografo esteve irmediavelmente ligado as terras do Brasil. Aqui ele construiu sua grande obra com as formas da natureza, como folhas, flores, as ondulações das areias as marcas deixadas pelas águas do mar ou pelo rio, são como grandes digitais da natureza que seu olhar percebeu as acentuadas texturas, dessa harmoniaperturbadora, dessa filigrana traçada em mil ramificações densamente habitada, uma trama maravilhosamente tecida, criada pelos caprichos da natureza do Brasil. Ai é que seu encantamento se tornou cativo, escravo mesmo de todo esse universo criado por um ser supremo da vida.

A grande luta desse brasileiro nascido na Polônia,que todos ou quase todos conhecem e admiram, quando nas suas exposições pelo mundo afora revelam as obras surpreendentes e magníficas saídas da sua invenção. Uma invenção dela mesma, ou o desejo da reinvenção da natureza, pela qual sua vida esteve e
estar irremediavelmente unida de corpo e alma para sempre.

Companheiro solitário da natureza, ele vaga como um tigre pelos caminhos intermináveis para perenizar as coisas simples criadas por um Deus da beleza. Solitário mensageiro, defensor das matas, das mais profundas entranhas de onde nasce o verdor das arvores, de sua inteireza, contra as nefandas mãos dos desalmados.

Mensageiro da esperança, dono do poder das transformações, ele é um descobridor da beleza e do poder de fazer surgir no meio das mais profundas florestas carregadas do silêncio e da intocabilidade a sua voz de defensor eterno e apaixonado.

Agora a Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, publica uma seleta de suas fotografias no seu calendário anual onde revela a beleza colhida por esse grande amante da natureza do Brasil. Essas formas de cores quentes captadas pela magia da sua lente são a mais inegável demonstração de sua luta por salvar a beleza que ainda vive nas nossas matas.

Ele é um cultivador dos seres vivos que acolhidos pelo seu olhar, se abrem para o sol, e se mostra em seu esplendor como se exalasse uma fragrância de mágicos odores, de brilhos, de cores, de beleza de muita beleza, de vida e muita vida que Frans Krajcberg registra e é mais que um registro ,é uma descoberta cheia de esperanças para mostrar de que, nem tudo estar perdido neste mundo.

E assim ele nos convida a fazer mais forte o seu eco irradiador em defesa das nossas matas, das
florestas que ainda nos sobram como a esperança e a beleza que emanam de sua obra.

Emanoel Araujo
Junho de 2011


foto: Renato Targa

Achei esta foto em que a Luisa estava com 3 anos na exposição do Krajcberg na Oca onde pudemos também conhecer o artista de perto! ;)

Eugene O’Neil - leituras

Adoro Eugene O’Neil, recomendo essas leituras em tempos que mal conseguimos sentar pra ler um livro….
Vale a pena. Ainda tem algumas agora em junho na Oficina Cultural Oswald de Andrade.

Quartzoteca - A linguagem escondida das Pedras

Denise Milan é uma artista incrível, ela desenvolve um trabalho técnico, estético de pesquisa que basicamente usa pedras/minerais como sua meio de expressão. Além disso, pela arte ela promove uma ação educativa e social junto à comunidades das periferias de São Paulo. #euvou nessa exposição dela na Galeria Virgílio.

Ultimamente ando indo à muitas galerias (Baró, Nara Roesler, Marilia Razuk, Vermelho) para ver pequenas exposições de artistas novos e também dos já super consagrados e confesso que tenho tido ótimas surpresas!

Vale a pena! Diferentemente dos museus, em galerias você encontra pequenas mostras mas que nos proporcionam refletir muito sobre o que é visto, peça a peça, obra a aobra, sem aquela enxurrada de informação visual que acontece em grandes museus. Sem contar que para colecionadores é um exercício de apreciação, escolha de acervo particular e ter mais noção de valores.