...Diário poético-filosófico. Ou, caderninho daqueles pequeninos, capa de couro, pra fazer anotações, recheado de papéis, postais, escritos, uma agenda de memórias. Códice Lili. Moleskine.
Tenório é tetracampeão paraolímpico na categoria até 100kg. O atleta conquistou a primeira medalha de ouro de 1996, quando competiu em Atlanta, e ganhou ouro nas três edições dos Jogos Paraolímpicos subseqüentes. A deficiência veio ainda criança, quando em uma brincadeira de estilingue perdeu a visão. Ele foi campeão mundial em 2006; campeão Paulista meio-pesado no judô convencional em 2008, e ouro no Parapan do Rio de Janeiro em 2007. É um dos poucos do mundo a competir tanto em Paraolimpíadas quanto em campeonatos regulares, onde é geralmente o único deficiente visual, como no Campeonato Paulista Master de 2008, de onde saiu campeão.
Experimenta tirar Antônio Tenório da Silva de ceguinho!
Nesta sexta-feira estréia o filme “B1 – Tenório em Pequim” que contará sua história da medalha de ouro para o Brasil no judô nas Olimpíadas de Pequim.
O filme é bem pequeno, uma história excelente de superação pessoal e sobre a luta diária de um cego.
As datas de estréia são:
03/09: RIO / SAMPA / CURITIBA / POA
10/09: BH / BRASILIA
17/09: RECIFE / SALVADOR / FORTALEZA
As salas e os horários ainda não foram divulgados.
Simplesmente uma das melhores reflexões sobre o consumo X propaganda e mkt. Assista ao documentário Czec Dream e chore, ria e fique perplexo diante do simulacro de um lançamento de supermercado e o comportamento dos consumidores.
Bateu forte em mim!
O resto do case não vou contar para não fazer spoiler do filme.
Deve ser incrível!!! Quero muito ver esse filme! Recebi convite pra pré-estreia que será amanhã de manhã mas não posso ir…(tenho gravação do video para a @FundacaoBoticario). Vou ver direto um dia desses no cinema.
Pelo trailler e a sinopse já dá pra se encantar!! ADORO documentários!! E essa história é bem encantadora.
Era 21 de outubro de 1967. No Teatro Paramount, centro de São Paulo, acontecia a final do III Festival de Música Popular Brasileira da TV Record. Diante de uma plateia fervorosa - disposta a aplaudir ou vaiar com igual intensidade -, alguns dos artistas hoje considerados de importância fundamental para a MPB se revezavam no palco para competir entre si. As canções se tornariam emblemáticas, mas até aquele momento permaneciam inéditas.
Entre os 12 finalistas, Chico Buarque e o MPB 4 vinham com “Roda Viva”; Caetano Veloso, com “Alegria, Alegria”’; Gilberto Gil e os Mutantes, com “Domingo no Parque”; Edu Lobo, com “Ponteio”; Roberto Carlos, com o samba “Maria, Carnaval e Cinzas”; e Sérgio Ricardo, com “Beto Bom de Bola”. A briga tinha tudo para ser boa. E foi. Entrou para a história dos festivais, da música popular e da cultura do País.
“É naquele momento que o Tropicalismo explode, a MPB racha, Caetano e Gil se tornam ídolos instantâneos, e se confrontam as diversas correntes musicais e políticas da época”, resume o produtor musical, escritor e compositor Nelson Motta.
O Festival de 1967 teve o seu ápice naquela noite. Uma noite que se notabilizou não só pelas revoluções artísticas, mas também por alguns dramas bem peculiares, em um período de grandes tensões e expectativas. Foi naquele dia, por exemplo, que Sérgio Ricardo selou seu destino artístico ao quebrar o violão e atirá-lo à plateia depois de ser duramente vaiado pela canção “Beto Bom de Bola”.
O documentário Uma Noite em 67, dirigido por Renato Terra e Ricardo Calil, mostra os elementos que transformaram aquela final de festival no clímax da produção musical dos anos 60 no Brasil. Para tanto, o filme resgata imagens históricas e traz depoimentos inéditos dos principais personagens: Chico, Caetano, Roberto, Gil, Edu e Sérgio Ricardo.
Além deles, algumas testemunhas privilegiadas da festa/batalha, como o jornalista Sérgio Cabral (um dos jurados) e o produtor Solano Ribeiro, partilham suas memórias de uma noite inesquecível.
Como eu não podia ir, a minha filhinha Luisa foi representando o blog na pré-estreia de Shrek para sempre em 3D :))) que rolou na quinta-feira e voltou cheia dos toyzinhos do McLanche Feliz e ainda me contou o filme todo!!!!! Admiro a memória dela! fofa!!!
Me trouxe uma foto linda e impressa que tirou com o @souzacampus, pronta pro meu porta-retrato que faltava na minha mesa da LiveAD.
Mas de toda história, a parte que mais adorei foi quando uma hora que ela me disse que o Shrek assinou um papel sem olhar e por isso foi enganado pelo Rumpelstichen ! E emendou bem séria: “Não pode assinar as coisas sem olhar né mamãe?”.
Olha que amor, uma menina de 4 anos já sabe uma das maiores máximas da vida!
“Solon Ribeiro, artista cearense com formação na Escola de Arte Decorativa de Paris, tem seus trabalhos voltados para a imagem fotográfica. Como em muitos artistas contemporâneos, há em sua obra uma problematização que leva em conta o fenômeno contemporâneo da saturação de imagens. Para Solon, a imagem é um mistério, razão pela qual precisamos ressuscitar seus aspectos mágicos e metafísicos.”
(Trecho do texto de André Parente)
A exposição ‘Quando o cinema se transforma em fotograma’ de Solon Ribeiro, abre na quarta, dia 7 de junho na Galeria Virgilio.
VOU!
Rua Dr Virgílio de Carvalho Pinto 426 - Pinheiros São Paulo
artevirgilio@uol.com.br
De segunda a sexta das 10-19h; sábados e feriados, 10-17h.
Foi lançado recentemente pela Europa Filmes o DVD do filme ‘Maradona by Kusturica’(Espanha/ França 2008-90 minutos) o documentário tem direção e roteiro do ioguslavo Emir Kusturica. Pinta um retrato íntimo de Maradona por grande fã de futebol que o diretor é. Tem imagens de arquivo de Maradona e uma entrevista com Kusturica. O filme já rodou os festivais de Cannes 2008, Mostra de São Paulo e Festival do Rio 2009.
Maradona é uma figura. Sem dúvida é o personagem da Copa deste ano. Tô bem curiosa pra ver o filme.
Emily Blunt é ‘A Jovem Rainha Vitória’ no filme que estreia nos próximos dias. [Perdi a pré-estreia]. Amaria ter ido porque esses filmes com mega figurino são demais, não perco.
E nesse caso também fico mais louca pra ver porque sempre amei a história da monarquia inglesa, os casamentos arranjados, os complôs, as ligações perigosas, e no caso a rainha Vitória foi uma das únicas, senão a única monarca que se casou por amor de verdade.
Olha que cartazes maravilhosos tem o filme! Vou ver!!
Meus amigos são um sucesso! e não preciso falar mais nada! Fernanda Franceschetto de my heart. Lorão arrasando como a personagem Bárbara no filme ‘Muamba’. Logo estréia em São Paulo. Avisarei.
Eu provei todos os anéis no Cidade Jardim no dia da pré-estreia de Alice! Algumas das peças são mais conceituais na minha opinião, mais bonitas de se apreciar do que de usar. Pra mim jóia é arte e merece ser apreciada como tal. Afinal não é porque eu não tenho cacife pra comprar um Picasso que eu não vou achar o máximo as obras. A minha lógica é essa!
Essa versão menor do ‘Gato’, que estou mostrando na foto, é bem possível que alguém com 1.60 de altura, como eu, possa usar sem pender o corpo pra frente.
Eu na loja da H.Stern do Cidade Jardim. Foto: Renata Ruiz
Uns dias é puro drama, com muitas lágrimas das crianças, noutros dias parece ficção científica com papinhas verde e laranja. Mas eu gosto mesmo é quando parece comédia!!! Porque assim a gente se diverte!
E nessa pegada de gênero cinematográfico tem uma promô rolando!!!
Para participar e concorrer a 05 cinco ingressos para o Cine Materna, (um projeto pra lá de inteligente que permite que mães de criancas pequenas possam frequentar o cinema junto com seus babies.
As seguidorAs do perfil @NEToficial no Twitter devem responder no Twitter HOJE, dia 7 de maio: “Qual seria o melhor título para um filme de <TEMA> sobre mamães?”, seguido pela tag #mamaemerece. E o tema é: comédia. Ganharão as 5 melhores respostas!!!
Impossível não fazer o trocadilho com a famosa comédia: Corra que a mamãe vem aí I, II, III….
Aproveite e participe porque a experiência de ir com seu pimpolhetes no cinema é sem igual!!!
A vencedora foi Marcela de Oliveira!!! comentário nº16.
Viva ela!!!
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E quem não quer ver esse filme?
E quem quer ganhar 02 ingressos pra ir lindo(a) e acompanhado(a) assistir esse filme que é além da imaginação! Eu já assisti e mais que recomendo! Vou rever!!!
Participe! A mecânica é bem simples como sempre, para ganhar um par de ingressos e ver ‘Alice in Wonderland’ deixe seu nome e seu email certinho nos comentários deste post até quinta-feira 15/4 ao meio-dia! Eu farei um sorteio básico e pronto!
Fica de olho nesse post que publicarei o nome do felizardo e mandarei tbém um email avisando pra quem ganhar poder se preparar psicologicamente com uma certa antecedência.
Os ingresso são para a sessão desta quinta-feira, 15/4 às 21h no Shopping Eldorado, em São Paulo e o gentilíssimo patrocinio dessa promô é do Rogério Bonfim aka @goodend da VIRTUALNET mkt digital. Agradeçam a ele! Que foi super desapegado e ofereceu pro sorteio aqui no blog!
O filme parece bem engraçado só de olhar o cartaz, além disso o diretor e protagonista Gad Elmaleh é conhecido na França por seus shows de stand-up comedy. “Mais que o máximo” (Coco-França, 2009, 95 min. Distribuidora: Imovision) conta a história de Simon Bensoussan que há 15 anos, imigrou de Israel para a França sem dinheiro e agora, graças à invenção de uma água, tornou-se um rico empresário querido por todos.
Mas sua grande recompensa ainda está por vir: o Bar Mitzvah de seu filho Samuel. Por isso, ele concentra todas as suas energias na organização do que considera o evento nacional do ano e fica tão obsessivo em impressionar todo mundo que se aproxima da loucura. Sem perceber, ele faz sua mulher, sua mãe e mesmo seu querido filho gradualmente se distanciarem.
Na terça 13/4 às 21h tem pré-estreia no Reserva Cultural com comidas judaicas e brindezinho. Inteira R$10 e meia R$5.
Mas se você perder pode tentar ganhar 02 ingressos se responder a pergunta “Quais são as características do humor judaico no cinema?” e enviar até o dia 2 de maio a resposta para o endereço de e-mail da Revista Bravo concultbravo@gmail.com. Escreva seu nome e endereço completos (cidade, estado, CEP, endereço, número, bairro e telefone). A resposta deverá ter no máximo 200 caracteres.
Os felizardos sorteados no Daydreaming pra ver a pré e participar do debate com a diretora do filme são:
Larissa
Dani Schiavo
Tahia
Vitorio Tomaz
Juliane Morais
(os prints das telinhas estão guardados caso queiram auditar o sorteio!)
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Promô relâmpago!!! Lili Ferrari & Brazucah Produções oferecem 05 convites para a pré-estreia do filme “Sonhos Roubados”no dia 13 de abril. Para concorrer é simplérrimo: deixe seu nome e email nos comentários deste post.
Serão 05 felizardos!!! Participe!!! Você tem até segunda, dia 12/4 às 16h para deixar seu nome, concorrer e ver antes de todo mundo esse filmão! Sem falar no privilégio que será poder participar, após a sessão, de um debate com a diretora Sandra Werneck.
SONHOS ROUBADOS
Data da pré-estreia: 13/4
Horário: 10h30
Local: Espaço Unibanco – Rua Augusta, 1475
E por incrível que pareça ele resume muuuita coisa sobre o universo feminino: o desejo de ter a bunda mais gostosa do mundo graças à uma calça de marca que divinize e diga tudo sobre você. Pra quem mora no morro e vive de salário ralo, gastar 200 paus numa calça que abala Bangu é obviamente igual a menina de classe média pedir pro pai atolado no cheque especial mais R$1000 pra conquistar uma calça Citizens of Humanity e desfilar na Rua Amaury em São Paulo. Em ambos os casos mulheres gostam de status e basicamente é o que vestimos que traduz o que queremos ser no nicho da sociedade em que vivemos e dizem a que viemos também.
Por isso achei demais essa fala ‘da Gang’ no final do trailler. É uma frase tão carioca mas ao mesmo tempo é tão reveladora da alma universal, principalmente, das adolescentes. Me ganhou total o filme.
“Sonhos Roubados” conta a trajetória de três adolescentes que vivem na periferia carioca. As famílias disfuncionais, a gravidez precoce e a falta de dinheiro são realidades cotidianas. Elas acabam encontrando na prostituição uma saída possível. Mesmo assim, usam o humor todo o tempo para refletir suas decisões e procuram curtir a vida com as oportunidades que surgem: um namoro novo, um baile funk ou aquele mp3 tão sonhado.
Jéssica (Nanda Costa) divide suas atenções entre cuidar do avô Horácio (Nelson Xavier) e de sua filha Britney, fruto do relacionamento com o evangélico Andresson (Silvio Guindane). Já Daiane (Amanda Diniz), amiga e moradora da mesma comunidade, vive em busca do afeto de seu pai, Seu Germano (Ângelo Antônio), figura ausente e que reluta em ajudá-la a dar uma festa de 15 anos. Sabrina (Kika Farias) completa o trio de adolescentes de “Sonhos Roubados” se apaixonando por um traficante da comunidade.
Apesar de todos os problemas, as meninas buscam realizar seus sonhos. Por isso, não hesitam em se divertir no baile funk ou faltar aula para ir à praia. As três amigas trocam confidências sobre seus problemas, desde a falta de professores da escola pública até as dificuldades dos programas com homens mais velhos. “Sonhos Roubados” mostra questões específicas de comunidades cariocas, mas também vai além apresentando dilemas universais de qualquer adolescente que transpassam a cidade em que moram.
O fime foi patrocinado pelo braço nacional da World Childhood Foundation, criada por S. M. Rainha Silvia da Suécia, a Childhood Brasil (Instituto WCF-Brasil) foi fundada em 1999 com sede em São Paulo. Seu foco é a proteção da infância contra algumas das piores formas de violência: abuso e a exploração sexual. A organização apóia projetos desenvolvidos por outras ONGs em comunidades, fomentando experiências inovadoras de intervenção e contribuindo para o desenvolvimento de organizações de base. Em paralelo, desenvolve programas próprios que informam a sociedade, capacitam diferentes profissionais, fortalecem redes de proteção, disseminam conhecimento e influenciam políticas públicas, contribuindo para transformação positiva e duradoura.
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Particularmente adoro a Sandra Werneck.! Foi a 1ª pessoa que eu convidei para participar de um programa de TV. Quando eu era novinha novinha mesmo! e trabalhava com a Maria Lydia na TV Gazeta estava em uma festa no Maksoud Plaza e a Sandra também estava. Eu a reconheci e lembrei que ela havia há pouquíssimo tempo lançado o filme “Pequeno Dicionário Amoroso”.
E eu, toda estagiária de 1ªviagem, tomei uma taça de prosecco e veio a coragem pra me apresentar e ainda convidá-la para participar da bancada do programa. Ela foi muito receptiva, atenciosa de verdade e aceitou o convite. Dias depois estava no Gazeta Meio-Dia. Fiquei felizona da vida! Me senti ‘a produtora’.
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Primeiro a entrevista com Sandra Werneck (material enviado pela assessoria do filme).
Por que decidiu levar esta história para o cinema?
SW- li no jornal uma matéria sobre o lançamento do livro da Eliane na época em que estava lançando meu último documentário, sobre gravidez precoce, o “Meninas”. No mesmo dia fui comprar o livro e li rapidamente. Em seguida resolvi ligar para Eliane e pedir os direitos do livro, naquele momento eu decidi que era sobre isso que eu queria fazer meu próximo longa de ficção.
Você já tinha se aproximado do tema com o documentário “Meninas”. Como foi entrar em contato com esse universo?
SW-O melhor laboratório foi ficar durante dois anos em contato com essas meninas, nesse ambiente. Eu pude absorver material de sobra para caracterizar as personagens e o ambiente de “Sonhos Roubados”. E depois disso, claro, ler e reler o livro muitas vezes.
Por que a opção de trabalhar com atrizes relativamente desconhecidas nos papéis das protagonistas?
SW-Sempre achei um desafio trabalhar com atores desconhecidos ou pouco conhecidos na mídia. Eles podem trazer frescor e sempre se empenham muito para descobrir seus personagens.
Como foi o trabalho de preparação de elenco e a escolha das meninas?
SW-Eu fiz vários testes com atrizes conhecidas ou não. Vieram meninas de várias comunidades, do “Nós do Morro” e também atrizes quase desconhecidas, indicadas para o teste.
O filme conta também com ícones da dramaturgia brasileira com Daniel Dantas, Ângelo Antônio, Marieta Severo e Nelson Xavier. Como foi a relação deles com as três protagonistas durante o set de filmagem?
Foi maravilhoso mesclar atores experientes e profissionais com as meninas. Todos eles contribuíram da melhor forma possível, para que as meninas se sentissem a vontade no set para representar.
O livro de Eliane conta a história de seis meninas, mas você fez a opção de centrar o filme em apenas três delas. Qual o motivo desta escolha?
SW-O motivo da escolha e simplesmente porque, quando há muitos personagens, não se consegue aprofundar a história. Na verdade tirei um pouco da riqueza de cada uma das seis meninas do livro. Misturei as historias e acabou ficando a trajetória da Jéssica, Daiane e Sabrina.
Apesar de o filme se passar em uma comunidade carioca, esta realidade pode ser transposta para outros locais do Brasil, não?
SW-A história dessas meninas acontece o tempo todo em muitas comunidades de qualquer região brasileira.
Temas como pedofilia, gravidez na adolescência e famílias disfuncionais estão a todo o momento nos noticiários. “Sonhos Roubados” é uma maneira de alertar sobre estes problemas sociais?
SW-Claro, mas não só isso. Este filme também transporta você para um universo em que existe alegria, solidariedade e amizade.
A trilha sonora é um elemento importante no filme. Como você chegou a ela?
SW- Convidei o Fabio Mondengo, Fael Mondengo e Marco Tommaso porque tinha adorado a trilha do filme Meu Nome Não e Johnny. A trilha tem vários ritmos brasileiros como funk, pagode, samba, chorinho. No final do processo achei que faltava uma canção para o filme, chamei o João Nabuco que juntamente com o Antonio Villeroy e Eugenio Dale compuseram um funk de boca interpretado pela Maria Gadu.
Essa é mais uma parceria com Walter Carvalho. Como vocês atuam juntos?
SW-O Walter e eu temos uma parceria de mais de 20 anos, já temos nossos códigos no set e uma parceria super criativa.
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“Sonhos Roubados” é baseado no livro “As meninas da esquina – Diário dos sonhos, dores e aventuras de seis adolescentes no Brasil” da jornalista Eliane Trindade. Aqui abaixo tem entrevista com a autora que é atualmente editora da revista de domingo da Folha de S. Paulo, foi vencedora do 5°Grande Prêmio Ayrton Senna de Jornalismo, com a matéria: Retratos do Brasil - O que eles vão ser quando crescer, publicada pela Marie Claire.
Em seu livro “As Meninas da Esquina” estão reunidos os diários de seis garotas adolescentes que ganham a vida na prostituição. Natasha, Britney, Milena, Yasmin, Vitória e Diana (nomes fictícios) foram convidadas pela jornalista para gravar e escrever tudo o que viviam a cada dia.
Entrevista com Eliade Trindade (material enviado pela assessoria do filme).
Alguns diretores pediram para levar a história do seu livro para o cinema. Por que decidiu dar os direitos para Sandra Werneck?
ET-O fator decisivo na minha escolha foi o olhar feminino de Sandra sobre o tema da exploração sexual de crianças e adolescentes. Enxerguei nela uma profissional sensível à questão e disposta a retratar “as meninas da esquina” não apenas como prostitutas ou vítimas. O fato de a diretora ter acabado de lançar naquela época o documentário “As Meninas” também contribuiu para a escolha, uma vez que os demais interessados em levar o livro para as telas não tinham uma vivência tão próxima com esse universo.
Você chegou a assistir ao filme? O que achou da transposição do livro para as telas?
ET-Fiquei comovida ao ver a história daquelas seis meninas retratadas no livro ganhar outra dimensão. Mesmo se tratando de uma ficção, a vida delas está ali em flashes e em tantas situações. As três personagens do filme espelham facetas da vida de garotas da periferia ou de favelas que, entre dramas familiares, miséria, bailes funk, prostituição e violência, teimam em não deixar de sonhar.
O que o filme e o livro têm de diferente além da redução das personagens centrais de seis para três meninas?
ET-O livro é uma grande reportagem e, portanto, procura ser um retrato fiel da dura e complexa realidade da exploração sexual de crianças e adolescentes no Brasil. O filme é um recorte dessa realidade e trilhou um caminho mais lúdico, sem mostrar tão cruamente situações de violência e miséria, como as descritas no livro. Outra diferença é que o fio condutor do livro são os diários. A força da obra escrita está no fato de as protagonistas relatarem o cotidiano em primeira pessoa, com uma linguagem ao mesmo tempo simples e contundente.
Após ter convivido com a realidade destas meninas qual a análise que você faz da realidade brasileira neste contexto em que elas vivem?
ET-O relato rico em detalhes da vida de seis meninas prostituídas em diferentes pontos do País é um importante testemunho que pode se converter em bússola para autoridades, famílias e sociedade. Dar voz a elas foi o principal mérito desse trabalho jornalístico. Nos diários, as meninas da esquina denunciam em um tom de absoluta normalidade os abusos a que estão submetidas cotidianamente. Desde a violência em todas as suas formas (urbana, doméstica, policial) às múltiplas carências da falta de moradia, de comida, de afeto, de saúde e de atenção. São dados que podem subsidiar a formulação de políticas públicas para atender a meninas que em seu dia a dia se confrontam com desestrutura familiar, tráfico de drogas, crise da educação, apelos da sociedade de consumo e armadilhas do mercado do sexo. Questões que estão na ordem do dia de uma parcela considerável da juventude brasileira que vive em favelas e bairros periféricos das grandes metrópoles de Norte a Sul do País.
Eu vivo no país das maravilhas mesmo! Isso porque, sem parecer esnobe, recebi 3 convites pra pré-estreia de ‘Alice’ do deuso-mor Tim Burton! É muita generosidade do universo! “Aceitei” o da querida Ellus! E de qualquer forma aparecerei pra ver e dar um oi pras meninas da H.Stern e da Disney.
Então, amanhã: beijo não me liga, porque vou mesmo pro cinema curtir de oclinhos 3D a melhor história de todos os tempos! Na volta, faço o devido relatório pros meus queridos leitores.
E olha só aqui embaixo cada coisinha fofa que vem na onda do filme, já todo trabalhado no licenciamento de produtos!!
As lindas camisetas da ELLUS JEANSDELUXE (tem masculinas tbém e tem vestidinho nessa coleção outono-inverno 2010):
Não dá pra acreditar que a maternidade biológica seja a principal, ou mesmo única via para se tornar mãe de verdade, até porque são muitos os casos de mães que dispensam seus filhos biológicos como se fossem qualquer coisa e outros tantos exemplos de mulheres que acolhem, sem parir, bebês, criancas e adolescentes. Cada uma tem seu ‘motivo’ para dispensar e/ou para adotar um filho.
Fato é que: não é a dor do parto que faz de uma mulher mãe. Longe disso. Maternidade é estado de espírito, é uma opção, e principalmente uma oportunidade de relacionamento entre dois seres humanos.
Ontem assisti “Um Sonho Possível” (The Blind Side) um filme que conta a história verídica de Leigh Anne Tuohy (minha sinopse é a partir da perspectiva dela, a mãe) uma mulher que, pelo senso-comum, já tinha tudo na vida: dois filhos biológicos, dinheiro, sucesso profissional, um marido legal e que um dia, por solidariedade e sem pensar muito, abriga Big Mike, um adolescente negro, sem-teto e cheio de problemas ‘aparentemente’ insolúveis. Com o apoio, carinho e atenção que a familia dela lhe oferecem, sem hesitar!!, se torna um craque do futebol americano.
O filme me emocionou demais!!!! por conta de diversos aspectos como: o poder da atitude de Leigh Anne em ‘adotar’ Michael e lhe oferecer um lar, uma família e uma boa educação, como esse gesto foi transformador em suas vidas!!! Mas também me emocionou o aspecto do envolvimento, profundidade e intensidade que o amor verdadeiro entre pessoas é capaz.
Sandra Bullock [amo amo amo] dá mesmo um show interpretando a matriarca sulista, decidida, impetuosa e extremamente carinhosa. Não é à toa ganhou o Oscar de melhor atriz. Honrou essa bela história de amor.
Encontrei para ilustrar esse video que mostra um pouco dos personagens reais desse caso emocionante que você tem que conhecer.
Ela foi uma grande mulher de verdade, e a verdade dela não tem nadinha a ver com a da xará da canção de Mário Lago e Ataulfo Alves.
Ela foi a destemida pioneira da aviação mundial que na década de 20 foi a 1ªmulher a cruzar o Atlântico. Tinha uma mente muito a frente do seu tempo! Escreveu livros, fez campanhas publicitárias, fundou um clube de mulheres piloto na primeira metade do século XX.
Curiosamente, Amelia desenhou, ela própria, várias roupas que usava para voar. Introduziu novidades interessantes no vestuário: camisas sociais de punho dobrado e com abotoaduras, calças de corte impecável e uma jaqueta de couro curta feita sob medida, inspirada nas jaquetas militares da época e com essa jaquetinha ela iniciou sua própria tendência na moda.
Em 1934, Amelia tinha criado a Amelia Earhart Fashion Designs especial para a loja de departamentos Macy’s. Seu visual era prático, com liberdade de movimentos e uma elegância clean a fizeram uma heroína com estilo!! Um fashionismo na medida certa!
Diz pra mim: essa mulher foi um luxo!
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Essa semana fui convidada para a cabine do filme Amelia, com Hilary Swank (atriz ma-ra-vi-lho-sa, digna!!), Richard Gere (o eterno galã da minha geração) e Ewan McGregor (um charme de menino!!). Foi delicioso assistir em 1ª mão essa história inspiradora e comovente.
Eu já tinha lido muita coisa sobre ela, me sentia atraida pela trajetória de vida, uma vez que também amo voar e já fiz até uns voos não convencionais de trekking. Depois que a gente voa toda perspectiva de mundo se transforma. Logo de cara o fime me conquistou com a frase dita pela própria protagonista: ‘Fronteiras não existem, somente há horizontes’. Lindo lindo! E quem voa sabe disso!
[Na saída da sessão estava chovendo, eu obviamente, sem guarda-chuva!! Mas quem se importa com uma chuvinha de nada quando se lembra das aventuras de Amelia??]
Hilary Swank tem mais que o physique du rolê de Amelia, a atriz faz uma interpretação densa e leve ao mesmo tempo. Se você assistir cenas reais de Amelia, pois há bastante coisa filmada nos anos 30, vai perceber o trabalho da atriz. (veja o videozinho no final do post).
E os figurinos??? são de ficar besta!!!! A fotografia de cair o queixo e a direção feminina da indiana Mira Nair faz toda diferença! Amelia é um filme adorável!!! Tem que ver! Imperdível!!! Estréia amanhã nos cinemas brasileiros: 26 de março.
Uma vida excepcional repleta de aventuras e fama, marcada por um mistério não solucionado, vem à tona em AMELIA, um retrato abrangente e fascinante da lendária pioneira da aviação Amelia Earhart (interpretada pela atriz vencedora de dois Oscar, HILARY SWANK).
!um luxo esse espelho!
Após se tornar a primeira mulher a fazer a travessia do Oceano Atlântico pilotando um avião, Amelia Earhart conquistou a posição de queridinha da América - a lendária “deusa da luz”, conhecida pela ousadia e o carisma extraordinários. Mesmo tendo sido alçada à fama internacional, seu fascínio pelo perigo e a afirmação como mulher independente nunca mudaram.
Ela serviu de inspiração para pessoas no mundo inteiro, da Primeira-Dama Eleanor Roosevelt (CHERRY JONES) aos homens mais próximos do seu coração: o marido, relações públicas e magnata do mercado editorial George P. Putnam (o ganhador do Globo de Ouro RICHARD GERE), e seu amigo e amor de longa data, o piloto Gene Vidal (EWAN MCGREGOR).
a chegada no País de Gales
Em 1937, Amelia embarcou na mais arrojada de suas missões: dar a volta ao mundo em um voo solo, façanha que ela e George previam que, independentemente do desfecho que tivesse, seria uma das mais comentadas da História.
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Esse video mostra um mini documentário sobre a fatalidade do desaparecimento de Amelia quando estava quase terminando a volta ao mundo num aviação electra e sumiu no Pacífico. Especialistas tentam dar conta do mistério que envolveu seu último vôo. Sad but true.
Com mais de 130 mil habitantes distribuídos em mais de 1.000.000 m2, na sua maioria composta por jovens, Heliópolis é uma das maiores comunidades carentes do mundo e fica em São Paulo na região do Sacomã.
Já foi considerada a maior favela do Brasil mas passou por um processo de urbanização, e hoje já tem estatuto de bairro. As associações e ONGs nacionais e internacionais junto com a iniciativa pública e privada, vêm realizando ao longo de anos parcerias bem sucedidas em projetos ligados à inclusão social nessa comunidade.
É este também o intuito do Cine Favela, projeto que, desde 2004, insere o jovem tanto social como culturalmente por meio do cinema.
[acho louvável demais projetos que ensinam atividades que não são as comunzonas como: serviços gerais, limpeza, artesanato....Nada contra, mas porque só ensinar trabalhos braçais?? Não é uma questão de preconceito mas sim de REALMENTE ABRIR HORIZONTES à atividades mais intelectualizadas a quem tem menos acesso a esse universo do cinema.]
Voltando….desde 2009 o ator e produtor cultural super simpático e competente Daniel Gaggini é responsável pela reestruturação do Cine, que, a partir deste ano, se transforma em um Ponto de Cultura do Governo do Estado de São Paulo e tem orçamento garantido até 2012 para desenvolver atividades ligadas à Sétima Arte. LINDO!! Quebra-barraco!!!
Portanto estão abertas as inscrições para o 5º Festival Cine Favela de Curta-metragem. Em seu 5º ano o festival já teve mais de 8.500 espectadores, exibiu mais de 95 filmes periféricos, beneficiou mais de 160 jovens em oficinas de cinema e distribuiu mais de R$ 16.000,00 em prêmios.
Este ano o festival tem patrocínio da Petrobras e co-realização do SESC e acontecerá de 02 de abril a 08 de maio e além da Mostra Competitiva, haverá outras atrações como: Mostra Itinerante (exibição ao ar livre em três pontos da comunidade), Cine Recreio (exibição de uma grade infantil em 12 escolas públicas), debates e Oficina de Cinema para 30 jovens. Todas as atividades serão gratuitas.
Outra novidade é uma Mostra de Filmes Periféricos, que percorrerá 30 unidades do SESC SP, permitindo que o Festival rompa as fronteiras das comunidades que produziram os curtas.
Inclusão é isso! Aprendam!!!!
Inscrições para participar do festival vão até dia 20 de fevereiro e os interessados devem enviar uma cópia de seus filmes em DVD (captados em qualquer formato) para: Rua da Alegria Popular, nº 34 A, São Paulo/SP, CEP: 04235-020.
Só serão aceitos filmes com duração de, no máximo, 17 minutos e realizados por ONGs, Associações, Coletivos e Periferias.
E falando em Heliópolis, me lembrei desse video que vi faz um tempo que mostra uma lanchonete chamada Mec Favela instalada na comunidade. Cada lanchão na chapa! hummm bom demais!!! E ótima a sacada do nome.
E mesmo sem a presença do diretor, que cumpre prisão domiciliar, a imprensa mundial já começou a falar sobre o filme que é estrelado por Ewan McGregor, Pierce Brosman, Kim Cattrall (maravilhosos)!!!!
Cada quadro é uma aula de cinema! Polanski Polanski, só apronta!
[O filme será distribuído, em data a ser marcada, pela EUROPA FILMES no Brasil.]