...Diário poético-filosófico. Ou, caderninho daqueles pequeninos, capa de couro, pra fazer anotações, recheado de papéis, postais, escritos, uma agenda de memórias. Códice Lili. Moleskine.
Com mais de 130 mil habitantes distribuídos em mais de 1.000.000 m2, na sua maioria composta por jovens, Heliópolis é uma das maiores comunidades carentes do mundo e fica em São Paulo na região do Sacomã.
Já foi considerada a maior favela do Brasil mas passou por um processo de urbanização, e hoje já tem estatuto de bairro. As associações e ONGs nacionais e internacionais junto com a iniciativa pública e privada, vêm realizando ao longo de anos parcerias bem sucedidas em projetos ligados à inclusão social nessa comunidade.
É este também o intuito do Cine Favela, projeto que, desde 2004, insere o jovem tanto social como culturalmente por meio do cinema.
[acho louvável demais projetos que ensinam atividades que não são as comunzonas como: serviços gerais, limpeza, artesanato....Nada contra, mas porque só ensinar trabalhos braçais?? Não é uma questão de preconceito mas sim de REALMENTE ABRIR HORIZONTES à atividades mais intelectualizadas a quem tem menos acesso a esse universo do cinema.]
Voltando….desde 2009 o ator e produtor cultural super simpático e competente Daniel Gaggini é responsável pela reestruturação do Cine, que, a partir deste ano, se transforma em um Ponto de Cultura do Governo do Estado de São Paulo e tem orçamento garantido até 2012 para desenvolver atividades ligadas à Sétima Arte. LINDO!! Quebra-barraco!!!
Portanto estão abertas as inscrições para o 5º Festival Cine Favela de Curta-metragem. Em seu 5º ano o festival já teve mais de 8.500 espectadores, exibiu mais de 95 filmes periféricos, beneficiou mais de 160 jovens em oficinas de cinema e distribuiu mais de R$ 16.000,00 em prêmios.
Este ano o festival tem patrocínio da Petrobras e co-realização do SESC e acontecerá de 02 de abril a 08 de maio e além da Mostra Competitiva, haverá outras atrações como: Mostra Itinerante (exibição ao ar livre em três pontos da comunidade), Cine Recreio (exibição de uma grade infantil em 12 escolas públicas), debates e Oficina de Cinema para 30 jovens. Todas as atividades serão gratuitas.
Outra novidade é uma Mostra de Filmes Periféricos, que percorrerá 30 unidades do SESC SP, permitindo que o Festival rompa as fronteiras das comunidades que produziram os curtas.
Inclusão é isso! Aprendam!!!!
Inscrições para participar do festival vão até dia 20 de fevereiro e os interessados devem enviar uma cópia de seus filmes em DVD (captados em qualquer formato) para: Rua da Alegria Popular, nº 34 A, São Paulo/SP, CEP: 04235-020.
Só serão aceitos filmes com duração de, no máximo, 17 minutos e realizados por ONGs, Associações, Coletivos e Periferias.
E falando em Heliópolis, me lembrei desse video que vi faz um tempo que mostra uma lanchonete chamada Mec Favela instalada na comunidade. Cada lanchão na chapa! hummm bom demais!!! E ótima a sacada do nome.
E mesmo sem a presença do diretor, que cumpre prisão domiciliar, a imprensa mundial já começou a falar sobre o filme que é estrelado por Ewan McGregor, Pierce Brosman, Kim Cattrall (maravilhosos)!!!!
Cada quadro é uma aula de cinema! Polanski Polanski, só apronta!
[O filme será distribuído, em data a ser marcada, pela EUROPA FILMES no Brasil.]
A Lasermania reinicia agora em fevereiro a série de eventos gratuitos abertos ao público com exibição de filmes do seu acervo com exibição do filme “Grey Gardens” foi produzido pela HBO e venceu o Emmy Awards 2009 e o Globo de Ouro.
O evento ainda conta com a presença de Caio Amaral, que participa de um bate-papo com a plateia após a apresentação. Filmaço!!!! sente o trailer:
O filme mostra o escândalo que ocupou as manchetes dos jornais americanos nos anos 70, quando autoridades locais tentaram expulsar as ex-socialites Edith Bouvier Beale e sua filha Edie de uma mansão decadente, onde as duas viviam isoladas há mais de 20 anos…
Bem densa a história entre mãe e filha e o detalhe é que elas são a tia e a prima de Jacqueline Kennedy Onassis.
Foram interpretadas por Jessica Lange e Drew Barrymore, respectivamente no filme de ficção.
Mesmo em japonês, dá pra entender bem pelo video que “Departures” (A Partida) é um excelente filme. Assisti ontem em DVD e morri de chorar. A história é maravilhosa, da repulsa pela morte cotidiana ao afeto que ela pode gerar nas pessoas.
Hoje é dia de vestir branco e curtir uma boa festa de ano novo. Melhor ainda se a festa for na praia.
Acho bem válido na virada de ano usar um biquini branco no litoral ou numa festa na piscina. Complementar, ou dar uma cobridinha, com uma túnica levinha por cima é bacana. Pode ser uma blusona de malhinha fina e transparente, pode ser camisão branquinho de algodão ou porque não, uma regatona chic e colorida, bem estampada pra fazer contraste com o biquini neutro.
No mais é Havaianas no pé e um brinco bonito na orelha [mas escolha um brinco que vc possa perder sem dor no coração, pq em festa de reveillon tudo se perde depois da 5ªtaça].
Passe um perfume inesquecível, solte o cabelo e receba o ano feliz, bonita e à vontade.
Esse modelo é americano e eu gostei bem dele:
Mas você vai me dizer que biquini branco é perigoso.
Sim, é verdade, ele pode não ter um bom forro e ficar ‘invisível’ depois de um mergulho.
Você pode estar com gordurinhas e achar que vai chamar muito mais atenção ou pode ser que esteja muuuuito branca e corre o risco de ficar igual ao Gasparzinho….
Bem, fora isso e com o mínimo de consciência na cabeça é bem bonito usar um biquini branco, e bronzeada então, fica melhor ainda.
Preste atenção no modelo que combine com seu formato de corpo, escolha bem o tipo de sutiã e o modelo da calcinha para que te valorizem. Seja muito feliz em 2010 com um biquini branco.
[Ah..sunga branca sim, é um horror 4ever, mas aí é outro departamento e aqui não trabalhamos.]
***
Sempre que eu penso em BIQUINI BRANCO me vem na cabeça também a Ursula Andress saindo do mar numa praia da Jamaica e que se transformou na clássica cena de 007.
Cena linda aliás, com Sean Connery as James Bond e ela a 1ª Bond Girl cantarolando Underneth Mango Tree.
Compare com a cena ‘revival’ de Halle Berry [acho ela lindona mas 'falta-lhe o glamour' e o biquini branco?? Com certeza teria ficado belíssimo nela....mas apostaram no nude]
@Souzacampus redesenhou a cena do biquini e outras mais deste que é o 1ºfilme de James Bond, ‘007 contra o satânico Dr. No’. Ele fez uma paródia, veja mais desenhos aqui: http://souzacampus.com/ondemand/?p=134
Como não podia deixar, eis uma foto pra reparar bem no biquini que foi arrematado ano passado em um leilão por £41,125 e ainda hoje mantém Ursula Andress como primeiríssima na lista das mulheres mais sexy de biquini do mundo.
O branco do tecido de algodão não brilha como a lycra, por isso dá uma impressão de beginho….branco sujinho. Mas esse cinturão é um luxo!! o bronzeado, o cabelo, tudo!! quer dizer: ela.
A produção de Shakira se inspirou na minha musa e foi lá fingir que ela também saia do mar [de cabelo seco mesmo] num biquininho branco e de modelo básico.
Em compensação o vestidinho tipo segunda pele bem transparentes com cristaiszinhos [eu curti], mas só dá pra usar [ou melhor só use pra dar] numa bela festa em alto-mar.
E agora vamos reparar em mais modelitos.
Vanessa Hudgens, bonitinha!…. só que tem algo estranho com a calcinha, não?? meio embolada.
Ah, você consegue ver que raio é, ou que raio está na mão esquerda dela? Fora as pulseiras.
[PVT com Megan Fox: Olha só minha linda, eu sei que metade da mulherada de toda a humanidade quer ver você longe, mas fala sério? precisava ter colocado esse biquini?? É humilhação né? não precisa trepudiar]
Megan PODE!!!!
E a Britney Bicht bem comportadeenha de sunquini branco….
Mas olha que nem isso dá certo nela? A escomungada combina tudo errado.
Look gongado! Que são aqueles saltos meia-pata VERMELHOS com debrunzinho ou sei lá o quê em DOURADO?????
Quanto ao chapéu da Maria Zilda em ‘Vereda Tropical’ ela podia guardar e usar só quando chegasse nos 50.
Aqui, digamos que o problema não é bem a cor do biquini, nem o modelo, mas os modos phynos de Geri Halliwel a ex-Spice Girl. Achou que estava na piscina de casa e esqueceu do paparazzi.
Fiz esse post em 3 de maio de 2009 falando sobre a possível visita do presidente do Irã e posterior cancelamento. Mas infelizmente o tal Ahmadinejad veio mesmo ao Brasil agora em novembro e foi recebido por Lula.
Depois disso, não precisa dizer mais nada.
***
O presidente do Irã Mahmoud Ahmadinejad é, sem dúvida, um dos homens mais toscos e desinformados do mundo. Entre suas declarações cheias de trevas ele já afirmou que não existem gays iranianos, que gays são um fenômeno que não ocorre em seu país.
ATUALIZANDO: Agora ele NAO VAI MAIS VISITAR o Brasil… Mas existaram algumas manifestações porque ele realmente é persona non grata e só mesmo o Lula pra receber tal figura. [é comum nos discursos de Ahmadinejad em conferências internacionais que a plateia de diplomatas se retire em repúdio às merdas que ele fala... sentiu o nível do cara...]
Encontrei o trailer de ‘A Jihad for Love‘ no YouTube e esse video o presidente do Irã precisa assistir. O fime mostra o que acontece com os ‘fenômenos’ no Oriente Médio, a perseguição aos gays, os castigo e a exclusão social. Quem dirige o documentário é Parvez Sharma um muçulmano assumidamente gay. Vale acompanhar o blog do filme que já foi super premiado.
Quem produziu ‘A Jihad for Love‘ foi o norte-americano Sandi Dubowski [que eu tive o prazer de conhecer qdo organizei uma palestra dele em SP há 2 anos. Sandi dirigiu outro documentário tão polêmico quanto premiado o 'Trembling before God' em que mostra judias e judeus ortodoxos gays all around the world. Em off e abafa o caso, Sandi já deu 'quase pt' na "A Loca" é um querido].
Estreia dia 27 de novembro o filme “Entre a Luz e a Sombra“. Eu quero muito ver!!
Nas pré-estreias não consegui ir em nenhuma!!! mas assim posso prestigiar na real pagando ingresso no cinema. Digno.
Eu gosto de cinema que traz o tema vidas que se cruzam, realidade tão louca que parece ficção, cidade de São Paulo.
Aqui a sinopse que eu recebi da assessoria:
“Dirigido por Luciana Burlamaqui, o documentário investiga a violência e a natureza humana a partir da história de três personagens que tiveram seus destinos cruzados no complexo Carandiru, considerado até então o maior presídio da América Latina.
Uma atriz que dedica sua vida para humanizar o sistema carcerário. A dupla de rap 509-E, formada por Dexter e Afro-X dentro do Carandiru. Um juiz que acredita em um meio de ressocialização mais digno para os encarcerados. Entre a Luz e a Sombra acompanha a vida desses personagens durante sete anos, a partir do ano 2000.
As temáticas da prisão, crime, violência, reintegração social extrapolam para o encontro de classes sociais distintas e as mais difusas contradições do ser humano na busca de seus ideais.”
Foi o trailer do documentário que me fez ficar interessada mesmo! Assista também:
E aproveitando o ensejo tem um evento do coração aqui para divulgar e quem tem tudo a ver com o ‘Entre a Luz e a Sombra’, porque tratará da produção cinematográfica e dos direitos humanos universais na Cozinha da Matilde, charmoso espaço de eventos e de gastronomia localizado na Vila Madalena, e que você está cansado de ver aqui no blog fechou um novo projeto com o querido crítico de cinema Christian Petermann, chamado Cinema na Matilde.
Em clima descontraído e informal, é um encontro no qual o crítico fará uma apresentação ilustrada (com cenas selecionadas de filmes) sobre longas-metragens de ficção que tratam de aspectos dos Direitos Humanos, em comemoração ao Dia Internacional dos Direitos Humanos, celebrado dois dias depois (10 de dezembro). Será uma conversa interativa com o público presente, num bate-papo pop e inteligente sobre um tema vasto e de interesse global, sem ranços ideológicos, sem discursos antiquados, de mente aberta e liberal.
Christian destacará o trabalho de cineastas como Costa-Gavras, Amos Gitai e Ken Loach, cujas carreiras se voltam à crítica das injustiças sociopolíticas e à defesa da qualidade de vida para todas as pessoas. Conceitos negativos como a ignorância, a intolerância e o preconceito serão destacados em diferentes filmes, com a intenção de reforçar a importância do direito de todas as pessoas à dignidade e à diversidade, independente de gênero, credo, raça, classe social, escolaridade, orientação sexual, tendência política, etc. Serão comentados dessa forma, entre outros, filmes como “Um Estranho no Ninho” (Milos Forman), “Malcolm X” (Spike Lee), “Milk – A Voz da Igualdade” (Gus van Sant), “Manderlay” (Lars von Trier), “Persépolis” (Marjane Satrapi e Vincent Paronnaud), “Babel” (Alejandro González Iñárritu) e “O Segredo de Vera Drake” (Mike Leigh), além da obra dos cineastas já citados.
Ao mesmo tempo, Letícia Massula, as mãos gastronômicas por trás da Cozinha da Matilde, colocará à disposição, para enriquecer a noite, pequenos quitutes de preparo próprio, de caldos e porções variadas ao já famoso brigadeiro de colher.
Cinema na Matilde, com Christian Petermann Tema: Direitos Humanos
Quando: terça-feira, dia 08 de dezembro, às 19h30
Onde: Cozinha da Matilde, na Vila Madalena
Entrada: R$ 15 (consumo à parte)
Reservas: 11 3081-8306 ou cozinhadamatilde@gmail.com
Impossível não prestigiar meu brother camarada Thogun, ator que protagoniza com seu vozeirão a série da HBO. Amanhã cedo tô lá na coletiva! e UPDATES mais tarde.
Pra quem, como eu, está viciada na novela Caminho das Índias, recomendo um tratamento pós-novela para que a abstinência de Are Baba seja gradativa e não tão súbita.
Lembrei desses dois filminhos que assisti faz tempo e que pretendo rever. Ambos tratam de Índia e o choque de culturas com direito a dancinhas, saris e atcha! atcha! muita emoção, porque filme bom tem que ter lágrimas e draminha.
Esse aí embaixo mostra um outro olhar sobre os indianos expatriados e suas tradições, costumes e modo de viver nos EUA. Um conflito de gerações e um casamento sempre apimentam um roteiro. Daí que vale a pena assistir Nome de Família (Namesake, EUA India 2006), da cineasta indiana que não faz Bollywood Style: Mira Nair.
Este é o famoso Casamento à Indiana (Monsoon, 2001) também de Mira Nair. Lindo lindo lindo! Figurino caprichado e locações na Índia, tudo de bom.
Adoro esse curta pelo realismo com que demonstra imensa delicadeza de uma lenda do folclore francês. Genial. Na lista das grandes coisas boas!
Quando o animador francês esteve no Brasil em 2007 organizei uma palestra dele para estudantes de cinema. Pierre-Luc estava em SP por conta da exibição deste curta no Festival Internacional de Curtas e foi ultra gentil em mostrar seu portfolio e também os bonecos que desenha, utiliza e manipula em seus filmes. Ele é simpático, ainda que bastante introspectivo tal qual seus personagens. juro!
Na terça-feira passada aqui em São Paulo, aconteceu no teatro Alfa Real a 2ª edição do Órbita, evento internacional do Terra que apresenta anualmente as tendências de conteúdo multimídia, entretenimento e serviços na internet. Fui à apresentação e faço um registrozinho aqui.
(um parênteses: estou com um atraso absurdo com as minhas postagens…filha de férias explica todos os motivos de eu estar fora de órbita).
Assim como a Simone Miletic postou, gostei bastante da participação brilhante de Matthew Fraser, do INSEADautor de Throwing Sheep In The Boardroom. Entusiasma ver alguém com uma visão tão clara e objetiva das mídias sociais e que vislumbra um futuro promissor para as redes. (sorte pra nós!)
Claro que como todo eventão é cheio de celebrities, o Órbita teve suas estrelas: o diretor Gavin Hood, de ‘X Men Origens: Wolverine’, e que também foi vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro com ‘Tsotsi’ (2006), a atriz Kate Walsh, das séries ‘Grey’s Anatomy’ e ‘Private Practice’ (eu nunca tinha visto essa atriz em toda minha vida…fui até atrás de uma fotinha pra fixar).
Adorei a fala do vice-presidente da 20th Century Fox: Elie Wahba, ele é bastante carismático e parece que saiu de um filme mesmo, figura! No evento anunciaram uma parceria entre Terra e Fox para que os usuários do Terra na América Latina acessem gratuitamente, séries como ‘24 Horas’, ‘Prison Break’ e ‘Family Guy’. E em breve séries feitas on demand somente para internet.
Outros anúncios foram feitos como a demonstração de uma nova possibilidade de banner interativo que deve ter atraído bem os olhinhos do mercado publicitário porque a demanda por anúncios em internet tem aumentado dia a dia. E mais um acordo firmado com a Samsung e a fabricante de smartphones BlackBerry tiveram seus momentos no Órbita.
A Samsung permitirá aos usuários de internet conectar a TV com computadores e redes wireless para acessar conteúdo que inclui notícias, entretenimento e previsão meteorológica em tempo real. E os clientes BlackBerry contam com o Terra Web Launcher, que é um ícone de acesso rápido ao conteúdo do portal Terra Mobile, disponível em português e espanhol.
Anunciaram que logo chegará o Tbox, um serviço que irá integrar plataformas de e-mail e das principais redes sociais em um único lugar ”A partir de um botão cinza, que estará presente em todas as páginas do Terra, será possível acessar esses serviços. Além disso, o usuário poderá ainda relacionar tags favoritas de material do Terra para consultar quando quiser”, disse Alexandre Cardoso, diretor de marketing do Terra para a América Latina.
E no finalzinho o skatista Sandro Dias foi apresentado com o comentarista dos dos Jogos de Inverno de Vancouver, no Canadá que acontecem em fevereiro de 2010. Foi bacana! acho esse cara do bem!
Ahhh e teve uma banda que fazia a trilha sonora e era sensacional!!!!! amei!!!
Claro que devo ter esquecido mil coisas, mas enfim viajei…devia estar em outro planeta ;D.
Obs. Eu preciso confessar que enquanto tudo isso acontecia no palco na plateia eu e as meninas (@juliareis @smiletic@samegui) nos divertimos moiiinto, trocamos sms, tuitamos e fervemos HABSURDHOS! achei q iam nos expulsar, nossa fileira no teatro era animada, mas a gente prestou atenção sim! (convite pra ir ao evento foi via @samegui que leva as comadres pra tomar café da manhã, diga-se de passagem: delicioso café da manhã).
Recebi o email do Roney Freitas diretor do curta-metragem LAURITA que tem sessão de pré-estréia do no dia 04/08 (terça-feira) na CINEMATECA (Largo Senador Raul Cardoso, 207 Vila Mariana) em três horários: 19h, 20h15 e 21h30.
Fiquei muito contente mesmo porque pude ver um pouco da batalha dele pela viabilização do filme.
Depois da sessão rola um coquetel, afinal tem que brindar!
Além de Laurita, serão exibidos mais dois curtas: A Visita, de Thais Fujinaga e Guerra de Arturo, de Julio Taubkin e Pedro Arantes.
Agende!! dias 10/7 e 27/7 tem Christian Petermann [super critico de cinema] entrevistando diretores com direito a uma festa animada por dj’s no Reserva Cultural. O flyer explica tudinho! Agora é só ir!
Conviteenho pra pré-estreia sempre é bom, quando o filme é bacana então, melhor ainda! Na volta faço update do post e como como foi essa história!
Sinopsezinha:
O Contador de Histórias, filme de Luiz Vilaça, é baseado na vida de Roberto Carlos (considerado um dos maiores contadores de história do mundo). Roberto era considerado um menino incorrigível, mas tem sua vida transformada pelo amor e dedicação de uma professora francesa: Margherit. Mais do que uma história de superação, o filme mostra como o poder do afeto pode ser transformador.
Pretendo transformar em categoria esse título: Meus amigos são um sucesso! E toda vez que souber de algo bacana sobre alguém que respeito e gosto vou registrar e prestigiar.
Olha quem foi no Jô e esteve maravilhosa! Dona Simone Donatelli, minha amiga uber querida e que tem múltiplos talentos e cria perfumes personalizados. Criou a marca Iris Verde ervoterapia, junto com o marido Marcelo Poveda. [Na minha casa eu não dispenso o aromatizador de ambiente de Pitanga é ultra gostoso, fica um perfume de fruta, dá uma sensação de férias...Faz tempo que quero levar a @ladyrasta pra conhecer os produtinhos!]
Leopoldo Tauffenbach, o marido da Cris Martinez!! esse é o cara, toca o terror, literalmente! Ele é responsável pelo festival de cinema SP Terror que acontece no Reserva Cultural. Sempre publico aqui os eventos que o Leo promove porque são very originais! cult no úrtimo.
Sir Ian Black, gente boa e marido da @santahelena !!! fez parte da equipe da agência LiveAD que ganhou o Leão de Ouro em Cannes na categoria PR com a peça Mil Casmurros que promovia na internet a minissérie Capitu da TV Globo. Uma digna leitura dividida em 1000 pedaços com 1000 vozes diferentes! Resultado que rendeu além de prêmio, um audio book para a Fundação Dorina Nowill [muito queridona essa mulher também né gente! Tive aula com ela e pude ser sua cicerone na visita à Exposição do Corpo Humano na Oca. Inesquecível!]
Beto Guilger, artista plástico e lindo. Seu ateliê obra está no trajeto 2 do Projeto X moradiasque percorreu o centro da cidade e no último andar do edificio Copan, os participantes tiveram a oportunidade de exercitar os seus sentidos, principalmente a visão, olfato e tato, coisas de Beto! Néctar! assim mesmo como ele mesmo costuma chamar tudo de muito bom!
Fiquei tão feliz quando recebi o release da estreia da minissérie “Som & Fúria” no dia 07 de julho na TV Globo.
No ano passado [exatamente há 1 ano] participei das filmagens no Teatro Municipal e tive o prazer de ficar pertinho* do Fernando Meirelles, espiando como ele dirigia as cenas. Mestre absoluto. [*tipo de freela pra contar orgulhosa pros filhos e netos...]
Deve ter ficado incrível! O texto é maravilhoso, a direção de arte absurda!!! Me lembro das cenas com mais de 300 figurantes e todo figurino, make e cabelo era checado um a um.
Serão 12 capítulo que contam a história de uma companhia de teatral Shakespeareana que passa por diversas crises num climão de comédia. O elenco é poderoso: Pedro Paulo Rangel, Felipe Camargo, Andrea Beltrão, Paulo Betti, Maria Flor, Daniel Oliveira, Rodrigo Santoro…assim como toda a produção caprichada da Globo em parceria com a O2 [onde muitos amiguinhos trabalham e botaram a mão na massa nessa empreitada: Victor, Glaucia, Raquel, Pedro, galerinha ex-AIC].
Fotos de making of do set da minissérie nas filmagem no Teatro Municipal em São Paulo em julho de 2008.
UPDATE DO POST
Release de Som & Fúria, por Sarita Sousa
“A vida é só uma sombra: um mau ator que grita e se debate pelo palco, depois é esquecido; é uma história que conta o idiota, todo som e fúria, sem querer dizer nada”, Macbeth,William Shakespeare
Há muito desta frase nos personagens de Dante, Oliveira e Elen, vividos respectivamente por Felipe Camargo, Pedro Paulo Rangel e Andrea Beltrão. Amigos de longa data, eles têm a vida completamente impactada depois de uma apresentação de “Hamlet”, quando Dante, que fazia o papel principal, surta e sai no meio da cena do enterro de Ofélia – personagem de Elen. Na época, eles eram grandes amigos, Dante e Elen viviam uma história de amor, e Oliveira estava no auge de sua carreira como diretor. Depois da polêmica apresentação de “Hamlet”, Dante some da vida deles durante sete anos. Oliveira assume a direção artística da conceituada Companhia de Teatro do Estado (CTE), na qual Elen é a estrela. E Dante fica à frente de uma pequena e falida companhia teatral, Sans Argent. Esse é o ponto de partida de ‘Som & Fúria’, minissérie de 12 capítulos, captada e exibida em HDTV, baseada na série canadense “Slings and Arrows”, que estreia na Rede Globo dia 7 de julho, após ‘Casseta & Planeta, Urgente!’
“Luxúria, loucura, tudo isso tem no Som & Fúria”
Na noite de abertura de “Sonho de Uma Noite de Verão”, Oliveira dirige pela sétima vez o espetáculo e Elen interpreta pela quarta vez Titânia. O Teatro Municipal está lotado para a estreia, mas a apresentação arranca aplausos mornos e risos constrangidos. Na coxia, Oliveira assiste à televisão ao lado do zelador Naum, personagem de Gero Camilo, e durante um noticiário vê Dante sendo despejado, por falta de pagamento, do seu teatro. Ele relembra o amigo e, depois da apresentação, telefona para Dante. Eles trocam farpas e acusações sobre o destino que cada um tomou depois da fatídica apresentação de “Hamlet”. Desiludido, Oliveira caminha sem destino pelas ruas do centro de São Paulo quando é atropelado por um caminhão de presunto e morre, logo no primeiro capítulo. A partir deste momento, a vida de Dante sofre uma reviravolta em pleno velório do amigo.
Entretanto, Dante – cujo temperamento lembra o do próprio Hamlet, dramático, angustiado e um tanto louco – é convidado a assumir a direção artística do CTE. “Não se sabe ao certo se ele está atuando ou enlouquecido mesmo, porém ao contrário do príncipe da Dinamarca, Dante não quer vingança, ele quer juntar os pedaços do seu passado e seguir adiante”, diz Felipe Camargo. Em toda a companhia, Elen é a pessoa que mais fica atormentada com a chegada de Dante. Ela é a grande diva do teatro, que passa por um momento de transição, está num momento da carreira em que se despede dos papeis de princesas para encarar as rainhas, e assiste à chegada de novos talentos, o que a frustra e a deixa insegura.
Na outra ponta da história está Ricardo da Silva, personagem de Dan Stulbach. Diretor financeiro da companhia, ele vive preocupado com as contas e com o mau desempenho da temporada de Shakespeare. Ricardo não poupa esforços para alavancar a bilheteria. Rapidamente, ele se junta a Graça, personagem de Regina Casé, uma funcionária da Secretaria de Cultura que não tem o menor escrúpulo para conseguir o que quer – e que, neste caso específico, pretende transformar a companhia em uma grande empresa de musicais.
Em uma das tentativas de Ricardo para atrair um grande público ao teatro é a contratação de Jaques Maia, vivido por Daniel de Oliveira. O jovem é um galã de novelas que não tem carreira nos palcos de teatro. Dante enfrenta a fúria dos atores mais antigos da companhia, que torcem o nariz para o novo integrante, e também tem que lidar com o método pouco ortodoxo de Jaques nos ensaios. A mais atingida na montagem de “Hamlet” é Elen, que vive Gertrudes. Ela não se esforça para ajudar o colega de trabalho e desdenha da nova montagem. Por outro lado, Kátia, personagem de Maria Flor, vê sua chance quando a protagonista sai da companhia entregando-lhe o papel de Ofélia. Em meio aos ensaios, ela se envolve com Jaques.
O dilema vivido na trama é atrair grandes plateias e patrocinadores e, ao mesmo tempo, manter o frescor e o ineditismo da área artística da companhia. E é neste descompasso que entra o humor. Se nos palcos os atores vivem os grandes personagens dramáticos de Shakespeare, nos bastidores a vida é uma comédia. Dante convive com as ideias loucas e, muitas vezes, equivocadas do administrador Ricardo para trazer mais público para o teatro, como a contratação do publicitário Sanjay, vivido por Rodrigo Santoro. E por outro lado, Ricardo aceita, muitas vezes por medo, os métodos estranhos de Dante em realizar os ensaios e conduzir os elencos.
Produção de arte
“Hamlet”, “Sonho de uma Noite de Verão”, “Macbeth” e “Romeu e Julieta” são as 4 peças encenadas durante a minissérie. Mais de 500 figurinos para todo o elenco e muita maquiagem para Titânia, Ofélia, Gertrudes, Lady MacBeth e tantos outros personagens. O diretor de arte, Cássio Amarante, entrou nesta jornada a convite de Fernando Meirelles. “O grande desafio foi recriar as quatro peças de Shakespeare com linguagem de teatro para uma série de TV. Muitas cenas foram rodadas no próprio Teatro Municipal, mas contamos também com a réplica do teatro construída nos estúdios da O2, em Cotia”, diz Amarante.
A maquiadora, Anna Van Steen, e a figurinista, Verônica Julian, também tiveram cuidado na reprodução das peças para a minissérie. “A grande delícia de trabalhar em ‘Som & Fúria’ foi fazer os figurinos das peças de Shakespeare e, o maior desafio, foi a quantidade de material produzido para esta minissérie”, diz Verônica. Cada ator representava vários personagens, com muita troca de roupa. “A Andrea Beltrão, por exemplo, vive Elen, que faz Titânia (“Sonho de Uma Noite de Verão”), Ofélia (“Hamlet”), Gertrudes (“Hamlet”) e Lady Macbeth (“Macbeth”)”, explica a figurinista. “Fizemos uma grande pesquisa para aprender a técnica da maquiagem para HDTV, fizemos uma maquiagem mais suave tomando cuidado com cada esponjada de pó para não dar o efeito errado”, diz Anna.
Seleção de elenco
O processo de seleção de elenco começou quatro meses antes do início das gravações, que aconteceram em julho de 2008. A produtora de elenco, Cecília Homem de Mello, assistiu à série original para criar referências. Para compor o elenco, Cecília traçou dois caminhos distintos: a aproximação com características do original ou a oposição total. “No original, Naum é negro, alto, com porte atlético; em ‘Som & Fúria’, o personagem é vivido por Gero Camilo, um ator brilhante que dá outro tom, sem aquela presença de guarda-costas”, diz Cecília. Em alguns papéis, Fernando Meirelles já tinha os nomes definidos, como no caso do Dante e da Graça, vividos respectivamente por Felipe Camargo e Regina Casé. A participação de Rodrigo Santoro também era um desejo antigo. Em apenas três dias – brecha em sua agenda entre o lançamento dos filmes “La Leonera” e “Che” – Santoro gravou a participação como Sanjay. “A minissérie tem um elenco incrível, é muito bem escrita e tem o Fernando como maestro”, diz Santoro.
E assim nasceu Dante…por Felipe Camargo
“Em Abril de 2008, ao completar um ano sem trabalho, numa mistura de desilusão, sonho, ansiedade, orgulho e fuga de uma possível depressão, decidi tentar uma chance nos Estados Unidos. ‘Se não me dão espaço aqui, vou ser ator em outro lugar’. Com tudo acertado, passagens, curso, video-book e alguns contatos, numa das muitas noites de planejamento, passava pela sala de casa quando o telefone tocou. Não costumo atender, normalmente deixo pra ouvir o recado, evitando pesquisas de consumo e promoções indesejáveis. Não sei por que olhei para o telefone e sem pensar atendi.
‘Felipe, aqui é o Fernando Meirelles…’.
‘Quem, o diretor!!!…?’ Respondi, perguntando incrédulo, já me sentindo idiota por ter caído num trote…
A conversa que se seguiu foi o convite para fazer o Dante do ‘Som & Fúria’. Com a mesma simplicidade e ausência de estrelismo com que pessoalmente me telefonou e fez o convite, Fernando tocou a equipe e o elenco durante todo o processo de trabalho. Além de um extremo apuro técnico e rara sensibilidade, tem ouvido absoluto, ouve a todos sem exceção e colhe o melhor de cada um. A começar por ele, o clima das gravações foi leve, despretensioso no bom sentido e bem-humorado. O resultado é um programa vibrante, divertido, inteligente, de altíssima qualidade.
Trabalhar nesta série foi, para mim, como se tivesse ido estudar na melhor escola de atuação dos Estados Unidos, feito o teste para o melhor filme a ser produzido e, ainda por cima, ter sido escolhido para o papel principal, cercado por grandes profissionais que fariam bonito em qualquer lugar do mundo. Estou muito feliz e realizado”.
A série original
” To be, or not to be: that is the question:
Whether ’tis nobler in the mind to suffer
The slings and arrows of outrageous fortune,
Or to take arms against a sea of troubles,
And by opposing end them?”
Ser ou não ser; eis a questão:
Será mais nobre sofrer na alma
As pedradas e flechadas do destino feroz
Ou pegar em armas contra um mar de riscos,
E combatendo vencê-los?
Criada por Susan Coyne, Mark McKinney e Bob Martin, a série “Slings and Arrows” foi lançada pelos canais Canada’s Movie Central e The Movie Network, em 2003, conquistando milhares de fãs no país e abrindo caminho para novos públicos. Acompanhando o sucesso que teve no Canadá, a série foi exibida pelo Sundance Channel, nos Estados Unidos, em 2005 e a partir daí ganhou o mundo. Dividida em três temporadas com seis episódios cada, a produção conta com um elenco composto por: Martha Burns, Paul Gross, Don McKellar, Mark McKinney, Oliver Dennis, Stephen Ouimette, Susan Coyne, Graham Harley, Michael Polley, Catherine Fitch, Leon Pownall, Rothaford Gray, Sean Cullen, Matt Fitzgerald, entre outros.
Susan Coyne – uma das criadoras e atriz da série – é uma das mais reconhecidas atrizes do Canadá nas últimas décadas. Cofundadora do Soulpepper Theatre Company, parte integrante de diversas temporadas do Festival Stratford e reconhecida mundialmente pelas peças “Kingfisher Days” e “Alice’s Affair”, Susan interpreta com maestria a personagem Anna Conroy, em “Slings and Arrows”. Um de seus últimos trabalhos no cinema foi em “O Ensaio Sobre a Cegueira”, adaptação de Fernando Meirelles para a obra de José Saramago. Além de sua história nos palcos, televisão e cinema, Susan também ganhou destaque com suas traduções de Anton Chekhov.
Quem é quem
Dante (Felipe Camargo) - Durante a montagem de um “Hamlet” unanimemente sensacional, Dante pirou e saiu correndo do palco. Após algum tempo de internação psiquiátrica, virou diretor de uma pequena e falida companhia de teatro alternativo. Representa o artista por excelência, apaixonado, talentoso e “meio pirado”. Quando Oliver morre, vai substituí-lo na direção da companhia de atores.
Oliveira Welles (Pedro Paulo Rangel) - Diretor da companhia de atores do Teatro Municipal há mais de dez anos. Inteligente, sarcástico, tem muito prestígio artístico, mas sua criatividade vem se esgotando. Ele sabe disso e tem nostalgia dos tempos áureos em que trabalhava com Dante, cujo auge ocorreu na montagem de “Hamlet”.
Elen (Andréa Beltrão) - A grande dama da companhia começa a ter medo de envelhecer. Outrora Ofélia de “Hamlet”, agora fará a rainha na mesma peça. Ela e Dante viveram um romance apaixonado no passado, mas Dante a abandona pois acredita que Elen e Oliveira viveram um caso secreto. Ellen hoje namora garotões cada vez mais jovens.
Ricardo da Silva (Dan Stulbach) – O diretor financeiro da companhia. Ambicioso, Ricardo tenta tornar a arte lucrativa e mais atraente para o grande público e, com isso, entra em constante conflito com Dante e com o resto dos artistas.
Ana (Cecília Homem de Melo) - A vice-secretária-geral da companhia. Eficiente, porém muito tímida, Ana é, no entanto, sensível e inteligente, e vive às voltas com os conflitos entre artistas e produtores.
Graça (Regina Casé) - Funcionária recém-nomeada pela Secretaria de Cultura, usa toda a sua autoridade e poder para tentar impor Ricardo na diretoria do teatro, que os dois planejam transformar numa moderna empresa de musicais.
Kátia (Maria Flor) - Atriz jovem, talentosa e idealista, tem sua primeira grande chance quando a atriz escalada para o papel de Ofélia na nova montagem sofre um acidente. Vai ter um romance com Jaques.
Jaques Maya (Daniel Oliveira) - Jovem ator vindo da televisão para fazer “Hamlet” dentro da política de popularização do teatro, sofre o preconceito dos atores mais velhos da companhia. Vai se apaixonar por Kátia e se mostrar ótimo ator em cena.
Sanjay (Rodrigo Santoro) - Apresenta-se como um badalado publicitário. Tem um método polêmico e provocador de trabalho, o que ocasiona impacto na mídia. Ao final, uma constatação: não passa de um picareta.
Oberon (Paulo Betti) - Antigo ator da companhia, já acomodado em seus papéis, representa Rei Cláudio na montagem inicial de “Hamlet”. Inicialmente desafia a direção artística de Dante e, mais tarde, dá apoio inesperado e valioso ao mesmo diretor.
Sarah (Débora Falabella) - Jovem e talentosa atriz, apaixonada pelo papel de Julieta, é convidada a integrar a companhia especialmente para desempenhar esse papel. Tem um confronto inicial com o diretor Oswald Thomas porque discorda frontalmente da concepção antisséptica que ele pretende dar à peça.
Clara (Maria Helena Chira) - Jovem atriz desprovida de talento, só faz parte da companhia por ingerência e imposição política do titular da pasta da Secretaria de Cultura. Faz contraponto à graça e sensibilidade natural de sua stand-in Kátia.
Kleber (Juliano Cazarré) - Motoqueiro, trabalha em serviço de entregas e nas horas vagas participa de competições. Tem um relacionamento amoroso com a diva da companhia.
Naum (Gero Camilo) - Funcionário humilde do Teatro Municipal, é o repositório das tradições teatrais, amigo e conselheiro de atores e diretores da companhia, conhece todos os textos clássicos, vive e respira teatro durante toda sua vida.
Patrick (Leonardo Miggiorin) - Jovem ator da companhia, escalado para viver o personagem Romeu, acaba surpreendendo a si próprio ao se deixar envolver intensamente pela atriz Sarah, que vive a personagem de Julieta. A força da peça os faz reinventar a relação apaixonada dos amantes de Verona.
Oswald Thomas (Antonio Fragoso) - Diretor avant-garde, multimídia e polêmico, preso à forma pela forma, vê a direção teatral como show de efeitos especiais. Acaba se rendendo à vitalidade dos personagens e reencontra a essência proposta pelo teatro de William Shakespeare.
Milu Silverstone (Haydée Bittencourt) - Curadora da companhia do Teatro Municipal, é uma senhora que luta bravamente contra a visão mercantilista que a direção executiva quer imprimir à companhia teatral. Tenta preservar o espírito dos clássicos e acaba sucumbindo fisicamente nessa luta de poderes.
Eu daqui de São Paulo e Sheila Zago lá de Caxias [ambas somos ex-Academia Internacional de Cinema] estamos agitando o workshop do preparador de elenco para cinema Christian Duurvoort.
Se você está no sul e é ator, preste atenção: O Ator Imaginário, nos dias 19, 20 e 21 de junho - 14 horas de curso.
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Resumindo: Rex Harrison é um solteirão quase convicto em My fair lady, e na minha opinião ele protagoniza o melhor trecho desse musical quando dança e canta a ‘tragédia’ que é ter uma mulher dentro de casa na vida na visão de um homem pacato e intelectual! Acho brilhantemente espirituosa e divertida a cena. Faz tempo que pensava em postar nos clássicos do bom cinema.
Aqui a letra para ficar mais fácil acompanhar:
An ordinary man (Bernard Shaw)
Well after all, Pickering, I’m an ordinary man,
Who desires nothing more than an ordinary chance,
to live exactly as he likes, and do precisely what he wants…
An average man am I, of no eccentric whim,
Who likes to live his life, free of strife,
doing whatever he thinks is best, for him,
Well… just an ordinary man…
BUT, Let a woman in your life and your serenity is through,
she’ll redecorate your home, from the cellar to the dome,
and then go on to the enthralling fun of overhauling you…
Let a woman in your life, and you’re up against a wall,
make a plan and you will find,
that she has something else in mind,
and so rather than do either you do something else
that neither likes at all You want to talk of Keats and Milton,
she only wants to talk of love,
You go to see a play or ballet, and spend it searching
for her glove, Let a woman in your life
and you invite eternal strife,
Let them buy their wedding bands for those anxious little hands…
I’d be equally as willing for a dentist to be drilling
than to ever let a woman in my life, I’m a very gentle man,
even tempered and good natured
who you never hear complain,
Who has the milk of human kindness
by the quart in every vein,
A patient man am I, down to my fingertips,
the sort who never could, ever would,
let an insulting remark escape his lips
Very gentle man…
But, Let a woman in your life,
and patience hasn’t got a chance,
she will beg you for advice, your reply will be concise,
and she will listen very nicely, and then go out
and do exactly what she wants!!!
You are a man of grace and polish,
who never spoke above a hush,
all at once you’re using language that would make
a sailor blush, Let a woman in your life,
and you’re plunging in a knife,
Let the others of my sex, tie the knot around their necks,
I prefer a new edition of the Spanish Inquisition
than to ever let a woman in my life I’m a quiet living man,
who prefers to spend the evening in the silence of his room,
who likes an atmosphere as restful as
an undiscovered tomb,
A pensive man am I, of philosophical joys,
who likes to meditate, contemplate,
far for humanities mad inhuman noise,
Quiet living man….
But, let a woman in your life, and your sabbatical is through,
in a line that never ends comes an army of her friends,
come to jabber and to chatter
and to tell her what the matter is with YOU!,
she’ll have a booming boisterous family,
who will descend on you en mass,
she’ll have a large wagnarian mother,
with a voice that shatters glass,
Let a woman in your life,
Let a woman in your life,
Let a woman in your life I shall never let a woman in my life.