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Trip parabéns pra você!

Eu tinha uns 11 anos quando vi a Trip pela primeira vez e não foi em uma banca de jornal, foi no revisteiro da casa de um amigo do meu pai, e já naquela época eu percebi que só os caras mais legais, os mais bonitos!! os que mais viajavam e só aqueles “mais modernos” tinham essa revista em casa.

E enquanto meu pai fazia churrasco, bebia cerveja e conversava beeeem distraído, eu lia a Trip. E lia meio que escondida na sala, apesar de que nunca ninguém ter mandado parar de ler!!!!!!!! Mas como falava de sexo, drogas, rock n´roll e tinha mulher pelada acho que eu é que não queria que os outros me vissem lendo. E tinha que acelerar a leitura porque não podia levar pra casa!!!

Isso tudo porque eu sabia que a revista não tinha sido escrita pra uma adolescentezinha mas eu aprendia muito com as matérias, não sabia nem descrever nem pra mim mesma o que eu achava tão bom. O projeto gráfico, nunca que imaginava que o que me atraia tinha esse nome na época, também me fascinava, sem falar que ela tinha assuntos bem diferentes e já que era muito bom já estar ligada nas coisas que se passavam na vida real de adultos. Sentia que as matérias escritas eram bem mais realistas e os depoimentos das pessoas pareciam mais sinceros do que nas outras revistas que eu conhecia no meu vasto mundo pre-adolescente. Tudo verdade!!! Sensibilidade de criança nunca falha¹!

E sigo lendo a Trip anos a fio! É até engraçado porque uma das coisas que eu mais reparava quando estava solteira e saia com alguém era se tinha Trip no revisteiro. Quando tinha o cara ganhava bem mais pontos!!!! Uma vez briguei com a faxineira que era crente e implicou com uma capa e sempre deixava a revista virada pra baixo na mesa, nossa! como aquilo me irritava!!!!! Sempre lia as matérias do Arthur Veríssimo era meu preferido e muito inspirador!! Fiz até Jornalismo pra vocês verem…Hoje em dia eu me acho muuuuito porque tenho amigos que trabalham na editora!!!

Resumindo: eu posso dizer que leio a Trip desde o início! [Ah e depois veio a TPM pra se somar às minhas leituras mais essenciais....]

Ano passado quando saiu a edição com os surfistas se beijando, a minha filha que tem 5 anos viu no revisteiro, pegou e começou a folhear, uma hora falou: “legal essa revista né mãe!! é bem colorida”!!!!
Num é um amor!!!!!!!!???? A Trip é sim, uma revista muito educativa!!! Sensibilidade de criança nunca falha²!

O motivo mesmo deste post é que ainda estamos em janeiro, então dá tempo de dar parabéns pra Trip. 25 anos é o auge da juventude! Quando recebi essa edição de aniversário fiquei estarrecida! Que capa linda com a Luana Piovani @sigapiovani, mais bonita agora que está grávida, o que comprova minha teoria de que o início da gravidez traz uma luz e uma energia extra para a mulher e a gente tem que aproveitar e louvar esse momento. E mais uma vez a Trip foi foda colocando ela musona na capa, cheia de graça! Nada melhor do que comemorar 25 anos de vida com quem está carregando uma nova! Arrasaram.

Quero estar velhinha lendo a Trip! Imagina o post de 50 anos???! #voufazer

Dois Coelhos

Já faz tempão que penso em fazer um post pra mostrar o trabalho de um amigão, aõ mesmo e de coração. Trabalho dos bons! Agora ele está no cinema em cartaz com “Dois Coelhos”

Thogun meu brother que é ator, rapper, cantor e diretor de cinema dos melhores!!! Separei alguns outros videos dele atuando, cantando, ensaiando, sendo meus preferidos “Filhos do Carnaval” da HBO e o Cabo Tião de “Tropa de Elite”! Te amo amigo!!!!!!!!!!

Aqui o trailler do filme novo “Dois Coelhos”, ainda não vi mas vou prestigiar ele tá lá dando uns “pipocos”. Achei bemmmm bacana os efeitos especiais e o elenco é bárbaro.


Making of dos efeitos especiais de “Dois Coelhos”:

Rendezvous Cointreau e Dita Von Teese

Antes de falar da Dita cuja, o mulherão-propaganda da marca, mostro para vocês o videozinho da noite superespecial que a Cointreau ofereceu para meus amigos no ano passado. Foi o Rendezvous da Lili ;) Drinks, segredos revelados e muitas risadas!!!

***

Ela não faz não strip-tease!!!!!!!!! Dita Von Teese tem 38 anos, é performer e ganha aproximadamente 75 mil dólares por quinze minutos de apresentação do seu show burlesco. Tá aí uma mulher que se valoriza eu diria. [vamos aprender com ela!]

O que Dita von Teese faz não é mesmo um mero strip tease. Ela tira a roupa com conceitos históricos, movimentos bonitos, desenhados, ensaiados, tradicionais e com origem no teatro burlesco do século XVIII. Numa época em que as atrizes já mostravam as pernocas, usavam decotes, vestiam-se de homem, faziam insinuações bissexuais, contavam piadas sujas, mexiam com a plateia e foi assim que este estilo fez fãs e se espalhou. Burlesco é insinuação, mis-en-scène, espartilho, renda e Dita von Teese é a melhor representante do novo burlesco do século XXI. Só meados do século XX é que vieram os números de strip tease bem mais comuns e mais sexuais, aquele do tipo ‘pole dance’.

Já vi um show de declamação de poesia e strip burlesco em Nova York há uns 9 anos no Bowery, no bairro de Tribeca, quando o estilo de sedução e dança estava retornando à moda. Achei muito, muito bonito plasticamente, ultravintage e old school na veia. Um prato cheio pra quem gosta de sexo e não gosta sensualidade óbvia e gratuita.

Assista, aqui é de graça, um trecho de uma apresentação de Dita Von Teese para saber do que falo exatamente antes de sair comentando:

Essa é a Dercy de verdade!

Ela canta, dança, representa e fala palavrão!!! Dercy Gonçalves é mulher de verdade!

Adoro ela!

Are we brazilians?

Eu é que pergunto!

Sinceramente, não precisa acabar com o carnaval, pra gente acabar com um monte de problemas nacionais e o mundo só precisa estudar mais geografia!!! A gente também tem fartura do que negamos não ter. Muito do que a gente nega, é porque a lógica dos nossos colégios classe média não consegue conceber e ensina que um pais louco não pode ser sério em um monte de outras coisas. E pode.

Somos um povo engraçado, somos tudo e somos nada. Somos até admirados por isso. Mas não nos sentimos admirados. Precisamos de um divã.

Na prática, nosso passaporte é valioso, toda mafia adora surrupiar um porque afinal, “brasileiro pode ter qualquer cara e ter qualquer sobrenome”. Podemos ser japonesas loiras, negros brancos, até ter cara de gringo, ser rico com cara de pobre, ser pobre com cara de rico. Uns são mulatos, outros são malucos e tem também os cafuçús. Só não temos cara de coisa nenhuma.

p.s.: postei o video pra gente refletir e principalmente porque tem a trilha do Shpoongle, que eu mais amo! Levitation Nation tem base da Beija-Flor. Samba multi-étnico :)

Batalha do Passinho é ALEGRIA

Já ouviu falar de ‘Batalhas de Passinho’ ? Então assiste esse video ai em cima pra entender o que é.

Porque pra mim é pura cultura, identidade nacional genuína e em processo de germinação, é arte. Hoje é o melhor exemplo de manifestação brasileira pra quem reclama que a gente aqui só copia o que é de fora. O ‘Passinho’ é consciência corporal não acadêmica, é técnica, criatividade, ritmo, estilo e ALEGRIA.

Claro que tem influência de bboy e popping, locking da California dreams, e tem que ter!! E tem muito do frevo, tem a dinâmica de baile funk, tem homens, mulekes!! dançarinos da comunidade como protagonistas.

Genial!

Já faz tempo q tô encantada! Viva o Rio de Janeiro!

Dercy Gonçalves em minissérie

Dercy ( Heloisa Perisse ) - TV GLOBO / João Miguel Júnior


Dercy de Verdade! aposto que vai ser o máximo! Núcleo do Jorge Fernando e direção de arte de época,não perco!!

Compartilho o release que recebi já um pouco editadinho:

Uma mulher ousada e abusada, mas também tímida e recatada. Digna, porém desbocada. Uma mulher que caiu e se levantou quantas vezes foram necessárias. Que amou, mas disse nunca ter sido apaixonada. Uma guerreira incansável, que escondia das pessoas o seu romantismo e a sua fragilidade.

A atriz que, com improviso, liberdade, irreverência e bom humor, em quase um século de trabalho, conquistou uma plateia fiel com apenas uma preocupação: o público. Uma mãe que encontrou em sua filha a mais bela relação que teve na vida. Seu nome? Dolores Gonçalves Costa (1907 – 2008) ou, simplesmente, Dercy.

Na minissérie ‘Dercy De Verdade’, a autora Maria Adelaide Amaral propõe revelar quem foi Dercy, aquela que o público consagrou tanto quanto a que todos desconhecem. E destaca os motivos que a impulsionaram a contar a história da artista e sua amiga pessoal: “Em primeiro lugar, eu não queria que ela fosse esquecida. Segundo, eu não gostaria que ela fosse lembrada como ‘aquela velha que só falava palavrão’.

Santa Maria Madalena é nacionalmente conhecida como a “terra de Dercy Gonçalves”, foi lá que a humorista nasceu, cresceu e escolheu ser sepultada. Logo, não há como contar uma história sobre Dercy sem mencionar Madalena e vice-versa. E foi por esta razão que a equipe de ‘Dercy de Verdade’ não teve dúvida ao eleger a cidade como uma das locações para as gravações da nova minissérie. Santa Maria Madalena fez uma viagem no tempo durante os sete dias de gravações.

Dercy ( Fafy Siqueira ) - TV GLOBO / João Miguel Júnior

Graças ao trabalho das equipes de produção de arte, cenário e figurino, casas, ruas e igreja foram transformadas em algo bem próximo do que a comediante viveu. Para dar continuidade a esta volta ao passado - e retratar um momento importante da trama - foi necessário, no entanto, fazer um deslocamento até Tiradentes, Minas Gerais.

“Como em Madalena não existe mais Maria Fumaça, e foi nesse tipo de trem que Dercy (Heloísa Périssé) fugiu com o artista Pascoal (Fernando Eiras) e a companhia Maria de Castro, tivemos que recriar a cena em outra região”, explica Jorge Fernando. As gravações duraram três dias e contaram com uma equipe de 100 pessoas, entre produção, elenco e figurantes locais.

Nas cidades, participaram das gravações: Luiza Périssé e Heloísa Périssé (Dercy), Tuca Andrada (Augusto Duarte), Cássio Gabus Mendes (Valdemar), Fernando Eiras (Pascoal), Rosi Campos (Bita), Walter Breda (Manuel), Álvaro Diniz (Álvaro Castro), Rose Abdallah (Maria de Castro) e Anja Bittencourt (vizinha) e Anthero Montenegro (artista da trupe Maria de Castro).

‘Dercy De Verdade’ é uma minissérie com autoria de Maria Adelaide Amaral, baseada na obra “Dercy de cabo a rabo”, da própria autora, com colaboração de Leticia Mey e direção geral e de núcleo de Jorge Fernando. O programa tem quatro capítulos, com previsão de ir ao ar de 10 a 13 de janeiro de 2012.

Ocupação Cornélia

Por meio de produções artísticas, encontros e reflexões 10 pessoas e um coletivo se reúnem para ocupar uma casa em frente à Praça Cornélia, na Vila Romana, construída em 1932. A idéia é experimentar os espaços não institucionais da arte e a colaboração entre pessoas que pesquisam diversas linguagens.

Entre os participantes estão minha amiga Diana Tubenchlak e o marido dela, o fotógrafo Pedro Nasser, além dos artistas: Janice de Pietro, Laura Wrona, Lelena Santana, Lia Nasser, Mayra Lamy, , Rodrigo Bueno, Silvia Tape, Coletivo Onírico e Thais Olmos.

Abertura: 10 de dezembro, às 17h, com apresentação de Silvia Tape.
Visitação: 11 a 17 de dezembro, dàs 15h30 às 20h.
Praça Cornélia, 28. Vila Romana. (fica na Rua Clélia, ao lado de uma loja de móveis)
Informações: ocupacaocornelia@gmail.com

Itinerários, Itinerâncias

Para entender e refletir!! Seminário Decantações nesta sexta dia 2 e sábado dia  de dezembro às 11h e às 15h. GRATIS!!!!

Com curadoria de Cauê Alves e Cristiana Tejo, a 32ª edição da mostra bienal do MAM-SP tem como tema Itinerários, itinerâncias e traz cerca de 40 artistas de diversas partes do país, além de alguns estrangeiros com maior ou menor inserção no cenário nacional.

A ideia de Itinerários, itinerâncias surge da percepção dos curadores Cauê Alves e Cristiana Tejo de alguns aspectos da realidade artística de hoje, relativos ao tempo e aos deslocamentos implícitos nesse meio, não só no Brasil, mas no mundo todo. Com a globalização e a volatilização das fronteiras, os artistas viajam cada vez mais para participar de exposições e residências e em alguns casos passam mais tempo em trânsito do que nas cidades em que vivem.

O Panorama 2011 pretende ser uma plataforma de debate e análise sobre o que perdura e torna-se produto final em contraponto à velocidade e quantidade de processos e realizações, e de deslocamentos que têm muitas vezes por objetivo a criação de uma obra dentro de determinado contexto, artificial na medida em que não é o ateliê nem a cidade onde vive o artista. As obras selecionadas trazem em si características duais como impermanência e perenidade, presença e ausência, formalização e improviso.

Dessa forma, a exposição não ocupará o museu apenas no âmbito dos espaços de exibição, mas de forma abrangente, explorando a estrutura do museu como um todo, seja a biblioteca, seja o Educativo, fazendo com que o próprio MAM-SP seja um espaço de entrecruzamentos e conexões.

Participam da 32ª edição do Panorama da arte brasileira: Alberto Bitar, Amanda Melo, André Severo e Maria Helena Bernardes, Ateliê Aberto, Breno Silva e Louise Ganz, Bruno Faria, Cadu, Capacete, Chiara Banfi e Kassin, Cildo Meireles, Detanico Lain, Ducha, Gaio Matos, GIA, Héctor Zamora, Jailton Moreira, Jarbas Lopes, Jonathas de Andrade, Jorge Menna Barreto, Letícia Cardoso, Lourival Cuquinha, Lucia Laguna, Marcelo Coutinho, Marco Paulo Rolla, Nicolás Robbio, Oriana Duarte, Pablo Lobato, Paula Sampaio, Pedro Motta, Raphaël Grisey, Raquel Garbelotti, Ricardo Basbaum, Rodrigo Bivar, Rodrigo Matheus, Romano, Sara Ramo, Virginia de Medeiros e Wagner Malta Taveres.

SBR#01

Neste sábado, dia 26, a partir das 16h no Cartel Zero Onze ali na Rua Arthur de Azevedo em Pinheiros, tem lançamento da Revista SBR #1. Apesar de ser a edição #01, a revista já teve uma linda edição limitada em maio, comemorativa dos 4 anos do site e esse sim, foi o #0.

Como faz tempo que resolvi viver no conforto urbano e caminhar sem estar pendurada num salto, que uso muito tênis e gosto de modelos especiais. Sou louca por cultura sneaker e sempreee leio babo no SneakersBR.

Outro dia percebi que não olho mais pra sapatos nas vitrines, só procuro pares de tênis, até a minha filha me deu de dia das mães um par lindooooo!! Mas infelizmente não vou poder ir pq a data coincide com a 1ª apresentação do ballet dela num teatro!! mas vai por mim, vai ser bacana demais o lançamento no Cartel!!! ;)

6ºFestival Cine Favela & Satyrianas)

Olha que bacana! Tem edição do 6ºCine Favela no Espaço Parlapatões amanhã dia 14 de novembro.Praça Franklin Roosevelt, 158 – Centro/SP – (11) 3258-4449 – www.parlapatores.com.br

Eu adoro as Satyrianas e adoro o Cine Favela.

Com o lema “A periferia além dos muros”, o festival rompe os limites da comunidade de Heliópolis e invade a cidade de São Paulo em 2011. Os 32 filmes que compõem a mostra foram exibidos em 12 lugares diferentes da grande São Paulo.

Realizado pela associação sociocultural CINE FAVELA e pelo SESC-SP, o Festival já exibiu, nas suas cinco edições ininterruptas, mais de 250 curtas-metragens nacionais, beneficiou 200 jovens com suas oficinas de cinema e atraiu mais de 17.000 pessoas em suas atividades.

Programas das mostras:

MOSTRA COMPETITIVA – PROGRAMA 01
DOCUMENTÁRIOS
A periferia de Salvador e seus personagens, a urbanização das grandes cidades, o carnaval e seu conceito de coletividade, a superação das limitações físicas, o imigrante e seus sonhos e as dificuldades de acesso a universidades públicas por moradores de baixa renda são temas presentes nesta grade composta por 05 curtas-metragens.

01 – A VIDA DE NELSON ANTÔNIO EM UM DIA (SALVADOR – BA, 2011, DOC. – 15’)
Direção: Nelson Antônio
Produção: Independente
Sinopse: O filme de 15 minutos, feito com um celular, aborda uma perspectiva da violência que, às vezes, está tão presente que nem percebemos, e até mesmo filmar de celular torna-se algo um tanto arriscado!

02 – PULMÕES URBANOS (SÃO PAULO – SP, 2010, DOC. –5’)
Direção: Danilo Ferrari, Jean F. Damasco, Ariel Santana, Augusto Rabelo e Kamila Pereira.
Produção: Associação Cultural Kinoforum
Sinopse: Os impactos ambientais da urbanização nos bairros de Pirituba / Jaraguá.

03 – ESSE É O CARNAVAL DA SUPERAÇÃO (SÃO PAULO – SP, 2011, DOC. – 12’)
Direção: Diogo Leite
Produção: Alfajor Filmes
Sinopse: Em 2009, a tradicional escola de samba paulistana Nenê de Vila Matilde foi rebaixada para o grupo de acesso. No carnaval de 2010, a equipe de filmagem acompanhou os bastidores da escola sob o ponto de vista de seu jovem mestre de bateria.

04 – ALOHA (GUARUJÁ- SP, 2010, DOC. – 16’)
Direção: Paula Luana Maia e Nildo Ferreira
Produção: Instituto Oficinas Querô
Sinopse: Do mar, a inspiração para a vida. Das ondas, o impulso para o prazer. Como os avanços tecnológicos acabaram com as barreiras entre surfistas com necessidades especiais e sua paixão pelas ondas. O documentário Aloha te convida a passar um dia na vida desses personagens que, com pranchas adaptadas, correm atrás da melhor onda. Aloha, uma história sobre surf, alma e ondas.

05 – ON SIDE (BRASIL / REINO UNIDO, 2011, DOC. – 15’)
Direção: Jonas Amarante
Produção: Suma Filmes
Sinopse: Três estrangeiros. Três diferentes histórias de vida. Três realidades distintas. A mesma cidade: Londres. A mesma paixão: futebol.

06 – NOTA DE CORTE (SÃO PAULO – SP, 2011, DOC. – 17’)
Direção: Bruno Bralfperr
Produção: Instituto Criar de TV & Cinema
Sinopse: O filme investiga a dificuldade de acesso das classes mais baixas à universidade pública.

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MOSTRA COMPETITIVA – PROGRAMA 02
COLETIVOS
Nesta seleção, coletivos de artistas que, na sua grande maioria, começaram em projetos sociais, mostram suas visões de mundo. O amor, encontros e desencontros, desejos e muito humor são retratados nestes filmes realizados com baixo orçamento, mas com uma incrível qualidade e criatividade.

01 – ALL YOU NEED IS LOVE (SÃO PAULO- SP, 2010, FIC. – 18’)
Direção: Wagner Depintor
Elenco: Sérgio Lopes, Babu Santana, , Álvaro Garutti, Natalia Graciano, Vinão alobrasil, Bing Man, Sandrão RZO, Zulu Soljah, Grilo 13, Funk Buia, Sombra MC e Pitcho.
Produção: Coletivo Filmes
Sinopse: Uma fábula urbana que coloca em debate questões como a incoerência entre a aparência e as múltiplas camadas da realidade.

02 – ENGANO (RIO DE JANEIRO – RJ, 2008, FIC. – 12’)
Direção: Cavídeo
Elenco: Felipe Mônaco e Miila Derzet
Produção: Coletivo Santa Madeira
Sinopse: Um homem. Uma mulher. Uma cidade. Dois planos sequências.

03 – O PLANTADOR DE QUIABOS (SÃO PAULO – SP, 2010, FIC. – 15’)
Direção: Coletivo Santa Madeira
Elenco: Divino Silva, Marcia Martins, Paulo Tiefenthaler e Vitória Souza
Produção: Coletivo Santa Madeira
Sinopse: Uma tragicomédia sobre um agricultor que decide comprar uma bicicleta para aumentar sua produção no campo.

04 – HOMEM AO MAR (RIO DE JANEIRO – RJ, 2011, FIC. – 20’)
Direção: Naruna Kaplan de Macedo
Elenco: Marcello Melo, Michele Belcanto, Arquimedes Carrara e João Gurgel.
Produção: Os Netos do Guilu
Sinopse: Um dia na vida de Marcos. A guerra no Rio de Janeiro e uma outra: a guerra permanente do cotidiano.

05 –PULA, EUNICE, PULA! (SÃO PAULO – SP, 2009, FIC. – 3’)
Direção: Rodrigo Diaz Diaz
Elenco: Bia Toledo e Rui Longo
Produção: Filmes de Abril
Sinopse: Eunice está atrasada para o dentista e não consegue achar as chaves do carro. A única solução é apelar para São Longuinho.

06 – A MENOR DISTÂNCIA ENTRE DOIS PONTOS (BRASÍLIA – DF, 2010, FIC. – 15’)
Direção: Breno Nina e Elias Guerra
Elenco: Iuri Saraiva, Sérgio Sartório, Roque Frischtz, Hanna Reitsch, Quizzik e Uriel Matias
Produção: Independente
Sinopse: O que cabe entre dois pontos? .2 madrugadas.1câmera.4 mil reais. 6 atores.
2 brigadistas. 9 pessoas na equipe.78 sanduíches de presunto com queijo, alface, tomate, cebola e azeitona roxa.1 ponte.

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MOSTRA COMPETITIVA – PROGRAMA 03
PRIMEIROS PASSOS
Nossos jovens realizadores precisam de espaço e o encontram nesta grade. Nela serão exibidos filmes que representam os primeiros passos dos futuros cineastas periféricos, que encontram em projetos socioculturais a oportunidade de difundir seu trabalho.

01 – JENNIFER (SÃO PAULO – SP, 2011, FIC. – 30’)
Direção: Renato Candido de Lima
Elenco: Juliana Valente e Gabriela Balmant
Produção: Odun Formação e Produção
Sinopse: Jennifer, uma garota de 17 anos moradora da Vila Nova Cachoeirinha, manipula suas fotos no Photoshop para ficar mais bonita e mais clara com cabelos lisos. Num momento de sua vida em que se torna adulta, procura emprego e procura se relacionar com alguém que ama, Jennifer vive dilemas relativos a sua identidade numa sociedade que está calcada nos significados de branquitude.

02 – NO MEIO DO CAMINHO (SÃO BERNARDO DO CAMPO – SP, 2010, FIC. – 14’)
Direção: Kauê Palazolli
Elenco: Sidney Santiago, Francisco Elmo Ricardo, Flávio Marin e Ailton Rosa
Produção: Corja Filmes
Sinopse: A cidade de São Bernardo do Campo é o pano de fundo para contar uma história comum nas grandes metrópoles brasileiras: dois jovens em uma moto indo para casa são abordados por policiais. “Enquadrados”, cada um expõe seu ponto de vista para a simples pergunta – “Aonde você está indo?”. Sob a suspeita dos policiais, o resultado pode não ser apenas a violência.

03 – ULISSES (SANTOS – SP, 2010, FIC. – 12’)
Direção: Lohayne Oliveira Carvalho
Elenco: Eduardo Chagas, Amanda Burghi, Cláudia Nascimento Neves,  Júlia Nascimento Neves e Seth Nascimento
Produção: Instituto Oficinas Querô.
Sinopse: Ulisses passa seus dias entre ruas e bares. Em um desses bares, reflete sobre os motivos que levaram sua mulher a deixá-lo.

04– CIDADÃO DO MUNDO (SÃO PAULO – SP, 2011, FIC. – 25’)
Direção: Eduardo Lazaro e Matheus Esper
Elenco: Liu Mr, José Roberto e Mazsoul
Produção: Casa 94
Sinopse: Depois que o prefeito da cidade de São Paulo resolve aumentar o preço das passagens de ônibus, Martin, morador de Heliópolis, resolve agir. O jovem revolucionário conta com a ajuda de seus amigos, e suas atitudes produzem resultado.

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MOSTRA COMPETITIVA – PROGRAMA 04
NOVAS LINGUAGENS
Experimentar e buscar novas linguagens para se expressar no cinema. É isto que busca esta grade: mostrar que grafites podem ganhar vida, que os muros observam a cidade, que um filme pode ser feito com fotos, que a palavra não é fundamental e que em um documentário pode haver ficção. Aqui a imaginação está solta, sem nenhuma estética preconcebida.

01 – GRAFFITTI QUE MEXE (SÃO PAULO- SP, 2010, EXP. – 13’)
Direção: Coletivo Graffiti com Pipoca
Produção: Coletivo Graffiti com Pipoca
Sinopse: Ao som do beatbox, os desenhos ganham vida nos muros da cidade.

02 – GÓRGONAS (SANTO ANDRÉ – SP, 2010, EXP. –2’)
Direção: Wellington Darwin
Elenco: Nathalia D´Anatasi
Produção: Escola Livre de Cinema e Vídeo de Santo André (ELCV)
Sinopse: Jovem entra em trabalho de parto em um escadão movimentado. Desde o início de suas dores, todos que ali passam parecem não notar sua presença, estão muito ocupados falando ao celular. Em uma sociedade marcada pela indiferença e pelo individualismo, apenas com um nascimento esta jovem encontrará seu lugar.

03 – ALÉM DA RUA (FORTALEZA- CE, 2010, FIC. – 20’)
Direção: Natalia Viana
Elenco: Cauã, Gabriel ,Leo ,Levi, Seu João, Seu Vavá, Seu Bené e Cesar Mota.
Produção: Vila das Artes
Sinopse: Após pegar escondida uma câmera fotográfica de seu pai, Leo e seus amigos brincam, vivenciando os espaços de Otávio Bonfim, bairro de classe média baixa de Fortaleza, onde moram, passeando pelos lugares por eles já conhecidos e descobrindo outros.

04 – OLHO DA RUA (RIO DE JANEIRO – RJ, 2011, DOC. – 10’)
Direção: Cavi Borges, Daniel Ribeiro e Abelardo de Carvalho
Produção: Cávideo
Sinopse: O muro observa a rua. A rua observa o muro.

05 – 1:21 (RIO DE JANEIRO / RECIFE,  2010, EXP. – 11’)
Direção: Adriana Câmara
Elenco: Anamaria Sobral e Márcio Machado.
Produção: Menina dos Olhos do Brasil
Sinopse: Um instante fixado na madrugada. Uma tragédia. A busca pela resposta. (Filme inteiramente captado em fotos still)

06 – NOTURNO (SÃO PAULO-SP, 2004, EXP. – 7’)
Direção: Daniel Salaroli
Elenco: Eduardo Albergaria, Ravel Cabral Jorge, Eduardo Chagas, Leandro de Moraes,  Maria Gutierrez, Janaína de Castro
Produção: CTR-ECA-USP
Sinopse: Num quarto escuro, seres fantásticos surgem como espectros de um cinema antigo.

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MOSTRA LONGAS-METRAGENS – Não Competitiva
Pela primeira vez, o Festival terá uma grade composta por longas-metragens. Isto prova que o cinema periférico vem evoluindo e buscando novos formatos para se expressar.

01 – MOACIR (BUENOS AIRES – ARGENTINA, 2010, DOC. – 75’)
Direção: Tomás Lipgot
Elenco: Moacir dos Santos e Sergio Pángaro
Produção: Duermevela
Sinopse: Moacir dos Santos, brasileiro, emigrou para a Argentina há três décadas, onde, após longo caminho de percalços, é diagnosticado esquizofrênico e internado no Hospital Neuropsiquiátrico Borda, em Buenos Aires. Ao receber alta, aos 65 anos de idade, Moacir pretende gravar um CD com músicas de sua autoria e, para isto, conta com a experiência do crooner Sergio Pángaro.

02 – VIVENDO UM OUTRO OLHAR (RIO DE JANEIRO – RJ, 2010, DOC. – 58’)
Direção: Guilhermo Planel
Produção: Ponto de Equilíbrio Imagens
Sinopse: A sociedade analisada pelo ponto de vista da favela, através do olhar da fotografia popular do Rio. Uma discussão sobre a participação do jornalismo no abismo social que divide o espaço urbano e sobre como o processo de criminalização da pobreza afeta milhares de pessoas à margem da sociedade. As imagens mostram que, na realidade, existe muita coisa além da mostrada pela grande mídia.

03 – VÍDEOLÊNCIA (SÃO PAULO – SP, 2009, FIC. – 15’)
Direção: Daniel Fagundes, Diego ff. Soares, Paulo Pucci e Fernando Solidade Soares.
Produção: NCA – Núcleo de Comunicação Alternativa
Sinopse: Violência é a imagem perdida em valores sugados do ser que somos, transfigurada e transformada em imaginário! Se auto-policiando, se viciando em programas televisivos que criam uma realidade doentia, em que olhares anêmicos forçam-se para enxergar um palmo à frente do nariz, pretende-se entender os porquês de tanto controle, vigilância, possibilitada por novos recursos tecnológicos. No farol, somos mais uma imagem captada sem direito a Oscar.

04 – COPA DO MUNDO DE FUTEBOL SOCIAL (SÃO PAULO – SP, 2010, FIC. – 55’)
Direção: Gabriel Aguillar
Produção: Criôla Filmes
Sinopse: Em 2010, é realizada a 8º edição da Homeless Word Cup em terras brasileiras, tendo a praia de Copacabana como locação. O Torneio Futebol Social reuniu 64 nações em um campeonato peculiar, no qual os times eram formados por pessoas socialmente marginalizadas. Em uma grande competição, o evento traz à tona questões como a pobreza, a falta de moradia e a exclusão social. Da periferia para as quadras, 8 jovens em busca do título inédito defendem a camisa da seleção brasileira. O apito soou e foi dado o pontapé inicial! Mas o futebol pode transformar a vida de milhões de jovens carentes?

05 – ENCHENTE (RIO DE JANEIRO – RJ, 2011, DOC. – 70’)
Direção: Julio Pecly e Paulo Silva
Produção: Cavídeo
Sinopse: No dia 13 de fevereiro de 1996, o Rio de Janeiro foi castigado por mais uma enchente. Na comunidade de Cidade de Deus, mais de 80 pessoas morreram e centenas ficaram desabrigadas. Uma tragédia já esquecida pelas autoridades, mas ainda muito viva na memória daqueles moradores.

CURADORIA: Daniel Gaggini e Luciana Rossi

Subirusdoistiozin - A música do MEU ano de 2011

Além de ser A Música e A Letra mais bacana do ano, de ter a alma do Criolo, o videoclipe é matador!! Um curta-metragem caprichado cheio de bom gosto com um toque retrô superatual. Daqueles de ver e rever vinte vezes por dia e pra facilitar postei.

Pura poesia urbana paulistana. Rap pós-contemporâneo.

Enjoy!!! ;)

Subirusdoistiozin (Letra e música Criolo)

(Tem uns menino bom novo hoje aí na rua, pra lá e pra cá, que corre pelo certo..
Mas já tem uns também que eu vou te falar, viu.. só por Deus, viu! Ave Maria!)

Mandei falar pra não arrastar, não botaram fé, subirusdoistiozin
O baguio é louco, o sol tá de rachar, vários de campana aqui na docampin
Mas quem quer pretá, mas quem qué branca, todo azulê quer seu rejunti
Pleno domingão flango ou macalão, se o negócio é bão, cê fica chineizin
Cença aqui patrão, aqui é a lei do cão, quem sorri por aqui, quer ver tu cair
É, é… justo é Deus, o homem não. Ouse me julgar, tente a sorte, fi.

Para pa pa, para pa pa, para pa pa, para para papa (4x)

Só função no 12, na garagem um Golf, bonitão na praia de Hornet, fi
Tudo isso tem e o apetite vai, pra bater de front e Babylon cair
As criança daqui, tão de HK, leva no sarau, salva essa alma aí
Os perreco vem, os perreco vão, as vadia quer, mas nunca vão subir
Cença aqui patrão, eu cresci no mundão, onde o filho chora e a mãe não vê
E covarde são quem tem tudo de bom, e fornece o mal, pra favela morrer

Uns acham que são, mais nunca vão ser
Feio é arrastar e nem perceber

Para pa pa, para pa pa, para pa pa, para para papa (4x)

Sua função no 12, na garagem um Golf, bonitão na praia de Hornet, fi
É, tudo isso tem e o apetite vai, pra bater de from e babylon cair
As criançada aqui, tão de HK, leva no sarau, salva essa alma aí
Os perreco vem, os perreco vão, as vadia quer, mas nunca vão subir
Licença aqui patrão, eu cresci no mundão, onde o filho chora e a mãe não vê
E covarde são quem tem tudo de bom, e fornece o mal, pra favela morrer

(Acostumado com sucrilhos no prato, né, moleque?)

(Enquanto o colarinho branco dá o golpe no Estado)

Brinquedo Popular

Brinquedo Popular do Nordeste - exposição com mais de mil objetos da coleção de David Glat do Museu do Brinquedo Popular na Bahia e curadoria do grande Emanoel Araujo. Traz uma grande diversidade de objetos, de bonecos representando figuras populares, como bailarinas e forrozeiros, e mitológicas, como o saci e sereias, a miniaturas de veículos feitas de materiais diversos, tais como madeira, arame, tecido e latinhas de refrigerante.

Acho uma riqueza esses brinquedos brasileiros, porque são ao mesmo tempo tão ingênuos, delicados e rústicos, fora que refletem a nossa cultura original e folclore.

Segundo o release “O Museu Afro Brasil pretende nessa mostra, com mais de mil itens, pela via da estética, recuperar as raízes brasileiras contidas nesses brinquedos, que embalaram gerações de infâncias de meninos e meninas brasileiros.”

O Museu Afro Brasil fica no Parque do Ibirapuera, portão 10, São Paulo - (11) 3320-8900 ramal 8921 – agendamento/ educativo para visitas monitoradas. De terça a domingo das 10h às 17h.

Maratona infantil - e com Asas

Neste domingo, dia 13 de novembro, tem uma maratona de atividades gratuitas promovidas pelo MIS. Das 10h às 17h, acontece a terceira edição da Maratona Infantil, projeto mensal do Museu que tem atrações selecionadas para crianças.

O melhor é que durante todo o dia, o público experimentará a incrível sensação de voar numa instalação interativa chamada Asas do brother, artista, HQzeiro e gamer Nathan Cornes que mandou um convite muito lindo pra gente não esquecer de ir.

Bom, para voar segundo Nathan é muito simples: o candidato a pássaro se posiciona em um praticável com cromaqui ao fundo, uma câmera registra a imagem e é feita uma projeção, na qual ele aparece com asas no lugar dos braços. O participante pode subir, descer, girar e planar à vontade com o céu como fundo.

Vou levar a Luisa, claro! ;)

***

Confira a programação completa da Maratona Infantil e aproveite:

• 10h às 17h | Intervenções circenses | com o Teatro de Rocokóz – Estacionamento
• 10h às 17h | Projeto Asas | de Nathan Cornes – Auditório MIS
• 10h às 11h, 13h às 14h e 16h às 17h | Oficina de robôs com motor de celular | com a equipe Educativo MIS – Sala do Educativo
• 11h às 12h e 14h às 15h | Contação de histórias | com Deise de Brito – Foyer do Auditório MIS
• 12h às 14h | Oficina de teatro para crianças |com Niveo Diegues – Foyer do Auditório LabMIS
• 14h às 16h | Oficina de mangá | com a AreaE Escola de Mangá – Sala de Interface
• 16h às 17h |Bate papo sobre o livro “Meu filho, meu besouro” (Editora Cosac Naify) | com Cadão Volpato – Auditório LABMIS

Museu da Imagem e do Som - MIS
Avenida Europa, 158, Jardim Europa, São Paulo | (11) 2117 4777
GRATIS.

Jardim de Ondina

Amei do nome dessa performance: Jardim de Ondina, pq Ondina era o nome da minha vozinha querida;)

Como adoro performance, claro que já falei das apresentações da Luanna aqui no blog,  Eu a conheci nos cursos de preparação de atores do Christian Duurvoort na Gafanhoto e outro dia vendo o GNT dou um grito: Olha a Luanna viajando com a Fernanda Young pelo Canadá!!!! (o nome do programa é Duas Histéricas). Amei e ri demaisssss!

Nesta semana, a atriz mostra seu lado performer e faz uma apresentação na Parahaus, num daqueles tubos de água incríveis. Será na quinta dia 10 de novembro às 21h, depois tem mais duas apresentações nos dias 22 e 29 de novembro às 20h. Não perca!!

PARAHAUS - Rua Caminha de Amorim, 532  Alto de Pinheiros.

#euvou

Dia do Saci, pererê.

Dizem que hoje, dia 31 de outubro é o Dia do Saci.

Fiz uma coletânea de filmes temáticos de saci, do Sítio do Pica Pau Amarelo, passando pelo filme de 1958 O Saci e o documentário Somos Todos Sacis do querido Sylvio Rocha, até um filminho experimental:

Somos Todos Sacys from Confraria Produções on Vimeo.

Powaqqatsi, Koyaanisqatsi e Naqoyqatsi

Powaqqatsi

Koyanisqqtsi

Naqoyqatsi

Não acredito que ainda não postei nada até hoje sobre essa trilogia de filmes que assiti a primeira vez há uns dez anos. Shame on me!!!!

Mas vamos lá! Pra quem é viciado em Phillip Glass esses filmes são sagrados. Pra quem gosta de cinema são masterclasses. Powaqqatsi, Naqoyqatsi e Koyanisqqtsi são documentários do diretor Godfrey Reggio feitos em parte na década de oitenta, sendo finalizado com Naqoyqatsi em 2002.

A Terra, o ser-humano e a tecnologia, suas guerras e desequilíbrios e a natureza perfeita tudo isso sem uma palvra sequer, apenas música e imagens. É denso e impactante, te faz ir longe….

O significado do título dos filmes sempre é revelado no final.

Quando fui ao Pará comprei meio que por acaso no Mercado Ver-o-Peso um apito de madeira típico do norte e não acreditei quando percebi que é o mesmo tipo de apito usado pelo Phillip Glass na trilha do Powaqqatsi nas cenas de Serra Pelada. Achei genial!!! Eles filmaram no planeta inteiro e em cada lugar absorviam algum elemento.

Deveria ser obrigatório na vida assistir esses filmes não só pelo temas mas pela obra de arte rara que são.

O Sertão da Caatinga dos Santos, dos Beatos e dos Cabras da Peste

Brasil de Lampião e Padre Cícero, lado a lado, num convite para a abertura da exposição é genial!!!

O Museu Afro Brasil que fica lá no Parque Ibirapuera, abriu a exposição “O sertão: da caatinga, dos santos, dos beatos e dos cabras da peste” que vai de 21 de outubro de 2011 a 01 de abril de 2012.

A mostra tem aproximadamente 800 obras, entre pinturas, esculturas, gravuras, ex-votos, roupas, fotografias, instalações e documentos. Com curadoria de Emanoel Araujo, a mostra tem colaborações do Museu Histórico do Ceará, Fundação Joaquim Nabuco, Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas e Instituto Arqueológico Histórico e Geográfico de Pernambuco.

#eu vou

TEDxTombo

#euvou esse tema me interessa muito. :)

O TEDxTombo é uma conferência sem fins lucrativos que reunirá 8 pensadores de áreas de conhecimento tão diversas quanto jornalismo e arquitetura, educação e negócios, para falar sobre suas melhores ideias em palestras com duração de 15 minutos. O melhor formato de palestra diga-se de passagem!!!!

Esta será a segunda edição do evento e ocorrerá no dia 07 de novembro de 2011 no Auditório Steffi e Max Perlman, no Insper e será gratuito. “Qual é a cidade que queremos erguer?” será o tema e para descobrir “As melhores ideias para a viabilidade urbana”.

***

Este evento não está sendo organizado pelo TED conferences. Este é um evento TED organizado de forma independente e acontece sob licença do TED conferences. Conheça outros TEDx que aconteceram no Brasil:

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Tudo se copia até coreografia.

Prazer, Anne Teresa De Keersmaeker, a coreógrafa belga plagiada em videoclipe da Beyoncé. [porque quando a gente homenageia a gente avisa e não deixa a pessoa descobrir no Facebook...]

Anyway ela foi muito sensata e disse sobre o caso:

“Quando eu vi o vídeo, fiquei chocada pela semelhança do clipe de Beyoncé não apenas com os movimentos de Rosas danst Rosas, mas também, com os figurinos, o cenário e até as tomadas do filme de Thierry De Mey. Obviamente, Beyoncé, ou o diretor do vídeo clipe Adria Petty, roubou muitos pedaços de cenas do filme. Há muitos movimentos tomados de Achterland mas eles estão menos visíveis por conta na diferença estética. De um lado, estou contente que Rosas danst Rosas possa ter alcançado uma audiência em massa que uma apresentação de dança poderia nunca conseguir, mesmo com toda sua popularidade no mundo da dança desde dos anos 80.

E, Beyoncé não é a pior copycat, ela canta e dança muito bem, e tem bom gosto! De outro lado, há protocolos e consequências para tais ações que eu não posso crer que ela e seu time não estivessem cientes.

Isso me fez pensar algumas coisas como, por que leva 30 anos para a cultura popular de massa reconhecer um trabalho experimental de dança? Isso significa que 30 anos é o tempo que leva para se reciclar performance experimental non-mainstream?.

E o que dizer de Rosas danst Rosas? Nos anos 80, a coreografia foi vista como uma afirmação do poder da mulher, baseado numa postura feminina na expressão sexual. Agora que assisto a Beyoncé dançando, acho prazeroso mas não vejo nenhuma ponte com isso. É sedutor em termos de divertimento consumista.”