...Diário poético-filosófico. Ou, caderninho daqueles pequeninos, capa de couro, pra fazer anotações, recheado de papéis, postais, escritos, uma agenda de memórias. Códice Lili. Moleskine.
Tenório é tetracampeão paraolímpico na categoria até 100kg. O atleta conquistou a primeira medalha de ouro de 1996, quando competiu em Atlanta, e ganhou ouro nas três edições dos Jogos Paraolímpicos subseqüentes. A deficiência veio ainda criança, quando em uma brincadeira de estilingue perdeu a visão. Ele foi campeão mundial em 2006; campeão Paulista meio-pesado no judô convencional em 2008, e ouro no Parapan do Rio de Janeiro em 2007. É um dos poucos do mundo a competir tanto em Paraolimpíadas quanto em campeonatos regulares, onde é geralmente o único deficiente visual, como no Campeonato Paulista Master de 2008, de onde saiu campeão.
Experimenta tirar Antônio Tenório da Silva de ceguinho!
Nesta sexta-feira estréia o filme “B1 – Tenório em Pequim” que contará sua história da medalha de ouro para o Brasil no judô nas Olimpíadas de Pequim.
O filme é bem pequeno, uma história excelente de superação pessoal e sobre a luta diária de um cego.
As datas de estréia são:
03/09: RIO / SAMPA / CURITIBA / POA
10/09: BH / BRASILIA
17/09: RECIFE / SALVADOR / FORTALEZA
As salas e os horários ainda não foram divulgados.
Marcela Tiboni é amigona! Acompanho o trabalho dela há mais de 7 anos. Coleciono e aprecio demais suas fotografias. No dia 8 de setembro abre mostra individual restrospectiva dos últimos 3 anos de obras produzidas por ela na Galeria NUvem.
Nesta nova exposição tenho dois motivos para estar bem contente! Além da artista plástica ser minha queri do coração, a produtora é a Tati Bo, mais que amiga, minha irmã oriental.
O convite veio da minha colega de curso na Escola São Paulo, a Vivi Favery Costa para um evento da ong em que ela trabalha, se dedica muito e adora!! Fabrica de Criatividade.
No dia 30 de agosto às 20h no Teatro da Vila eles vão apresentar Histórias Criativas da Vida Real com Jair Oliveira, Max de Castro, Simoninha, Gilberto Dimenstein e os talentos da Fabrica.
Agosto, mês cheio de eventos!! Esse acontece dia 18 no restaurante Chácara Santa Cecília #adoro! Vai rolar a partir das 19h30.
Rappin’Hood abre as atividades da Escola da Chácara, uma ideia para disseminar conhecimento. O rapper vai falar sobre os projetos de música, cultura, cidadania em que está envolvido.
Escrita, fertilidade, corpo, tempo: está tudo na palavra. Marina Abramovic, na performance Erotic Balkan Epic.
Quem formatou essa oficina foi meu amigo Flavio Aquistapace, e nela ele pretende iniciar os alunos e aprimorar a escrita narrativa.
Os encontros terão exercícios que proporcionem a percepção e o amadurecimento dos recursos de escrita, com foco em questões estilísticas, ou seja, estratégias formais de sensibilização do leitor e os modos de contar que conferem, a cada escritura, consistência e competência singular.
A próxima mostra Craft+Design acontece até dia 15 de agosto e nessa edição uma super querida amiga expõe seu trabalho: Patricia Henriques que produz lindas e delicadas peças em cerâmica.
A mostra é um arraso pra quem é do ramos de design e decoração.
Nesta terça, dia 17 de agosto, participo de um debate na ESPM (19h30) para falar da evolução dos meios nos próximos anos. ‘O Mundo da Mídia’ vai discutir:
· A informação digital X a analógica;
· Forma e conteúdo;
· Cultura do hiperlink – aumenta ou atrapalha o conhecimento;
· Acessibilidade – como acontece / pobreza da banda larga;
· Credibilidade e segurança da informação online;
· Informação online propõe uma nova experiência;
· Como trazer a informação oficial para um meio de interesse público.
A entrada é franca, só precisa se inscrever no 11 30979836 ou daiany@madalah.com.br
A estreia de Z.É (Zenas Emprovisadas) aconteceu em 2003, em um pequeno espaço no Rio de Janeiro e tornou-se sucesso de bilheteria, com sessões lotadas até hoje. Para comemorar os sete anos em cartaz, Fernando Caruso, Gregório Duvivier, Marcelo Adnet (MUSO) e Rafael Queiroga apresentarão a maratona de improvisação no HSBC Brasil, nos dias 30 e 31 de julho (sexta e sábado), às 21h30.
Vencedor do Prêmio Shell em 2005 e assistido por mais de 100 mil pessoas, os atores se renovam a cada apresentação com a participação do público, que sugere cenas que serão interpretadas na hora.
Com uma hora de duração, o espetáculo é dividido em três blocos:
Um esquete de humor (diferente a cada apresentação) - com elenco.
Uma aula ao vivo de teatro (diferente a cada apresentação) - o diretor convidado prepara uma aula surpresa e propõe exercícios de improvisação aos atores, comentando objetivos e resultados para a plateia.
Jogos de improvisação fixos - o público sugere frases e inventa situações que serão vividas pelos atores, com coordenação do diretor convidado. Os jogos de improvisação são os mesmos, contudo com sugestões e resultados completamente diferentes. Tudo ao vivo e a cores, feito na hora.
“O que fazer quando as histórias que a gente se conta começam a ficar desgastadas?”
Quem questiona é Débora Duarte, que buscou nessa pergunta o pontapé inicial para compor a personagem que lhe dá a chance de estrelar o primeiro monólogo da sua carreira, iniciada ainda na infância, aos seis anos em ‘Adorável Desgraçada’.
A atriz se enche de coragem para estar sozinha em cena, mas muito à vontade, na pele de Guta, mulher na faixa dos 50 anos que aguarda ansiosamente a visita de Maribela, aquela que foi sua melhor amiga. Enquanto a primeira sempre obedeceu a rígidos padrões de comportamento, a segunda viveu sua vida como bem quis.
Maribel se casa na Itália, ganha dinheiro como contraventora e quando anuncia por uma carta que vem visitar a amiga, que mora no interior de São Paulo, deflagra nela uma série de sentimentos contraditórios.
“Elas são como ego e alterego. Há muitas emoções em jogo no espetáculo. Guta abriu mão de muita coisa devido à repressão familiar, religiosa e social, em nome do que achava que era o certo. E chega num ponto de matar ou morrer”, provoca Débora, ciente dos dramas íntimos da personagem. “Ela vive com o coração apertadinho, o dinheiro apertadinho. É uma mulher solteira e sozinha”.
TENHO QUE VER!!!!!! ADORO MONOLOGO!
Autora da peça e dona de uma dramaturgia de forte cunho feminista, Leilah Assumpção que escreveu a peça, observa que, mesmo tendo pautado sua vida longe do que Guta sempre considerou certo, Maribel foi feliz e prosperou. “Guta espera que essa amiga chegue e que Deus a castigue. A ligação entre elas vem da infância, em que as concorrências são cruéis: você tem que ser a mais bonita, a mais inteligente”, observa a autora.
Montado originalmente em 1994 em São Paulo com Claudia Mello sob direção de Fauzi Arap, o espetáculo ganhou o prêmio APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) de melhor texto e volta à cena sob direção de Otávio Müller, direção de arte, figurino e cenografia a cargo de Bia Lessa, iluminação de Lauro Escorel e trilha sonora de Danny Rolland. Para a autora, a presença de Débora Duarte é fundamental: “Só quis retomar a peça porque Débora aceitou fazê-la. Ela é uma atriz extraordinária”.
No ano passado, a dramaturga Leilah Assumpção celebrou 40 anos de atividade. Além disto, tem mais um motivo para comemorar: seu mais bem-sucedido espetáculo, ‘Intimidade Indecente’ (2001) ganhou montagem na Dinamarca. Na Alemanha, a montagem de ‘Adorável Desgraçada’ estreou em 2008.
Avaliando o conjunto da produção de Leilah Assumpção, o crítico Yan Michalski declarou, em 1989: “Uma das personalidades mais fortes da geração de autores que veio à tona no fim dos anos 60 – e também uma das mais censuradas, nos anos do regime autoritário – Leilah tem preservado, na sua trajetória, uma apreciável coerência, criando alguns dos mais fortes personagens femininos da dramaturgia nacional dessas duas décadas; personagens que defendem altivamente os seus direitos e a sua condição de mulheres, através de uma linguagem na qual a veemência, o colorido coloquial e o humor se fundem para criar uma poética muito pessoal”.
Adorável Desgraçada, com Débora Duarte
Teatro Cultura Artística Itaim
Av. Presidente Juscelino Kubitschek, 1830 – tel.: 11. 3258 33 44 www.culturaartistica.com.br
A 11ª edição do FILE - Festival Internacional de Linguagem Eletrônica www.file.org.br- acontece este ano no Centro Cultural Fiesp de 27 de julho a 29 de agosto de 2010, de segunda das 11h às 20h, terça a sábado das 10h às 20h, e aos domingos das 10h às 19h.
A programação ocupa a Galeria de Arte, o Teatro e o Mezanino do Centro Cultural, na Av. Paulista, que recebem a exposição, performances e workshops.
O FILE é o maior festival de arte e tecnologia do Brasil e da América Latina e um dos maiores acontecimentos nesta área, há onze anos vem inserindo o Brasil no contexto mundial da arte e tecnologia, bem como da mídia arte, realizando uma compilação de produções artísticas no campo das artes eletrônicas e digitais e funcionando como um indicador da pluralidade dessas produções. Este ano o FILE realizará duas conquistas culturais: o FILE PRIX LUX e o FILE PAI.
O FILE PRIX LUX é um prêmio internacional destinado a profissionais na área das linguagens eletrônico-digitais, uma iniciativa inédita na América Latina que valoriza a arte do século XXI, viabilizada pela primeira vez pelo Santander por meio da Lei Rouanet. O prêmio recebeu 1.235 inscrições de 44 países e destes 92 foram indicados. A premiação ocorrerá em 26 de julho de 2010, no Teatro do SESI - São Paulo, juntamente com a abertura da exposição do FILE.
A iniciativa foi concebida para complementar as ações do FILE na área das linguagens eletrônicas e digitais, com o intuito de premiar, incentivar e estimular o aparecimento de novos talentos. Além de inovar e agregar diferenciais ao festival, o FILE PRIX LUX imputa valor às manifestações e confere aos artistas contemplados repercussão nacional e internacional.
O FILE PAI (Paulista Avenida Interativa ou Arte Pública Interativa), é um projeto de arte pública que ocupará alguns espaços da Avenida Paulista com obras interativas. Instituto Cervantes, Conjunto Nacional, MASP, Livraria Fnac, estações do metrô, um ônibus circulando pela avenida, além do Centro Cultural Fiesp - Ruth Cardoso compõem o conjunto do FILE PAI.
FILE PAI - Espaço FIESP Kurt Hentschläger - ZEE – Estados Unidos (2º lugar na categoria arte interativa do FILE PRIX LUX)
De 27/07 a 09/08 - seções a cada 30 minutos para um número máximo de 10 pessoas por sessão.
“ZEE” – Ambiente Audiovisual Imersivo Artificial, Neblina, Estroboscópios, Luzes Pulsantes e Som Surround (2008).
O público entra em um espaço ocupado por uma neblina extremamente densa, de forma que os limites, paredes e o teto permanecem sempre obscuros. A impressão visual central de “ZEE” é a de uma arquitetura psicodélica de pura luz. Essa paisagem luminescente abstrata cerca o visitante de forma aparentemente holográfica, sem tela alguma aparente nem um equipamento de projeção presente. Tal impressão efêmera resulta do fenômeno de interferência das ondas de luz e fica sintetizada no cérebro das pessoas, assim tornando-se mais uma “paisagem mental” do que uma percepção óptica do ambiente ao redor.
FILE PAI - Paulista
Vanderlei Lucentini - Omnibusonia Paulista – Brasil (Menção honrosa na categoria sonoridade eletrônica do FILE PRIX LUX)
De 27/07 a 01/08- saídas a cada 1 hora da entrada do Centro Cultural Fiesp - Ruth Cardoso na Av. Paulista.
Omnibus, no substantivo significa paratodos, ônibus. No adjetivo significa aquilo que proporciona muitas coisas simultaneamente, ou que contém ou inclui muitos itens. Um ônibus que fará soar em consonância com o seu deslocamento geográfico uma gama de sons e camadas sonoras que poderão, ou não, ser acionados simultaneamente.
O ônibus sônica se deslocará pela Avenida Paulista contendo uma base sonora contínua, que dialogará com as inserções arquitetônicas do percurso. Essas inserções são casarões, prédios residências e comerciais, e possíveis construções que existirão. Nesses pontos as inserções sonoras incluirão a memória imaterial neles contidos.
As pessoas, artistas e celebridades que habitaram, que habitam ou que habitarão. Haverá onze pontos de cada lado da avenida, totalizando Vinte e dois pontos no total. O trabalho pretende ser uma obra em execução contínua, uma máquina de movimento perpétuo. Cada viagem será uma nova versão do trabalho, o trabalho nunca será igual, porque sempre haverá variações musicais aleatórias para cada um dos pontos pré-estabelecidos.
FILE - Galeria de Arte do SESI-SP
Ernesto Klar – Luzes Relacionais – Estados Unidos/ Venezuela (1º lugar na categoria arte interativa do FILE PRIX LUX)
“Luzes relacionais” (Relational Lights) é uma instalação interativa audiovisual que explora nossa relação com o caráter orgânico-expressivo do “espaço”. A instalação usa luz, som, neblina e um sistema de software customizado para criar um espaço-luz tridimensional de morphing (metamorfose), em que os espectadores participam ativamente, manipulando-o com sua presença e seus movimentos. “Luzes relacionais” é uma homenagem à obra e à pesquisa estética da artista brasileira Lygia Clark.
A obra funciona como um organismo vivo, com ou sem a presença e a interação dos espectadores. Quando os espectadores saem da área de rastreamento ativo, o sistema começa seu próprio diálogo com o espaço através de extrusão e transformação de sequências de formas geométricas luminosas. E quando os espectadores penetram e interagem com o espaço-luz projetado, uma expressão coletiva e participativa do espaço se desdobra.
“Luzes relacionais” amplia o tecido tridimensional do espaço, tornando-o visível, audível e tangível aos participantes. A experiência estética resultante incentiva entre os participantes um processo relacional infinito de moldar o espaço. Raquel Kogan – Reler – Brasil (Menção honrosa na categoria sonoridade eletrônica do FILE PRIX LUX)
A instalação interativa “Reler” consiste em uma prateleira de madeira com 50 livros, semelhante a uma biblioteca. Todos os livros aparentemente são iguais uns aos outros, mesma cor, mesmo tamanho, identificados unicamente por um número dourado estampado na sua lombada. Mas, não são livros comuns, são livros para serem ouvidos e não lidos.
Pequenos trechos prediletos, escolha pessoal de 50 pessoas convidadas a participar da execução da instalação, cada livro tem seu dono e sua voz. Ao abrir um livro, o interator tem seu rosto iluminado por um led, ao mesmo tempo que um sistema embutido de gravação de áudio com circuito integrado, especialmente desenhado para a obra, dispara o som pré-gravado da voz daquele que selecionou esse trecho do seu livro predileto, com no máximo quatro minutos.
FILE Maquinema (2ª EDIÇÃO)
Apresenta um conjunto de filmes construídos, não na realidade em que vivemos, mas em realidades virtuais como as de jogos digitais e de mundos que se encontram na rede. A palavra maquinema surge do encontro das palavras máquina e cinema.
Maquinema é a produção cinematográfica, amadora e profissional, que se faz hoje no mundo virtual; pode ser pequena como um videoclipe ou tão grande como um longa-metragem.
Corndog & Oil Tiger Machinima Team – War of Internet Addiction – China World of Warcraft (WOW) [Mundo da guerra], um jogo online para vários jogadores, estava sofrendo um tratamento injusto, especialmente a nova versão “Wrath of Lich King”, que ainda não foi atualizada. Os jogadores chineses continuam jogando a última versão “The Burning Crusade”, que está online há um ano em outros países. O principal motivo são as empresas e o governo, que lutam por grandes lucros sem pensar no direito dos jogadores: esse é o pano de fundo de “War of Internet Addiction” (Guerra do Vício na Internet).
O objetivo de Corndog, diretor do maquinema, é refletir o verdadeiro sentimento dos jogadores chineses: vários deles não podem jogar a mesma versão que outros jogadores que vivem fora da China. Enquanto isso, o maquinema também satiriza as empresas e alguns burocratas que preferem os lucros à ética profissional.
Workshop: LaboCA - Laboratório de Computação e Arte
De 27 a 30/07 das 14h às 17h no mezanino do Centro Cultural Fiesp - Ruth Cardoso
Os principais assuntos a serem estudados no workshop são:
•Introdução ao universo da arte-computação; •Introdução à programação de softwares usando Processing; •Introdução à programação de hardware usando Arduino; •Introdução ao processamento de som em tempo real usando Pure Data. •Introdução a C++, OpenGL e OpenFrameworks
O workshop contemplará a produção artística, aliada ao processo de experimentação, na qual os alunos irão utilizar o conhecimento adquirido no decorrer das oficinas para construir obras artísticas.
http://www.file.org.br
Entrada franca para toda a programação
FILE - Festival Internacional de Linguagem Eletrônica (exposição)
Local: Centro Cultural Fiesp - Ruth Cardoso - Av. Paulista, 1313 – Metrô Trianon-Masp
Datas e horários: de 27 de julho a 29 de agosto de 2010 - de terça-feira a sábado, das 10h às 20h, às segundas-feiras, das 11h às 20h, e aos domingos, das 10h às 19h.
Informações: (11) 3146-7405 / 3146-7406
Agendamento de grupos: de segunda-feira a sexta-feira, das 10 às 13h, e das 14 às 17h, pelo telefone 3146-7396 / falar com Leni
Recomendação etária: livre
FILE PAI
Local 1: Instituto Cervantes - Av. Paulista, 2439
Datas e horários: de 27/07 a 08/08, de terça a sexta-feira, das 8h às 21h, aos sábados, das 9h às 15h, às segundas-feiras das 8h às 20h
Recomendação etária: livre
Local 2: Conjunto Nacional - Av. Paulista, 2073
Datas e horários: de 27/07 a 07/08 - das 10h às 20h
Recomendação etária: livre
Local 3: Vão livre do MASP - Av. Paulista, 1578
Datas e horários: de 27 a 30/07
Recomendação etária: livre
Local 4: Livraria Fnac - Av. Paulista, 901
Datas e horários: de 27/07 a 08/08 –das 10h às 22h
Recomendação etária: livre
Local 5: Metrô Brigadeiro, Consolação, Paraíso, Trianon-Masp
Datas e horários: de 27/07 a 07/08
Recomendação etária: livre
Local 6: Omnibusonia Paulista (ônibus)
Datas e horários: De 27/07 a 01/08- das 10h às 20h- saídas a cada 1 hora da entrada do Centro Cultural Fiesp - Ruth Cardoso na Av. Paulista 1313.
Recomendação etária: livre
FILE – Workshop Local: Mezanino do Centro Cultural Fiesp - Ruth Cardoso - Av. Paulista, 1313
Datas e horários: de 27 a 30/07
Recomendação etária: livre
Inscrições online através do email: filelabo@gmail.com
FILE - Symposium
Local: - auditório do Instituto Cervantes- Av. Paulista, 2439
Após estrear no ano da França no Brasil, o LACOSTE Evolução Francesavolta em sua segunda edição. E agora o projeto ultrapassa as fronteiras de São Paulo e percorre mais 4 capitais - Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba e Salvador e mostra o eixo cultural França-Brasil buscando o jeito brasileiro de vestir LACOSTE.
Tudo começou em um atelier em Santa Teresa, na capital carioca. Durante o mês de maio, a Evolução colocou em contato 3 representantes da atual cena cultural francesa com 5 artistas brasileiros - um de cada capital.
Juntos - fazendo um mashup de arte, música e moda -, os artistas desenvolveram obras inspiradas no encontro dos dois países e na herança da LACOSTE. Veja o making of dessa experiência aqui que a partir de agosto até o final do ano, vai percorrer o Brasil em eventos especiais em cada uma das cidades, seguindo o conceito de ephemeral exhibitions, com curadoria assinada pela boutique de vanguarda Colette e pelo editor e consultor de moda Daniel Ueda.
Além disso, agora o projeto conta com um time nacional de colaboradores - stylehunters e antenas de conteúdo, responsáveis por mostrar o jeito brasileiro de cada capital, os cliques de Yvan Rodic, o Facehunter, e o que há de mais fresh na França, com a colaboradora Regina Dabdab direto de Paris.
Para reunir todo esse conteúdo gerado, o blog da LACOSTE no Brasil também passou por uma evolução. Com uma nova identidade visual, assinada pelo studio de design Hardcuore, o selo de curadoria da LACOSTE - que evidencia o que há de mais novo em moda música e arte - também junta num só lugar toda a experiência do Evolução Francesa. Para conferir as últimas notícias do Evolução Francesa, é só acessar evolucaofrancesa.com.br
Essa é a lista completa dos evolucionistas de 2010:
[e nada disso seria suficiente se não tivesse um rostinho bonito, mas malvado e ligero!! por trás da Evolução Francesa, srta. Maria Fernanda Vieira, a super manager blogger do projeto!!!]
Faz uns dias fui surpreendida com esse email do meu amigo, arte-educador e artista Igor Girotto:
Olá, pessoal, esse é meu mais recente trabalho artístico. Ficarei 500 dias sem comer doces e, esse vídeo, que faz parte de toda a ação, fala um pouco a respeito. No final, aparecerá um e-mail 500diassemdoces@gmail.com para o qual vcs podem escrever e repartir comigo o relato de sua relação com os doces. Segue o link pro youtube:
http://www.youtube.com/watch?v=SOWpFi2VvR4
beijos e abraços
Igor Girotto
O video é esse abaixo:
(não é problema com áudio, é assim mesmo, sobreposto! é Artchi!!)
Agora ele quer ouvir sua história com o açúcar. Escreva para500diassemdoces@gmail.com
O açúcar é um dos ingredientes mais entorpecentes que existe. Eu acho um super desafio ficar totalmente sem glicose! Mas além do impacto físico, tem o emocional e esse pode enlouquecer!!!!!!!!!!!
Que você acha que vai acontecer com o Igor? Vamos acompanhar?
“Solon Ribeiro, artista cearense com formação na Escola de Arte Decorativa de Paris, tem seus trabalhos voltados para a imagem fotográfica. Como em muitos artistas contemporâneos, há em sua obra uma problematização que leva em conta o fenômeno contemporâneo da saturação de imagens. Para Solon, a imagem é um mistério, razão pela qual precisamos ressuscitar seus aspectos mágicos e metafísicos.”
(Trecho do texto de André Parente)
A exposição ‘Quando o cinema se transforma em fotograma’ de Solon Ribeiro, abre na quarta, dia 7 de junho na Galeria Virgilio.
VOU!
Rua Dr Virgílio de Carvalho Pinto 426 - Pinheiros São Paulo
artevirgilio@uol.com.br
De segunda a sexta das 10-19h; sábados e feriados, 10-17h.
Abertura na 6ªfeira, dia 2 de julho, às 18h na Av. São João, 313 / 2º andar e na SOSO+ Av. São João, 284 / térreo.
YONAMINE é um dos três representantes de Angola na 29ª Bienal de São Paulo. Um artista que recicla memórias e objetos, montando com suas obras uma crítica sutil e bem humorada do seu tempo. Ele tem se destacado no circuito internacional de arte contemporânea, participando de importantes mostras como a Bienal de Veneza, em 2007, a Sharjah Biennial (Emirados Árabes) e a Bienal de Havana, as duas últimas, em 2009.
Já a PRIMEIRA PONTE é parte de um projeto maior, o 3PONTES, que integra a II Trienal de Luanda e se desenha a partir de três momentos diversos da interação entre a África e a Bahia. E ainda remete ao início desta relação entre os séculos XVII e XIX, período da escravidão, apresentando o trabalho de artistas que utilizam linguagens contemporâneas para expressar a forte influência dos eventos na cultura africana. Participam nomes como Mario Cravo Neto, e outros que mais recentemente têm se destacado no circuito local e em eventos internacionais de artes visuais, como o próprio filho de Mario, Christian Cravo, além de Ayrson Heráclito, Eneida Sanches, Gaio Matos, Flavio Lopes e Marcondes Dourado.
A gente se esquece rápido das tragédias …. mas aí vem uma exposição como essa pra nos fazer lembrar! Ainda bem!
A Exposição “O Haiti está vivo ainda lá” trazbandeiras, recortes e garrafas consagradas ao Vodu, que o Museu Afro Brasil – Organização Social de Cultura, inaugura dia 04 de julho ao meio-dia e apresenta cerca de 350 obras inéditas no Brasil que revelam como os símbolos do cotidiano sagrado e profano servem de alicerce para manter a tradição do país que foi terrivelmente atingido por um terremoto, no início do ano.
Além dos objetos sagrados, a mostra apresenta cerca de 70 imagens produzidas pelos fotógrafos Caio Guatelli e Anderson Schneider, enviados ao Haiti para registrar imagens da catástrofe. Há ainda, 11 fotos do pesquisador e antropólogo Pierre Verger, do final dos anos 40.
A curadoria é do artista plástico e maravilhosa pessoa!!! Emanoel Araujo, Diretor-Curador do Museu Afro Brasil. A mostra vai até o dia 29 de agosto. Tem tempo e tem que ir ver!!
No dia 06 de julho, das 10h às 18h30 haverá o Seminário “O Haiti está Vivo Ainda Lá”. Serão três mesas de debate que abordarão “Visão Triangular da Religião do Vodu” com o antropólogo Hippolyte Brice Sogbossi, o artista de bandeira haitiana, Yves Télémaque, a ativista voduísta, Euvonie Georges Auguste e o pesquisador Sérgio Ferretti; “Política e Literatura” com o antropólogo José Renato Baptista e professora Doutora em Letras, Normélia Maria Parise; e “Duas Visões do Terremoto” com Caio Guatelli e Anderson Schneider.
Vagas Limitadas. Informações: (11) 5579-0593 ou agendamento@museuafrobrasil.com.br
O blog A Bordo da Comunicação lança a segunda edição de sua revista, com o tema “Imagem e Opinião Pública nas novas mídias sociais” e traz artigos de profissionais da área de comunicação, abrindo espaço para que os alunos de comunicação também possam divulgar suas ideias.
Há um tempo eu colaborei escrevendo um artigo para o blog (leia aqui!) e agora apoio a revista deles.
LEIA!!!!
A próxima edição da revista contará com o tema “E-agora? Empresas do século XX, profissionais do século XXI”. Para mais informações entre em contato pelo email: revista@abordodacomunicacao.com.br ou siga o blog no Twitter: @blogabordo.
Produtores!!!! interessados em participar do Prêmio Inclusão Cultural da Pessoa Idosa 2010, que está em sua segunda edição e renderá homenagem a cantora e compositoraInezita Barroso, têm até o dia 30 de junho para se inscrever.
As inscrições podem ser feitas por escrito, pelo Correio, ou pela internet, pelo sistema on-line.
O concurso premiará iniciativas culturais que beneficiem, diretamente, pessoas idosas. O Edital disponibilizará R$ 800 mil em investimentos para a premiação de 40 iniciativas que serão contempladas com o valor de R$ 20 mil, cada uma.
O Prêmio Inclusão Cultural da Pessoa Idosa 2010 - Edição Inezita Barroso será voltado para projetos desenvolvidos nas categorias de Teatro, Dança, Música, Literatura, Artes Visuais e outras formas de expressão artística.
O Edital será realizado pela Secretaria da Identidade e Diversidade Cultural do Ministério da Cultura (SID/MinC) e pelo Instituto Empreender, com recursos da Petrobras por meio da Lei de Incentivo à Cultura.
Pela primeira vez, o Instituto Fernando Henrique Cardoso abrirá uma exposição para o público em suas novas instalações. “Um Plano Real” tem a direção artística de Marcello Dantas (Museu da Lingua Portuguesa) e mostra o processo de estabilização da moeda e de controle da inflação que atingia o patamar dos 30% ao mês, além dos transtornos causados pela crise econômica que assolava o país.
O visitante terá acesso a videos, painéis interativos e lúdicos, simulações em máquinas eletrônicas nas quais os jovens poderão vivenciar as dificuldades na tomada de decisões, consultas a terminais e vitrines com documentos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, escolhidos pela curadoria e por Silvana Goulart que é parceira do Instituto Fernando Henrique Cardoso há 6 anos.
Ela trabalhou na organização do arquivo profissional e acadêmico de FHC, vinculado às ciências sociais e referente a atividades de professor, sociólogo e pesquisador. Historiadora, pós graduada pela USP, publicou“Sob a verdade oficial”, que trata da censura e propaganda no governo Getúlio Vargas e foi professora universitária por 10 anos, especializou-se em arquivologia.
Ela ressalta a importância de um centro documental como o iFHC pela iniciativa de propiciar o acesso universal a um acervo orgânico, de interesse público e com potencial para recuperar momentos importantes de nossa história, a riqueza, variedade e curiosidade do acervo presidencial.
Cartas enviadas pela população que relatam as expectativas, pedidos, elogios, criticas e sugestões. Presentes de chefes de Estado como bonecas japonesas, vasos chineses, adornos indianos, máscaras e tapetes africanos, totens, caravelas portuguesas. Da população, chapéus de couro, bonecos de festas folclóricas, santos de barro, tucanos em diversos materiais, vestimentas.
A exposição “Um Plano Real“ será aberta ao público no dia 22 de Junho, terça-feira.
Horário: terças, quartas e quintas-feiras, das 14hs às 18hs. A entrada é gratuita e as visitas deverão ser agendadas www.ifhc.org.br
Local: Instituto Fernando Henrique Cardoso- Edifício CBI - Esplanada -Rua Formosa, 367 – 5º andar - Centro, São Paulo\ SP