post por @Mari_Nassif do blog Manhefilha

...Diário poético-filosófico. Ou, caderninho daqueles pequeninos, capa de couro, pra fazer anotações, recheado de papéis, postais, escritos, uma agenda de memórias. Códice Lili. Moleskine.
June 15th, 2011 — Comunicado, Design, Promoção, criança
post por @Mari_Nassif do blog Manhefilha

June 13th, 2011 — Cultura, Design, Reflexões
“Uma meditação filosófica sobre o privilégio econômico… a fotografia é deslumbrante”
Variety Magazine, EUA.
“Sem forçar, nos provoca a pensar sobre desigualdade, satisfação e esquecimento”
Los Angeles Weekly (EUA)
“Olhar muito raro e muito incômodo sobre a elite brasileira”
Cahiers du Cinema (FRA)
“Um Lugar ao Sol” (Brasil, 2009), doc dirigido por Gabriel Mascaro aborda o universo dos moradores de coberturas de prédio das cidades de Recife, Rio de Janeiro e São Paulo. O diretor obteve acesso aos moradores das coberturas através de um curioso livro que mapeia a elite e pessoas influentes da sociedade brasileira. No livro são catalogados 125 donos de cobertura. Destes 125, apenas 09 cederam entrevistas.
Através dos depoimentos dos moradores de cobertura, o filme traz um rico debate sobre desejo, visibilidade, insegurança, status e poder. Discute o paradigma arquitetônico e social brasileiro.
O site Cinema entrevistou o diretor do documentário e destaco essas duas perguntas:
Em Um lugar ao sol você manipula a vinculação entre verticalização e poder, status, visibilidade. Pode falar um pouco mais sobre isso?
Pude perceber que a ideia de verticalização preenche uma lacuna arquitetônica muito previsível no sentido da dinâmica social brasileira, latina. Adotamos o padrão de verticalização como a ideia de segurança, e com isso vem status, conforto, proteção. Dentro desse modelo estabeleceu-se um apartamento privilegiado que seria a cobertura, com uma vista especial, “com sol e chuva dentro de casa”, como uma das personagens fala. É um processo esquizofrênico conflituoso, que faz pensar uma nova dinâmica social no espaço. Para mim foi curioso trabalhar como a arquitetura infere, espelha e estilhaça esse espelhamento na sociedade.
No Rio as favelas sobem os morros, têm uma vista privilegiada. Como você analisa essa posição arquitetônica e social?
Eles estão mais alto ainda. Na minha leitura existe uma relação da visibilidade com o poder. Naturalmente, quem está mais alto tem mais poder ainda, e a favela tem mais poder do que a própria elite carioca. Só corrobora a ideia da verticalidade e da visibilidade como espaços de disputa de poder. Mas nesse caso quis fechar o filme num recorte de classe média alta, que é pouco retratada no cinema. Não queria cair numa comparação de quem tem mais poder. Ao mesmo tempo queria fazer um filme em que você não visse a pobreza, mas sentisse o cheiro dela, sabendo que ela está ali e alicerça e funda toda essa ideia de verticalização.
June 9th, 2011 — Arte, Cultura, Design, Eu, Exposição
Denise Milan é uma artista incrível, ela desenvolve um trabalho técnico, estético de pesquisa que basicamente usa pedras/minerais como sua meio de expressão. Além disso, pela arte ela promove uma ação educativa e social junto à comunidades das periferias de São Paulo. #euvou nessa exposição dela na Galeria Virgílio.
Ultimamente ando indo à muitas galerias (Baró, Nara Roesler, Marilia Razuk, Vermelho) para ver pequenas exposições de artistas novos e também dos já super consagrados e confesso que tenho tido ótimas surpresas!
Vale a pena! Diferentemente dos museus, em galerias você encontra pequenas mostras mas que nos proporcionam refletir muito sobre o que é visto, peça a peça, obra a aobra, sem aquela enxurrada de informação visual que acontece em grandes museus. Sem contar que para colecionadores é um exercício de apreciação, escolha de acervo particular e ter mais noção de valores.
June 1st, 2011 — Comunicado, Cultura, Design
Amo um brechó, um bazar, uma venda de garagem! Ah, como amo!!!
E sempre indico fraternalmente os mais bacanudos aqui no blog, isso pra vocês depois não me dizerem que eu não avisei onde comprei cositchas bacanas!
Esse é um filet e rola na Vila Madalena! Perfeito! #euvou
May 29th, 2011 — Design
May 17th, 2011 — Cultura, Design, Gastronomia, Viagem
May 12th, 2011 — Design, Reflexões
May 11th, 2011 — Arte, Cultura, Design, Personagens, Pop
Tubeland dominando o mundo!! Vai lá imprime o seu, é de graça e muito simples.
Na casa do Marcos Carneiro a Betty Boop é amiga do Fred Flinstone:
Na revista Minha Casa de abril sairam a Frida e a Carmen Miranda:
No apartamento da Mika Lins: Aristóteles, Mozart, Darth Vader, Popeye, D. Pedro II e Frida
Essa turminha tá lá no Guaçu na casa da Andrea Ceregatti.
E chegou agorinha a estante da Rosana Silva:
Daniella Zylbersztajn foi considerada pelo livro espanhol “The Bags” como uma das novas designers de bolsas mais importante do mundo.
Este ano ela lança sua coleção chamada Híbrido. São clutches, bolsas médias e grandes em nuances de marrom, argila, cinza rato, névoa, off white, preto e marinho e a inspiração foi o origami e os animais.
As dobraduras que se transformam em estruturas tridimencionais e a textura orgânica da arte do origami fazem parte notória das peças. Olha essa clutch de elefante! Amei!!
E as compras são feitas por e-mail, entregues pela própria Daniella que também pode personalizar as bolsas. Muita delicadeza isso!!
April 30th, 2011 — Arte, Cultura, Design, Eu, Viagem
April 13th, 2011 — Comunicado, Cultura, Design, Meus amigos são um sucesso, Street Art
Concreto # Cultura Urbana e Contracultura tô encantada com os cursos de cinema, música, arte urbana, HQ!! Supervanguarda mesmo! E tem um monte de gente que eu adoro no meio disso tudo: Gitahy, Christian Petermann, Caru Albuquerque!
Tem que prestigiar!!!
April 13th, 2011 — Design, Eu, Evento, Exclusivo, Luxo, Trilha Sonora
Como proceder quando se recebe um convite desses e se está há centenas e centenas de quilômetros de distância da Califórnia, mais precisamente bem loooonge do incrível The Standard Hollywood onde vai ser a festinha…??
April 10th, 2011 — Design, Pop
March 11th, 2011 — Arte, Comunicado, Cultura, Design, Eu, Evento
Dia 16 de março, quarta-feira e meu aniversário!! às 10h tem coletiva na Escola São Paulo para apresentar o projeto de inclusão cultural para alunos com deficiência motora através de duas tecnologias: HeadMouse e Teclado Virtual da Indra.
E tô feliz porque dentro desse programa de inclusão cultural vou ministrar três cursos em abril e maio: Como fazer um blog, Como incrementar seu blog, Introdução às Mídias Digitais. Tbém terá curso de história da arte e da moda dentro do programa. Já conheci o software e achei mega incrível a forma como se conduz os comandos com expressões faciais e pequenos movimentos de cabeça.
Com certeza os cursos serão uma oportunidade para alunos e professores se desenvolverem ultrapassando qualquer tipo de limitação física. A internet é o limite! ![]()
February 28th, 2011 — Design
Essas sapatilhas custam em média U$139.00. E daí? O que são U$1390 em sapatilhas??? quero pelo menos 10 modelos!!!!! hahahaha!!
Desejar não custa nada!
Bem-humoradas e bem diferentes essas sapatilhas da Pretty Ballerina, são peças indiscutivelmente protagonistas de looks básicos com jeans e camisetinha branca de malha, saia preta e camisa monocromática, bermuda e camiseta podrinha.
Tipo de sapatilha que eu amo! e faço de tudo pra possuir.
Chique um Mondrian nos pés, hein??!!
Olha esse modelo que pode e deve ser todo customizado com canetinhas!!! Lindo demais!
Os dedinhos de esmalte vermelho! Um xuxu.
Amei essa das máscaras do Teatro. Elegantes né?
A chave que abre o cadeado do sapatinho vermelho!! é uma doçura.
Tudo que tem uma carinha me encanta!
E esse do red ribbon da luta contra a AIDS é demais!!
February 27th, 2011 — Arte, Cultura, Design
December 24th, 2010 — Arte, Comunicado, Cultura, Design, Personagens
Nem todos compartilham o mesmo clima de fantasia das festas de Natal. Mas é inegável que esta época do ano nos influencia à uma doação coletiva. No mundo inteiro as pessoas trocam presentes, compartilham experiências e idéias. É um momento em que todos estão receptivos na expectativa de uma surpresa e temos a chance de surpreender as pessoas.
Faz parte da natureza humana trocar presentes, fazemos isso há milhares de anos. E o ícone maior desse hábito, na cultura ocidental contemporânea é Papai Noel, um mítico senhor de barba branca, casaco vermelho, gargalhada carismática e que na noite de Natal sobrevoa as casas com suas renas voadoras entregando presentes para as crianças.
Quando adultos, nos acostumamos a associar Papai Noel a shopping centers e até as crianças sabem que estes senhores do comércio são representações de um Papai Noel que existe apenas no mundo da fantasia.
Mesmo assim, essa tradição é mantida viva, passando de geração para geração, se adaptando às mudanças do tempo, e por isso inúmeros filmes, desenhos e peças publicitárias circulam o mundo com a imagem do Papai Noel.
Mas como surgiu em nossa cultura a figura desse lendário doador?

Papai Noel emergiu a partir da figura de São Nicolau, bispo que viveu em Myra atual Demre na Turquia em 300 DC e que passou sua vida ajudando crianças pobres. Muitas noites ele saía disfarçado com um casaco de capuz para deixar presentes, roupas e alimentos nas janelas de famílias carentes.
Sua vida inspirou a criação de inúmeras imagens que durante séculos ornamentaram centenas de igrejas na Europa e Ásia, retratando-o como um santo bispo benfeitor de barba escura vestindo tornando-o muito popular como santo patrono das crianças e dos pobres.
Nos paíse germânicos, a crença em Odin, voando pelos céus em seu cavalo de oito patas com sua longa barba branca mesclou-se às características do santo, assim como o folclórico “homem-inverno”, pastor que anuncia o frio enquanto desce as montanhas nevadas conduzindo suas renas para pastos mais baixos.

Até o século XIX, na América, não se sabia muito sobre São Nicolau até que em 1809 o autor Washington Irving publicou o livro satírico ‘Knickerbocker’s History’ que contava a história de Nova York durante a colonização holandesa.
No livro, São Nicolau foi denominado como Sinterklaas e é descrito como um cidadão holandês corpulento, fumando uma espécie de cachimbo, vestindo vermelho, num trenó puxado por renas e nariz de cereja. Irving lançou várias novas lendas sobre São Nicolau, incluindo o hábito de descer chaminés para levar presentes na véspera de Natal.
O bispo venerável havia se tornado um velho gordinho alegre e engraçado. O historiador Charles W. Jones do The New-York Historical Society Quarterly, escreveu um artigo em que faz um cuidadoso relato das evidências de que Papai Noel foi a criação de patriotas norte-americanos.
São Nicolau começou a ganhar a atual forma a partir de 1823 com a publicação do clássico poema de Clement Clark Moore “Uma visita de São Nicolau” também conhecido como “The Night Before Christmas” que lança novos detalhes da vida de São Nicolau, como sua residência no polo norte e os elfos fabricantes de brinquedos, além de toda logística de entregas com o trenó puxado pelas renas voadoras. Moore reuniu em seu livro todos os elementos e personagens do folclore europeu.

Este clássico poema foi publicado inúmeras vezes e ilustrado por diversos artistas. Em 1848 T.C Boyd fez os primeiros esboços mas Felix Darley em 1862 com seu desenho mais universal finalmente definiu a forma a partir da qual se desenvolveria a imagem de São Nicolau com as características modernas.

Foi o traço do cartunista Thomas Nast que deu à figura de Papai Noel sua personalidade e características atuais, como: sorriso aberto e jeito brincalhão ao ilustrar entre 1863 e 1886 os especiais de Natal do Harper’s Weekly Journal.

Ele tbém é responsável pela introdução do nome Santa Claus, uma derivação do holandês Sinterklaas e do alemão Sankt Niklaus.
No início do século XX São Nicolau continua a ser retratado em cartões postais na Europa como o santo bispo “Gift Giver”.

As imagens germânicas mostram Papai Noel como um santo e sábio homem de idade, com longa barba branca e semblante sério, no inverno, com vestes de bispo de cores variadas como marrom, branco, verde, azul, ouro, rosa e vermelho, muitas vezes visto em companhia de crianças. Até bebe cerveja!
Os europeus tentaram resistir ao popular do modelo americano, mas os desenhos de Nast inspiraram inúmeros autores e artistas a desenvolver “O” Papai Noel seguindo o mesmo padrão.

Norman Rockwell foi um artista-plástico que criou na década de 20 e 30 maravilhosas e bem humoradas pinturas com o cotidiano de Santa Claus para a Saturday Evening Posts. Soube que esse desenho de Santa Claus de Rockwell foi avaliado pela Christie’s em 2,5 milhões de dólares!!!
Mas foi Haddom Sundblom, com sua mega-famosa série de retratos bem realistas de Papai Noel para a Coca-Cola entre os anos 30 e 50, tudo impulsionado por sua imensa publicidade de massa que consolidou a figura definitiva do Papai Noel americano, e que se tornaria uma referência mundial confundindo sua origem real.

Hoje há milhares de filmes, livros, desenhos animados, peças publicitárias, brinquedos que reforçam as características deste clássico Papai Noel e que continuam adicionando novas lendas.

São Nicolau, o bispo de Myra que encarnou a generosa atitude de compartilhar riquezas com os pobres tornou-se um no século XX um ícone do capitalismo ocidental…No futuro, sua imagem continuará mudando com o mundo. Acompanhe!! Vamos ver no que vai dar.
Feliz Natal!!
(Post que teve a mega contribuição do meu amor @souzacampus)
December 22nd, 2010 — Comunicado, Design, Reflexões
Mas se isso já não bastasse, pense em perder também além da casa, tudo o que você tinha dentro dela, de bens materiais como fogão, tv, colchão, geladeira, lavadora a fotos de família, documentos, roupas, objetos pessoais de valor sentimental e até alguns familiares queridos….
Dito isso, fica claro que nada fragiliza mais do que estar sem um teto depois de uma tragédia! Imagina não dormir direito, não ter mais suas coisas, ter que começar tudo de novo e ainda lidar com o trauma (pq perder casa não é o tipo de coisa que pede licença pra acontecer).
Eu nunca cheguei a passar por isso na pele, nem imagino o que seria. O mais próximo disso que já vivi foi há uns 8 anos num momento que precisei vagar, e contar com a solidariedade dos outros durante um mês. Isso até que o apê que aluguei ficasse vago e eu pudesse me mudar.
Deixei minhas coisas num depósito e vivi com uma mochila, metade do tempo na casa da Paty Pousa e a outra metade na casa do @Souzacampus, na época meu namorado. Era dureza, mesmo estado hospedada em duas casas deliciosas…Sabe o que é querer um pouco de privacidade, tomar um banho mais demorado, andar pelada……Mas não rolava, afinal não estava em minha casa! E olha que eu queria o supérfluo!
Agora imagina essas pessoas que sofrem com enchentes, deslizamentos, que assistem a chuva levar seus lares por água abaixo e depois vão parar em albergues e escolas públicas sem infra decente e que se transformam em alojamentos provisórios???
Sensibilizou? Então preste atenção e faça algo!!
A ong Um Teto para meu País – Brasilfaz um trabalho digníssimo! E por isso quero te convidar para que se torne um sócio do Teto e doe uma quantia mensal fixa para a instituição. Assim você vai ajudar muitas famílias a melhorar sua qualidade de vida com a construção de casas emergenciais. Se cadastrar, é fácil e rápido.
Com certeza dar casa a quem mega precisa é o melhor a se fazer para ajudar uma família a se reestruturar.
Eu tô nessa!
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Um Teto para meu País (UTPMP) é uma organização não-governamental latino-americana sem fins lucrativos liderada por jovens de países da América Latina. Todos os dias milhares de estudantes universitários e jovens profissionais de todo o continente trabalham em conjunto com as comunidades das regiões mais marginalizadas para melhorar sua qualidade de vida a partir da construção de casas de emergência e programas de habilitação social. No Brasil, tem sede na cidade de São Paulo.
December 19th, 2010 — Arte, Comunicado, Design, Livros, Luxo, Poéticos
Achei a coisa mais rica do mundo! Meu fetiche por livros ficou atiçado!
November 21st, 2010 — Arte, Comunicado, Cultura, Design, Evento, Meus amigos são um sucesso
Arte africana contemporânea debatida em uma oficina com a minha amiga que é arte-educadora e pesquisadora: Solange Ardila. Imperdível.
A oficina vai apresentar a grande variedade de obras elaboradas por artistas africanos na contemporaneidade, a fim de que sejam ampliadas as percepções sobre a produção artística deste continente e a reflexão sobre o que é identidade no mundo de hoje.
A partir das discussões geradas, os participantes serão convidados a desenvolver um processo criativo.
No Paço das Artes -USP no dia 27 de novembro das 14h às 17h.
Público: jovens e adultos, artistas em formação e interessados em geral. Gratuito
Inscrição por telefone (11) 3814-4832 / ramal 4 ou mediante envio de e-mail para: educativo@pacodasartes.org.br.
Seleção por ordem de inscrição. 40 vagas.
Só lembrando o poder que a arte africana tem hoje e sempre teve é que o Cubismo genial de Picasso tem tudo a ver com o design da máscaras africanas que ele viu na exposição do Trocadero em Paris em 1905.