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Itinerários, Itinerâncias

Para entender e refletir!! Seminário Decantações nesta sexta dia 2 e sábado dia  de dezembro às 11h e às 15h. GRATIS!!!!

Com curadoria de Cauê Alves e Cristiana Tejo, a 32ª edição da mostra bienal do MAM-SP tem como tema Itinerários, itinerâncias e traz cerca de 40 artistas de diversas partes do país, além de alguns estrangeiros com maior ou menor inserção no cenário nacional.

A ideia de Itinerários, itinerâncias surge da percepção dos curadores Cauê Alves e Cristiana Tejo de alguns aspectos da realidade artística de hoje, relativos ao tempo e aos deslocamentos implícitos nesse meio, não só no Brasil, mas no mundo todo. Com a globalização e a volatilização das fronteiras, os artistas viajam cada vez mais para participar de exposições e residências e em alguns casos passam mais tempo em trânsito do que nas cidades em que vivem.

O Panorama 2011 pretende ser uma plataforma de debate e análise sobre o que perdura e torna-se produto final em contraponto à velocidade e quantidade de processos e realizações, e de deslocamentos que têm muitas vezes por objetivo a criação de uma obra dentro de determinado contexto, artificial na medida em que não é o ateliê nem a cidade onde vive o artista. As obras selecionadas trazem em si características duais como impermanência e perenidade, presença e ausência, formalização e improviso.

Dessa forma, a exposição não ocupará o museu apenas no âmbito dos espaços de exibição, mas de forma abrangente, explorando a estrutura do museu como um todo, seja a biblioteca, seja o Educativo, fazendo com que o próprio MAM-SP seja um espaço de entrecruzamentos e conexões.

Participam da 32ª edição do Panorama da arte brasileira: Alberto Bitar, Amanda Melo, André Severo e Maria Helena Bernardes, Ateliê Aberto, Breno Silva e Louise Ganz, Bruno Faria, Cadu, Capacete, Chiara Banfi e Kassin, Cildo Meireles, Detanico Lain, Ducha, Gaio Matos, GIA, Héctor Zamora, Jailton Moreira, Jarbas Lopes, Jonathas de Andrade, Jorge Menna Barreto, Letícia Cardoso, Lourival Cuquinha, Lucia Laguna, Marcelo Coutinho, Marco Paulo Rolla, Nicolás Robbio, Oriana Duarte, Pablo Lobato, Paula Sampaio, Pedro Motta, Raphaël Grisey, Raquel Garbelotti, Ricardo Basbaum, Rodrigo Bivar, Rodrigo Matheus, Romano, Sara Ramo, Virginia de Medeiros e Wagner Malta Taveres.

O Sertão da Caatinga dos Santos, dos Beatos e dos Cabras da Peste

Brasil de Lampião e Padre Cícero, lado a lado, num convite para a abertura da exposição é genial!!!

O Museu Afro Brasil que fica lá no Parque Ibirapuera, abriu a exposição “O sertão: da caatinga, dos santos, dos beatos e dos cabras da peste” que vai de 21 de outubro de 2011 a 01 de abril de 2012.

A mostra tem aproximadamente 800 obras, entre pinturas, esculturas, gravuras, ex-votos, roupas, fotografias, instalações e documentos. Com curadoria de Emanoel Araujo, a mostra tem colaborações do Museu Histórico do Ceará, Fundação Joaquim Nabuco, Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas e Instituto Arqueológico Histórico e Geográfico de Pernambuco.

#eu vou

Natureza Impermanente

“Natureza Impermanente” de Kilian Glasner apresenta, em sua primeira individual
em São Paulo, dez desenhos em grande formato feitos com pastel seco sobre papel e uma
intervenção no piso da galeria realizada com adesivo em vinil nas cores branco e laranja.

A mostra questiona as diferentes formas de representação da paisagem, onde os desenhos
funcionam como portais para o infinito, convidando o espectador a um passeio por um mundo
imaginário. O piso da galeria recebe uma representação em colagem feita a partir de medidas
exatas a uma pista de atletismo oficial. O espectador interage ao caminhar pela exposição e partir
dos fragmentos de pista, ele pode recriar a pista inteira na imaginação.

“Natureza Impermanente” – Kilian Glasner
Galeria Moura Marsiaj
até 08 de novembro de 2011, de terça a sexta-feira, das 10h30 às 19h, sábado, das 12 às 18h
Rua Mateus Grou, 618 – Pinheiros – Telefone: (11) 3031 1061
contato@mouramarsiaj.com.br

#euvou

A gente S2 Krajcberg

O Museu Afro Brasil inaugura a exposição KRAJCBERG, o Homem e a Natureza no Ano Internacional das Florestas, com 31 trabalhos em suportes diversos, como esculturas, relevos, back-light e fotografias, algumas delas inéditas, celebrando os 90 anos de vida de Frans Krajcberg e prestando uma homenagem ao Ano Internacional das Florestas, decretado pela ONU.

Com curadoria de Emanoel Araujo, o artista e ativista ambiental solta novamente seu grito em defesa da natureza e chama a atenção para a destruição das florestas brasileiras. Uma escultura inédita, de 4,5m, será exibida na mostra, bem como inúmeras fotografias registrando as queimadas e devastação que destroem a riqueza natural defendida por Krajcberg. Abertura dia 7 de julho.

#euvou com minha amiga Fabiane Del Nero que incluisive trabalhou em Paris com o artista! mto chique!!! ;)

***

Krajcberg – O Homem e a Natureza no Ano Internacional das Florestas

Esta exposição dedicada à obra de Frans Krajcberg celebra os seus 90 anos de vida e a sua
eloquente defesa da natureza brasileira.

Ele é mesmo um homem feito de grandes paixões. Um eterno encantado e um defensor perpétuo da natureza. Ele traz dentro de sua alma peregrina as matas e florestas do Brasil, onde ele próprio colhe o que
dela sobra para realizar sua obra de grandes esculturas, de relevos que ele chama de sombras.

As sobras das matas, são mais que sobras, são o que resulta das atrocidades praticadas contra natureza do Brasil. São as queimadas. São as derrubadas de florestas inteiras com suas arvores centenárias. São os desmatamentos ao sabor do latifúndio e das madeireiras. E ele chora o desaparecimento dos Ipês, dos Jacarandás, das Aroeiras, dos Vinháticos, das Imburanas, dos Gonçalos Alves, dos Cedros, dos Paus Ferros, essa grande profusão de madeiras nobres que um dia habitaram o que se chama Mata Atlântica.

Ele se revolta porque sabe que aqueles seres não voltarão nunca mais, e que ali de onde foram arrancadas, surgirá qualquer coisa menos as arvores, que por séculos tiveram suas raízes fincadas ali, no sul da Bahia, ou do Norte ao Sul do Brasil, acompanhado a costa atlântica brasileira ou entrando em Minas Gerais até o centro do país.

Ele foi muito mais longe, ao Amazonas, com amigos na defesa das matas de lá, com manifestos,
mas tanto faz. E ai ele se revolta ainda mais,quando descobre as atrocidades deixadas nas matas ao seu redor e sobra um rastro empretecido e agonizante de tocos, um rastro desolador de tristeza e morte.

Mesmo assim, com caminhante errante ele procura mo meio da fumaça aterradora da destruição as sobras, os pedaços de arvores carbonizadas, como seres mutilados que ele recolhe para fazer renascer nas suas obras, uma proposta para a continuidade de tudo que se perdeu e que agora se acha incorporada na sua obra de arte.

Mais apaixonado ainda ele registra, fotografa, faz denuncias. Como uma voz rouca e perturbadora, clama por justiça e nada. Mas ele aprendeu na sua dura vivência, a ser um teimoso como todo artista deve ser , esbraveja, grita como um rebelde defensor das matas, das florestas, da vida afinal lá dentro com seus bichos, seus pássaros, suas flores, seus frutos e essa é e será a continua defesa de sua grande paixão.

A natureza brasileira. Frans Krajcberg, na sua longa vida artística, como gravador, escultor ou fotografo esteve irmediavelmente ligado as terras do Brasil. Aqui ele construiu sua grande obra com as formas da natureza, como folhas, flores, as ondulações das areias as marcas deixadas pelas águas do mar ou pelo rio, são como grandes digitais da natureza que seu olhar percebeu as acentuadas texturas, dessa harmoniaperturbadora, dessa filigrana traçada em mil ramificações densamente habitada, uma trama maravilhosamente tecida, criada pelos caprichos da natureza do Brasil. Ai é que seu encantamento se tornou cativo, escravo mesmo de todo esse universo criado por um ser supremo da vida.

A grande luta desse brasileiro nascido na Polônia,que todos ou quase todos conhecem e admiram, quando nas suas exposições pelo mundo afora revelam as obras surpreendentes e magníficas saídas da sua invenção. Uma invenção dela mesma, ou o desejo da reinvenção da natureza, pela qual sua vida esteve e
estar irremediavelmente unida de corpo e alma para sempre.

Companheiro solitário da natureza, ele vaga como um tigre pelos caminhos intermináveis para perenizar as coisas simples criadas por um Deus da beleza. Solitário mensageiro, defensor das matas, das mais profundas entranhas de onde nasce o verdor das arvores, de sua inteireza, contra as nefandas mãos dos desalmados.

Mensageiro da esperança, dono do poder das transformações, ele é um descobridor da beleza e do poder de fazer surgir no meio das mais profundas florestas carregadas do silêncio e da intocabilidade a sua voz de defensor eterno e apaixonado.

Agora a Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, publica uma seleta de suas fotografias no seu calendário anual onde revela a beleza colhida por esse grande amante da natureza do Brasil. Essas formas de cores quentes captadas pela magia da sua lente são a mais inegável demonstração de sua luta por salvar a beleza que ainda vive nas nossas matas.

Ele é um cultivador dos seres vivos que acolhidos pelo seu olhar, se abrem para o sol, e se mostra em seu esplendor como se exalasse uma fragrância de mágicos odores, de brilhos, de cores, de beleza de muita beleza, de vida e muita vida que Frans Krajcberg registra e é mais que um registro ,é uma descoberta cheia de esperanças para mostrar de que, nem tudo estar perdido neste mundo.

E assim ele nos convida a fazer mais forte o seu eco irradiador em defesa das nossas matas, das
florestas que ainda nos sobram como a esperança e a beleza que emanam de sua obra.

Emanoel Araujo
Junho de 2011


foto: Renato Targa

Achei esta foto em que a Luisa estava com 3 anos na exposição do Krajcberg na Oca onde pudemos também conhecer o artista de perto! ;)

Quartzoteca - A linguagem escondida das Pedras

Denise Milan é uma artista incrível, ela desenvolve um trabalho técnico, estético de pesquisa que basicamente usa pedras/minerais como sua meio de expressão. Além disso, pela arte ela promove uma ação educativa e social junto à comunidades das periferias de São Paulo. #euvou nessa exposição dela na Galeria Virgílio.

Ultimamente ando indo à muitas galerias (Baró, Nara Roesler, Marilia Razuk, Vermelho) para ver pequenas exposições de artistas novos e também dos já super consagrados e confesso que tenho tido ótimas surpresas!

Vale a pena! Diferentemente dos museus, em galerias você encontra pequenas mostras mas que nos proporcionam refletir muito sobre o que é visto, peça a peça, obra a aobra, sem aquela enxurrada de informação visual que acontece em grandes museus. Sem contar que para colecionadores é um exercício de apreciação, escolha de acervo particular e ter mais noção de valores.


Vanderlei Lopes - 7 Quedas

O artista Vanderlei Lopes ocupa todo o espaço da galeria Marilia Razuk com obras inéditas. Além de um vídeo, trabalhos realizados com bronze, água, ouro, chumbo e terracota, materiais caros à tradição da escultura, revelam uma retomada de suas reflexões acerca dessa linguagem. O título “7 Quedas” se refere a gravidade, ao peso ou a suspensão em jogo nessas obras, e, por outro, alude ao sentido cristão, das quedas na via crucis, presente na arte ocidental, desde o pré-renascimento.

Boa pedida para aproveitar e visitar minha amiga Fabiane Del Nero que trabalha na galeria!

Natureza Humana -Jaime Prades


Não posso deixar de ir! porque é do lado de casa: Instalação emprocesso de Jaime Prades - Ateliê Aberto na Virada Sustentável 2011.

somosTerra - exposição e livro

Recebi da querida Ana Augusta Rocha esse convite bacana de mais um feito da sua editora Auana!
SOMOS TERRA, tem uma abordagem de conexão do homem com o planeta e é um livro ilustrado por uma exposição.

E nos dias 04 e 05 eles estarão abertos das 8 as 24h dentro da Virada Sustentável no Parque Ibirapuera. #euvou vamos?

Perfil

 

AM Galeria Horizonte abre a coletiva Perfil expondo 40 obras de vinte artistas, em suportes diversos como pintura, escultura, fotografia, objetos, obras em papel, grafiti que, sob curadoria de Angela Martins, inauguram o novo espaço cultural na cidade de São Paulo. A seleção dos trabalhos para a exposição pretende investigar o modo como nos relacionamos com o outro, contamos nossas histórias e nos comunicamos.

A mostra coletiva é composta por trabalhos de artistas do acervo da galeria e traz nomes como Franz Weissmann, Adriana Rocha, Ana Michaelis, Ana Pinheiro, Farnese de Andrade, Dan Fialdini, Fernando Ribeiro, Humberto Guimarães, Jorge dos Anjos, José Bento, Leonora Weissmann, Liliane Dardot, Marcos Coelho Benjamim, Mário Zavagli, Nelson Screnci, Nydia Negromonte, Ozi, Paulo Queiroz, Roberto Mícoli, Rolf Behm.

#euvou

O Polvo & a Arte

Vi essa expo na Choque Cultural no final de semana passado! Incrível!

No sótão, lustres, sombras, papel de parede e tentáculos de louça criados pelo artista Adam Wallacavage se combinam com o bom e velho aquário da galeria e seus peixes beta, compondo um cenário interessante, dark mas não sombrio. Rococó surrealista.

Corre pra ver! últimos dias!!

Magritte, seu lindo!

No ano passado numa das seções da revista PIX me pediram pra dar uma indicação de video. Na hora mandei o video institucional do Museu Magritte, um dos lugares mais incríveis do mundo!

Me lembrei que ainda não tinha postado o video aqui no blog. Aproveite e assista agora:

Mostra Live Cinema

A III Mostra Live Cinema é uma mostra expositiva de trabalhos de Live Cinema, Live Images e de performances audiovisuais que acontecerá no teatro do Oi Futuro em Ipanema, na cidade do Rio de Janeiro dos dias 1 a 5 de dezembro de 2010.

A terceira edição da Mostra apresentará 16 atrações nacionais e internacionais baseadas no fazer ao vivo (no live) com o uso de softwares e hardwares de manipulação de imagem, som, dados e luz em tempo real.

Neste ano, a curadoria do festival selecionou 16 projetos. Os dois representantes estrangeiros vêm da França: Yroyto e Nohista. O primeiro, além de artista é o curador do festival francês VisionSonic, referência européia em live cinema.

Na parte nacional, os 12 trabalhos selecionados são divididos em três linhas diferentes de pesquisa: cinema ao vivo, composição audiovisual e performance.

O nome “LIVE CINEMA” ou “Cinema ao Vivo” foi usado originalmente para classificar uma sessão de cinema silencioso, que tinha a execução de música ao vivo durante a sua apresentação. Mas isso foi no século passado, hoje o termo diz respeito à execução simultânea de sons e imagens por artistas visuais que apresentam suas obras ao vivo diante dos espectadores.

O termo “CINEMA” deve ser entendido de maneira mais abrangente, porque diz respeito a todas as diferentes formas de produção e exibição de imagens em movimento, com o objetivo de se proporcionar ao público a vivência de uma experiência audiovisual.

Os artistas - que apresentam seus trabalhos na forma de composições audiovisuais, remixes de filmes consagrados e/ou em obras experimentais de investigação conceitual ou de linguagem - não concebem mais uma obra acabada, mas uma possibilidade de articulação de seus elementos em combinações e re-combinações que nunca se repetem criando uma obra/experiência/performance audiovisual única e intransferível.

Entre Tantos: Geraldo de Barros

Antes de mais nada, fico feliz em ver mais um trabalho que tem curadoria de Renata Sant’Anna e da amiga Valquíria Prates, a pessoa mais doce nesse universo! E tem produção de outra fofa que faz acontecer, a multi Roberta Martinho.

Mas vamos falar dessa expo, afinal ela trata do que?

Apesar da fotografia estar cada vez mais presente no cotidiano das crianças por meio de máquinas digitais e telefones celulares, grande parte do público infantil e adulto também, ainda não reconhece a fotografia como obra de arte.

Geraldo de Barros apresenta um olhar único, particular, mostrando que a fotografia acontece não apenas na máquina, mas na relação entre o olho e a imagem. Entre o negativo e a imagem resultante da ação do artista sobre a película.

Geraldo de Barros foi o primeiro artista no Brasil a pesquisar novas formas de produção da imagem a partir da câmera fotográfica. Partindo da observação do real, ele transformava as imagens captadas do lado de fora, dentro do laboratório, recortando, sobrepondo, raspando e pintando sobre os negativos. Neles o artista fazia interferências, criando novas imagens que não correspondiam à realidade captada pela máquina, mas à suas ideias de construção de espaços. Geraldo usava os negativos como se fossem as matrizes de uma gravura, com as quais ele podia criar infinitas imagens.

A exposição voltada para o público infanto-juvenil pretende facilitar o entendimento das pesquisas de Geraldo de Barros e a importância de sua obra no panorama artístico atual. Para aproximar o público do universo da fotografia, tem algumas surpresas na mostra, como um varal cheio de objeto provavelmente desconhecido pelo público, mas que fascina crianças e adultos pela magia da descoberta da imagem em uma caixa tão pequena.

Além dos monóculos, outra experiência que aproxima o visitante da magia da fotografia é a presença de uma câmera escura onde as crianças poderão entrar e ver a imagem do espaço expositivo invertida, de cabeça para baixo, refletida no interior dessa grande caixa preta, por meio de uma lente que atravessa a parede externa desta sala expositiva.

A publicação de um catálogo/brinquedo especialmente concebido para o público infantil permite a construção de suas próprias imagens a partir de recortes de reproduções de fotografias do artista. Esta publicação possibilitará uma maior aproximação com as propostas do artista, independente da presença do educador ou da visita em grupo escolar.

Em 2011, as curadoras pretendem lançar o livro brinquedo Entre, dedicado à produção de Geraldo de Barros na Coleção Arte à Primeira Vista.

Imperdível!!

“Entre tantos: Geraldo de Barros” de 04 de dezembro a 20 de fevereiro, de terça a domingo, das 9h às 21h na CAIXA Cultural - Edifício Sé (Praça da sé, 111), na Galeria Neuter Michelon (1° andar). Grátis.

Imaginária Paisagem - o mundo reinventado pela fotografia

#vouver

Recebi o convite da Cris Gorissen que tem dois trabalhos na exposição: Imaginária Paisagem - o mundo reinventado pela fotografia tem curadoria de Eder Chiodetto e fica até dia 20 de dezembro na Escola Panamericana da Rua Groenlandia, 77.

Queda



A Central Galeria de Arte Contemporânea inaugura no dia 13 de novembro, sábado agora às 16h, com mostra individual de pinturas da artista Monica Rizzolli, uma querida que trabalhou comigo em exposições na Oca e faz um tempo que não vejo mas sigo acompanhado o trabalho dela. A expo Queda tem 11 telas em tinta acrílica e vinílica em texto de apresentação da curadora e crítica Fernanda Lopes.
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Trecho do release
Bachelar, água e dinamismo
Habituada a trabalhar em séries, Monica encontrou na leitura de A Água e os Sonhos, do francês Gaston Bachelard (1884-1962), um ponto de partida para esta série, que guarda profunda relação com a imaginação material da água e as associações simbólicas relacionadas ao estudo de seu ciclo. Os planos improváveis e a suas interpenetrações coabitam o universo simbólico da artista, refletidos que são em sua indistinção formal entre terra, água e ar. “No que diz respeito ao movimento, água e ar têm a mesma dinâmica”, atesta a artista.

Chinoiserie
A viagem para a China em maio deste ano também pode ser uma possível chave de leitura para a série, porém aplica-se mais ao uso do desenho que da pintura propriamente dita. Ainda que a riqueza de padrões e os excessos rítmicos insinuem um flerte com o kitsch, a profusão de linhas e suas orientações dinâmicas têm nas cores um atenuante para essa primeira leitura. A agilidade do percurso do olhar pelo viés do desenho não se choca com a escolha cromática e o que antes parecia excesso torna-se quase orgânico.

Jenny Holzer em NYC

Jenny Holzer é artista conceitual. Trabalha com palavras e com projeções de pequenos textos em superfícies inusitadas. E porque tem palavra e a materialização das palavras, sou huge fan de jenny!!

Dia 4 de novembro abre em NYC uma retrospectiva do trabalho dela e quase surtei quando recebio o convite da Skarstedt Gallery.

This exhibition is comprised of benches, plaques, painted signs, electronic LED signs and a Laments sarcophagus, covering a decade of Holzer’s oeuvre from the late 1970’s to the late 1980’s. It aims to reintroduce the diverse use of media comprising Holzer’s historically iconographic works, as well as explore the use of text and language throughout the artist’s early career.

On view in the ground floor gallery is a set of five red granite benches, which incorporate text from Holzer’s Survival series (1983-85). Installed in a circular formation, the benches reflect their original installation conceived for the rotunda of the Guggenheim in 1989. Etched with text from the Survival series, the benches declare authoritative slogans such as “THE BEGINNING OF WAR WILL BE SECRET.”

On display in Gallery one is an installation comprised of black and white benches from the series known as Under a Rock and Living. Solid and elegant, the benches’ benign appearance is contradicted by the provocative text engraved on their surfaces.

In Gallery two, the combination of LED signs from the 1980’s, a Laments drawing and sarcophagus creates a unique contrast from the regimented rhythm of the benches in gallery one. The green text streams through the electronic signs while the monolithic sarcophagus solemnly rests on the ground.

Flávio de Carvalho rocks!

Imperdível!!

Flávio de Carvalho (1899 – 1973) foi um artista brasileiro. Pintor, desenhista e arquiteto modernista, Carvalho estudou a relação entre a moda e os movimentos da história entre os anos 30 e 50.

O resultado desse trabalho foi publicado semanalmente no suplemento feminino do Diário de São Paulo entre março e outubro de 1956.

Lembrando que ele também é o artista homenageado na 29ª Bienal Internacional de São Paulo e ficou famoso por andar de saia e blusa em 1956 pelo Viaduto do Chá numa performance.

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A expo do MuBE

C&A apresenta a exposição “Flávio de Carvalho desveste a Moda da Cabeça aos Pés”

Os textos de Flávio de Carvalho constituem o primeiro estudo sobre moda produzido no Brasil, e é por sua relevância que, embora tenha falecido justamente nos anos que antecedem o período tratado pela exposição, os anos 80, a importância que sempre creditou à moda, e o corpo de conceitos que ele elaborou serviram de guia para essa mostra.

As imagens foram distribuídas de acordo com temas relacionados às partes do corpo. Tais como: cabeça, cabelo, pensamento, sonho, visão geográfica, joias, ombro, cintura, pernas, calça, pontas do corpo, bailado, sapatos e pés.

Cada tema é representado por um conjunto de imagens, que enfatiza aspectos que se repetem nos últimos 30 anos e outros que são de momentos isolados. E para cada grupo foram utilizados excertos de textos de Flávio de Carvalho, que iluminam os aspectos representados e fornecem aos visitantes chaves de leitura.

Cerca de duzentas imagens são utilizadas no total, todas extraídas de uma extensa pesquisa nos acervos de diversos fotógrafos brasileiros. São fotos das décadas de 80, 90 e 2000 que retratam de forma ampla as transformações sociais na moda: das ombreiras oitentistas que refletiam o poder recém adquirido das mulheres, passando pelo look masculinizado de terninhos em cores neutras e pouca maquiagem dos anos noventa até os anos 2000 em que a ausência de tendência e o consumo instantâneo refletem o espírito do tempo.

Tudo retratado pelas lentes de grandes fotógrafos de moda como Bob Wolfenson, Gui Paganini, Jacques Dequeker, Daniel Klajmic, Klaus Mitteldorf, Thelma Vilas Boas e Vânia Toledo, entre outros.

“Flávio de Carvalho desveste a Moda Brasileira da Cabeça aos Pés” vai de 15 de outubro a 14 de novembro, sempre de terça a domingo, das 10h às 19h no MuBE – Museu Brasileiro de Escultura, Av. Europa, 218. Entrada franca.

A Bienal e a(s) Pixação(ões)

Em 2008 acontecia a 1ª Expo Internacional de Stickers, mostra q fiz a produção executiva. Por conta da expo, por ter estudado, gostar muito de arte de rua e tbém por valorizar extremamente a manifestação artística off-galeria, dei uma entrevista para o Fantástico logo após a invasão e a pixação da 28ªBienal, aquela da edição do vazio [vergonhoso].

Aqui nessa matéria vc pode ver uma retrospectiva dos fatos:

Naquele mês da entrevista recebi centenas de comentários anônimos aqui no blog me xingando, etc e tal…nada que se parecesse com um movimento artístico defendendo suas ideias, mas sim a um comportamento de grupo, de gangue querendo agressão.

Eu já troquei ideia com gente q esteve lá na Bienal em 2008 e q me disse q o grupo desandou…q partiu pros socos e pontapés a hora q se deu conta do tamanho da encrenca…

Mas antes de começar o post pra valer, quero dizer o q eu penso do pixo. A pixação é uma manifestação das artes visuais, e eu nem sempre achei assim. Estética é um outro quesito, em arte gosto não se discute.

Claro que é mais fácil alguém curtir um muro grafitado lindamente com um trabalho, um desenho massa do que curtir um muro todo cheio de letras ilegíveis, assim como é mais fácil para o senso comum gostar de uma pintura figurativa a uma abstrata.

A expressão em si da pixação acontece num cenário de poluição estética, ou por que não dizer de violência visual, de violação ao patrimômio, do risco de vida e atualmente o suporte preferido do pixo é a obra alheia exposta em Bienais de Arte.

[perceba q ao longo de 2 anos não houve nenhum atentado à exposições no Brasil, e hoje tivemos um ataque à 29ªBienal. Veja fotos abaixo.]

Mas q me incomoda é:

-a violência de alguns pixadores.

O q me intriga é:

-essa relação como se fosse uma ‘mulher de malandro’ e que a Bienal de SP ‘interpreta’ perante o grupo.

Enfim, fiquei mais uma vez bem triste dessa vez com o incidente porque já estive nessa edição da Bienal de SP e vi trabalhos magníficos!!fiquei muito empolgada para voltar várias vezes.  #bondedabienal

Sinceramente, nem achei tão absurdo os trabalhos dos pixadores que participam dessa edição, só achei óbvio, pq com certeza a intervenção poderia ser mais viva [e menos enlatada logo de primeira!!] como as fotos da Pixação SP.

Foto q fiz na 29ªBienal da foto do Pixação SP. 'Arte como crime, crime como arte'

Sim, a Bienal precisa de uma bússula além das que já tem no cartaz pra encontrar o caminho:

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PARTE 2 do post:

Marcela Tiboni é amigona já falei dela em vários posts! e abro espaço aqui para uma reflexão sobre o posicionamento da Bienal frente aos pixadores e dos pixadores frente a Bienal. Marcela redigiu esse email e enviou aos amigos hoje de manhã [ela me autorizou a reproduzir na íntegra]

“Invasão, pichação, agressão, desrespeito. Até quando a Bienal vai permitir isso, eu me pergunto?

É com irritação e revolta que leio os novos casos de pichação nesta Bienal, mas confesso que não acho surpreendente a reincidência dos casos. Eu fazia parte da equipe de supervisão do educativo da 28º Bienal de São Paulo, e estava trabalhando junto da minha equipe composta por 30 educadores quando a Bienal foi invadida as 19h por cerca de 50 pichadores.

A história veiculada na imprensa foi a de que os pichadores invadiram, picharam e conseguiram fugir. O que vi naquela noite foi um pouco diferente. Eu vi visitantes e membros da imprensa aplaudindo a ação, eu vi inúmeras pessoas fazendo um cordão de isolamento para proteger e auxiliar a fuga dos pichadores e, pior, eu vi e sofri as agressões deixadas pelo caminho da fuga.

Eu fui “premiada” com uma voadora na altura do estômago por um pichador que tentava fugir pela rampa e como não via espaço para a fuga entre aqueles que estavam na rampa ele “abriu espaço” com um chute e assim me tirou da sua frente, o bombeiro que vinha logo atrás me segurou para que eu não caísse pelo guarda-corpo, mas ele também não teve sorte, foi agredido por outro pichador com um soco no rosto e teve seu rosto e farda pichadas por outro pichador, os seguranças que pouco podiam fazer também levaram socos, chutes e pontapés. O resultado não foi só um protesto sujo como o que vimos na imprensa, mas sim agressões físicas que foram parar na delegacia.

Foi com profunda revolta que soube que os pichadores seriam convidados a participar desta edição, nada me fazia enxergar o convite com outro tom que não o de “premiação” pela invasão, sujeira e agressões físicas. Eu teria de visitar a Bienal e contemplar uma obra daquele que me agrediu? Nunca fui capaz de entender este convite.

Agora leio sem espanto, mas com nova revolta, que pichadores, novos ou reincidentes não sei, foram ao pavilhão e picharam a obra de Nuno Ramos e na marquise a obra d Kboco. Será que na 30º Bienal os pichadores serão convidados especiais, ou de honra, pelos próximos curadores?

Ainda me pergunto: ingenuidade da curadoria em achar que ao convidá-los conseguiriam impedi-los de novo ataque? Eis a resposta. Espero que desta vez ninguém se machuque, que as equipes de educadores, seguranças, limpeza e bombeiros não sofram nenhum tipo de agressão física e que a reflexão gere discussão e não coroação do erro.”

por Marcela Tiboni

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Aqui as novas pixações e que pelo q foi apurado até o momento é do o grupo que agiu dois anos atrás.

Estrutura construída por Kboco, feita em parceria com o arquiteto Roberto Loeb.

Pichador cortou a rede de proteção da obra, por volta das 18h15, e escreveu 'Liberte os urubu" (sic) (Foto: Filipe Araújo/Agência Estado)

[não vou entrar no mérito da obra do Nuno Ramos com os Urubs pq é assunto pra outro post]

Pintura Conceitual

Por ter tido o privilégio de ter trabalhado ao lado dessa pessoa querida e super amazing, fiquei feliz quando vi esse convite para a abertura da sua exposição em Toronto no Canadá. Alex Pillis tem um trabalho interessante dentro do campo das artes visuais e filosóficas.

Simplesmente sem palavras sobre esse trabalho dele! Lindo!

“I have decided to become a conceptual painter “
opening: September 18th, Saturday 2pm - 8pm Peak Gallery - 

Alexander Pills - Theoretical architect, artist and curator based in São Paulo. Born in Rio de Janeiro and lived in Canada from 1974 to 1997.

Pilis is founder of Archimemoria, www.architectureparallax.netand theblindarchitect.com non-profit organizations established to engage theoretical collisions in architecture, art, science and perception. Pilis is now developing a feature film entitled The Blind Architect. He has taught at Univ. of Toronto; Architecture and Fine Art Departments from 1983 to 1995, Mecad- New Media Sabadell, 2000 and Elisava Pompeu Favro master architecture programme, Barcelona 2001-05. Pilis has delivered lectures and organized-constructed exhibitions, workshops and symposiums in various museums, architecture and art schools in Canada, Brazil, Germany, Spain and the UK.

 

Sorte é ajudar: Redken corta Aids & Keith Haring

Tudo começou com esse flyer no inbox do meu email na sexta feira passada. Marquei hora e fui.

E foi assim que meio sem saber, orquestrava uma semana incrível em que tudo em volta só podia dar muito certo.

Às 9h em ponto de uma segunda cinza-nublada as usual em SP, eu estava na nave-mãe da L’oreal pra cuidar do cabelo. Delícia necessária! Mas não era um dia normal nem um salão comum era o dia do Redken Corta Aids no QG da L’Oreal. 

Da recepção até o corte, tudo foi super gostoso. A equipe fazia questão de explicar pra todos que estavam lá no que consistia a ação Redken corta AIDS, depois durante a aplicação do tratamentos tudo era demosntrado nos mínimos detalhes. Eu gostei, achei bemmmm profissa!

E, claro, tive mega sorte, sempre tenho né?? Depois de fazer a cauterização a frio, decidi dar uma aparada no corte. Acabei tendo a sorte de cair na tesoura do Redken artist John Miyata [ele sabe tudo de cachos] hair stylist que recentemente cuidou do cabelo de Jesus Luz, o namô da diva-mor, Madonna.

Ele deu uma arredondada no meu corte, ficou ótimo. Não tinha como dar errado né?

Saca o John Miyata e Jesus Luz

 Ah, voltando e explicando…o Redken corta AIDS é uma ação que faz parte da Cut-a-Thon, um projeto idealizado pela marca em Nova York. O principal objetivo desta ação é mobilizar a sociedade em prol de causas sociais. No Brasil, a renda obtida vai para a Sociedade Viva Cazuza.

Pra tudo isso acontecer profissionais de salões do país inteiro vão disponibilizar um dia de trabalho e fazer tratamentos Redken (Escova Catiônica Gloss ou Cauterização a Frio) por R$ 50 – detalhe: o preço de mercado varia de R$ 250 a R$ 300. Claro que a Redken oferece os produtos sem custo.

Os R$50 pagos são uma doação integral!!

Eu fui nesta segunda, você pode ir em um dos salões participantes nas datas marcadas
As quatro unidades do Studio W já aderiram e o Jacques Janine de Belo Horizonte. A lista de todos os salões participantes, com as respectivas datas, está disponível no Twitter @REDKEN_BR, no blog http://redken-br.blogspot.com/ e no Facebook.

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A Redken Corta AIDS patrocina e apresenta a exposição “Keith Haring – Trabalhos Selecionados”, que traz 94 obras do artista que retratou a cultura nova-iorquina na década de 1980. Ativista e portador do HIV, ele criou a Keith Haring Foundation para ajudar crianças com aids.  Ele faleceu por complicações causadas pela doença em 1990 mas a fundação continua em atividade!


Vá ver a exposição que agora ainda está em SP até 05/09  CORRE!!! Na Caixa Cultural - Av. Paulista, 2083 Terça a sábado das 9h às 21h Domingos e feriados das 10h às 21h

E depois vai ao Rio de Janeiro – De 28/09 a 14/11 Na Caixa Cultural Av. Almirante Barroso, 25 Terça a sábado das 10h às 22h Domingos e feriados das 10h às 21h