...Diário poético-filosófico. Ou, caderninho daqueles pequeninos, capa de couro, pra fazer anotações, recheado de papéis, postais, escritos, uma agenda de memórias. Códice Lili. Moleskine.
Tenório é tetracampeão paraolímpico na categoria até 100kg. O atleta conquistou a primeira medalha de ouro de 1996, quando competiu em Atlanta, e ganhou ouro nas três edições dos Jogos Paraolímpicos subseqüentes. A deficiência veio ainda criança, quando em uma brincadeira de estilingue perdeu a visão. Ele foi campeão mundial em 2006; campeão Paulista meio-pesado no judô convencional em 2008, e ouro no Parapan do Rio de Janeiro em 2007. É um dos poucos do mundo a competir tanto em Paraolimpíadas quanto em campeonatos regulares, onde é geralmente o único deficiente visual, como no Campeonato Paulista Master de 2008, de onde saiu campeão.
Experimenta tirar Antônio Tenório da Silva de ceguinho!
Nesta sexta-feira estréia o filme “B1 – Tenório em Pequim” que contará sua história da medalha de ouro para o Brasil no judô nas Olimpíadas de Pequim.
O filme é bem pequeno, uma história excelente de superação pessoal e sobre a luta diária de um cego.
As datas de estréia são:
03/09: RIO / SAMPA / CURITIBA / POA
10/09: BH / BRASILIA
17/09: RECIFE / SALVADOR / FORTALEZA
As salas e os horários ainda não foram divulgados.
A estreia de Z.É (Zenas Emprovisadas) aconteceu em 2003, em um pequeno espaço no Rio de Janeiro e tornou-se sucesso de bilheteria, com sessões lotadas até hoje. Para comemorar os sete anos em cartaz, Fernando Caruso, Gregório Duvivier, Marcelo Adnet (MUSO) e Rafael Queiroga apresentarão a maratona de improvisação no HSBC Brasil, nos dias 30 e 31 de julho (sexta e sábado), às 21h30.
Vencedor do Prêmio Shell em 2005 e assistido por mais de 100 mil pessoas, os atores se renovam a cada apresentação com a participação do público, que sugere cenas que serão interpretadas na hora.
Com uma hora de duração, o espetáculo é dividido em três blocos:
Um esquete de humor (diferente a cada apresentação) - com elenco.
Uma aula ao vivo de teatro (diferente a cada apresentação) - o diretor convidado prepara uma aula surpresa e propõe exercícios de improvisação aos atores, comentando objetivos e resultados para a plateia.
Jogos de improvisação fixos - o público sugere frases e inventa situações que serão vividas pelos atores, com coordenação do diretor convidado. Os jogos de improvisação são os mesmos, contudo com sugestões e resultados completamente diferentes. Tudo ao vivo e a cores, feito na hora.
“O que fazer quando as histórias que a gente se conta começam a ficar desgastadas?”
Quem questiona é Débora Duarte, que buscou nessa pergunta o pontapé inicial para compor a personagem que lhe dá a chance de estrelar o primeiro monólogo da sua carreira, iniciada ainda na infância, aos seis anos em ‘Adorável Desgraçada’.
A atriz se enche de coragem para estar sozinha em cena, mas muito à vontade, na pele de Guta, mulher na faixa dos 50 anos que aguarda ansiosamente a visita de Maribela, aquela que foi sua melhor amiga. Enquanto a primeira sempre obedeceu a rígidos padrões de comportamento, a segunda viveu sua vida como bem quis.
Maribel se casa na Itália, ganha dinheiro como contraventora e quando anuncia por uma carta que vem visitar a amiga, que mora no interior de São Paulo, deflagra nela uma série de sentimentos contraditórios.
“Elas são como ego e alterego. Há muitas emoções em jogo no espetáculo. Guta abriu mão de muita coisa devido à repressão familiar, religiosa e social, em nome do que achava que era o certo. E chega num ponto de matar ou morrer”, provoca Débora, ciente dos dramas íntimos da personagem. “Ela vive com o coração apertadinho, o dinheiro apertadinho. É uma mulher solteira e sozinha”.
TENHO QUE VER!!!!!! ADORO MONOLOGO!
Autora da peça e dona de uma dramaturgia de forte cunho feminista, Leilah Assumpção que escreveu a peça, observa que, mesmo tendo pautado sua vida longe do que Guta sempre considerou certo, Maribel foi feliz e prosperou. “Guta espera que essa amiga chegue e que Deus a castigue. A ligação entre elas vem da infância, em que as concorrências são cruéis: você tem que ser a mais bonita, a mais inteligente”, observa a autora.
Montado originalmente em 1994 em São Paulo com Claudia Mello sob direção de Fauzi Arap, o espetáculo ganhou o prêmio APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) de melhor texto e volta à cena sob direção de Otávio Müller, direção de arte, figurino e cenografia a cargo de Bia Lessa, iluminação de Lauro Escorel e trilha sonora de Danny Rolland. Para a autora, a presença de Débora Duarte é fundamental: “Só quis retomar a peça porque Débora aceitou fazê-la. Ela é uma atriz extraordinária”.
No ano passado, a dramaturga Leilah Assumpção celebrou 40 anos de atividade. Além disto, tem mais um motivo para comemorar: seu mais bem-sucedido espetáculo, ‘Intimidade Indecente’ (2001) ganhou montagem na Dinamarca. Na Alemanha, a montagem de ‘Adorável Desgraçada’ estreou em 2008.
Avaliando o conjunto da produção de Leilah Assumpção, o crítico Yan Michalski declarou, em 1989: “Uma das personalidades mais fortes da geração de autores que veio à tona no fim dos anos 60 – e também uma das mais censuradas, nos anos do regime autoritário – Leilah tem preservado, na sua trajetória, uma apreciável coerência, criando alguns dos mais fortes personagens femininos da dramaturgia nacional dessas duas décadas; personagens que defendem altivamente os seus direitos e a sua condição de mulheres, através de uma linguagem na qual a veemência, o colorido coloquial e o humor se fundem para criar uma poética muito pessoal”.
Adorável Desgraçada, com Débora Duarte
Teatro Cultura Artística Itaim
Av. Presidente Juscelino Kubitschek, 1830 – tel.: 11. 3258 33 44 www.culturaartistica.com.br
Deve ser incrível!!! Quero muito ver esse filme! Recebi convite pra pré-estreia que será amanhã de manhã mas não posso ir…(tenho gravação do video para a @FundacaoBoticario). Vou ver direto um dia desses no cinema.
Pelo trailler e a sinopse já dá pra se encantar!! ADORO documentários!! E essa história é bem encantadora.
Era 21 de outubro de 1967. No Teatro Paramount, centro de São Paulo, acontecia a final do III Festival de Música Popular Brasileira da TV Record. Diante de uma plateia fervorosa - disposta a aplaudir ou vaiar com igual intensidade -, alguns dos artistas hoje considerados de importância fundamental para a MPB se revezavam no palco para competir entre si. As canções se tornariam emblemáticas, mas até aquele momento permaneciam inéditas.
Entre os 12 finalistas, Chico Buarque e o MPB 4 vinham com “Roda Viva”; Caetano Veloso, com “Alegria, Alegria”’; Gilberto Gil e os Mutantes, com “Domingo no Parque”; Edu Lobo, com “Ponteio”; Roberto Carlos, com o samba “Maria, Carnaval e Cinzas”; e Sérgio Ricardo, com “Beto Bom de Bola”. A briga tinha tudo para ser boa. E foi. Entrou para a história dos festivais, da música popular e da cultura do País.
“É naquele momento que o Tropicalismo explode, a MPB racha, Caetano e Gil se tornam ídolos instantâneos, e se confrontam as diversas correntes musicais e políticas da época”, resume o produtor musical, escritor e compositor Nelson Motta.
O Festival de 1967 teve o seu ápice naquela noite. Uma noite que se notabilizou não só pelas revoluções artísticas, mas também por alguns dramas bem peculiares, em um período de grandes tensões e expectativas. Foi naquele dia, por exemplo, que Sérgio Ricardo selou seu destino artístico ao quebrar o violão e atirá-lo à plateia depois de ser duramente vaiado pela canção “Beto Bom de Bola”.
O documentário Uma Noite em 67, dirigido por Renato Terra e Ricardo Calil, mostra os elementos que transformaram aquela final de festival no clímax da produção musical dos anos 60 no Brasil. Para tanto, o filme resgata imagens históricas e traz depoimentos inéditos dos principais personagens: Chico, Caetano, Roberto, Gil, Edu e Sérgio Ricardo.
Além deles, algumas testemunhas privilegiadas da festa/batalha, como o jornalista Sérgio Cabral (um dos jurados) e o produtor Solano Ribeiro, partilham suas memórias de uma noite inesquecível.
Como eu não podia ir, a minha filhinha Luisa foi representando o blog na pré-estreia de Shrek para sempre em 3D :))) que rolou na quinta-feira e voltou cheia dos toyzinhos do McLanche Feliz e ainda me contou o filme todo!!!!! Admiro a memória dela! fofa!!!
Me trouxe uma foto linda e impressa que tirou com o @souzacampus, pronta pro meu porta-retrato que faltava na minha mesa da LiveAD.
Mas de toda história, a parte que mais adorei foi quando uma hora que ela me disse que o Shrek assinou um papel sem olhar e por isso foi enganado pelo Rumpelstichen ! E emendou bem séria: “Não pode assinar as coisas sem olhar né mamãe?”.
Olha que amor, uma menina de 4 anos já sabe uma das maiores máximas da vida!
Olha que bas found!! Ceninhas da nova novela das 7 (da Globo, lógico!!) e que vai entrar no ar dia 19 de julho, vem e rememorar minha infância (abafa o caso! pq já faz 25 anos q a novela passou). O remake de Ti Ti Ti tem moda, fofoca, vingancinha, comédia…e tudo em HDTV. ADORO!!
“Solon Ribeiro, artista cearense com formação na Escola de Arte Decorativa de Paris, tem seus trabalhos voltados para a imagem fotográfica. Como em muitos artistas contemporâneos, há em sua obra uma problematização que leva em conta o fenômeno contemporâneo da saturação de imagens. Para Solon, a imagem é um mistério, razão pela qual precisamos ressuscitar seus aspectos mágicos e metafísicos.”
(Trecho do texto de André Parente)
A exposição ‘Quando o cinema se transforma em fotograma’ de Solon Ribeiro, abre na quarta, dia 7 de junho na Galeria Virgilio.
VOU!
Rua Dr Virgílio de Carvalho Pinto 426 - Pinheiros São Paulo
artevirgilio@uol.com.br
De segunda a sexta das 10-19h; sábados e feriados, 10-17h.
Foi lançado recentemente pela Europa Filmes o DVD do filme ‘Maradona by Kusturica’(Espanha/ França 2008-90 minutos) o documentário tem direção e roteiro do ioguslavo Emir Kusturica. Pinta um retrato íntimo de Maradona por grande fã de futebol que o diretor é. Tem imagens de arquivo de Maradona e uma entrevista com Kusturica. O filme já rodou os festivais de Cannes 2008, Mostra de São Paulo e Festival do Rio 2009.
Maradona é uma figura. Sem dúvida é o personagem da Copa deste ano. Tô bem curiosa pra ver o filme.
Emily Blunt é ‘A Jovem Rainha Vitória’ no filme que estreia nos próximos dias. [Perdi a pré-estreia]. Amaria ter ido porque esses filmes com mega figurino são demais, não perco.
E nesse caso também fico mais louca pra ver porque sempre amei a história da monarquia inglesa, os casamentos arranjados, os complôs, as ligações perigosas, e no caso a rainha Vitória foi uma das únicas, senão a única monarca que se casou por amor de verdade.
Olha que cartazes maravilhosos tem o filme! Vou ver!!
Eu provei todos os anéis no Cidade Jardim no dia da pré-estreia de Alice! Algumas das peças são mais conceituais na minha opinião, mais bonitas de se apreciar do que de usar. Pra mim jóia é arte e merece ser apreciada como tal. Afinal não é porque eu não tenho cacife pra comprar um Picasso que eu não vou achar o máximo as obras. A minha lógica é essa!
Essa versão menor do ‘Gato’, que estou mostrando na foto, é bem possível que alguém com 1.60 de altura, como eu, possa usar sem pender o corpo pra frente.
Eu na loja da H.Stern do Cidade Jardim. Foto: Renata Ruiz
A vencedora foi Marcela de Oliveira!!! comentário nº16.
Viva ela!!!
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E quem não quer ver esse filme?
E quem quer ganhar 02 ingressos pra ir lindo(a) e acompanhado(a) assistir esse filme que é além da imaginação! Eu já assisti e mais que recomendo! Vou rever!!!
Participe! A mecânica é bem simples como sempre, para ganhar um par de ingressos e ver ‘Alice in Wonderland’ deixe seu nome e seu email certinho nos comentários deste post até quinta-feira 15/4 ao meio-dia! Eu farei um sorteio básico e pronto!
Fica de olho nesse post que publicarei o nome do felizardo e mandarei tbém um email avisando pra quem ganhar poder se preparar psicologicamente com uma certa antecedência.
Os ingresso são para a sessão desta quinta-feira, 15/4 às 21h no Shopping Eldorado, em São Paulo e o gentilíssimo patrocinio dessa promô é do Rogério Bonfim aka @goodend da VIRTUALNET mkt digital. Agradeçam a ele! Que foi super desapegado e ofereceu pro sorteio aqui no blog!
Eu vivo no país das maravilhas mesmo! Isso porque, sem parecer esnobe, recebi 3 convites pra pré-estreia de ‘Alice’ do deuso-mor Tim Burton! É muita generosidade do universo! “Aceitei” o da querida Ellus! E de qualquer forma aparecerei pra ver e dar um oi pras meninas da H.Stern e da Disney.
Então, amanhã: beijo não me liga, porque vou mesmo pro cinema curtir de oclinhos 3D a melhor história de todos os tempos! Na volta, faço o devido relatório pros meus queridos leitores.
E olha só aqui embaixo cada coisinha fofa que vem na onda do filme, já todo trabalhado no licenciamento de produtos!!
As lindas camisetas da ELLUS JEANSDELUXE (tem masculinas tbém e tem vestidinho nessa coleção outono-inverno 2010):
“Esquecer é também perdoar o que não seria perdoado se a justiça e a liberdade prevalecerem (…) Esquecer o sofrimento passado é perdoar as forças que o causaram…Contra essa rendição ao tempo, o reinvestimento da recordação em seus direitos, como um veículo de libertação é uma das mais nobres tarefas do pensamento.”
Herbert Marcuse, Eros e Civilização
‘Solo de Sara Antunes resolve as memórias escravagistas de um Brasil infante que não cresce.’
Valmir Santos, Folha de São Paulo
Peça inspirada no conto homônimo de Monteiro Lobato, o monólogo ‘Negrinha’ conta a história de uma menina negra que não tem nome e por isso é chamada por todos pelo apelido que identifica sua cor, sempre no diminutivo.
[Câmara Cascudo diz que o nome inicia a existência religiosa e civil da criatura, sem nome não há identidade social e individual. Afinal uma das 1ªs coisas q aprendemos é dizer 'meu nome é fulana', o existir começa no nome mesmo]
Estrelada por Sara Antunes, o texto aborda o fim da escravidão através da perspectiva da escrava criança que vai se referir aos outros pelas cores de suas peles também. Não espere clichê! A atriz não é negra
A peça veio bem recomendadíssima pelo amigo jornalista Fred Itioka.
E é grátis em Salvador!!! (vai Cintia Covre!) no Instituto Feminino da Bahia nos dias 03, 04 e 05 de março às 20h.
Instituto Feminino da Bahia
Rua Monsenhor Flaviano, 02
Politeama - Salvador - BA
Tel.: 71 3329.5522 - 3329.5220 www.institutofeminino.org.br
“Piedade” é um espetáculo teatral que apresenta um encontro póstumo em que se defrontam as três figuras centrais de um crime passional famoso ocorrido em 1909 e conhecido como “A Tragédia da Piedade”.
Nesse crime Euclides da Cunha, o brilhante escritor de “Os Sertões”, buscou vingar sua honra indo armado de encontro ao amante de sua mulher Anna da Cunha, que mesmo após o escândalo da traição e da morte de Euclides casou-se com Dilermando de Assis, um jovem campeão de tiro que matou Euclides em legítima defesa.
Lembrando que 7 anos depois do 1ºcrime mais uma tragédia aconteceu: Euclides da Cunha Filho tenta vingar a morte do pai, mas é morto por Dilermando. Novamente o militar é absolvido pela Justiça e perdoado por Anna. E nesse meio tempo, Dinorá irmão de Dilermando perdeu os movimentos da perna devido ao tiroteio com Euclides da Cunha e depressivo acabou se suicidando.
Na peça Euclides, Anna e Dilermando são colocados frente a frente depois da morte, revivendo e reconversando sobre os fatos acontecidos, num colóquio em que cada um tem a chance de dizer aquilo que nunca foi dito, na tentativa de reconstruir sua imagem diante do outro. Flash de cenas, depoimentos, memórias, fragmentos de cartas, diários, diálogos trazem à tona os fatos e sentimentos que antecederam, culminaram e sucederam o famoso crime.
Entrevista com elenco da peça (coisa fina!):
A peça “Piedade” tem direção de Johana Albuquerque , dramaturgia de Antônio Rogério Toscano, com os atores Leopoldo Pacheco, Jacqueline Obrigon e Daniel Alvim.
De Quarta a Sábado às 19h30 e Domingo às 18h até 21 de Março no Teatro do CCBB que fica na Rua Álvares Penteado, 112 – Centro – São Paulo - SP
Ingressos: R$ 15 (inteira) | R$ 7 (meia entrada para estudantes, professores, funcionários e correntistas do Banco do Brasil e maiores de 60 anos) Bilheteria das 10h às 20h (11) 3113-3651/3652 www.ingressorápido.com (11) 2163-2000
Estacionamento conveniado na Rua da Consolação, 228 (Ed. Zarvos) com transporte gratuito até às proximidades do CCBB
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Assisti a minissérie sobre esse caso em 1990 na TV Globo e fiquei bem impressionada, tinha só 15 anos, ainda idealizava o mundo e lia ‘Madame Bovary’, ‘O Primo Basílio’ e ‘Capitu’ e percebia que aquilo tudo sempre convergia para triângulos amorosos literários belíssimos provocados por projeções fantasiosas de personagens embuidas do espírito de que amar é sofrer, então vale matar e morrer por amor. Quando vi a minissérie recontando um caso real e contemporâneo dos meus livros que constatei que o clima filosófico de uma época permeava sim a vida real e vice-versa e ninguém na verdade nunca saberá se a arte imita a vida ou ao contrário.
Ficam fazendo um auê em cima do que essa moça disse, por que disse e como disse.
Que é drogada e sem noção. Mas que que é isso gente??????????
Eu conheço milhões de Carolinies felizes e doidas assim. Gente louca sim!!! E daí. Loucura do bem total.
Sim, eu sou assim também.
Por isso eu apóio MUITO Carolinie Figueiredo! @_carolinie
E olha que eu nunca tinha visto essa atriz antes, mas soube por fontes críticas que ela tem um personagem bacana em “Malhação”.
Boa sorte pra ela que renovou com a Globo até 2012 (seus invejosos)!!!
[foi sempre isso que a minha mãe me disse: "Você só se junta com gente louca"].