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O sexo e o salto.

Segundo cientistas italianos da Universidade de Verona, na Itália, o uso do salto alto, acima de sete centímetros, fortalece os músculos da perna e da região pélvica, o que faz com que as mulheres sintam contrações mais intensas na hora do sexo e isso aceleraria o orgasmo.

(se for isso mesmo eu tô bem slow motion porque só ando de sapatilha baixa, sandálias rasteiras e tênis. Pressa pra que?)

Mas ok! o que eu posso deduzir disso num olhar nada científico mas esperto é que quando a mulher tá disposta, se arruma e sobe no salto é porque ela tá segura de si e é meio óbvio que quando tá lá transando tudo vai rolar melhor.

Agora esse estudo é meio complexo porque dá a entender que o esforço de se equilibrar em cima de um salto 15 seria uma forma de exercitar o ponto G.

Como assim?? Segundo outros cientistas o efeito não será maior se o salto usado for mais alto, tem que haver proporção entre o tamanho do pé e a altura do salto.

E para os pesquisadores, o estudo pode ser um ponto de partida para a descoberta de exercícios e técnicas que estimulem a região pélvica.

(o que o Tantra já diz há milênios mas os ocidentais não quiseram acreditar)

Mas vamos às explicações: os ‘testes’ foram feitos com 66 mulheres, com menos de 50 anos.

(gente!!! imagina o teste: a mulher calça o sapato de salto, depois encontra uma ‘presa’, transa e cronometra o tempo que demorou até gozar e vai trocando o salto, colocando um mais alto do que o outro pra ver se agiliza a coisa toda…)

Mentira!!!! O teste foi assim: em pé e paradas, as mulheres ficavam em uma rampa que simulava a altura e a inclinação de um salto com 5 centímetros de altura, mudando a altura e o tempo, assim os pesquisadores perceberam com eletrodos que para cada variação de situação de altura, havia um reflexo diferente na musculatura da região pélvica.

Enfim, que salto alto é fetiche a gente sabe, um dos maiores ícones que no imaginário traz conotação erótica, o que a pesquisa faz é confirmar o potencial físico terapêutico do sapato.

O Bem Amado, a microssérie

Olha as irmãs Cajazeiras

Um dos maiores sucessos do cinema nacional em 2010, o filme “O Bem Amado”, do diretor Guel Arraes, ganha versão para a televisão em quatro capítulos e será exibido pela Rede Globo entre os dias 18 e 21 de janeiro, logo depois do BBB11. Ao todo, a microssérie ‘O Bem Amado’ terá 26 minutos além dos 107 originais. Com cenas extras, as tramas paralelas do filme ganharam mais destaque e a edição modificou o ritmo da narrativa.

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Na versão de Guel Arraes para o texto do dramaturgo Dias Gomes, Marco Nanini interpreta o lendário Odorico Paraguaçu, prefeito da pequena Sucupira, cuja meta principal é a inauguração do cemitério municipal. Usando de recursos não muito ortodoxos, ele finaliza a obra, mas o problema é que ninguém morre na cidade. Em sua trajetória para produzir um defunto, surge Ernesto (Bruno Garcia), o moribundo primo das irmãs Cajazeiras – interpretadas por Andrea Beltrão, Zezé Polessa e Drica Moraes –, aliadas do prefeito. Em Sucupira, porém, o primo vai de mal a melhor. Com a ajuda do fiel (e ingênuo) assessor Dirceu Borboleta (Matheus Nachtergaele), Odorico, então, contrata o temido cangaceiro Zeca Diabo (José Wilker). Mas contra os desmandos da prefeitura, o político terá que enfrentar a oposição comandada por Wladymir (Tonico Pereira) e Neco Pedreira (Caio Blat). Para complicar ainda mais, Neco e Violeta (Maria Flor), a filha do prefeito, se apaixonam. E está armado o circo para a “sátira política brasileira por excelência” – como Guel define o texto de Dias Gomes.

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A dupla Guel e Nanini é íntima da história de Odorico. Juntos, montaram a peça “Odorico, o bem amado, os mistérios do amor e da morte”, cujo texto inspirou o filme, a novela e a minissérie que a TV Globo exibiu nas décadas de 70 e 80, com Paulo Gracindo no papel principal. Para o cinema, algumas adaptações foram feitas para atualizar as situações do texto original. “As Cajazeiras, por exemplo, que eram beatas, se tornaram peruas. Odorico é muito mais urbano, muito mais um bacharel que assimilou mal a faculdade, fala difícil para impressionar, perdeu um pouco daquele ‘coronelzão’”, explica Guel Arraes. Assim, o diretor acabou criando sua própria comédia política e de vaudeville.


Brechó da Alice

Tô sabendo que no dia da inauguração do brechó da simpática Alice Zanetti, o DJ Pomada da FunHELL vai dar uma canja, lá pelas 15h30. Então anota: dia 16 de outubro, sábado no Super Cool Market na Rua Purpurina na Vila Madalena (entre a R. Girassol e R. Harmonia).

#euvou

Enconte a minha amiga Alice Zanetti e seu brechó no:

Facebook (www.facebook.com/alicezanetti82),

Twitter (www.twitter.com/alicezanetti)

Orkut (http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=204244940595917139),

Tumblr (www.maisalice.tumblr.com)

Hiperreal

Presta atenção, tem novo programa da série “Hiperreal”, dirigida por Kiko Goifman e o tema da semana será: stickers.

Eu pela Expo Stickers e @souzacampus mostrando sua exposição no Sesc Vila Mariana, demos entrevistinha falando do assunto. Com certeza quero ver como ficaram as imagens da abertura da EXS na El Cabritón e as do Sesc com os crânios que o Edu adesivou.

Recebi da produção a sinopse:

Pode estar no alto de um poste, em um muro, uma placa ou lata de lixo. A arte do Sticker (que pode ser traduzido por adesivo) é uma forma de transmitir uma mensagem, manifestação ou simplesmente um jeito diferente de decorar a rua. Foi introduzido na década de 90 por grupos urbanos da cultura alternativa. O movimento já se tornou um ícone urbano da cidade de São Paulo.

Nesta sexta 8 de janeiro às 21h
 é a estreia.

Reprises:
9/jan sábado às 01h e 23h
10/jan domingo às 20h
11/jan segunda às 05h e 15h
12/jan terça às 09h

Para sintonizar o SescTV: Canal 3, da Sky. 
Nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro 
Canal 137 da NET Digital. 
Em outras cidades consulte: www.sesctv.org.br

Twin Peaks foi o meu Crepúsculo (graças a Deus)

Mensagem de Natal à moda Twin Peaks:

Natal é época de agradecer, então agradeço aí:

Muito obrigada David Lynch por existir!!!!!! Por ter feito Twin Peaks e que a série tenha sido transmitida pela Globo em 1991, quando eu era uma pirralha! Twin Peaks foi o meu Crepúsculo. Ai não sabe como eu agradeço!!! Eu fui, sou mto viciada nisso! outro dia aluguei a série e foi maratona Twin Peaks non stop pra recordar, igualzinho criança que assiste 100 vezes o mesmo desenho animado.

Você, que só sabe de Crespúsculo, dê uma olhada nos videos que mostram bem porque a série arrebenta:

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E essa fofura de Twin Peaks de Playmobil!!! Como não amar???

A minha Maysa agora é de todo mundo

Maysa é minha cantora preferida desde criança. Minha avó Ondina tinha os discos todos dela e eu achava o máximo aquela mulher de atitude misteriosa, delineador nos olhos verdes, o cabelo arrumado feito juba de leoa! (isso é um elogio imenso pq eu gostaria de me pentear assim hoje em dia). Pois foi esse visual que me atraiu primeiro. As capas dos discos me enfeitiçaram. E foi por isso mesmo que com uns 7 anos pedi de aniversário um disco dela de presente.

Ah….mas tinha a música! e aí fui aprendendo as canções. Confesso que “Meu mundo caiu” sempre está na minha cabeça como quote of the day. Quando é que o mundo da gente não cai hein? Pois é isso mesmo “Se meu mundo caiu \ Eu que aprenda a levantar”. Guarde essa pra a você!

Essa tendencinha minha ao que o senso-comum chama de ‘fossa’ mas que eu chamo de ‘meu momento comigo’ existe desde de que sou pequenina. Sempre andei com caderninhos pra lá e pra cá, escrevendo diarinhos, poeminhas e musiquinhas no diminutivo.  Graças ao bom-senso nunca me aventurei a cantar nada pois sei a voz e ouvido que tenho.

Outra coisa que somente hoje percebo no comportamento de Maysa é uma característica que tenho em alternar momentos muito introspectivos com outros de extroversão além dessa sede imensa de viver DEMAIS.

Quando minha avó estava viva nunca tive maturidade nem visão sulficiente para agradecê-la por formar meu gosto musical e cultural e por compartilhar tanta coisa boa comigo. Realmente agradeço a ela por ter me ensinado que ninguém interpreta uma canção como Maysa e que nenhuma mulher ever escreveu letras tão pungentes como ela…

Dona Ondina ia amar assistir comigo a minissérie.  Acho muito interessante ver algumas pessoas descobrindo e se apaixonando por Maysa e outras a julgando implacavelmente como sempre fazem os juizes sociais de plantão… Eu estava na praia nos primeiros capítulos e minha surpresa mais bacana foi ver no dia seguinte da estréia na Pousada Porto Imperial em Paraty a suíte Maysa. (viu a foto q fiz!?)

Ah…eu ganhei o tal disco Convite para ouvir Maysa nº3 da minha avó e deu no que deu… eu cada dia que passa acho que essa vida agitada não serve mesmo pra nada!

Mundo tosco de luxo

Desde pequena sabia que essa abertura era uma pérola, daquelas que já nascem clássicas! O Elo Perdido, 1974.

Adoro os efeitos especiais! um tanto quanto experimentais para os idos de 70 e me lembro de um personagem nessa série que era um menino macaco ou talvez fosse um anão macacao (não dava pra identificar precisamente!) que era o Cha-ka o amiguinho dos ‘perdidos’: pai e seus dois filhos. AMAVA.

Por ser muito pequena na época não sabia que os nativos da ilha tinham até um dialeto desenvolvido especialmente para o seriado! olha que luxo isso: a série foi até considerada uma das melhores infanto-juvenis na época. E haja cenografia e zíper!!!!!!!!!!!!!

Me diga se Jurassic Park não bebeu nessa fonte hein? Um parque florestal cheio de dinossauros…humm…

Já sairam em DVD a 1º e a 2º e última temporada. Seria um mega-presente de Natal a se ganhar!

Star Trek


Star Trek’s Captain Kirk’s Guide To Women Cover
Originally uploaded by bonesrodriguez

Lembrei muito de Star Trek, teve uma época que todo sábado de tarde assistia um episódio seguido do outro com muito capuccino!

Por isso fiz uma seleção de músicas na Blip.fm e achei um site incrível sobre a trilha sonora do seriado: Star Trek Soundtracks

Aí comecei a procurar as mulheres do Capitão Kirk porque são as mais bonitonas e queria achar alguma pra ilustrar o post. Todas as personagens femininas de Star Trek eram tão futurex e tão vintage, como pode??

Eis que encontro diamante bruto: Captain Kirk’s Guide To Women, de John ‘Bones’ Rodriguez, um livro que me parece ser novo e traz a prova de que ele pegava geral a mulherada que ia de humanas a alienígenas (mas o que importa a espécie?). Achei sensacional!!! Precisava compartilhar!

Bonfire Magazine- edição Blogueiras

O seriado Lipstick Jungle, da Fox (segundas 22h) tem como uma das personagens a Nico Reilly que é editora de uma revista: a Bonfire.

Daí que foi criado um blog da revista em português e tá cheio de coisinhas legais!

Eu dei uma entrevistinha pra eles falando dos points de SP que eu mais gosto e recomendo! Fiquei feliz em estar nessa edição ‘Blogueiras’ que tem outras amigas queridas e poderosas participando tbém!

Vai lá e leia!