...Diário poético-filosófico. Ou, caderninho daqueles pequeninos, capa de couro, pra fazer anotações, recheado de papéis, postais, escritos, uma agenda de memórias. Códice Lili. Moleskine.
“Piedade” é um espetáculo teatral que apresenta um encontro póstumo em que se defrontam as três figuras centrais de um crime passional famoso ocorrido em 1909 e conhecido como “A Tragédia da Piedade”.
Nesse crime Euclides da Cunha, o brilhante escritor de “Os Sertões”, buscou vingar sua honra indo armado de encontro ao amante de sua mulher Anna da Cunha, que mesmo após o escândalo da traição e da morte de Euclides casou-se com Dilermando de Assis, um jovem campeão de tiro que matou Euclides em legítima defesa.
Lembrando que 7 anos depois do 1ºcrime mais uma tragédia aconteceu: Euclides da Cunha Filho tenta vingar a morte do pai, mas é morto por Dilermando. Novamente o militar é absolvido pela Justiça e perdoado por Anna. E nesse meio tempo, Dinorá irmão de Dilermando perdeu os movimentos da perna devido ao tiroteio com Euclides da Cunha e depressivo acabou se suicidando.
Na peça Euclides, Anna e Dilermando são colocados frente a frente depois da morte, revivendo e reconversando sobre os fatos acontecidos, num colóquio em que cada um tem a chance de dizer aquilo que nunca foi dito, na tentativa de reconstruir sua imagem diante do outro. Flash de cenas, depoimentos, memórias, fragmentos de cartas, diários, diálogos trazem à tona os fatos e sentimentos que antecederam, culminaram e sucederam o famoso crime.
Entrevista com elenco da peça (coisa fina!):
A peça “Piedade” tem direção de Johana Albuquerque , dramaturgia de Antônio Rogério Toscano, com os atores Leopoldo Pacheco, Jacqueline Obrigon e Daniel Alvim.
De Quarta a Sábado às 19h30 e Domingo às 18h até 21 de Março no Teatro do CCBB que fica na Rua Álvares Penteado, 112 – Centro – São Paulo - SP
Ingressos: R$ 15 (inteira) | R$ 7 (meia entrada para estudantes, professores, funcionários e correntistas do Banco do Brasil e maiores de 60 anos) Bilheteria das 10h às 20h (11) 3113-3651/3652 www.ingressorápido.com (11) 2163-2000
Estacionamento conveniado na Rua da Consolação, 228 (Ed. Zarvos) com transporte gratuito até às proximidades do CCBB
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Assisti a minissérie sobre esse caso em 1990 na TV Globo e fiquei bem impressionada, tinha só 15 anos, ainda idealizava o mundo e lia ‘Madame Bovary’, ‘O Primo Basílio’ e ‘Capitu’ e percebia que aquilo tudo sempre convergia para triângulos amorosos literários belíssimos provocados por projeções fantasiosas de personagens embuidas do espírito de que amar é sofrer, então vale matar e morrer por amor. Quando vi a minissérie recontando um caso real e contemporâneo dos meus livros que constatei que o clima filosófico de uma época permeava sim a vida real e vice-versa e ninguém na verdade nunca saberá se a arte imita a vida ou ao contrário.
Resumindo, há uma lista com 10 mulheres internéticas mais influentes no Brasil, digamos assim:
Ale Félix
Bia Granja
Bia Kunze
Lucia Freitas
MariMoon
Raquel Recuero
Rosana Hermann
Sam Shiraishi
Tessália Serighelli
E eu!!!
Olha q fofo, além da Lindinha, da Docinho e da Florzinha tem a gente agora!! Sem falar q amei a foto do Edu Cesar para a matéria!
E a minha petit Luisa disse q eu tenho SIM o poder do ‘coração’ por causa do colar mágico! (colar by @todadoce)
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As respostas q dei, aqui na íntegra pra quem tiver paciência e interesse de ler:
1. As redes sociais representam, de alguma maneira, uma ferramenta de poder? Como? Formação de opinião, audiência, mercados potenciais de marketing…?
Sim, são ferramentas de poder na medida em que você pode registrar um comentário que antes era só da boca pra fora e para sua amiga e agora faz isso um micropost para mais de duas, três mil pessoas simultâneamente.
Hoje ao invés de você virar pra sua amiga e simplesmente dizer: ‘adorei esse batom’, a gente tuita, faz post, tira foto e dá nome aos bois. Tem marcas que são muito beneficiadas com testesmunhais espontâneos. Mais real que isso impossível.
E nesse caso quem tem credibilidade e boa rede de contatos tem poder de comunicar pequenas massas é formador de opinião.
2. No seu caso, você se sente “poderosa”? Por quê?
Falar de poder é uma coisa que soa muito Maria Antonieta pra mim. Muito salto alto e eu só uso All Star.
Poder depende sempre daquilo que se valoriza num momento social: ter beleza em alguns mercados é ter poder, na nossa blogosfera quem ultrapassa e rompe a barreira entre as mídias tem poder. O quanto de exposição se conquista na mídia tradicional está diretamente ligado ao poder que lhe é incutido na web e hoje há uma tendência de quem pauta a web ir p TV, por exemplo.
Acredito e tenho certeza que tenho certa influência num nichinho de pessoas legais por onde circulo. Na web essa influência se transforma em clicks, em RT’s, em comentário e em última instância em presenças em eventos, por isso é mais mensurável. Mas eu fazia isso desde a escola, agitava a galera mesmo quando se a ideia da ‘bagunça’ não minha. Tive uma professora no Objetivo que me chamava de ‘fomentadora da desordem’. É uma coisa minha gostar de propagar uma infomação, dar meu pitaco, juntar gente, de arrecadar coisas e causar.
Quem se equipara em volume com os gringos em audiência x remuneração x reconhecimento de massa aqui no Brasil é a Rosana Hermann tem exposição bacana nas mídias tradicionais e com isso traz e ainda fideliza um montão de gente pro espaço online dela, além de fazer o inverso: levar da web pra tv. Também pela fluência maravilhosa que ela tem nos meios online é um sucesso sem parâmentros.
Não sou mega conhecedora da blogosfera gringa pra traçar mtos comparativos mas nossos blogs são tão bacanas quanto os de fora pelo que já vi.
Se a gente pensar em quem representa influência diária no cenário nacional tem muitas meninas: @baunilha, @garotasemfio, @mbottan, @lovemaltine, @lini, @daniarrais, @renataruiz, @santahelena, @aleferreira, @cristalk, @loverox, @biagranja, @veriserpa e muitas que não me lembrei agora agora!!!
4. O que é, para você, ser influente em uma mídia social?
Sinceramente não é o número de RT’s que a pessoa tem numa mensagem, mas efetivamente o que foi gerado com aquilo, quem se mobilizou.
5. Como você acha que as mulheres, especificamente, podem fazer uso dessa ferramenta – e dessa influência?
As mulheres já fazem, falando de marcas de cosméticos, de restaurantes, de moda. Falamos daquilo que dá certo e do que dá errado. Porque mulher gosta de indicar coisas que dão muito certo. Um DNA conselheiro que a gente tem. Nós mulheres podemos mobilizar um mundo por um esmalte e por uma campanha de prevenção contra o câncer de mama.
6. Quais as tendências deste meio para 2010? E os seus planos para o ano?
A tendência é mais e mais o relacionamento de marcas e clientes se estreitarem por meio dos blogs corporativos. O poder do Twitter, aí sim, “o poder dele!” vai ser muito mais reconhecido e assim ampliam-se as possibilidades comerciais para blogueiros e tuiteiros com boa network.
Esse ano também pretendo fazer algumas melhorias no meu blog que vão do visual a ter alguns colaboradores de áreas como moda, street art e design. Fiz uma parceria com a Giornate-Assessoria de Impresa para realizar RP digital para alguns clintes deles, com isso muitos blogs corporativos virão.
7. Quais as outras mulheres poderosas deste meio, na sua opinião? E por que elas são poderosas?
Meu critério de poder está relacionado em quanto essa pessoa se movimenta online e o quanto isso gera na vida offline. O quanto os blogs e twitters delas movimentam a rede de mulheres e homens!!
Lucia Freitas porque criou uma marca e uma rede através da promoção de um camp só pra mulheres que se espalhou pelo Brasil com pequenos, médios e grandes grupos de blogueiras. Ela tem blog cheio de bom conteúdo com pautas sobre meio-ambiente, livros, comportamento, censura em blogs, saúde e muita blogagem coletiva.
Jana Rosa começou no blog coletivo Casa da Narcisa e se destacou. Hoje ela é solista no Agora que sou Rica. Conquistou interneticamente um incrível trânsito pelos bastidores da moda justamente por fazer uma cobertura do que vê com rapidez e linguagem própria mas não pré-fabricada. Talentosa no trabalho na 1st. life e muito autêntica conquistou muitos comentaristas no blog. Certamente milhares de blogs são criados por meninas que wannabe @janessacamargo
Lígia Dutra mais conhecida como @upalupa. Mulher de negócios coisa rara na web brasileira. Criou um evento para tratar de e-commerce que teve diversas edições em 2009, se repete em 2010 e se consolidou no mercado pelos cases de sucesso: Shoestock, ByMK, Sebo Café na Cama, entre outros.
Cintia Costa foi de planejar seu próprio casamento a ter o blog publicado recentemente em livro, eu vi como ela movimenta muitas noivas e noivos! Fez um encontro com leitoras do blog ano passado e lotou a Pulsarte. Sabe articular legal e assim conquista anunciantes, parceiros interessantes e focados em seu público. Sem contar que agora o blog dela é o Vida de Recém Casada.
A Lalai tem um blog pessoal maravilhosamente profissional, um dos melhores!! Usa o Twitter/ Facebook para lotar as festas que promove em São Paulo. Altamente sociável com fino bom-gosto, se liga à marcas bacanas e contemporâneas. Gosto dela porque tem um lado produtora de eventos que admiro. Faz a coisa girar naturalmente em torno do que interessa.
A Flavia Durante super sabida! sempre manda um link antes de todo mundo. Fonte melhor do que ela não há. Também promove festas e o cinema nacional. Ano passado fez a promoção do filme do Simonal e foi super case de sucesso! Escreve no portal Virgula.
Tem a dupla Cybele Meyer e Sam Shiraishi que sempre está ligada nos assuntos maternos e escrevem o Mãe com Filhos, site onde também falam com mães e respondem dúvidas. Ambas mantém blogs pessoais bem atualizados e com conteúdo inédito. Nada de copy paste lá.
Flavia Penido é por profissão a advogada dos blogueiros. O blog dela é uma reflexão sobre viajar melhor, criar um filho melhor, ler um livro que valha a pena. Fala pelos cotovelos no Twitter e tem toda uma idossincrasia de hashtags #brioches #johnnybravo #loucadegrade
8. Atualmente, de que projetos/trabalhos você participa ou em quais trabalha na net? E fora dela?
Escrevo a coluna Viva Bela da Mapfre Mulher, sou blogueira oficial da LG e do blog Juntos por Uma Vida Melhor do Grupo Santander Brasil. Sou RP digital da Pulsarte. Meu blog pessoal está na rede M de Mulher da Editora Abril.
Fora da web cuido da minha filha e da minha casa!! Produzo a EXS - expo internacional de sticker art, esse ano em sua 3ªedição, dou aulas na área de Novas Mídias na Escola São Paulo e faço produções culturais como freela.
Pode estar no alto de um poste, em um muro, uma placa ou lata de lixo. A arte do Sticker (que pode ser traduzido por adesivo) é uma forma de transmitir uma mensagem, manifestação ou simplesmente um jeito diferente de decorar a rua. Foi introduzido na década de 90 por grupos urbanos da cultura alternativa. O movimento já se tornou um ícone urbano da cidade de São Paulo.
Nesta sexta 8 de janeiro às 21h é a estreia.
Reprises:
9/jan sábado às 01h e 23h
10/jan domingo às 20h
11/jan segunda às 05h e 15h
12/jan terça às 09h
Para sintonizar o SescTV: Canal 3, da Sky. Nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro Canal 137 da NET Digital. Em outras cidades consulte: www.sesctv.org.br
Quem lê o blog sabe que estou também escrevendo no blog especial de natal do Grupo Santander Brasil, o #Juntos por uma vida melhor. Esse video fiz com a sempre amiga dos filmes e ilhas de edição!!! Fabi de Freitas <3 e tem entrevistinha com Rodrigo Faro, Andrea Drigo, Afrolata e palhinha do show de Daniela Mercury.
Ai eu adoro falar. Quem me conhece sabe, e quem não me conhece é fácil de imaginar…pensa em alguém que fala sem parar pelos cotovelos e pelos poros, essa sou eu. Assumo publicamente que tem dias nem eu me aguento e tento ficar calada por minutos sequenciais. Meus alunos que o digam o qto sou capaz de falar em 3 horas, haja anotações e fio da meada…..
Minhas conversas tem hiperlink, sacou??….vou navegando pela conversa e uma coisa puxa outra pra quem gosta de falar…e tem hora que são tantas abas assuntos em aberto que nem sei mais como a conversa começou, mas pra onde ela for pode ter certeza que eu tô lá!!!!!!!!!!!!!!
Manoel Carlos foi um dos pioneiros da televisão no Brasil. Começou sua carreira como ator e passou a escrever, dirigir e produzir diversos tipos de programas como “A Família Trapo”, “Brasil 60” (apresentado por Bibi Ferreira), “O Fino da Bossa” com Elis Regina, “Esta Noite se Improvisa” e muitos outros. Para a TV Tupi, nos anos 50, escreveu mais de 100 teleteatros, num tempo em que as interpretações eram feitas ao vivo. Muita adrenalina!
Em 1972, chegou à Rede Globo para dirigir o ‘Fantástico’. Sua primeira novela foi em 1978,: Maria, Maria’. Desde então, Manoel Carlos emenda um sucesso no outro com ‘A Sucessora’ (1979), ‘Baila Comigo’ (1981), ‘Sol de Verão’ (1982), ‘Felicidade’ (1991), ‘História de Amor’ (1995), ‘Por Amor’ (1997), ‘Laços de Família’ (2000), ‘Mulheres Apaixonadas’ (2003) e ‘Páginas da Vida’ (2006), além das minisséries ‘Presença de Anita’ (2001) e ‘Maysa’ (2009). (grifei minhas favoritas!)
‘Viver a Vida’ é a 11ª novela de Manoel Carlos. Suas obras têm como marca registrada as relações humanas e a exploração da complexa alma feminina e a gente ADORA ISSO. Verossímil na forma de escrever, Maneco – como é carinhosamente chamado pelos amigos – trouxe essa experiência de emocionar o público para sua mais nova produção.
Esta entrevista recebi super fofamente do pessoal da CGCom que sempre alimenta a nós blogueiros com materiais exclusivos. Tá aqui mais um. Aproveite.
Como você define ‘Viver a Vida’?
Manoel Carlos: Um punhado de histórias humanas, tangendo, roçando a realidade, mas totalmente ficcional. Homens e mulheres vivendo suas vidas compostas de dramas e comédias, dando solução aos seus conflitos e superando suas dificuldades.
Em várias de suas novelas, as protagonistas se chamam Helena. Mas geralmente são mulheres mais maduras, por volta dos 50 anos. Dessa vez, o papel caberá a Taís Araújo, que tem apenas 30 anos. Qual o motivo dessa mudança?
Manoel Carlos: Sempre pensei em criar uma Helena mais jovem, que abrisse um leque de novas possibilidades para o personagem. Uma mulher por volta dos 30 anos, bonita, bem sucedida no amor e na profissão, mas sentindo-se, mesmo assim, incompleta. Por obra do acaso, vê-se envolvida com um homem mais velho, divorciado, que vai lhe dar a felicidade desejada, mas à custa de muita luta e muito sofrimento. Essa era a Helena mais jovem que eu desejava criar já há algum tempo. Como também sempre quis escrever um papel para a Taís Araújo, que é uma atriz que admiro muito, achei que a possibilidade estava nessa história. E assim nasceu essa nova Helena.
Luciana, personagem de Alinne Moraes, será um dos exemplos mais fortes de superação pessoal em ‘Viver a Vida’. De onde surgiu sua inspiração para essa história?
Manoel Carlos: Me interesso por histórias de superação. De pessoas que conseguem transpor obstáculos, aparentemente intransponíveis, tirando, de dentro de si, uma força que não imaginavam possuir. Que chegam a um limite de sofrimento – de onde não conseguem avistar uma saída –, mas que mesmo assim lutam, não se entregam, e acabam por encontrar uma solução para suas vidas. Viram exemplos de superação. Exemplos de que a vida vale a pena ser vivida, apesar de tudo. Luciana (Alinne Moraes) vai ser esse exemplo, entre outros que a novela vai mostrar.
O alcoolismo é um tema recorrente em suas novelas. Dessa vez, ele vem em forma de anorexia. Em que medida esse assunto preocupa você?
Manoel Carlos: Considero o álcool um dos maiores flagelos sociais, principalmente por ser considerado uma “droga lícita“, como se isso fosse possível. É dele que se tira o falso prazer, a falsa alegria, a falsa ideia de que a vida é um passeio. E por isso é tão atraente e, por consequência, perigoso. Por essa razão, me interessei sempre pelo assunto, usando a novela como um alerta, uma advertência, já que atinge milhões de pessoas. Por me interessar pelo tema, tive acesso a estatísticas aterradoras sobre anorexia alcoólica, distúrbio alimentar batizado de drunkorexia, em que as mulheres substituem a alimentação pelo álcool, para não ganhar peso com a ingestão de bebida. Segundo informações de psiquiatras, o alcoolismo feminino quase sempre está associado a transtornos psicológicos como a anorexia, a bulimia, a depressão, a ansiedade. A personagem Renata (Bárbara Paz) vai viver esse drama e terá que superá-lo.
Quais serão os outros temas importantes ou polêmicos da novela?
Manoel Carlos: São muitos os temas para os quais espero chamar a atenção do público, mas destaco um como exemplo: o de mostrar uma área médica, batizada de cuidados paliativos, que cuida de doentes em estado grave e terminal. Não há nada de mórbido e de assustador nesse tema, como pode parecer à primeira vista. Ao contrário: humaniza a relação médico-paciente, tornando uma vida aparentemente inútil ao se encerrar, numa nova possibilidade de bem-estar e de aceitação do fim, do qual ninguém escapa.
Dessa vez o bairro do Leblon vai dividir as atenções com Búzios na história. Qual é a sua relação com a cidade?
Manoel Carlos: Búzios é um lindo e ensolarado lugar, que, ainda que reúna qualidades de grandes centros urbanos (o de polo gastronômico, por exemplo), não perdeu o encanto de uma pequena cidade de férias. A sensação que se tem, estando-se lá, é de que todas as noites são sábados e todos os dias, domingos. Amo estar lá e reunir a minha família, para uma vida de pés descalços, de roupa leve, de cabeça livre, de coração em paz. O Leblon estará presente, como em todas as minhas novelas, mas dessa vez, dividindo espaço com Búzios.
‘Viver a Vida’ viajou para o Oriente Médio e para a França. Qual a importância de se gravar nesses locais?
Manoel Carlos: A Jordânia foi escolhida pelo fascínio que exerce, em nossa imaginação, a cidade de Petra, que é esculpida na rocha. Na pedra. Precisávamos de um lugar assim, fascinante e pouco conhecido, para a realização de um desfile de moda. Jerusalém exerce a mesma atração e curiosidade, já que é um lugar sagrado, historicamente muito conhecido, mas raramente visto nas novelas. E finalmente Paris, onde serão vividas duas luas-de-mel.
Suas tramas sempre têm base muito forte na relação familiar e no universo feminino. Você acredita que o público se enxergue nos seus personagens?
Manoel Carlos: Acredito que sim. Não custa repetir que não procuro o realismo, não tento reproduzir a realidade, mas o verossímil, o possível, o alcançável, sem me esquecer de que estou fazendo uma obra de ficção. O público, que vive a realidade propriamente dita, se reconhece nessa imitação.
Alguns atores são presenças certas em suas obras. Em ‘Viver a Vida’, José Mayer, Lilia Cabral, Natália do Vale e Alinne Moraes são alguns deles. Você escreve os personagens já pensando nos atores?
Manoel Carlos: Nem sequer começo a escrever uma novela, sem ter o elenco principal escolhido e confirmado. Preciso saber quem são os atores e atrizes que vão dizer o texto, que caras e vozes terão. E procuro, na medida do possível, reunir pessoas com quem tenho afinidades de pensamento. Isso facilita e torna mais prazeroso o meu trabalho.
‘Viver a Vida’ já foi título de outra obra sua, uma minissérie exibida pela TV Manchete. As tramas têm alguma similaridade?
Manoel Carlos: Não. A minissérie na TV Manchete, apresentada em 1984, era inspirada no romance “Uma Tragédia Americana”, de Theodore Dreiser (1871-1945 – EUA) e no filme “Um Lugar ao Sol” (1951). Já a novela é um original meu, que leva esse nome por eu gostar muito dele.
torna mais prazeroso o meu trabalho.
‘Viver a Vida’ já foi título de outra obra sua, uma minissérie exibida pela TV Manchete. As tramas têm alguma similaridade?
Manoel Carlos: Não. A minissérie na TV Manchete, apresentada em 1984, era inspirada no romance “Uma Tragédia Americana”, de Theodore Dreiser (1871-1945 – EUA) e no filme “Um Lugar ao Sol” (1951). Já a novela é um original meu, que leva esse nome por eu gostar muito dele.
Participei em maio do evento ‘Paciente Informado’ que discutiu a relação médico-paciente, mas não de qualquer paciente, mas sim daquele que usa a internet para obter informações sobre a sua saúde e da família dele também e eventualmente faz perguntas e questiona determinados diagnósticos e medicação. Assista o video acima e veja como foi.
Eu admito que tudo o que a pediatra me diz sobre a Luisa eu dou uma pesquisadinha. Não por não confiar nela, absolutamente, mas pelo simples vício de googlar tudo nessa vida e poder conversar ‘menos anta’ com ela. E na web tem de tudo, informação do bem e informação podre, tem que ter bom-senso para triar o que tá escrito.
Instintivamente, outro dia sobre a questão dos históricos de doenças passadas e tratamentos submetidos, pensei como é que ainda não temos um MeAdiciona que centralize guarde informações de nossos dentes e organismo em geral. E soube no evento que já tem gente pensando nisso! Que bom!
Veja bem esse caso: fui ao dentista e ele me perguntou o que eu tinha feito num determindo dente…Acha que vou lembrar? nem lembro o que almocei ontem, ainda que soubesse sou uma leiga, que tipo de esclarecimento confiável eu poderia dar para ele?? Será que não seria o caso de cada pessoa ter tipo um RG de saúde? Assim qualquer médico/dentista whatever pudesse consultar num sistema e também inserir novos dados sobre a gente. Esse sistema seria incrível né?
Sem falar que ajudaria aos médicos que por receberem pouco dos convênios que a gente paga muito para ter não tem disposição para fazer a famosa anamnese nem muito menos dialogar com seus pacientes. De uma certa forma, se tivesse essa página online, o médico num clique teria como ter um panorama do paciente bem rapidinho, porque consulta fast food é o mais comum em 90% dos casos sai mais um big mac, o próximo por favor.
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A promoção deste evento foi da agência Polvora - RMA em conjunto com a InterSystems do Brasil. Agradeço o convite! Junto comigo participaram grandes pessoas como:
+ uma entrevista que concedi, agora ao @pedroslidus para o blog Bola do Foca (foca=apelido p/ jornalista em começo de carreira). Leia aqui Jornalismo Mídia Social… e Post Pago?
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Multishow
É bom participar de programas que a gente gosta de verdade. Urbano é um deles, leva a internet e cultura urbana para a TV. Sou freguesinha do programa, já falei sobre a exposição de stickers, Twestival e agora sobre ‘etiqueta’ nas redes sociais. Será que existe isso? Acho que não tem regra, o que precisa existir é ‘noção’ mesmo de quem usa e saber que o espaço digital não é a casa da mãe Joana.
Mas já pensou se eu viro a Claudia Matarazzo da internet?!! [com todo respeito porque adoro a Claudia, a conheci pessoalmente e inclusive pude lhe presentear na época com um livro sobre o Lasar Segall quando trabalhava na Fundação Finambrás].
O programa foi ao ar na quinta 28/5, depois tiveram as reprises e logo encontro o video no Youtube e posto aqui.
Virgula
Olha que gracinha eu pequenina na home num thumbnail do lado do Barrichello na chamada para a matéria de diquinhas do que fazer num final de semana em São Paulo:
Para ler a matéria completa, clique aqui. Todos os tks para a jornalista Flavia Durante.
Já escrevi uns 15 micro-contos e por conta disso, hj rolou uma entrevista pro Vitrine da TV Cultura para falar do concurso e de como funciona a participação.
Estavam presentes o @robertomoreno, grande idealizador do #140 letras, o @tdoria que é jurado, eu e o @tfmoralles que somos participantes.
Vou ver direito o dia da exibição e aviso.
Foi tudo muito divertido e descontraído! A Sabrina é super tranquila e delicada! linda mesmo!
E ainda tinham umas as broinhas de milho com café….hummmm! carinho especial do @robertomoreno
E eu como sempre sou salva pelos fotógrafos de plantão! tá aí uma fotinho feita pelo @robertomoreno que guardarei de recuerdo del día!
O seriado Lipstick Jungle, da Fox (segundas 22h) tem como uma das personagens a Nico Reilly que é editora de uma revista: a Bonfire.
Daí que foi criado um blog da revista em português e tá cheio de coisinhas legais!
Eu dei uma entrevistinha pra eles falando dos points de SP que eu mais gosto e recomendo! Fiquei feliz em estar nessa edição ‘Blogueiras’ que tem outras amigas queridas e poderosas participando tbém!