...Diário poético-filosófico. Ou, caderninho daqueles pequeninos, capa de couro, pra fazer anotações, recheado de papéis, postais, escritos, uma agenda de memórias. Códice Lili. Moleskine.
Tenório é tetracampeão paraolímpico na categoria até 100kg. O atleta conquistou a primeira medalha de ouro de 1996, quando competiu em Atlanta, e ganhou ouro nas três edições dos Jogos Paraolímpicos subseqüentes. A deficiência veio ainda criança, quando em uma brincadeira de estilingue perdeu a visão. Ele foi campeão mundial em 2006; campeão Paulista meio-pesado no judô convencional em 2008, e ouro no Parapan do Rio de Janeiro em 2007. É um dos poucos do mundo a competir tanto em Paraolimpíadas quanto em campeonatos regulares, onde é geralmente o único deficiente visual, como no Campeonato Paulista Master de 2008, de onde saiu campeão.
Experimenta tirar Antônio Tenório da Silva de ceguinho!
Nesta sexta-feira estréia o filme “B1 – Tenório em Pequim” que contará sua história da medalha de ouro para o Brasil no judô nas Olimpíadas de Pequim.
O filme é bem pequeno, uma história excelente de superação pessoal e sobre a luta diária de um cego.
As datas de estréia são:
03/09: RIO / SAMPA / CURITIBA / POA
10/09: BH / BRASILIA
17/09: RECIFE / SALVADOR / FORTALEZA
As salas e os horários ainda não foram divulgados.
Deve ser incrível!!! Quero muito ver esse filme! Recebi convite pra pré-estreia que será amanhã de manhã mas não posso ir…(tenho gravação do video para a @FundacaoBoticario). Vou ver direto um dia desses no cinema.
Pelo trailler e a sinopse já dá pra se encantar!! ADORO documentários!! E essa história é bem encantadora.
Era 21 de outubro de 1967. No Teatro Paramount, centro de São Paulo, acontecia a final do III Festival de Música Popular Brasileira da TV Record. Diante de uma plateia fervorosa - disposta a aplaudir ou vaiar com igual intensidade -, alguns dos artistas hoje considerados de importância fundamental para a MPB se revezavam no palco para competir entre si. As canções se tornariam emblemáticas, mas até aquele momento permaneciam inéditas.
Entre os 12 finalistas, Chico Buarque e o MPB 4 vinham com “Roda Viva”; Caetano Veloso, com “Alegria, Alegria”’; Gilberto Gil e os Mutantes, com “Domingo no Parque”; Edu Lobo, com “Ponteio”; Roberto Carlos, com o samba “Maria, Carnaval e Cinzas”; e Sérgio Ricardo, com “Beto Bom de Bola”. A briga tinha tudo para ser boa. E foi. Entrou para a história dos festivais, da música popular e da cultura do País.
“É naquele momento que o Tropicalismo explode, a MPB racha, Caetano e Gil se tornam ídolos instantâneos, e se confrontam as diversas correntes musicais e políticas da época”, resume o produtor musical, escritor e compositor Nelson Motta.
O Festival de 1967 teve o seu ápice naquela noite. Uma noite que se notabilizou não só pelas revoluções artísticas, mas também por alguns dramas bem peculiares, em um período de grandes tensões e expectativas. Foi naquele dia, por exemplo, que Sérgio Ricardo selou seu destino artístico ao quebrar o violão e atirá-lo à plateia depois de ser duramente vaiado pela canção “Beto Bom de Bola”.
O documentário Uma Noite em 67, dirigido por Renato Terra e Ricardo Calil, mostra os elementos que transformaram aquela final de festival no clímax da produção musical dos anos 60 no Brasil. Para tanto, o filme resgata imagens históricas e traz depoimentos inéditos dos principais personagens: Chico, Caetano, Roberto, Gil, Edu e Sérgio Ricardo.
Além deles, algumas testemunhas privilegiadas da festa/batalha, como o jornalista Sérgio Cabral (um dos jurados) e o produtor Solano Ribeiro, partilham suas memórias de uma noite inesquecível.
Como eu não podia ir, a minha filhinha Luisa foi representando o blog na pré-estreia de Shrek para sempre em 3D :))) que rolou na quinta-feira e voltou cheia dos toyzinhos do McLanche Feliz e ainda me contou o filme todo!!!!! Admiro a memória dela! fofa!!!
Me trouxe uma foto linda e impressa que tirou com o @souzacampus, pronta pro meu porta-retrato que faltava na minha mesa da LiveAD.
Mas de toda história, a parte que mais adorei foi quando uma hora que ela me disse que o Shrek assinou um papel sem olhar e por isso foi enganado pelo Rumpelstichen ! E emendou bem séria: “Não pode assinar as coisas sem olhar né mamãe?”.
Olha que amor, uma menina de 4 anos já sabe uma das maiores máximas da vida!
Foi lançado recentemente pela Europa Filmes o DVD do filme ‘Maradona by Kusturica’(Espanha/ França 2008-90 minutos) o documentário tem direção e roteiro do ioguslavo Emir Kusturica. Pinta um retrato íntimo de Maradona por grande fã de futebol que o diretor é. Tem imagens de arquivo de Maradona e uma entrevista com Kusturica. O filme já rodou os festivais de Cannes 2008, Mostra de São Paulo e Festival do Rio 2009.
Maradona é uma figura. Sem dúvida é o personagem da Copa deste ano. Tô bem curiosa pra ver o filme.
Emily Blunt é ‘A Jovem Rainha Vitória’ no filme que estreia nos próximos dias. [Perdi a pré-estreia]. Amaria ter ido porque esses filmes com mega figurino são demais, não perco.
E nesse caso também fico mais louca pra ver porque sempre amei a história da monarquia inglesa, os casamentos arranjados, os complôs, as ligações perigosas, e no caso a rainha Vitória foi uma das únicas, senão a única monarca que se casou por amor de verdade.
Olha que cartazes maravilhosos tem o filme! Vou ver!!
Eu provei todos os anéis no Cidade Jardim no dia da pré-estreia de Alice! Algumas das peças são mais conceituais na minha opinião, mais bonitas de se apreciar do que de usar. Pra mim jóia é arte e merece ser apreciada como tal. Afinal não é porque eu não tenho cacife pra comprar um Picasso que eu não vou achar o máximo as obras. A minha lógica é essa!
Essa versão menor do ‘Gato’, que estou mostrando na foto, é bem possível que alguém com 1.60 de altura, como eu, possa usar sem pender o corpo pra frente.
Eu na loja da H.Stern do Cidade Jardim. Foto: Renata Ruiz
O filme parece bem engraçado só de olhar o cartaz, além disso o diretor e protagonista Gad Elmaleh é conhecido na França por seus shows de stand-up comedy. “Mais que o máximo” (Coco-França, 2009, 95 min. Distribuidora: Imovision) conta a história de Simon Bensoussan que há 15 anos, imigrou de Israel para a França sem dinheiro e agora, graças à invenção de uma água, tornou-se um rico empresário querido por todos.
Mas sua grande recompensa ainda está por vir: o Bar Mitzvah de seu filho Samuel. Por isso, ele concentra todas as suas energias na organização do que considera o evento nacional do ano e fica tão obsessivo em impressionar todo mundo que se aproxima da loucura. Sem perceber, ele faz sua mulher, sua mãe e mesmo seu querido filho gradualmente se distanciarem.
Na terça 13/4 às 21h tem pré-estreia no Reserva Cultural com comidas judaicas e brindezinho. Inteira R$10 e meia R$5.
Mas se você perder pode tentar ganhar 02 ingressos se responder a pergunta “Quais são as características do humor judaico no cinema?” e enviar até o dia 2 de maio a resposta para o endereço de e-mail da Revista Bravo concultbravo@gmail.com. Escreva seu nome e endereço completos (cidade, estado, CEP, endereço, número, bairro e telefone). A resposta deverá ter no máximo 200 caracteres.
Os felizardos sorteados no Daydreaming pra ver a pré e participar do debate com a diretora do filme são:
Larissa
Dani Schiavo
Tahia
Vitorio Tomaz
Juliane Morais
(os prints das telinhas estão guardados caso queiram auditar o sorteio!)
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Promô relâmpago!!! Lili Ferrari & Brazucah Produções oferecem 05 convites para a pré-estreia do filme “Sonhos Roubados”no dia 13 de abril. Para concorrer é simplérrimo: deixe seu nome e email nos comentários deste post.
Serão 05 felizardos!!! Participe!!! Você tem até segunda, dia 12/4 às 16h para deixar seu nome, concorrer e ver antes de todo mundo esse filmão! Sem falar no privilégio que será poder participar, após a sessão, de um debate com a diretora Sandra Werneck.
SONHOS ROUBADOS
Data da pré-estreia: 13/4
Horário: 10h30
Local: Espaço Unibanco – Rua Augusta, 1475
E por incrível que pareça ele resume muuuita coisa sobre o universo feminino: o desejo de ter a bunda mais gostosa do mundo graças à uma calça de marca que divinize e diga tudo sobre você. Pra quem mora no morro e vive de salário ralo, gastar 200 paus numa calça que abala Bangu é obviamente igual a menina de classe média pedir pro pai atolado no cheque especial mais R$1000 pra conquistar uma calça Citizens of Humanity e desfilar na Rua Amaury em São Paulo. Em ambos os casos mulheres gostam de status e basicamente é o que vestimos que traduz o que queremos ser no nicho da sociedade em que vivemos e dizem a que viemos também.
Por isso achei demais essa fala ‘da Gang’ no final do trailler. É uma frase tão carioca mas ao mesmo tempo é tão reveladora da alma universal, principalmente, das adolescentes. Me ganhou total o filme.
“Sonhos Roubados” conta a trajetória de três adolescentes que vivem na periferia carioca. As famílias disfuncionais, a gravidez precoce e a falta de dinheiro são realidades cotidianas. Elas acabam encontrando na prostituição uma saída possível. Mesmo assim, usam o humor todo o tempo para refletir suas decisões e procuram curtir a vida com as oportunidades que surgem: um namoro novo, um baile funk ou aquele mp3 tão sonhado.
Jéssica (Nanda Costa) divide suas atenções entre cuidar do avô Horácio (Nelson Xavier) e de sua filha Britney, fruto do relacionamento com o evangélico Andresson (Silvio Guindane). Já Daiane (Amanda Diniz), amiga e moradora da mesma comunidade, vive em busca do afeto de seu pai, Seu Germano (Ângelo Antônio), figura ausente e que reluta em ajudá-la a dar uma festa de 15 anos. Sabrina (Kika Farias) completa o trio de adolescentes de “Sonhos Roubados” se apaixonando por um traficante da comunidade.
Apesar de todos os problemas, as meninas buscam realizar seus sonhos. Por isso, não hesitam em se divertir no baile funk ou faltar aula para ir à praia. As três amigas trocam confidências sobre seus problemas, desde a falta de professores da escola pública até as dificuldades dos programas com homens mais velhos. “Sonhos Roubados” mostra questões específicas de comunidades cariocas, mas também vai além apresentando dilemas universais de qualquer adolescente que transpassam a cidade em que moram.
O fime foi patrocinado pelo braço nacional da World Childhood Foundation, criada por S. M. Rainha Silvia da Suécia, a Childhood Brasil (Instituto WCF-Brasil) foi fundada em 1999 com sede em São Paulo. Seu foco é a proteção da infância contra algumas das piores formas de violência: abuso e a exploração sexual. A organização apóia projetos desenvolvidos por outras ONGs em comunidades, fomentando experiências inovadoras de intervenção e contribuindo para o desenvolvimento de organizações de base. Em paralelo, desenvolve programas próprios que informam a sociedade, capacitam diferentes profissionais, fortalecem redes de proteção, disseminam conhecimento e influenciam políticas públicas, contribuindo para transformação positiva e duradoura.
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Particularmente adoro a Sandra Werneck.! Foi a 1ª pessoa que eu convidei para participar de um programa de TV. Quando eu era novinha novinha mesmo! e trabalhava com a Maria Lydia na TV Gazeta estava em uma festa no Maksoud Plaza e a Sandra também estava. Eu a reconheci e lembrei que ela havia há pouquíssimo tempo lançado o filme “Pequeno Dicionário Amoroso”.
E eu, toda estagiária de 1ªviagem, tomei uma taça de prosecco e veio a coragem pra me apresentar e ainda convidá-la para participar da bancada do programa. Ela foi muito receptiva, atenciosa de verdade e aceitou o convite. Dias depois estava no Gazeta Meio-Dia. Fiquei felizona da vida! Me senti ‘a produtora’.
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Primeiro a entrevista com Sandra Werneck (material enviado pela assessoria do filme).
Por que decidiu levar esta história para o cinema?
SW- li no jornal uma matéria sobre o lançamento do livro da Eliane na época em que estava lançando meu último documentário, sobre gravidez precoce, o “Meninas”. No mesmo dia fui comprar o livro e li rapidamente. Em seguida resolvi ligar para Eliane e pedir os direitos do livro, naquele momento eu decidi que era sobre isso que eu queria fazer meu próximo longa de ficção.
Você já tinha se aproximado do tema com o documentário “Meninas”. Como foi entrar em contato com esse universo?
SW-O melhor laboratório foi ficar durante dois anos em contato com essas meninas, nesse ambiente. Eu pude absorver material de sobra para caracterizar as personagens e o ambiente de “Sonhos Roubados”. E depois disso, claro, ler e reler o livro muitas vezes.
Por que a opção de trabalhar com atrizes relativamente desconhecidas nos papéis das protagonistas?
SW-Sempre achei um desafio trabalhar com atores desconhecidos ou pouco conhecidos na mídia. Eles podem trazer frescor e sempre se empenham muito para descobrir seus personagens.
Como foi o trabalho de preparação de elenco e a escolha das meninas?
SW-Eu fiz vários testes com atrizes conhecidas ou não. Vieram meninas de várias comunidades, do “Nós do Morro” e também atrizes quase desconhecidas, indicadas para o teste.
O filme conta também com ícones da dramaturgia brasileira com Daniel Dantas, Ângelo Antônio, Marieta Severo e Nelson Xavier. Como foi a relação deles com as três protagonistas durante o set de filmagem?
Foi maravilhoso mesclar atores experientes e profissionais com as meninas. Todos eles contribuíram da melhor forma possível, para que as meninas se sentissem a vontade no set para representar.
O livro de Eliane conta a história de seis meninas, mas você fez a opção de centrar o filme em apenas três delas. Qual o motivo desta escolha?
SW-O motivo da escolha e simplesmente porque, quando há muitos personagens, não se consegue aprofundar a história. Na verdade tirei um pouco da riqueza de cada uma das seis meninas do livro. Misturei as historias e acabou ficando a trajetória da Jéssica, Daiane e Sabrina.
Apesar de o filme se passar em uma comunidade carioca, esta realidade pode ser transposta para outros locais do Brasil, não?
SW-A história dessas meninas acontece o tempo todo em muitas comunidades de qualquer região brasileira.
Temas como pedofilia, gravidez na adolescência e famílias disfuncionais estão a todo o momento nos noticiários. “Sonhos Roubados” é uma maneira de alertar sobre estes problemas sociais?
SW-Claro, mas não só isso. Este filme também transporta você para um universo em que existe alegria, solidariedade e amizade.
A trilha sonora é um elemento importante no filme. Como você chegou a ela?
SW- Convidei o Fabio Mondengo, Fael Mondengo e Marco Tommaso porque tinha adorado a trilha do filme Meu Nome Não e Johnny. A trilha tem vários ritmos brasileiros como funk, pagode, samba, chorinho. No final do processo achei que faltava uma canção para o filme, chamei o João Nabuco que juntamente com o Antonio Villeroy e Eugenio Dale compuseram um funk de boca interpretado pela Maria Gadu.
Essa é mais uma parceria com Walter Carvalho. Como vocês atuam juntos?
SW-O Walter e eu temos uma parceria de mais de 20 anos, já temos nossos códigos no set e uma parceria super criativa.
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“Sonhos Roubados” é baseado no livro “As meninas da esquina – Diário dos sonhos, dores e aventuras de seis adolescentes no Brasil” da jornalista Eliane Trindade. Aqui abaixo tem entrevista com a autora que é atualmente editora da revista de domingo da Folha de S. Paulo, foi vencedora do 5°Grande Prêmio Ayrton Senna de Jornalismo, com a matéria: Retratos do Brasil - O que eles vão ser quando crescer, publicada pela Marie Claire.
Em seu livro “As Meninas da Esquina” estão reunidos os diários de seis garotas adolescentes que ganham a vida na prostituição. Natasha, Britney, Milena, Yasmin, Vitória e Diana (nomes fictícios) foram convidadas pela jornalista para gravar e escrever tudo o que viviam a cada dia.
Entrevista com Eliade Trindade (material enviado pela assessoria do filme).
Alguns diretores pediram para levar a história do seu livro para o cinema. Por que decidiu dar os direitos para Sandra Werneck?
ET-O fator decisivo na minha escolha foi o olhar feminino de Sandra sobre o tema da exploração sexual de crianças e adolescentes. Enxerguei nela uma profissional sensível à questão e disposta a retratar “as meninas da esquina” não apenas como prostitutas ou vítimas. O fato de a diretora ter acabado de lançar naquela época o documentário “As Meninas” também contribuiu para a escolha, uma vez que os demais interessados em levar o livro para as telas não tinham uma vivência tão próxima com esse universo.
Você chegou a assistir ao filme? O que achou da transposição do livro para as telas?
ET-Fiquei comovida ao ver a história daquelas seis meninas retratadas no livro ganhar outra dimensão. Mesmo se tratando de uma ficção, a vida delas está ali em flashes e em tantas situações. As três personagens do filme espelham facetas da vida de garotas da periferia ou de favelas que, entre dramas familiares, miséria, bailes funk, prostituição e violência, teimam em não deixar de sonhar.
O que o filme e o livro têm de diferente além da redução das personagens centrais de seis para três meninas?
ET-O livro é uma grande reportagem e, portanto, procura ser um retrato fiel da dura e complexa realidade da exploração sexual de crianças e adolescentes no Brasil. O filme é um recorte dessa realidade e trilhou um caminho mais lúdico, sem mostrar tão cruamente situações de violência e miséria, como as descritas no livro. Outra diferença é que o fio condutor do livro são os diários. A força da obra escrita está no fato de as protagonistas relatarem o cotidiano em primeira pessoa, com uma linguagem ao mesmo tempo simples e contundente.
Após ter convivido com a realidade destas meninas qual a análise que você faz da realidade brasileira neste contexto em que elas vivem?
ET-O relato rico em detalhes da vida de seis meninas prostituídas em diferentes pontos do País é um importante testemunho que pode se converter em bússola para autoridades, famílias e sociedade. Dar voz a elas foi o principal mérito desse trabalho jornalístico. Nos diários, as meninas da esquina denunciam em um tom de absoluta normalidade os abusos a que estão submetidas cotidianamente. Desde a violência em todas as suas formas (urbana, doméstica, policial) às múltiplas carências da falta de moradia, de comida, de afeto, de saúde e de atenção. São dados que podem subsidiar a formulação de políticas públicas para atender a meninas que em seu dia a dia se confrontam com desestrutura familiar, tráfico de drogas, crise da educação, apelos da sociedade de consumo e armadilhas do mercado do sexo. Questões que estão na ordem do dia de uma parcela considerável da juventude brasileira que vive em favelas e bairros periféricos das grandes metrópoles de Norte a Sul do País.
Eu vivo no país das maravilhas mesmo! Isso porque, sem parecer esnobe, recebi 3 convites pra pré-estreia de ‘Alice’ do deuso-mor Tim Burton! É muita generosidade do universo! “Aceitei” o da querida Ellus! E de qualquer forma aparecerei pra ver e dar um oi pras meninas da H.Stern e da Disney.
Então, amanhã: beijo não me liga, porque vou mesmo pro cinema curtir de oclinhos 3D a melhor história de todos os tempos! Na volta, faço o devido relatório pros meus queridos leitores.
E olha só aqui embaixo cada coisinha fofa que vem na onda do filme, já todo trabalhado no licenciamento de produtos!!
As lindas camisetas da ELLUS JEANSDELUXE (tem masculinas tbém e tem vestidinho nessa coleção outono-inverno 2010):
Não dá pra acreditar que a maternidade biológica seja a principal, ou mesmo única via para se tornar mãe de verdade, até porque são muitos os casos de mães que dispensam seus filhos biológicos como se fossem qualquer coisa e outros tantos exemplos de mulheres que acolhem, sem parir, bebês, criancas e adolescentes. Cada uma tem seu ‘motivo’ para dispensar e/ou para adotar um filho.
Fato é que: não é a dor do parto que faz de uma mulher mãe. Longe disso. Maternidade é estado de espírito, é uma opção, e principalmente uma oportunidade de relacionamento entre dois seres humanos.
Ontem assisti “Um Sonho Possível” (The Blind Side) um filme que conta a história verídica de Leigh Anne Tuohy (minha sinopse é a partir da perspectiva dela, a mãe) uma mulher que, pelo senso-comum, já tinha tudo na vida: dois filhos biológicos, dinheiro, sucesso profissional, um marido legal e que um dia, por solidariedade e sem pensar muito, abriga Big Mike, um adolescente negro, sem-teto e cheio de problemas ‘aparentemente’ insolúveis. Com o apoio, carinho e atenção que a familia dela lhe oferecem, sem hesitar!!, se torna um craque do futebol americano.
O filme me emocionou demais!!!! por conta de diversos aspectos como: o poder da atitude de Leigh Anne em ‘adotar’ Michael e lhe oferecer um lar, uma família e uma boa educação, como esse gesto foi transformador em suas vidas!!! Mas também me emocionou o aspecto do envolvimento, profundidade e intensidade que o amor verdadeiro entre pessoas é capaz.
Sandra Bullock [amo amo amo] dá mesmo um show interpretando a matriarca sulista, decidida, impetuosa e extremamente carinhosa. Não é à toa ganhou o Oscar de melhor atriz. Honrou essa bela história de amor.
Encontrei para ilustrar esse video que mostra um pouco dos personagens reais desse caso emocionante que você tem que conhecer.
Ela foi uma grande mulher de verdade, e a verdade dela não tem nadinha a ver com a da xará da canção de Mário Lago e Ataulfo Alves.
Ela foi a destemida pioneira da aviação mundial que na década de 20 foi a 1ªmulher a cruzar o Atlântico. Tinha uma mente muito a frente do seu tempo! Escreveu livros, fez campanhas publicitárias, fundou um clube de mulheres piloto na primeira metade do século XX.
Curiosamente, Amelia desenhou, ela própria, várias roupas que usava para voar. Introduziu novidades interessantes no vestuário: camisas sociais de punho dobrado e com abotoaduras, calças de corte impecável e uma jaqueta de couro curta feita sob medida, inspirada nas jaquetas militares da época e com essa jaquetinha ela iniciou sua própria tendência na moda.
Em 1934, Amelia tinha criado a Amelia Earhart Fashion Designs especial para a loja de departamentos Macy’s. Seu visual era prático, com liberdade de movimentos e uma elegância clean a fizeram uma heroína com estilo!! Um fashionismo na medida certa!
Diz pra mim: essa mulher foi um luxo!
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Essa semana fui convidada para a cabine do filme Amelia, com Hilary Swank (atriz ma-ra-vi-lho-sa, digna!!), Richard Gere (o eterno galã da minha geração) e Ewan McGregor (um charme de menino!!). Foi delicioso assistir em 1ª mão essa história inspiradora e comovente.
Eu já tinha lido muita coisa sobre ela, me sentia atraida pela trajetória de vida, uma vez que também amo voar e já fiz até uns voos não convencionais de trekking. Depois que a gente voa toda perspectiva de mundo se transforma. Logo de cara o fime me conquistou com a frase dita pela própria protagonista: ‘Fronteiras não existem, somente há horizontes’. Lindo lindo! E quem voa sabe disso!
[Na saída da sessão estava chovendo, eu obviamente, sem guarda-chuva!! Mas quem se importa com uma chuvinha de nada quando se lembra das aventuras de Amelia??]
Hilary Swank tem mais que o physique du rolê de Amelia, a atriz faz uma interpretação densa e leve ao mesmo tempo. Se você assistir cenas reais de Amelia, pois há bastante coisa filmada nos anos 30, vai perceber o trabalho da atriz. (veja o videozinho no final do post).
E os figurinos??? são de ficar besta!!!! A fotografia de cair o queixo e a direção feminina da indiana Mira Nair faz toda diferença! Amelia é um filme adorável!!! Tem que ver! Imperdível!!! Estréia amanhã nos cinemas brasileiros: 26 de março.
Uma vida excepcional repleta de aventuras e fama, marcada por um mistério não solucionado, vem à tona em AMELIA, um retrato abrangente e fascinante da lendária pioneira da aviação Amelia Earhart (interpretada pela atriz vencedora de dois Oscar, HILARY SWANK).
!um luxo esse espelho!
Após se tornar a primeira mulher a fazer a travessia do Oceano Atlântico pilotando um avião, Amelia Earhart conquistou a posição de queridinha da América - a lendária “deusa da luz”, conhecida pela ousadia e o carisma extraordinários. Mesmo tendo sido alçada à fama internacional, seu fascínio pelo perigo e a afirmação como mulher independente nunca mudaram.
Ela serviu de inspiração para pessoas no mundo inteiro, da Primeira-Dama Eleanor Roosevelt (CHERRY JONES) aos homens mais próximos do seu coração: o marido, relações públicas e magnata do mercado editorial George P. Putnam (o ganhador do Globo de Ouro RICHARD GERE), e seu amigo e amor de longa data, o piloto Gene Vidal (EWAN MCGREGOR).
a chegada no País de Gales
Em 1937, Amelia embarcou na mais arrojada de suas missões: dar a volta ao mundo em um voo solo, façanha que ela e George previam que, independentemente do desfecho que tivesse, seria uma das mais comentadas da História.
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Esse video mostra um mini documentário sobre a fatalidade do desaparecimento de Amelia quando estava quase terminando a volta ao mundo num aviação electra e sumiu no Pacífico. Especialistas tentam dar conta do mistério que envolveu seu último vôo. Sad but true.
Sem ser esnobe, mas a melhor torta de maçã que comi na vida foi numa cafeteria, no dia 31 de dezembro de 2001, na Times Square cheia de cops pós September 11 em NYC, horas antes da Big Apple cair e o ano novo chegar. Em cima do inesquecível pedaço tinha uma porção tão linda de chantilly que você olha e fala: Oh My God. Fora que a torta tinha acabamento de xadrezinho de massa a coisa mais perfeita do mundo (lá embaixo na receita tem um link mára p vc fazer grandes acabamentos em suas tortas!)
Mas uma torta dessas de maça não é só uma torta.
É música, é filme, é arte, é way of life ou seja, é uma instituição norte-americana. Enfim, esse post pretende dar conta de listar algumas das diversas ‘American Pie’.
-Para comer: a receita
Torta de Maça ao estilo American Pie
Ingredientes
Massa
2 xícaras de farinha de trigo
3 colheres (sopa) de açúcar
1/2 xícara de gordura vegetal, em pedaços
3 colheres (sopa) de margarina ou manteiga, gelada e picada
6 colheres (sopa) de água gelada
Como fazer: no processador misture tudo (menos a água) ligando e desligando até a massa ficar com pequenos pedaços. Com o motor ligado, adicione a água aos poucos. Misture até que a massa solte dos lados da tigela. Retire e divida a massa em duas partes iguais. Em uma superfície polvilhada com farinha abra metade da massa formando um círculo a outra é para o acabamento. Forre o fundo e os lados de uma fôrma de torta com a massa.
Pré-aqueça o forno na temperatura média-alta.
Recheio
5 maçãs médias, sem casca e cortadas em fatias finas
3 colheres (sopa) de farinha de trigo
1 meio copo de suco de limão
1 pitada de noz-moscada
1 xícara de açúcar misturado com canela
Preparo: depois de fatiar as maçãs, cubra-as com o suco de limão. À parte, misture a farinha, a noz-moscada e o açúcar já misturado com a canela. Jogue sobre as maçãs, misturando bem. Distribua as maçãs sobre a massa e se quiser, espalhe pedacinhos de manteiga sobre as maçãs.
Há uma série de interpretações para a letra, nenhuma de Don, mas tem gente que diz que ele se refere diretamente aos Beatles, Janis Joplin, Elvis, Bob Dylan, Jack Kerouac, Mick Jaegger…Pode até ser, anos 70 muitas viagens…
Sei que adoro essa música!
Mas quem é que vai se lembra da orignal quando Madonna regrava uma canção….?
Encontrei também essa versão MEDONHA de American Pie by esquilinhos freak. Fica aqui como registro apenas!!
Vai aqui letra da música pra você cantar junto!!?? E analisar as possíveis referências:
“American Pie”
A long, long time ago
I can still remember how that music used to
make me smile
And I knew that if I had my chance
I could make those people dance
And maybe they’d be happy for a while
Did you write the book of love
And do you have faith in God above
If the Bible tells you so
Now do you believe in Rock ‘n’ roll
And can music save your mortal soul
And can you teach me how to dance real slow
Well, I know that you’re in love with him
‘Cos I saw you dancin’ in the gym
You both kicked off your shoes
Man, I dig those rhythm and blues
I was a lonely teenage broncin’ buck
With a pink carnation and a pick-up truck
But I knew that I was out of luck
The day the music died
I started singing
Bye, bye, Miss American Pie
Drove my Chevy to the levee
But the levee was dry
And good old boys were drinkin’ whiskey and rye
Singing this’ll be the day that I die
This’ll be the day that I die
I met a girl who sang the blues
And I asked her for some happy news
But she just smiled and turned away
I went down to the sacred store
Where I’d heard the music years before
But the man there said the music wouldn’t play
Well now, in the streets the children screamed
The lovers cried, and the poets dreamed
But not a word was spoken
Tho church bells all were broken
And the three men I admire the most
The Father, Son and the Holy Ghost
They caught the last train for the coast
The day the music died
We started singin’
Bye, bye, Miss American Pie
Drove my Chevy to the levee
But the levee was dry
And good old boys were drinkin’ whiskey and rye
Singing this’ll be the day that I die
This’ll be the day that I die
Bye, bye, Miss American Pie
Drove my Chevy to the levee
But the levee was dry
And good old boys were drinkin’ whiskey and rye
Singing this’ll be the day that I die
This’ll be the day that I die
We started singin’
We started singin’
We started singin’
We started singin’
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Para ver: a torta de Rockwell e o ‘pecado da gula’da série de filmes para virgens
Olha que linda a ilustração de Normal Rockwell‘Thanksgiving Pie’ de 1930. O artista que melhor retratou o espírito yankee nunca esqueceria da torta de maçã.
Nada pode ser mais imbecil que American Pie uma saga de filmes pra pegar mulher que culmina num American Wedding. Se passar na tv veja um trecho e comprove!
A Lasermania reinicia agora em fevereiro a série de eventos gratuitos abertos ao público com exibição de filmes do seu acervo com exibição do filme “Grey Gardens” foi produzido pela HBO e venceu o Emmy Awards 2009 e o Globo de Ouro.
O evento ainda conta com a presença de Caio Amaral, que participa de um bate-papo com a plateia após a apresentação. Filmaço!!!! sente o trailer:
O filme mostra o escândalo que ocupou as manchetes dos jornais americanos nos anos 70, quando autoridades locais tentaram expulsar as ex-socialites Edith Bouvier Beale e sua filha Edie de uma mansão decadente, onde as duas viviam isoladas há mais de 20 anos…
Bem densa a história entre mãe e filha e o detalhe é que elas são a tia e a prima de Jacqueline Kennedy Onassis.
Foram interpretadas por Jessica Lange e Drew Barrymore, respectivamente no filme de ficção.
Assista a este trecho do documentário que foi exibido essa semana num canal de TV franco-alemão.
Ele mostra um estudo novíssimo que afirma por vias bem intelectuais a enorme contribuição do ‘derrière’ à civilização, e para isso consulta os pontos de vista de psicanalistas, filósofos, cientistas e artistas.
O filme La Face Cachée des Fesses ou em inglês The Hidden Side of the Bottom e em português A face secreta da Bunda mostra como o papel do traseiro na evolução humana tem sido negligenciado. [aqui no Brasil a gente supervaloriza, não se preocupem cientistas!!!]
“Nós franceses temos uma relação especial com esta parte do corpo” afirmou Allan Rothschild, co-diretor do documentário. [olha!!!! eu posso afirmar que nós brasileiros também temos]
O filme mostra que sem o nosso grande glúteo, nós humanos nunca teriamos descido das árvores. A importância desta mudança passou desbercebida até por Darwin em sua teoria sobre a evolução humana. Ele não fez qualquer menção ao fato de que uma vez que os seres humanos passaram ser bípedes, os homens tinham dificuldade de saber quando uma mulher foi fértil. isso levou ao aumento de seios e da bunda para ajudar na arte da sedução.
Outra coisa citada é que a bunda foi fundamental para dar à luz o feminismo francês. A moda das bundas exageradas que obrigavam as mulheres a usar “faux-culs” - literalmente “bunda falsa” - causava alvoroço enorme pela cintura fina com espartilho que ampliava os traseiros das moças, que desfilavam suas anquinhas. Philippe Comar, professor morfologia na École des Beaux Arts concluiu numa fala do filme: “O a bunda falsa é que reduziu a mulher a um objeto sexual.”
Além disso tudo, ainda tem um livro que complementa o filme e que esta à venda na França a partir desta semana.
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E + uma matéria sobre o livro do historiador francês: Jean-Luc Henning “Breve História da Bunda”. Assista e se especialize mais ainda no assunto: PhD de bunda.
E quando a gente começa a mexer com a bunda.. tem um monte delas que aparecem na cabeça: Gretchen, a 1ª bunda protagonista assunida, Carla Perez e o bundão axé…
Mas é claro que atualmente quem vem à tona mesmo [melancia bóia??] é Mulher Melancia em seu esplendoroso popo GG gigante, assim auto-denominado.
Aqui temos as duas partes de um documentário que mostra como ela leva a bunda a sério. Assista! Tem momentos peculiares, como por exemplo, quando ela explica cientificamente a velocidade 6. E em outra parte ela declama os versos de ‘Solteira sim, Sozinha Nunca‘, só perde pra Goethe.
Parte 1
Parte 2
Vamos elevar o nível e lembrar Brigitte Bardot e Michel Piccoli na memorável cena do filme ‘Le Mépris’ (O Desprezo) de Godard, em que ela pergunta: “Et mes fesses? Tu les aimes, mes fesses?” [e a minha bunda, você ama a minha bunda?]. Assista e termine de ler o post se sobreviver:
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Bunda também é poesia
Tem a bunda do poeta Carlos Drummond de Andrade que, com todo respeito, é uma bunda engraçada no ‘milagre de ser duas em uma’[acho essa frase genial!]
A bunda que engraçada
A bunda, que engraçada.
Está sempre sorrindo, nunca é trágica.
Não lhe importa o que vai pela frente do corpo.
A bunda basta-se.
Existe algo mais?
Talvez os seios.
Ora – murmura a bunda – esses garotos ainda lhes falta muito que estudar.
A bunda são duas luas gêmea s em rotundo meneio.
Anda por si na cadência mimosa,
no milagre de ser duas em uma, plenamente.
A bunda se diverte por conta própria.
E ama. Na cama agita-se.
Montanhas avolumam-se, descem.
Ondas batendo
numa praia infinita.
Lá vai sorrindo a bunda.
Vai feliz na carícia de ser e balançar.
Esferas harmoniosas sobre o caos.
A bunda é a bunda,
rebunda.
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A bunda pode também ser descrita em uma série de códigos para emoticons…..
(__|__) bunda perfeita.
|__|__| desbundada.
(::|::) bunda com celulite.
(__$__) bunda de prostituta de luxo.
(__*__) bunda de quem tá com frio.
(__.__) bunda de quem tá com muito medo.
(__?__) bunda de quem não sabe o que vem pela frente ou melhor, por trás.
(__o__) bunda pouco usada.
(__O__) bunda bastante usada.
(___________0____________) bunda da Carla Perez.
(__|.|__) bunda com nádegas afastadas para exame de próstata.
(__|o|__) bunda com nádegas afastadas após exame próstata.
(__;__) bunda com limpeza falha após uso.
(__-__) bunda de japonesa.
(__V__) bunda comportada de biquíni.
(__Y__) bunda assanhada de fio dental.
(((__)(__))) bunda mole.
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O livro das grandes bundas
Tem edição de capa dura [se fala de bunda tem q ser dura] e traz entrevistas de oito mulheres famosas por suas bundas [tranquis que Melancia está lá]. Editado pela Taschen.
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Galeria de imagens de bundas comentadas
Uma bunda brasileira, as usual, deixa ‘os gringo’ louco. Olha o francês, só falta babar igual ao lobo do Tex Avery.
A bunda da modelo e a bunda-modelo:
Bundas unidas, jamais serão vencidas. Porque bundas também são uma forma de protesto. Kiss my ass.
Que dizer de alguém que tatua Michael Jackson na bunda??? Thriller
Depois da desgraça acima, ANTIDOTO- A bunda da Odalisca de Ingres é discreta e bem maneirista….
Ela quase não tem…[Kate Moss não precisa de bunda, ok!]
Bunda utópica, freak no último:
Bunda intelectualizada e feminista também pode ser boa. Simone de Beauvoir não me deixa mentir:
E na bunda brasileira tem sempre um que querendo enfiar. [mas a gente vai lá e tira]
E só pra consagrar a bunda made in Brasil, houve um concurso em Paris para escolher a bunda mais bonita e claro que quem venceu foi uma brasileira. Disputando entre 45 finalistas de 26 países, Melanie Nunes Fronckowiak recebeu o título de “Most Beautiful Bottom in The World”.
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Posts de toda sorte que encontrei sobre a bunda (da surra de bunda até um chutador mecânico):
Toda vez que eu escuto essa musiquinha eu tenho vontade de chorar do menininho! The Little Drummer, o bolero de ravel do Natal é uma música maravilhosa!
Little Drummer Boy
Come they told me, pa rum pa pum pum
Venham, eles me disseram, pa rum pa pum pum
Our newborn King to see, pa rum pa pum pum
Ver nosso novo Reizinho, pa rum pa pum pum
Our finest gifts we bring, pa rum pa pum pum
Nosso melhores presentes trazemos, pa rum pa pum pum
To lay before the King, pa rum pa pum pum,
Para entregar ao Rei, pa rum pa pum pum,
Rum pa pum pum, rum pa pum pum,
Rum pa pum pum, rum pa pum pum,
So to honor Him, pa rum pa pum pum,
Então honrá-Lo, pa rum pa pum pum,
When we come…
Como nós chegarmos…
Little Baby, pa rum pa pum pum
Bebezinho, pa rum pa pum pum
I am a poor boy too, pa rum pa pum pum
Eu sou um menino pobre também, pa rum pa pum pum
I have no gift to bring, pa rum pa pum pum
Não tenho presente para trazer, pa rum pa pum pum
To lay before the King, pa rum pa pum pum,
Para entregar ao Rei, pa rum pa pum pum,
Rum pa pum pum, rum pa pum pum,
Rum pa pum pum, rum pa pum pum,
Shall I play for you, pa rum pa pum pum,
Devo tocar para você, pa rum pa pum pum,
On my drum?…
Em meu tambor?…
Mary nodded, pa rum pa pum pum
Maria acenou, pa rum pa pum pum
The ox and lamb kept time, pa rum pa pum pum
O boi e o cordeiro chegaram à tempo, pa rum pa pum pum
I played my drum for Him, pa rum pa pum pum
Eu toquei meu tambor para Ele, pa rum pa pum pum
I played my best for Him, pa rum pa pum pum
Eu toquei o meu melhor para Ele, pa rum pa pum pum
Rum pa pum pum, rum pa pum pum
Rum pa pum pum, rum pa pum pum
Then He smiled at me, pa rum pa pum pum
Então ele sorriu para mim, pa rum pa pum pum
Me and my drum…
Me and my drum…
Me and my drum…
Me and my drum…
Me and my drum….
Eu e meu tambor…
Eu e meu tambor…
Eu e meu tambor…
Eu e meu tambor…
Eu e meu tambor…
E na minha pesquisa sobre essa animação de natal que eu adoro! descobri que Bob Dylan re-lançou este mês a música tema de The Little Drummer no seu álbum de natal que está sendo vendido pela internet. Leia+ e veja o clip aqui.Videoclipe com efeitos belíssimos de animação
Fiz esse post em 3 de maio de 2009 falando sobre a possível visita do presidente do Irã e posterior cancelamento. Mas infelizmente o tal Ahmadinejad veio mesmo ao Brasil agora em novembro e foi recebido por Lula.
Depois disso, não precisa dizer mais nada.
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O presidente do Irã Mahmoud Ahmadinejad é, sem dúvida, um dos homens mais toscos e desinformados do mundo. Entre suas declarações cheias de trevas ele já afirmou que não existem gays iranianos, que gays são um fenômeno que não ocorre em seu país.
ATUALIZANDO: Agora ele NAO VAI MAIS VISITAR o Brasil… Mas existaram algumas manifestações porque ele realmente é persona non grata e só mesmo o Lula pra receber tal figura. [é comum nos discursos de Ahmadinejad em conferências internacionais que a plateia de diplomatas se retire em repúdio às merdas que ele fala... sentiu o nível do cara...]
Encontrei o trailer de ‘A Jihad for Love‘ no YouTube e esse video o presidente do Irã precisa assistir. O fime mostra o que acontece com os ‘fenômenos’ no Oriente Médio, a perseguição aos gays, os castigo e a exclusão social. Quem dirige o documentário é Parvez Sharma um muçulmano assumidamente gay. Vale acompanhar o blog do filme que já foi super premiado.
Quem produziu ‘A Jihad for Love‘ foi o norte-americano Sandi Dubowski [que eu tive o prazer de conhecer qdo organizei uma palestra dele em SP há 2 anos. Sandi dirigiu outro documentário tão polêmico quanto premiado o 'Trembling before God' em que mostra judias e judeus ortodoxos gays all around the world. Em off e abafa o caso, Sandi já deu 'quase pt' na "A Loca" é um querido].
Estreia dia 27 de novembro o filme “Entre a Luz e a Sombra“. Eu quero muito ver!!
Nas pré-estreias não consegui ir em nenhuma!!! mas assim posso prestigiar na real pagando ingresso no cinema. Digno.
Eu gosto de cinema que traz o tema vidas que se cruzam, realidade tão louca que parece ficção, cidade de São Paulo.
Aqui a sinopse que eu recebi da assessoria:
“Dirigido por Luciana Burlamaqui, o documentário investiga a violência e a natureza humana a partir da história de três personagens que tiveram seus destinos cruzados no complexo Carandiru, considerado até então o maior presídio da América Latina.
Uma atriz que dedica sua vida para humanizar o sistema carcerário. A dupla de rap 509-E, formada por Dexter e Afro-X dentro do Carandiru. Um juiz que acredita em um meio de ressocialização mais digno para os encarcerados. Entre a Luz e a Sombra acompanha a vida desses personagens durante sete anos, a partir do ano 2000.
As temáticas da prisão, crime, violência, reintegração social extrapolam para o encontro de classes sociais distintas e as mais difusas contradições do ser humano na busca de seus ideais.”
Foi o trailer do documentário que me fez ficar interessada mesmo! Assista também:
E aproveitando o ensejo tem um evento do coração aqui para divulgar e quem tem tudo a ver com o ‘Entre a Luz e a Sombra’, porque tratará da produção cinematográfica e dos direitos humanos universais na Cozinha da Matilde, charmoso espaço de eventos e de gastronomia localizado na Vila Madalena, e que você está cansado de ver aqui no blog fechou um novo projeto com o querido crítico de cinema Christian Petermann, chamado Cinema na Matilde.
Em clima descontraído e informal, é um encontro no qual o crítico fará uma apresentação ilustrada (com cenas selecionadas de filmes) sobre longas-metragens de ficção que tratam de aspectos dos Direitos Humanos, em comemoração ao Dia Internacional dos Direitos Humanos, celebrado dois dias depois (10 de dezembro). Será uma conversa interativa com o público presente, num bate-papo pop e inteligente sobre um tema vasto e de interesse global, sem ranços ideológicos, sem discursos antiquados, de mente aberta e liberal.
Christian destacará o trabalho de cineastas como Costa-Gavras, Amos Gitai e Ken Loach, cujas carreiras se voltam à crítica das injustiças sociopolíticas e à defesa da qualidade de vida para todas as pessoas. Conceitos negativos como a ignorância, a intolerância e o preconceito serão destacados em diferentes filmes, com a intenção de reforçar a importância do direito de todas as pessoas à dignidade e à diversidade, independente de gênero, credo, raça, classe social, escolaridade, orientação sexual, tendência política, etc. Serão comentados dessa forma, entre outros, filmes como “Um Estranho no Ninho” (Milos Forman), “Malcolm X” (Spike Lee), “Milk – A Voz da Igualdade” (Gus van Sant), “Manderlay” (Lars von Trier), “Persépolis” (Marjane Satrapi e Vincent Paronnaud), “Babel” (Alejandro González Iñárritu) e “O Segredo de Vera Drake” (Mike Leigh), além da obra dos cineastas já citados.
Ao mesmo tempo, Letícia Massula, as mãos gastronômicas por trás da Cozinha da Matilde, colocará à disposição, para enriquecer a noite, pequenos quitutes de preparo próprio, de caldos e porções variadas ao já famoso brigadeiro de colher.
Cinema na Matilde, com Christian Petermann Tema: Direitos Humanos
Quando: terça-feira, dia 08 de dezembro, às 19h30
Onde: Cozinha da Matilde, na Vila Madalena
Entrada: R$ 15 (consumo à parte)
Reservas: 11 3081-8306 ou cozinhadamatilde@gmail.com