Dia Internacional da Mulher

Feliz Dia da Mulher pra você que não é uma mulherzinha.

Um pulo na Campus Party

Campus Party, o maior encontro de web do mundo, ou a outra dimensão onde os avatares caminham ao seu lado sempre acontece em janeiro, época de sol no litoral e de chuva que nem merece comentários em São Paulo. Ou seja, o clima é quase que uma sentença: SAIA DESSA CIDADE JÁ! foi o que eu fiz

Como trabalhei muito em 2009 e em dezembro não parei pois fiz o blog especial de natal do Santander, ainda dei mil aulas e cursos na Escola São Paulo estava exausta! A família clamando por férias e meu grau de nerdice pra ficar trancafiada quase uma semana naquele barulhento Centro de Exposições Imigrantes estava bem fraquinhoooo..

..Daí que fui apenas na tarde do dia 27 para o meu bate-papo com as meninas no #youPIX. E foi bem bacana a conversa Mulher.com rendeu, olha só:

Aproveitei também pra ver as @’s amigas soltas pelos pavilhões, dar uma passada nos stands mais legais e fazer videos para o Blog da LG junto com o Jonny Ken.

[andar com o Jonny pela Campus Party é um 'show à parte'! o cara é hiper conhecido: Mr.Migre.me]

Esse video aí embaixo fizemos para a LG e tem: bolsinha de oncinha, % de mulheres no evento, flashmob LuluzinhaCamp…assista:

E ainda rolou um momento papparazzi super divertido! Essa ‘foto da foto’ é do Silvio Tanaka que criou junto com todos esses fotógrafos o Campus Babes, uma ideia interessante de retratar as mulheres presentes na Campus Party 2010. Olha a matéria do R7.

Foto a Foto

Na semana em que se comemora o Dia Nacional do Fotógrafo (8/1) começa a gincana Foto a Foto da Olympus no Twitter.

Hoje o avatar misterioso que as pessoas tinham que advinhar era o meu. Fiquei quietinha!! E o prêmio foi um voucher de R$50,00 no @segredovitorio

Mas não foi difícil acertar. Olha as dicas do @fotoafoto: Mulher, alegre (podiam ter dito louca, mas aí já era marmelada), cabelo castanho, crespo e boca grande. Péra ae?? Boca GRANDE?

Quem acertou que era euzinha o bocão foi @condwitte que declarou que foi pela última dica que advinhou…E eu achando q ninguém percebia minha bocona….ah tá…

Dei parabéns e veio a resposta:

E aqui o comprovante da seriedade da brincadeira:

No site http://www.fotoafotoolympus.com.br/ tem mais um joguinho interativo bem legausss! igual ao de tabuleiro antigo, o jogo das carinhas. E claro que os melhores no jogo sempre ganham prêmios, nesse caso, câmeras Olympus.

Walker Evans no Masp

A melhor exposição de fotografia que fui este ano! e ainda dá tempo de você ver também!

Walker Evans, coleção Fundação Mapfre no Masp. Evans foi um fotógrafo da realidade dura pós-crash norte americano dos anos 30, além disso viajou e trouxe ótimas imagens de Cuba. E por volta dos anos 60 e 70 se interessou pelo subúrbio das capitais americanas.

Na exposição do Masp eu destaco a série de fotos no metrô de NYC. São muito maravilhosas.

Ele sempre capturou suas imagens com um olhar tão claro, tão neutro em que não floreava, nem esperava ‘o momento’ bressoniano, também não deprimia, deixava o julgamento para o apreciador. Quase não existe juízo de valor nas imagens que ele mostra.

Essa aí embaixo não estava na exposição, mas achei apropriada pra época de Natal e escolhi para ilustrar!

Hanging Christmas, 1973-74 - Polaroid
Walker Evans

Walker Evan no MASP

De 1º de outubro a 10 de janeiro de 2010.
De terças-feiras a domingo das 11h às 18h. Às quintas-feiras, das 11h às 20h.
Inteira: R$ 15,00. Estudantes: R$ 7,00. Gratuito até 10 anos e para maiores de 60 anos.
Às terças-feiras a entrada é gratuita para todos.

MASP - Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand
Avenida Paulista, 1.578 - telefone: 11 – 3251-5644
Estacionamento conveniado ao lado, na Avenida Paulista (R$10,00)

Princesas Caidinhas

Fallen Princess é um dos trabalhos da fotógrafa canadense Dina Goldstein que estava farta, assim como eu, da perfeição das princesas dos desenhos.

Na medida em que todos os anos, centenas e centenas de garotinhas elegem essas ‘perfeitinhas’ como suas queridinhas e assistem again and again seus dvd’s…Dina, que também tem uma filha pequena, se perguntou: mas como seria o dia a dia dessas princesas se elas fossem mulheres de verdade num mundo real e sem frescuras de reino encantado. Vamos contar isso pras meninas já!!!

Sente só no que deu a composição que ela criou para as imagens:

Cindela - se acabou na naytch e agora ronda a cidade a te procurar sem te encontrar.

Bela Adormecida- ela mora, quer dizer, dorme num asilo há séculos ao lado do velho príncipe.

Ariel - nadou nadou e acabou num desses grandes áquarios blockbusters…

Jasmim - não teve Aladim que a tirasse do Oriente Médio. Tá aí uma guerrilheira do Islã.

Meus heróis morreram de Aids

O meu prazer, agora é risco de vida!

Meu sex anda drugs não tem nenhum rock n’roll.

Cazuza, (Ideologia)

***

Demorei séculos para fazer esse post sobre o livro da jornalista Paula Dip sobre o escritor Caio Fernando Abreu.

Primeiro queria postar no dia 12 de setembro data que Caio nasceu, depois meu rascunho ficou tempo demais nos drafts e perdeu a graça pra mim. O segundo que não rolou era pra ser um post sobre o mar, porque li um montão na praia e cheguei até a fazer outro post com a foto do livro na praia, como gostava de estar o Caio na areia perto do mar.

Mas acho que hj dia 1º de dezembro, dia da luta contra a Aids foi como quis o destino e assim sai o terceiro post mas o único que você lerá. #WorldAidsDay

Caio morreu de Aids quando falar da síndrome era também lembrar de Cazuza ambos vítimas da doença. Foram eles, um retrato de uma geração, domaram suas genialidades num universo pequeno burguês brasileiro.

[sim eu acho que foram vítimas do furor dos anos 80 que era uma total  e absoluta consequência dos 70 e assim como são todas as décadas e sempre serão, basta se afastar 10 anos e ver o panorama. Mas hoje são outros tempos, ninguém que tem TV, lê jornal e pega Aids pode se dizer vítima desavisada.]

Mas meus heróis viveram como era pra ser vivido o tempo deles: num mundo de liberdade total e ambos morreram de Aids.

Caio queria banalizar a Aids, falar muito dela, que é um tema cotidiano, presente na vida de todos nós, e sabiamente anunciava o que os médicos demoraram anos para dizer: não há grupo de risco, todos somos vulneráveis. Achei legal tê-lo bonito assim na capa de um livro e num post de campanha.

Mas simplificando… pra não dizerem que Aids aqui está associada ao mundo gay, que fique bem claro que tem gente que já nasce com a doença, tem gente que pega do marido, tem gente que pega em transfusão (sim tem eu conheço um caso), outros em baladas HT bem loucas, enfim, o lance é que meus heróis morreram de Aids.

E tem gente toma o coquetel e se dá bem vive muito e com qualidade e tem gente que não se dá tão bem assim e fica muito doente e perde a vida.

Tem gente pegando Aids agora e tem gente que não tá. It’s up to you.

Mas vamos ao escritor, Caio é daqueles incríveis pra quem gosta de afiar o olhar através da literatura. Rápido no gatilho é verdadeiro porque não precisa da hipocrisia da sociedade, então diz a vida sem fantasia mas com uma alegria que não é besta. Fala das mulheres para quem quiser ler, do cotidiano para quem quiser viver sem ilusões mas viajando muuuito.

Caio gostava de assinar Caio F. obviamente por causa da popular Christiane F. que na minha época de escola era a Amy Winehouse das drugs. F. significava transgressão loucura, anos 80, Europa, tudo que Caio fez de monte e se não declarava também não fazia segredo . Também sou Liliane F. hahahahahaha

Quando eu li Morangos Mofados tinha 13 anos achei o máximo! alguma coisa que eu gostava muito naquele texto mas não sabia explicar. hoje acho que sei, e que é a decadência do humano, o humor ácido, um certo comedido escraxo, e meia palavra pra bom entendedor me apetecia. Se soubesse que ele gostava do nome com F. teria entendido mais fácil.

Tenho milhões de amigos like Caio style, cada um com sua porção da personalidade dele, todos muitos talentosos e alguns com Aids também. E certamente nos aproximamos porque pessoas como Caio e Paula são complementares e tem afinidades pessoais e culturais, por isso o livro revela o Caio amigo que todo mundo amaria ou odiaria ter!!!

O livro deve ser lido como retrato, pois é composto em grande parte pelas cartas compiladas de Caio para Paula e depoimentos de quem viveu e conheceu a figura. Aproveite e leia algum livro dele também, um conto sequer. Caio é autor fundamental e indispensável, tipo tem que ler mesmo.

***

*Vale ainda dizer que li ‘Para sempre teu, Caio F’, numa fofa gentileza da Editora Record & Bites que via o Book Crossing me regalou com o livro.

Foto Recado

Ontem na Pulsarte, durante as oficinas do Planejando Meu Casamento by @cintiacosta, teve tbém o momento em que todos puderam ser fotografados no style Foto Recado by @gabibutcher.

A coisa é simples e prática: você escreve seu recadinho numa lousa e vai pra frente da câmera, o resto pode deixar que a Gabi faz! e faz bem!

Mandei meu recado para Luisa e @souzacampus, e isso de chamar de fofinhos é história nova da Luisa que chama o tudo que gosta de ´fofinho` e eu aderi ao fofinho dela!

p.s.: esse cabelo topetudo é porque no mesmo dia fui modelA de penteado de noiva by JJ cabeleireiros.

A Noiva Caipira abandonada e um Caipira safado

O gnomo devolveu! e as fotos antigas aqui estão: Lili e Souzacampus caipiras. Eu de noivinha toda delicada e ele literamente pulando a cerca no meio de um monte de meninas! Mas reparem!! eu estou SEM NOIVINHO…o noivo tá no canto direito trocando uma ideia pra ver se casa ou não casa! 

Olha que fofinha eu era! A cara da Luisa brava!

Gente, e esse Edu? olha que danado!

Altas Horas

Quem me conhece sabe que eu não sou MESMO de tietar e tirar foto então…mas essa vale porque Serginho Groisman é um ícone da minha adolescência, num tempo em que não tinhamos nem internet mas que permanece até hoje íntegro e interessante para novíssimas gerações 2.0.

Fui uma única vez no Programa Livre (SBT) em 1991. Num dia em que Arrigo Barnabé foi entrevistado e eu estava com a turma do 2º colegial. Me esbaldei, fiz até uma pergunta pra ele! e foi a glória do colégio!

Daí que sempre achei o Serginho um cara original, bacana, sempre na dele, digno e profissional 

E agora em 2009 fui a convite da CGCOM (vivas para a equipe: Carlos Alberto e Juliana Novochadlo) para assistir ao programa Altas Horas (Globo) e reviver essa experiência. Dessa vez estava com minha turminha de blogs: @samegui, @inagaki, @gnsbrasil e @kakoferreira.

***

Encontrei um texto antigo do Serginho no portal “Fala, Brasil’ (20/11/2004). Reproduzo na íntegra porque é muito representativo:

Ser Famoso Pra Quê?

“Pra mim a coisa é muito clara: trabalho na TV brasileira porque acho que posso contribuir com um ponto de interrogação, Serginho Groisman.

Fama e poder. Esse é o binômio que move o célebre, o famoso, o artista, a modelo, o ator, o diretor, os big brothers. Mas ser famoso pra quê?

Pra ser conhecido, poder furar filas, viajar de graça, comer de graça e ainda ganhar uma grana? Só? Isso é pra poucos. Sei que sou conhecido por boa parte da população brasileira que não tem outra opção de divertimento a não ser a TV.

Mas sou conhecido sem ser arroz-de-festa, sem ter que me deixar fotografar em casa, em ilhas ou castelos. Sou conhecido sem ter que necessariamente namorar famosas gostosas, sem porra nenhuma na cabeça.

Pra mim a coisa é muito clara: trabalho na TV brasileira porque acho que posso contribuir com um ponto de interrogação.

Prefiro ser o ponto de interrogação do que o de exclamação, todo bem vestido, animando a festa, travestido de terno ético com a ceroula manchada por uma consciência violentada.

Prefiro ser o da madrugada, uivando por telespectadores que gostem de Gismonti ou Bruno & Marrone, mas que saibam que o famoso não sou eu. Quero ser aquela celebridade invisível.

Quero ter o respeito e a admiração de quem precisa, como o marginal armado que tentou levar meu carro e se espantou comigo, abaixando a arma. Espero que ele esteja bem. Não porque não atirou em mim, mas porque a marginalidade não é caminho pra se tornar uma celebridade.

Os rostos e impressões digitais das pessoas que escolhem esse caminho não acabam estampados em capas de revista, mas em fichas do IML, das casas de detenções e das Febens. 

Ainda assim, ser famoso pra quê? Pra poder comprar um carro blindado, contratar seguranças, motoristas, agentes e assessores de imprensa?

Pra estampar capas de revistas só porque trocou de namorada ou porque agora está com a ex do fulano, que na semana passada era capa com um título qualquer jurando amor eterno?

Academia, cirurgia plástica, pequenos escândalos, casamentos circunstanciais não exigem estudo nem pesquisa. Pra muitos, a invasão de privacidade é o que de melhor a humanidade inventou.

Mas só sofre essa invasão quem quer. Não ter medo de enfrentar filas, de ir ao cinema e ter uma vida comum é possível. Mesmo sendo famoso.

Hoje em dia, difícil é permanecer famoso. Porque permanecer famoso não é fama nem sucesso, mas resultado.”

Cambridge Arthouse Gallery

Sabe o Cambridge Hotel? onde já tiveram baladas homéricas, onde o Nat King Cole já se hospedou, onde já foi um pulgueiro mas que há uns anos virou pulgueiro cult? Sabe? Agora o bar do hotel abriga uma exposição de fotografias no batizado Cambridge Arthouse Gallery.

Vale a pena conferir!! O meu amigo Willians Valente me deu a dica e é um dos artistas-fotógrafos exibidos na mostra.

Brumas da Birmânia

Recebi o convite e fiquei super curiosa sobre onde havia sido tirada a foto, sei lá um quê do mistério oriental, um cheiro de ylang ylang, cara de Cambodja, Vietnã a la National Geographic o que me fez dar um Google.

Nada de Vietnã nem Cambodja, a foto foi feita em Myanmar/Birmânia para os íntimos pelo fotógrafo Kin Dias que tem um site lindo com fotos cheias de brumas e uma luz difusa que aquece as cores quentes daquelas paisagens asiáticas.

A exposição das fotos de Kin Dias terá uma parte da renda revertiva para o Instituto Escola São Paulo e Escola Bibliotecária Maria Luiza. A abertura acontece dia 23/4 quinta-feira das 19h às 22h na Joalheria Carla Amorim [Rua Oscar Freire, 903]. Vale a pena ir principalmente se você está iniciando uma coleção de fotografias.

***

é assim que se escreve Myanmar e a pronúncia é Pyi-daung-zu Myan-ma Naing-ngan-daw. Não é um luxo complicado falar e escrever em birmanês ?

Sheila Carvalho não é fake

Estava fuçando no Google para investigar o que a Sheila Carvalho fez durante a entresafra de suas aparições na capas de Playboy, afinal depois de 8 anos está de volta nas bancas com seu mais recente ensaio para a revista [juro q não acreditei que era ela.] De cara pensei que era uma reedição porque há trocentos anos ela havia anunciado que seria a última capa [mas é aquela coisa: a vida não está fácil pra ninguém e acho que ela tem mais é que faturar e aproveitar que o fotógrafo foi o J.R. Durán]

Esse post não tem a menor intenção em detonar ninguém aqui, somente e apenas quero fazer uma reflexão [sem pretensão] sobre o maravilhoso mundo das mídias sociais e as celebridades.

[não tenho absolutamente nada contra ela, pelo contrário, me afeiçoei a Sheila como ser humanA quando soube que ela perdeu um filhinho recém-nascido. so sad!!!!

[E prefiro o style da bunda by É o Tchan ao estilo frutal popo GG gigante]

Pulando a parte de que ela continua bonitona, descobri que a morena do É o Tchan tem Twitter, Flickr, canal no YouTube mas tudo parece suspenso no ar, faltam updates e followers. [um apelo: Sheila vem tuitar com a gente!! um conselho: Sheila coloca tudo isso pra funcionar a seu favor gata! ;D]

Imaginei qual seria o número de seguidores dessa mulher que já foi eleita por 3x a mais sexy do mundo nos áureos tempos das dancinhas de duplo [triplo] sentido quando ela ainda estava em todos os programas de domingo da TV. Imaginou? Então, hoje ela tem ZERO seguidores…e não é perfil fake!

O público é volúvel e voraz. As super celebs que hoje estão ‘podendo’ com seus zillhares de seguidores nos Twitters da vida não devem saber que só os diamantes são eternos…

Vale aqui um entreaspas do @miguel_andrade do La Dolce Vita sobre as celebridades atuais: “(…) Vivem como lindas borboletas e, quando menos se espera, morrem como lagartas…”

Fotografia com Qualquer Máquina (mesmo)

Tá aí mais uma nova oficina que vou produzir na Gafanhoto. Tony de Marco faz umas imagens muito poderosas e sabe ensinar qualquer um com qualquer câmera a produzir fotos de babar!

Ele tem um olhar peculiar sobre paisagem urbana e é muito considerado pelo trabalho São Paulo NO LOGO que teve repercussão mundial.

Dê uma olhadinha nas fotos dos alunos que já fizeram essa oficina: http://migre.me/eRq

Imperdível!

Fotografia com “Qualquer Máquina” com Tony de Marco

A oficina
Graças a tecnologia, fotografar ficou mais fácil, porém fazer boas fotos continua sendo bem difícil. Parece que não há muito mais a fazer além de apertar um botão. Não se engane, as máquinas automáticas prometem fazer tudo sozinhas, mas não fazem.

Essa é uma oficina para afiar o olhar, descobrir interesses, aprender com a luz e desvendar interfaces.

Tire o máximo do prazer ao fotografar e dê o máximo de prazer a quem você fotografa. Perca o pânico de ser fotografado e aprenda a difícil arte de tirar bons retratos de si mesmo.

Desvende sua máquina automática, para ela ser sua amiga vocês precisam falar a mesma língua. Nada sobre ISO, equipamentos de luz, lentes ou filtros. Tudo sobre linguagem, enquadramento, luz natural, corte, internet e truques sujos.

Quem é Tony de Marco?

Artista plástico, e fotógrafo e type designer. Desenha no computador desde 1989. Foi ilustrador do jornal Folha de S. Paulo de 1988 a 1993. Criou a revista Macmania e foi seu Editor de Arte por 12 anos.

Em 2003 foi premiado no Linotype International Type Design Contest com a fonte Samba. Atualmente edita a Tupigrafia, revista sobre tipografia e caligrafia. Seu ensaio fotográfico “São Paulo No Logo” foi exposto no Museu do Design de Londres (2008) e Galeria Pop/Rojo artspace, em São Paulo (2008). Essas fotos foram capa de revistas, jornais e calendários em todo o planeta, aparecendo em documentários e vinhetas da MTV. Tem exposições marcadas para maio, na galeria Choque Cultural, e junho, no Museu de Fotografia da Holanda.

Investimento:
R$280,00 (pode ser parcelado em 2x sem juros)
5% de desconto para quem leva um amigo

04 encontros

2 e 3 de maio das 11h às 17h
9 de maio das 11h às 17h e dia 10 de maio das 15h às 21h

Gafanhoto
Av. Rebouças 3181
Perto do shopping Eldorado quase esquina com Faria Lima sentido Centro.

Inscrições:

11 5667 5008
oficinadotony@gmail.com


Tony de Marco e Gilberto Kassab


Tony de Marco e Gilberto Kassab
Originally uploaded by Tony de Marco

Tony disse tudo: “O prefeito da terceira maior cidade do mundo não foi a abertura da Bienal de arte, mas compareceu na abertura da minha primeira exposição individual de fotografia.”

Eu, Souzacampus e Luisa tbém estivemos por lá!

“São Paulo No Logo”
De 04.de Novembro - 06 de Dezembro 2008
Local: POP/ROJO®artspace São Paulo.
Rua Virgilio de Carvalho Pinto 297, Pinheiros.

NO LOGO


Convite da Expo “São Paulo No Logo” na Pop/Rojo
Originally uploaded by Tony de Marco

Lembra quando a Lei Cidade Limpa começou a vigorar e São Paulo foi se despindo de seus outdoors, backlights, letreiros, placas….? Nesse período, o designer multi-meios e mídias! e fotógrafo Tony de Marco fez um registro sensacional da ausência da presença publicitária na cidade.

É bem aquilo, frase de vó: se tiver um limão, faça uma limonada. Ele foi lá e fez!

Na semana que vem abre a exposição dessas fotos na Rojo. Eu, Souzacampus e Luisa vamos prestigiar!!! Espero nesse dia rever o irmão do Tony, meu amigo dos tempos de Cachorros na Encruzilhada, o Caio de Marco (eles às vezes atuam em dupla: De Marco Brothers).

Texto do Tony:
Depois de frequentar as paredes do Design Museum de Londres e do Cassino Forum d’Art Contemporain de Luxemburgo, as fotos do meu ensaio São Paulo No Logo finalmente serão expostas no Brasil.

Abertura dia 4 de novembro, terça, ás 19hs.
Estão todos convidadíssimos.

Local: ROJO®artspace São Paulo.
Rua Virgilio de Carvalho Pinto 297, Pinheiros.

De 04.de Novembro - 06 de Dezembro 2008

RGB


lights colors from the street
Originally uploaded by shyb

A cor é a poesia da Luz…

Fotografias…


Mergulho minhas lembranças na água limpa como se revelasse fotografias.
O charme do papel ondulado macio submerso na água leva à tona impressões do que se foi.
Alguém que conheço abre a porta, interrompe o processo.
No papel fotográfico para sempre marcado o dedo da luz intrusa. Bem-vinda!