...Diário poético-filosófico. Ou, caderninho daqueles pequeninos, capa de couro, pra fazer anotações, recheado de papéis, postais, escritos, uma agenda de memórias. Códice Lili. Moleskine.
Sem ser esnobe, mas a melhor torta de maçã que comi na vida foi numa cafeteria, no dia 31 de dezembro de 2001, na Times Square cheia de cops pós September 11 em NYC, horas antes da Big Apple cair e o ano novo chegar. Em cima do inesquecível pedaço tinha uma porção tão linda de chantilly que você olha e fala: Oh My God. Fora que a torta tinha acabamento de xadrezinho de massa a coisa mais perfeita do mundo (lá embaixo na receita tem um link mára p vc fazer grandes acabamentos em suas tortas!)
Mas uma torta dessas de maça não é só uma torta.
É música, é filme, é arte, é way of life ou seja, é uma instituição norte-americana. Enfim, esse post pretende dar conta de listar algumas das diversas ‘American Pie’.
-Para comer: a receita
Torta de Maça ao estilo American Pie
Ingredientes
Massa
2 xícaras de farinha de trigo
3 colheres (sopa) de açúcar
1/2 xícara de gordura vegetal, em pedaços
3 colheres (sopa) de margarina ou manteiga, gelada e picada
6 colheres (sopa) de água gelada
Como fazer: no processador misture tudo (menos a água) ligando e desligando até a massa ficar com pequenos pedaços. Com o motor ligado, adicione a água aos poucos. Misture até que a massa solte dos lados da tigela. Retire e divida a massa em duas partes iguais. Em uma superfície polvilhada com farinha abra metade da massa formando um círculo a outra é para o acabamento. Forre o fundo e os lados de uma fôrma de torta com a massa.
Pré-aqueça o forno na temperatura média-alta.
Recheio
5 maçãs médias, sem casca e cortadas em fatias finas
3 colheres (sopa) de farinha de trigo
1 meio copo de suco de limão
1 pitada de noz-moscada
1 xícara de açúcar misturado com canela
Preparo: depois de fatiar as maçãs, cubra-as com o suco de limão. À parte, misture a farinha, a noz-moscada e o açúcar já misturado com a canela. Jogue sobre as maçãs, misturando bem. Distribua as maçãs sobre a massa e se quiser, espalhe pedacinhos de manteiga sobre as maçãs.
Há uma série de interpretações para a letra, nenhuma de Don, mas tem gente que diz que ele se refere diretamente aos Beatles, Janis Joplin, Elvis, Bob Dylan, Jack Kerouac, Mick Jaegger…Pode até ser, anos 70 muitas viagens…
Sei que adoro essa música!
Mas quem é que vai se lembra da orignal quando Madonna regrava uma canção….?
Encontrei também essa versão MEDONHA de American Pie by esquilinhos freak. Fica aqui como registro apenas!!
Vai aqui letra da música pra você cantar junto!!?? E analisar as possíveis referências:
“American Pie”
A long, long time ago
I can still remember how that music used to
make me smile
And I knew that if I had my chance
I could make those people dance
And maybe they’d be happy for a while
Did you write the book of love
And do you have faith in God above
If the Bible tells you so
Now do you believe in Rock ‘n’ roll
And can music save your mortal soul
And can you teach me how to dance real slow
Well, I know that you’re in love with him
‘Cos I saw you dancin’ in the gym
You both kicked off your shoes
Man, I dig those rhythm and blues
I was a lonely teenage broncin’ buck
With a pink carnation and a pick-up truck
But I knew that I was out of luck
The day the music died
I started singing
Bye, bye, Miss American Pie
Drove my Chevy to the levee
But the levee was dry
And good old boys were drinkin’ whiskey and rye
Singing this’ll be the day that I die
This’ll be the day that I die
I met a girl who sang the blues
And I asked her for some happy news
But she just smiled and turned away
I went down to the sacred store
Where I’d heard the music years before
But the man there said the music wouldn’t play
Well now, in the streets the children screamed
The lovers cried, and the poets dreamed
But not a word was spoken
Tho church bells all were broken
And the three men I admire the most
The Father, Son and the Holy Ghost
They caught the last train for the coast
The day the music died
We started singin’
Bye, bye, Miss American Pie
Drove my Chevy to the levee
But the levee was dry
And good old boys were drinkin’ whiskey and rye
Singing this’ll be the day that I die
This’ll be the day that I die
Bye, bye, Miss American Pie
Drove my Chevy to the levee
But the levee was dry
And good old boys were drinkin’ whiskey and rye
Singing this’ll be the day that I die
This’ll be the day that I die
We started singin’
We started singin’
We started singin’
We started singin’
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Para ver: a torta de Rockwell e o ‘pecado da gula’da série de filmes para virgens
Olha que linda a ilustração de Normal Rockwell‘Thanksgiving Pie’ de 1930. O artista que melhor retratou o espírito yankee nunca esqueceria da torta de maçã.
Nada pode ser mais imbecil que American Pie uma saga de filmes pra pegar mulher que culmina num American Wedding. Se passar na tv veja um trecho e comprove!
Passei muitos Natais com meu pai preparando nosso jantar. E uma das especialidades era bacalhoada. Um prato delicioso e que não requer acompanhamentos complexos, um belo arroz branco é uma combinação perfeita. Simples assim.
Meu pai não não tinha, nem seguia receita, fazia ‘no olho’, como dizem. Recomendava comprar tudo bem fresquinho e ir provando a comida no decorrer do preparo. E o incrível é que ele fazia NADA de bagunça na cozinha. A pia sempre linda, inox brilhando. Na hora de servir era no esquema que cada um incluia com o bacalhau, a cebola, batata, ovos em separado e colocava azeite como quisesse.
E daí que esses dias estava pesquisando para um post do #Juntos e pedi que me mandassem receitas. O @oalvarengaOsvaldo Alvarenga, que foi meu aluno esse ano na Escola São Paulo e é uber gourmand mandou especialmente pra mim, uma receita sensacional e que é muito parecida com a que meu pai fazia até na forma como ele explicou tudo.
Tomo a liberdade de transcrever a receita exatamente como no email dele pra mim:
Bacalhoada à Portuguesa:
Ps.: não tenho uma receita certinha, no papel. Faço de cabeça…
Então vamos lá.
Porções individuais:
300g de postas de bacalhau com pele;
uma batata inglesa média;
uma cebola grande;
um dente de alho;
um ovo;
100g de grão de bico, ou 200g de vagem ou umas três ou quatro folhas de couve (a gosto).
Algumas azeitonas verdes.
sal, pimenta do reino, azeite extra virgem e vinagre de vinho branco à vontade.
Modo de preparo:
depois de deixar o bacalhau de molho por uns três a quatro dias (se possível em água fria, reserve aguar fria limpa numa outra vasilha para as trocas e deixe de molho na geladeira)
ponha primeiro as batatas descascadas e pouco depois as cebolas (descascadas tb, claro) e em seguida o bacalhau para cozinhar na mesma panela. Se for usar as couves pode, ao final do cozimento do bacalhau, adicionar a couve nesta mesma panela para um “banho” rápido. Se não couber tudo na mesma panela, cozinhe as batatas em separado. Verificar o ponto do bacalhau e das batatas para não ficarem cozidos demais.
cozinhe os ovos noutra vasilha.
Cozinhe o grão de bico (preparo normal, deixa de molho antes para tirar aquela pelinha) ou a vagem noutro recipiente (para a vagem - que é a minha opção favorita para este prato, eu costumo cozinha-las no vapor).
pique o alho (cru) em pequenos pedaços.
Vá comendo as azeitonas enquanto prepara o prato… rs. A rigor come-se o bacalhau com azeitonas, mas eu não uso, então…?!
Modo de servir:
sirva em vasilhas separadas, batatas, cebolas e bacalhau. Noutra os ovos. Numa terceira a vagem. Também o alho e as azeitonas são colocadas em lugares próprios e separados.
sal, pimenta, azeite e vinagre são levados à mesa para que cada um tempere seu prato a seu modo.
cada convidado se serve à vontade e tempera no seu próprio prato. Mas a pimenta, azeite (muito) e vinagre são indispensáveis. Para crianças vc pode amassar o bacalhau com as batatas, azeite e vinagre e fica ótimo. Até os mais ruins de boca comem…
Para beber… deixa eu ver… Quinta da Lagoalva Talhão, da região do Ribatejo, Portugal - claro!!
Acho que vai funcionar bem…Vantagens: supersimples de fazer, não suja demais a cozinha e a sobra fica pro bolinho de bacalhau do dia seguinte… outro dia eu passo a receita do bolinho.
A gente vai cobrar o bolinho!
***
De onde vem essa tradição de comer bacalhau no Natal?? ( e em outras datas religiosas)
A Igreja Católica na Idade Média mantinha um rigorosissimo calendário no qual os cristãos deveriam respeitar os dias de jejum, e eram proibidos de comer as carnes consideradas “quentes”.
Com isso, passou a ter forte identificação com a religiosidade e a cultura do povo português super católicos. O rigoroso calendário foi com o tempo sendo aliviado… Mas a tradição do bacalhau mantém-se forte nos países de língua portuguesa até hoje, principalmente no Natal.
Chego em casa tarde, exausta e faminta e a única ideia nada criativa mas saborosa e prática que tenho é: Let’s make some hot dogs!
Afinal…
temos pressa?? SIM
temos fome?? SIM
temos pão de cachorro-quente?? SIM
temos mostarda?? SIM
temos catchup?? SIM
temos salsichas?? SIM
temos maionese?? NÃO
Maionese não tinha, quer dizer, na verdade tinha sim, um pote semi-vazio na geladeira, que me deu raiva só de pegar porque era aquele restinho do restinho e que não dá pra nada….
Como ‘alternativa’ é praticamente meu sobrenome e não desisto fácil, pensei, meio frustrada, em passar uma manteiguinha pra fazer a substituição e seguir firme e forte no preparo dos lanches.
Ma eis que toca o interfone e o porteiro me diz: “Dona Liliane, tem uma caixa aqui na portaria pra senhora”.
Toca eu parar tudo e descer pra pegar a bendita caixa…..
E o inacreditável se fez! Pasmem, era uma caixa da Hellmann’s que fui pegar:
Precisa dizer mais alguma coisa???
Timing perfeito. Hot dogs com maionese. E não era via realidade aumentada como prometia e cumpria a imagem impressa no pratinho.
Minha vida é mesmo um plano sequência.
Achei que tinha alguma câmera escondida filmando tipo um The Truman Show.
***
Se você não conhece o filme do Jim Carey The Truman Show, clica ali e lê sobre.
Mesa farta, casa em festa! Esse é o slogan da Cozinha da Matilde, que na verdade pertence mesmo a super chef Letícia Massula. E lá sempre é festa [de verdade] em torno da mesa alto-astral de casa.
E agora a Cozinha da Matilde tbém vai compartilhar conhecimento culinário com aulinhas pra ensinar a cozinhar sem perder tempo. Nada de coisas mirabolantes, Let vai mostrar como se faz o prático que impressiona em 3 aulitchas do curso batizado de Comer bem no dia a dia, sem stress!
Dias 06, 13 e 20 de maio de 2009 (quartas-feiras) às 19h30
Este pacote de três aulas tem como objetivo ensinar algumas receitas básicas e fáceis de fazer, mas com um toque especial, para quem quer se virar na cozinha e ficar bem na fita (principalmente com amig@s), sem ter que ficar horas e horas pilotando o fogão. Todas as receitas ensinadas demoram, em média, 20 minutos para execução. São comidinhas gostosas e saudáveis para serem saboreadas depois de um dia cansativo entre casa, trânsito e trabalho.
Aula 1 - Utensílios e receitas A idéia é apresentar os utensílios necessários para uma cozinha minimamente equipada (sem exageros). Cada alun@ receberá uma lista de utensílios em ordem de prioridade (alta, média e pequena) para serem adquiridos com o tempo. A aula inclui também receitas elaboradas com a utilização dos principais utensílios apresentados.
Receitas
Ovos com tomates
Ovos com chancliche
Alho e óleo (2 variações)
Capellini ao limone
Molho pesto
Molho de tomates com mussarela de búfala
Aula 2 – ingredientes e receitas
A idéia é indicar os ingredientes mínimos, em especial os não perecíveis, que não podem faltar na despensa e geladeira, para poder fazer no dia a dia uma comida gostosa e simples, sem precisar passar pelo supermercado. A aula inclui também receitas a partir dos ingredientes indicados.
Receitas
Salada de verdes com carpaccio
Salada de batatas com mostarda
Salada de couscous marroquino
Salada grega
Sopa de ervilhas
Wok de legumes com carne ou frango
Maçãs assadas
Torradas doces
Aula 3 – Combinação de menus e receitas
Elaboração de menus a partir de todas as receitas ensinadas ao longo dos 3 dias. A idéia é ter um bom repertório de menus completos, para poder receber amig@s no dia a dia.
Receitas
Bruschetas (3 variações)
Panzanella (a delícia da foto abaixo)
Abobrinha com tomates e alho
Papillote de peixe
Terrine de figos
Creme de manga com nozes
Aula Avulsa
R$ 90,00
Pacote 3 aulas R$ 260,00 * Este valor inclui a aula, ingredientes, apostila, água e café.
Cada alun@ deverá levar os seguintes materiais para a aula: avental faca grande de corte, pano de prato, caneta.
Mandava me deixar quieta. Por que será? Será que era possível alguma tranquilidade para uma bebezinha que morava na Rua Augusta e passeava no Parque Trianon?
Já faz tempo que queria escrever essa receita de bolinho! porque é muito vintage e tão gostoso!
Aí vi que hj é aniver do @rcobrabr do Homem na Cozinha. Tá aí um bom motivo pra fazer um bolinho, comemorar e postar.
Bolo Gelado e embrulhado no papel alumínio! sim, aquele das festinhas dos anos 80, inconfundíveis.
Ingredientes
2 potinhos de iogurte
2 xícaras de chá de farinha de trigo (peneire)
1 xícaras de chá de açúcar
4 ovos
1 copo americano de óleo
1 colher sopa de fermento Royal em pó
Facinho! basta bater tudo no liquidificador . Só o fermento que deve misturar com uma colher no final sem bater. Colocar numa forma grande e untada. Assar e ficar esperto pra não abrir o forno antes da hora e nem deixar queimar! bolo tem que ser ao ponto!
Caldinho (creme, calda ou cobertura…como quiser)
1 vidrinho de leite de coco
1 lata de leite moça
1 copo americano de leite
Faz assim: misture tudo numa vasilha e depois de assar o bolo, fatiar em quadrados para regar por cima esse creminho-caldo. Pode fazer aqueles furinhos com o garfo em cima do bolo pra pegar bem o caldinho!!!
Finalize polvilhando 1 pacote de coco ralado por cima, mas tem que ser aquele ralado ao vivo na maquininha de feira (os de saquinho quebram galho! mas são muito secos)
Depois é só embrulhar individualmente os pedaços no papel alumínio e colocar na geladeira.
Se for pra festinha, sirva numa bandeja bem bonita! mas o legal mesmo são as caixas de festa de isopor com tampa. (Nunca esqueci o aniver do meu irmão que teve uma caixa azul do Snoopy!!!).
Pra comer: melequeira mode on, porque só fica bom mesmo se tiver bem cheio de cobertura escorrendo e coco ralado fresquinho!
OS COMES E BEBES NOS VELÓRIOS DAS GERAIS e outras histórias, de Déa Rodrigues da Cunha Rocha.
Mineira de Uberaba, tem 76 anos e é também cozinheira de mão cheia. Tem um caminhão de bom humor. Ela reuniu tudo isso em um livro que lança agora dia 7 de outubro na Livraria da Vila.
A idéia, de início, era levantar uma série de receitas tradicionais que, pouco a pouco estão caindo no esquecimento, mas que faziam o cotidiano mineiro das fazendas mais saboroso. Aos poucos Déa foi percebendo outra faceta nos conteúdo pesquisado: misturadas às quitandas, uma infinidade de histórias engraçadas de velórios.
“A mistura pode parecer esdrúxula, talvez até desrespeitosa, mas espelha a realidade do interior mineiro, rico de humor e singeleza”, conta Déa.
“São histórias verdadeiras, acontecidas de fato e a mim relatadas por várias pessoas, com a especial ajuda dos amigos da região centro-oeste do estado”, completa.
A autora logo de cara percebeu a dificuldade em precisar as medidas de todos os ingredientes das receitas, muitas delas com nomes curiosos, como Mané Pelado, Cueca Virada, Pau-a-pique e tantos outros. Por isso ao longo de um ano, com a ajuda de pessoas mais velhas, foi testando até chegar às receitas proposta pelo livro.
Mas ressalta: ” A qualidade dos ingredientes é o grande desafio hoje em se fazer uma boa quitanda mineira. O polvilho artesanal, feito nas fazendas, faz muita diferença”, explica.
Lançamento
Dia: 07 de outubro de 2008, terça-feira
Local: Livraria da Vila – Vila Madalena
Rua Fradique Coutinho, 915
das 18h30 às 21h30
MAIS INFORMAÇÕES PARA IMPRENSA:
Ariana Frances AUANA Editora
11 3061-0609
ariana@auana.com.br
Como esse blog é feito de homenagens gastronômicas essa vai para o meu pai.
O melhor tabule do mundo era meu pai quem fazia. Aliás vários pratos meu pai mandava bem como ninguém! Agora que ele não está mais por aqui, eu vivo tentando imitar as comidas que ele fazia.
Não deu tempo de perguntar sobre aqueles truques de cozinha…mas vou me virando, sem meu paizinho querido e sem a supervisão dele no fogão.
Meu pai teve um restaurante árabe há muito tempo. Ficava na alameda Lorena e chamava-se Sfiha Voadora, foi pioneiro em delivery nos Jardins.
E ninguém melhor do que ele pra coordenar uma cozinha! Nunca vou picar todos os ingredientes tão uniformemente lindos como ele fazia!
Essa receita de tabule é bem incrementada, por isso sirva a saladona árabe com uns pães sírios e antepastos que a festa tá pronta! Essa de colocar o grão de bico foi uma grande sacada!
Tabule
Meio pacote de trigo para kibe
1 tomate grande sem semente e picado
1 cebolona picada
1 maço de salsa cebolinha picada
1 pepino picado em cubinhos
150gr de grão de bico cozido
1/2 pé de alface crespa picada
1/2 maço de hortelã (só as folhinhas, eu tiro os cabinhos pq acho q atrapalha na hora de comer)
Deixar o trigo de molho por 30 minutos.
Seguinte gente: o trigo não tem que nadar na água por horas não, basta uns 30 minutos e só mesmo. Você vai ver como fica mais tenro sem ensopar.
Depois é só misturar os demais ingredientes lavados (óbvio) e picadinhos e adicionar o grão de bico, que é o toque especial.
Basta temperar e servir! Tabule é pra servir fresquinho nada de guardar ou ‘fazer antes’.
Tempero indicado: sal, azeite, limão e uma boa pitada daquele tempero sírio em pó que vende em vidrinho. Pode fazer um mix louco q eu gosto com noz-moscada, pimenta do reino, gengibre! fica demais.
Essa receita foi postada para participar do sorteio do livro Nigella Express, do blog Homem na Cozinha.
Não, o blog não é de culinária como os últimos posts podem dar a entender, mas calhou de ser assim!
Pensei no que servir numa festa em homenagem ao #mellanciaday
Então achei q 2 canapezinhos bem simples de fazer e sofisticados.
Muy facil!
1-Espetinhos de Melancia com queijo e manjericão fresco
(igual ao da foto)
Eu faço com queijo branco, mas pode ser aquele aquele queijo mineiro mais seco.
Basta intercalar os ingredientes no palitinho. Um queijo, uma melancia, uma folhinha de manjericão.
Gosto com um pingo de azeite em cima.
2-Melancia com gengibre e cream cheese
(não achei foto desse…sorry)
Corte em cubinhos a melancia e tire os caroços (nunca deixe caroços em canapés, é péssimo)
O gengibre precisa ser aquele fatiadinho meio em conserva de restaurante japonês sabe? Chama-se gari, dá pra comprar na Liberdade.
Depois um pinguinho de queijo Philadelphia em cima do gengibre e pronto.
p.s.: Se você entrou por acaso no meu blog e não tem a mínima idéia do que eu falei te aconselho 2 coisas:
1º faça as receitas
2º faça um perfil no twitter urgente
Nigella é linda! e só faz coisas gostosas. Mas a frase poderia ser assim tbém: Nigella é gostosa! e só faz coisas lindas. Porque ela cozinha como ninguém, é super sem frescuras, as apresentações dos pratos que prepara são um luxinho e com tudo isso mantém um corpão bem alimentado!
Com Nigella não tem miséria, nem receita diet nem light…É por isso apoio o movimento pelas gostosas fazendo gostosuras na cozinha!
Nigella é uma das mulheres que realmente admiro muito. Ela não faz o estereótipo “mulher na cozinha avental sujo de ovo” que eu detesto tanto.
Ela apresenta um programa ótimo que passa no GNT e sempre que dou sorte pego um trechinho…. tô bem por fora dos horários pra dar o serviço aqui….
Ah gente! antes que me esqueça, ela é casada com o inglês Charles Saatchi, o super colecionador de arte contemporânea que não é bobo nem nada.
***
Quem inspira o post é o Cobra que está fazendo um concurso no Homem na Cozinha e vai presentear 1 leitor blogueiro com o livro Nigella Express. Como quero muito esse livro tô eu aqui com o maior prazer e minha carne agridoce rapidinha rapidinha.
Carne com Mel e Mostarda
1 peça de carne de 1kg (pode ser filet mignon ou carne de lagarto, fica bom com qquer uma dessas)
200 gr de mostarda amarela (vidrinho pequeno)
02 laranjas bahia
200 gr de mel (vidrinho pequeno)
sal a gosto
ramos de alecrim
Tempere a carne somente com sal e alecrim e coloque em um pirex que vá ao forno.
Misture o suco das 2 laranjas, a mesma medida de mel e mostarda. Despeje esse suco sobre a carne, guarde um pouquinho. Cubra com papel alumínio e coloque no forno pré-aquecido. De tempos em tempo acompanhe como está assando a carne e despeje mais um pouco do suco. Vá acompanhando até ficar no ponto, conforme o seu gosto. O importante é não deixar secar nem esturricar senão perde a graça.
Meu ponto sempre aquele que não é cru mas tbém não assado demais não.
Fatie para servir e coloque um raminho de alecrim pra decorar. Para acompanhar sugiro o básico dos básicos arroz branco ou batatinhas sauté.
Essa receita foi postada para participar do sorteio do livro Nigella Express, do blog Homem na Cozinha.