...Diário poético-filosófico. Ou, caderninho daqueles pequeninos, capa de couro, pra fazer anotações, recheado de papéis, postais, escritos, uma agenda de memórias. Códice Lili. Moleskine.
Olha que bacana! Tem edição do 6ºCine Favela no Espaço Parlapatões amanhã dia 14 de novembro.Praça Franklin Roosevelt, 158 – Centro/SP – (11) 3258-4449 – www.parlapatores.com.br
Eu adoro as Satyrianas e adoro o Cine Favela.
Com o lema “A periferia além dos muros”, o festival rompe os limites da comunidade de Heliópolis e invade a cidade de São Paulo em 2011. Os 32 filmes que compõem a mostra foram exibidos em 12 lugares diferentes da grande São Paulo.
Realizado pela associação sociocultural CINE FAVELA e pelo SESC-SP, o Festival já exibiu, nas suas cinco edições ininterruptas, mais de 250 curtas-metragens nacionais, beneficiou 200 jovens com suas oficinas de cinema e atraiu mais de 17.000 pessoas em suas atividades.
Programas das mostras:
MOSTRA COMPETITIVA – PROGRAMA 01 DOCUMENTÁRIOS
A periferia de Salvador e seus personagens, a urbanização das grandes cidades, o carnaval e seu conceito de coletividade, a superação das limitações físicas, o imigrante e seus sonhos e as dificuldades de acesso a universidades públicas por moradores de baixa renda são temas presentes nesta grade composta por 05 curtas-metragens.
01 – A VIDA DE NELSON ANTÔNIO EM UM DIA (SALVADOR – BA, 2011, DOC. – 15’)
Direção: Nelson Antônio
Produção: Independente
Sinopse: O filme de 15 minutos, feito com um celular, aborda uma perspectiva da violência que, às vezes, está tão presente que nem percebemos, e até mesmo filmar de celular torna-se algo um tanto arriscado!
02 – PULMÕES URBANOS (SÃO PAULO – SP, 2010, DOC. –5’) Direção: Danilo Ferrari, Jean F. Damasco, Ariel Santana, Augusto Rabelo e Kamila Pereira. Produção: Associação Cultural Kinoforum Sinopse: Os impactos ambientais da urbanização nos bairros de Pirituba / Jaraguá.
03 – ESSE É O CARNAVAL DA SUPERAÇÃO (SÃO PAULO – SP, 2011, DOC. – 12’) Direção: Diogo Leite Produção: Alfajor Filmes Sinopse: Em 2009, a tradicional escola de samba paulistana Nenê de Vila Matilde foi rebaixada para o grupo de acesso. No carnaval de 2010, a equipe de filmagem acompanhou os bastidores da escola sob o ponto de vista de seu jovem mestre de bateria.
04 – ALOHA (GUARUJÁ- SP, 2010, DOC. – 16’) Direção: Paula Luana Maia e Nildo Ferreira Produção: Instituto Oficinas Querô Sinopse: Do mar, a inspiração para a vida. Das ondas, o impulso para o prazer. Como os avanços tecnológicos acabaram com as barreiras entre surfistas com necessidades especiais e sua paixão pelas ondas. O documentário Aloha te convida a passar um dia na vida desses personagens que, com pranchas adaptadas, correm atrás da melhor onda. Aloha, uma história sobre surf, alma e ondas.
05 – ON SIDE (BRASIL / REINO UNIDO, 2011, DOC. – 15’) Direção: Jonas Amarante Produção: Suma Filmes Sinopse: Três estrangeiros. Três diferentes histórias de vida. Três realidades distintas. A mesma cidade: Londres. A mesma paixão: futebol.
06 – NOTA DE CORTE (SÃO PAULO – SP, 2011, DOC. – 17’) Direção: Bruno Bralfperr Produção: Instituto Criar de TV & Cinema Sinopse: O filme investiga a dificuldade de acesso das classes mais baixas à universidade pública.
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MOSTRA COMPETITIVA – PROGRAMA 02 COLETIVOS
Nesta seleção, coletivos de artistas que, na sua grande maioria, começaram em projetos sociais, mostram suas visões de mundo. O amor, encontros e desencontros, desejos e muito humor são retratados nestes filmes realizados com baixo orçamento, mas com uma incrível qualidade e criatividade.
01 – ALL YOU NEED IS LOVE (SÃO PAULO- SP, 2010, FIC. – 18’) Direção: Wagner Depintor Elenco: Sérgio Lopes, Babu Santana, , Álvaro Garutti, Natalia Graciano, Vinão alobrasil, Bing Man, Sandrão RZO, Zulu Soljah, Grilo 13, Funk Buia, Sombra MC e Pitcho. Produção: Coletivo Filmes Sinopse: Uma fábula urbana que coloca em debate questões como a incoerência entre a aparência e as múltiplas camadas da realidade.
02 – ENGANO (RIO DE JANEIRO – RJ, 2008, FIC. – 12’) Direção: Cavídeo Elenco: Felipe Mônaco e Miila Derzet Produção: Coletivo Santa Madeira Sinopse: Um homem. Uma mulher. Uma cidade. Dois planos sequências.
03 – O PLANTADOR DE QUIABOS (SÃO PAULO – SP, 2010, FIC. – 15’) Direção: Coletivo Santa Madeira Elenco: Divino Silva, Marcia Martins, Paulo Tiefenthaler e Vitória Souza Produção: Coletivo Santa Madeira Sinopse: Uma tragicomédia sobre um agricultor que decide comprar uma bicicleta para aumentar sua produção no campo.
04 – HOMEM AO MAR (RIO DE JANEIRO – RJ, 2011, FIC. – 20’) Direção: Naruna Kaplan de Macedo Elenco: Marcello Melo, Michele Belcanto, Arquimedes Carrara e João Gurgel. Produção: Os Netos do Guilu Sinopse: Um dia na vida de Marcos. A guerra no Rio de Janeiro e uma outra: a guerra permanente do cotidiano.
05 –PULA, EUNICE, PULA! (SÃO PAULO – SP, 2009, FIC. – 3’) Direção: Rodrigo Diaz Diaz Elenco: Bia Toledo e Rui Longo Produção: Filmes de Abril Sinopse: Eunice está atrasada para o dentista e não consegue achar as chaves do carro. A única solução é apelar para São Longuinho.
06 – A MENOR DISTÂNCIA ENTRE DOIS PONTOS (BRASÍLIA – DF, 2010, FIC. – 15’) Direção: Breno Nina e Elias Guerra Elenco: Iuri Saraiva, Sérgio Sartório, Roque Frischtz, Hanna Reitsch, Quizzik e Uriel Matias Produção: Independente Sinopse: O que cabe entre dois pontos? .2 madrugadas.1câmera.4 mil reais. 6 atores.
2 brigadistas. 9 pessoas na equipe.78 sanduíches de presunto com queijo, alface, tomate, cebola e azeitona roxa.1 ponte.
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MOSTRA COMPETITIVA – PROGRAMA 03 PRIMEIROS PASSOS
Nossos jovens realizadores precisam de espaço e o encontram nesta grade. Nela serão exibidos filmes que representam os primeiros passos dos futuros cineastas periféricos, que encontram em projetos socioculturais a oportunidade de difundir seu trabalho.
01 – JENNIFER (SÃO PAULO – SP, 2011, FIC. – 30’) Direção: Renato Candido de Lima Elenco: Juliana Valente e Gabriela Balmant Produção: Odun Formação e Produção Sinopse: Jennifer, uma garota de 17 anos moradora da Vila Nova Cachoeirinha, manipula suas fotos no Photoshop para ficar mais bonita e mais clara com cabelos lisos. Num momento de sua vida em que se torna adulta, procura emprego e procura se relacionar com alguém que ama, Jennifer vive dilemas relativos a sua identidade numa sociedade que está calcada nos significados de branquitude.
02 – NO MEIO DO CAMINHO (SÃO BERNARDO DO CAMPO – SP, 2010, FIC. – 14’) Direção: Kauê Palazolli Elenco: Sidney Santiago, Francisco Elmo Ricardo, Flávio Marin e Ailton Rosa Produção: Corja Filmes Sinopse: A cidade de São Bernardo do Campo é o pano de fundo para contar uma história comum nas grandes metrópoles brasileiras: dois jovens em uma moto indo para casa são abordados por policiais. “Enquadrados”, cada um expõe seu ponto de vista para a simples pergunta – “Aonde você está indo?”. Sob a suspeita dos policiais, o resultado pode não ser apenas a violência.
03 – ULISSES (SANTOS – SP, 2010, FIC. – 12’) Direção: Lohayne Oliveira Carvalho Elenco: Eduardo Chagas, Amanda Burghi, Cláudia Nascimento Neves, Júlia Nascimento Neves e Seth Nascimento Produção: Instituto Oficinas Querô. Sinopse: Ulisses passa seus dias entre ruas e bares. Em um desses bares, reflete sobre os motivos que levaram sua mulher a deixá-lo.
04– CIDADÃO DO MUNDO (SÃO PAULO – SP, 2011, FIC. – 25’) Direção: Eduardo Lazaro e Matheus Esper Elenco: Liu Mr, José Roberto e Mazsoul Produção: Casa 94 Sinopse: Depois que o prefeito da cidade de São Paulo resolve aumentar o preço das passagens de ônibus, Martin, morador de Heliópolis, resolve agir. O jovem revolucionário conta com a ajuda de seus amigos, e suas atitudes produzem resultado.
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MOSTRA COMPETITIVA – PROGRAMA 04 NOVAS LINGUAGENS
Experimentar e buscar novas linguagens para se expressar no cinema. É isto que busca esta grade: mostrar que grafites podem ganhar vida, que os muros observam a cidade, que um filme pode ser feito com fotos, que a palavra não é fundamental e que em um documentário pode haver ficção. Aqui a imaginação está solta, sem nenhuma estética preconcebida.
01 – GRAFFITTI QUE MEXE (SÃO PAULO- SP, 2010, EXP. – 13’) Direção: Coletivo Graffiti com Pipoca Produção: Coletivo Graffiti com Pipoca Sinopse: Ao som do beatbox, os desenhos ganham vida nos muros da cidade.
02 – GÓRGONAS (SANTO ANDRÉ – SP, 2010, EXP. –2’) Direção: Wellington Darwin Elenco: Nathalia D´Anatasi Produção: Escola Livre de Cinema e Vídeo de Santo André (ELCV) Sinopse: Jovem entra em trabalho de parto em um escadão movimentado. Desde o início de suas dores, todos que ali passam parecem não notar sua presença, estão muito ocupados falando ao celular. Em uma sociedade marcada pela indiferença e pelo individualismo, apenas com um nascimento esta jovem encontrará seu lugar.
03 – ALÉM DA RUA (FORTALEZA- CE, 2010, FIC. – 20’) Direção: Natalia Viana Elenco: Cauã, Gabriel ,Leo ,Levi, Seu João, Seu Vavá, Seu Bené e Cesar Mota. Produção: Vila das Artes Sinopse: Após pegar escondida uma câmera fotográfica de seu pai, Leo e seus amigos brincam, vivenciando os espaços de Otávio Bonfim, bairro de classe média baixa de Fortaleza, onde moram, passeando pelos lugares por eles já conhecidos e descobrindo outros.
04 – OLHO DA RUA (RIO DE JANEIRO – RJ, 2011, DOC. – 10’) Direção: Cavi Borges, Daniel Ribeiro e Abelardo de Carvalho Produção: Cávideo Sinopse: O muro observa a rua. A rua observa o muro.
05 – 1:21 (RIO DE JANEIRO / RECIFE, 2010, EXP. – 11’) Direção: Adriana Câmara Elenco: Anamaria Sobral e Márcio Machado. Produção: Menina dos Olhos do Brasil Sinopse: Um instante fixado na madrugada. Uma tragédia. A busca pela resposta. (Filme inteiramente captado em fotos still)
06 – NOTURNO (SÃO PAULO-SP, 2004, EXP. – 7’) Direção: Daniel Salaroli Elenco: Eduardo Albergaria, Ravel Cabral Jorge, Eduardo Chagas, Leandro de Moraes, Maria Gutierrez, Janaína de Castro Produção: CTR-ECA-USP Sinopse: Num quarto escuro, seres fantásticos surgem como espectros de um cinema antigo.
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MOSTRA LONGAS-METRAGENS – Não Competitiva
Pela primeira vez, o Festival terá uma grade composta por longas-metragens. Isto prova que o cinema periférico vem evoluindo e buscando novos formatos para se expressar.
01 – MOACIR (BUENOS AIRES – ARGENTINA, 2010, DOC. – 75’) Direção: Tomás Lipgot Elenco: Moacir dos Santos e Sergio Pángaro Produção: Duermevela Sinopse: Moacir dos Santos, brasileiro, emigrou para a Argentina há três décadas, onde, após longo caminho de percalços, é diagnosticado esquizofrênico e internado no Hospital Neuropsiquiátrico Borda, em Buenos Aires. Ao receber alta, aos 65 anos de idade, Moacir pretende gravar um CD com músicas de sua autoria e, para isto, conta com a experiência do crooner Sergio Pángaro.
02 – VIVENDO UM OUTRO OLHAR (RIO DE JANEIRO – RJ, 2010, DOC. – 58’) Direção: Guilhermo Planel Produção: Ponto de Equilíbrio Imagens Sinopse: A sociedade analisada pelo ponto de vista da favela, através do olhar da fotografia popular do Rio. Uma discussão sobre a participação do jornalismo no abismo social que divide o espaço urbano e sobre como o processo de criminalização da pobreza afeta milhares de pessoas à margem da sociedade. As imagens mostram que, na realidade, existe muita coisa além da mostrada pela grande mídia.
03 – VÍDEOLÊNCIA (SÃO PAULO – SP, 2009, FIC. – 15’) Direção: Daniel Fagundes, Diego ff. Soares, Paulo Pucci e Fernando Solidade Soares. Produção: NCA – Núcleo de Comunicação Alternativa Sinopse: Violência é a imagem perdida em valores sugados do ser que somos, transfigurada e transformada em imaginário! Se auto-policiando, se viciando em programas televisivos que criam uma realidade doentia, em que olhares anêmicos forçam-se para enxergar um palmo à frente do nariz, pretende-se entender os porquês de tanto controle, vigilância, possibilitada por novos recursos tecnológicos. No farol, somos mais uma imagem captada sem direito a Oscar.
04 – COPA DO MUNDO DE FUTEBOL SOCIAL (SÃO PAULO – SP, 2010, FIC. – 55’) Direção: Gabriel Aguillar Produção: Criôla Filmes Sinopse: Em 2010, é realizada a 8º edição da Homeless Word Cup em terras brasileiras, tendo a praia de Copacabana como locação. O Torneio Futebol Social reuniu 64 nações em um campeonato peculiar, no qual os times eram formados por pessoas socialmente marginalizadas. Em uma grande competição, o evento traz à tona questões como a pobreza, a falta de moradia e a exclusão social. Da periferia para as quadras, 8 jovens em busca do título inédito defendem a camisa da seleção brasileira. O apito soou e foi dado o pontapé inicial! Mas o futebol pode transformar a vida de milhões de jovens carentes?
05 – ENCHENTE (RIO DE JANEIRO – RJ, 2011, DOC. – 70’) Direção: Julio Pecly e Paulo Silva Produção: Cavídeo Sinopse: No dia 13 de fevereiro de 1996, o Rio de Janeiro foi castigado por mais uma enchente. Na comunidade de Cidade de Deus, mais de 80 pessoas morreram e centenas ficaram desabrigadas. Uma tragédia já esquecida pelas autoridades, mas ainda muito viva na memória daqueles moradores.
O espetáculo “O que terá acontecido a Rosemary” com Junior Brassalotti, Kadu Verissimo e Luiz Fernando Almeida e direção de Andre Leahun, estreia em São Paulo no dia 29 de setembro em temporada sempre as quintas-feiras às 21h30 no Teatro Ruth Escobar.
Tudo é focado na interpretação dos atores que fazem o resgate do humor popular com uma presença cênica moderna. Cheio de clichês, melodrama rasgado e assumido, paródias e citações de diversas obras que compõe o universo do besteirol brasileiro, o espetáculo é uma justa homenagem a este gênero tão amado e odiado.
Inspirada nas antigas chanchadas do cinema brasileiro, programas de auditório, no besteirol e nos espetáculos de circo, a peça mostra o embate entre duas irmãs: Rosy e Betty Blue, suas aventuras e desventuras em busca da fama, sucesso e reconhecimento. Tudo sob o olhar de Mammy Blue que possui preferência explicita por Betty Blue, a filha mais talentosa. Anos se passam e Rosemary Blue arma sua vingança pra tomar o lugar de sua Irmã intentando assim alcançar seu objetivo travado anteriormente.
Tem como referências filmes clássicos: O que terá acontecido a Baby Jane, A Malvada e Mamãezinha Querida.
O que terá acontecido a Rosemary?
Todas as quintas às 21h30 no Teatro Ruth Escobar
Ingressos: R$40 (inteira) R$20 (meia)
Rua dos Ingleses, 209 - Bela Vista - São Paulo - SP
“Viver sem tempos mortos” além da peça encenada por Fernanda Montenegro foi um dos slogans dos estudantes franceses que protestaram em maio de 1968, que com eloquentes palavras de ordem renderam ao mundo uma reflexão sobre a liberdade. Fernanda Montenegro, artista que dispensa qualquer apresentação, escolheu essa frase para batizar seu monólogo que traz trechos de correspondências de Simone de Beauvoir, a mulher que mais pensou sobre a condição e existência plena da mulher!
Fernanda não considera o espetáculo uma peça, mas sim uma encenação, e que encenação! Quem tem o privilégio, como eu tive, de vê-la no palco no auge de seus 80 anos repletos de razão e sensibilidade, mergulha no universo pessoal da maior pensadora do século XX ao mesmo tempo que se envolve no processo de catarse que a atriz generosamente compartilha com a plateia.
Fernanda é Simone, e para isso ela não precisa de trejeitos nem falsas tentativas de se assemelhar no ‘physique du rôle‘ porque ambas já se aproximam pelo simples fato de serem mulheres livres, o que não significa que eram mulheres sozinhas. Porque Simone também existiu através de Sartre, assim como Fernanda através de seu Fernando Torres em relações baseadas na igualdade.
Um parênteses: o Existencialismo é uma corrente filosófica que foi bastante popularizada por Simone, seu companheiro Jean-Paul Sartre e o amigo Albert Camus, entre outros intelectuais. Nessa doutrina, se estabelece que a gente constrói aquilo que nos tornamos, afinal ‘não se nasce mulher, torna-se’ frase famosa da filósofa. E nessa construção do que somos, precisamos obrigatoriamente do outro para de fato existir, ser percebido e considerado e a favor e contra nós, somente há o acaso.
Minha avó era uma leitora voraz da pensadora francesa e eu puxei dela esse gostinho especial pelo ‘existencial’ junto com minhas convicções libertárias e libertadoras. Sem a menor retórica, foi a mais valiosa herança que recebi. Por isso acredito que nenhuma mulher deve deixar de ler uma das principais obras da filosofia mundial escrita por Simone de Beauvoir: “O Segundo Sexo” e não tem desculpa, porque aqui está o link para download grátis do livro. Clique aqui e leia mesmo! Você não vai se arrepender.
Adoro Eugene O’Neil, recomendo essas leituras em tempos que mal conseguimos sentar pra ler um livro….
Vale a pena. Ainda tem algumas agora em junho na Oficina Cultural Oswald de Andrade.
Quero ir em pelo menos uma apresentação da mostra Mudra !!! Are baba!
Mudra é uma palavra do sânscrito que significa expressão ou gestos comunicativos. Os mudras são utilizados pela dança indiana. Usam os mudras como uma linguagem gestual para comunicar determinados estados de consciência, elementos da natureza e da vida humana, como animais, flores, sol, lua, entre tantos outros.
Esse evento acontece pela primeira vez no Brasil e os espetáculos de música e dança trazem a Índia milenar e moderna apresentando artistas consagrados, como o renomado mestre do violino indiano, L. Subramaniam e seu grupo musical que se apresentam pela primeira vez no Brasil. O evento faz parte do programa de cooperação cultural firmado entre a Índia e o Brasil e está sendo realizado pela Embaixada da Índia no Brasil, com coordenação da Tantri Arte e Cultura, organização cultural que trabalha pelo intercâmbio das culturas de ambos os países.
Programação São Paulo
24 MAIO ABERTURA OFICIAL DA MOSTRA
SHOW ABHAY SOPORI e ANANDA JAYANT
SESC Vila Mariana // 20:30 h
25 MAIO
SHOW ABHAY SOPORI e ARUNIMA KUMAR
SESC Vila Mariana // 21:00 h
26 MAIO
SHOW ANURADHA PAL e ANANDA JAYANT
SESC Vila Mariana // 21:00 h
27 MAIO
SHOW ABHAY SOPORI e ARUNIMA KUMAR
SESC Vila Mariana // 21:00 h
28 MAIO
SHOW ANURADHA PAL e ANANDA JAYANT
SESC Vila Mariana // 21:00 h
29 MAIO
SHOW L. SUBRAMANIAM
SESC Vila Mariana // 18:00 h
30 MAIO
SEMINÁRIO
“O Humaninsmo e a Poesia de Tagore” (grande poeta indiano)
USP - Universidade de São Paulo
WORKSHOPS
26 MAIO
DANÇA KUCHIPUDI com Arunima Kumar
Trabalhará os princípios da dança e passos iniciais, voltado para qualquer público.
SESC Vila Mariana // 15:30 h
MÚSICA INDIANA com Abhay Sopori
Panorama comparativo entre a música clássica indiana e ocidental.
SESC Vila Mariana // 18:30 h
27 MAIO
DANÇA BHARATNATYAM com Ananda Jayant
Ensinará os movimentos da dança Bharatnatyam, voltado para qualquer público.
SESC Vila Mariana // 15:30 h
RITMOS NA MÚSICA INDIANA - Com Anuradha Pal
28 MAIO
DANÇA KUCHIPUDI com Arunima Kumar
trabalhará os princípios da dança e passos iniciais, voltado para qualquer público.
SESC Vila Mariana // 15:30 h
MÚSICA INDIANA COM Abhay Sopori
Panorama comparativo entre a música clássica indiana e ocidental.
SESC Vila Mariana // 18:30 h
SESC VILA MARIANA
Rua Pelotas, 141
Tel (11) 5080.3000
Horário: Terça a sexta, 7h às 21:30h
Sábados, domingos e feriados, 10h às 18:30
CENTRAL DE ATENDIMENTO E BILHETERIA
Terça a sexta, 9h às 21:30h
Sábados: 10h às 21:30h
Domingos e feriados: 10h às 18:30h
Semana que vem vamos para o Rio e a minha Luisa vai assistir à peça que conta a história de um sabiá trapalhão e sonhador vive a cantar músicas de Tom Jobim e a recitar versos de Vinicius de Moraes e Chico Buarque para Luiza, nome pelo qual chama a Lua. Ao chegar na Mata Atlântica, encontra os animais insatisfeitos com tanta agressão ao meio ambiente e dispostos a eleger um presidente para representá-los.
Escrito por Rony Guilherme, o musical “Passarim – As Peripécias de um Sabiá Apaixonado por Luiza” apresenta, de maneira poética e divertida, reflexões sobre ecologia, com alguns personagens típicos do folclore brasileiro. A estreia será hoje dia 20 de fevereiro, às 18h30, no Teatro das Artes, no Rio de Janeiro e a temporada seguirá aos sábados e domingos, até 01 de maio.
Em cena, Flavia Rubim (ex-apresentadora da TV Globinho, que está no elenco da próxima novela das 18h, Cordel Encantado), interpreta a maquiavélica onça pintada, que lança como candidato o mico-leão dourado. Quando a coruja descobre seus planos de dominar a Mata para depois destruí-la, imediatamente procura alguém para fazer a oposição. Pajé Pataxó, Sereia Iará, Boitatá, Saci Pererê e Curupira, personagens do folclore brasileiro, também integram esta trama.
O espetáculo apresenta uma mensagem de preservação do meio ambiente com ênfase no fortalecimento do instinto de cidadania, estimulando o espírito voluntário, a partir de uma reflexão a respeito do que cada um pode fazer para contribuir na preservação dos recursos naturais. O tema presente no texto, também está no cenário, figurinos e adereços, pois todos foram confeccionados com material reciclado.
Com direção musical de Edinho Hora, coreografia de Paulo Perez e texto e direção geral de Rony Guilherme, a peça contará com uma ação especial em prol dos animais da Região Serrana. O adulto, acompanhado por duas crianças, que doar um pacote de ração, não pagará ingresso. A promoção será válida durante toda a temporada.
Passarim - As Peripécias de um Sabiá Apaixonado por Luiza
Teatro das Artes – Shopping da GáveaRua Marquês de São Vicente 52/ 2º piso – Gávea. Tel.: (21) 2540-6004
Estreia domingo, 20 de fevereiro, às 18h30
Temporada: Sábado, às 15h/ Domingo, às 18h30
Capacidade: 456 lugares
Duração: 55 min
Ingressos: R$50,00 (inteira) / R$25,00 (meia)
A companhia curitibana Teatro de Breque, vai selecionar contribuições de pessoas de todo o país para incrementar a construção da peça COM AMOR que será apresentada esse ano na Mostra Novos Repertórios do Festival de Teatro de Curitiba.
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Até o dia 25 de fevereiro o grupo vai receber os materiais de quem deseja compartilhar sua história de amor no espetáculo. Para participar basta enviar a história ou um trecho dela, em forma de texto, poesia, imagem ou música para o e-mail: projetocomamor@gmail.com
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Toda contribuição recebida será postada no blog do grupo teatrodebreque.wordpress.com assim que recebida e os trechos selecionados para incorporar a peça serão divulgados na página e no @teatrodebreque dia 1º de março.
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Os autores dos recortes usados na montagem terão seus nomes divulgados no programa da peça, ganharão dois convites para assistir a apresentação durante o Festival e receberão um kit especial com a gravação do espetáculo. Aqueles que não residirem em Curitiba e não puderem comparecer ao evento, receberão o kit em seus endereços.
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Teatro interativo!! colaborativo!!
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COM AMOR
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O espetáculo estreia em 05 de abril no Festival de Curitiba e narra a tentativa de afeto entre um homem e uma mulher separados espacialmente e donos de personalidades divergentes. Eles trocam correspondências durante toda a sua curta vida em uma tentativa de aproximação, porém sem conseguir concretizar suas expectativas de amor.
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A narrativa então pretende criar um panorama que visite toda a vida deste casal de amantes cujo amor – metaforicamente em relação à satisfação artística de um criador – não se consuma. Propõe-se, a partir deste ponto de partida, a brincadeira e o exercício do não diálogo. Pois já que se fala da dificuldade em se estabelecer um diálogo entre duas pessoas, radicaliza-se o conceito. Como duas pessoas de mundos tão diferentes que nutrem um afeto recíproco estabelecem algum tipo de contato?
Nany People está de volta aos palcos para apresentar sua 1ªpeça solo durante as férias de verão: “Então… Deu no que Deu” em cartaz, às sextas e sábados, às 23h no Teatro dos Grandes Atores, na Barra da Tijuca no Rio de Janeiro.
Eu adoro a Nany, qdo o espetáculo estiver em SP quero ir!! [Let's @ValtinhoMF ?]
Na peça ela satiriza situações do cotidiano, suas experiências no reality show “A Fazenda” e as diferenças entre os universos masculino e feminino de maneira bem humorada, elegante e altruísta.
“Na vida, qualquer forma de discurso, para ser pertinente, tem que ser bem humorado, Então… Porque não rir da gente mesmo?”, afirma Nany People.
Um programinha bem bom e bem grátis. O espetáculo O Pelicano - de August Strindberg (o Nelson Rodrigues sueco) será gratuito neste final de semana, ou seja hoje dia 30 e amanhã dia 31/10 no Viga Espaço Cênico que fica na Rua Capote Valente, 1323 e as sessões gratuitas acontecem neste sábado 30/10 às 21h e domingo 31/10 às 19h. Por @ciamamba.
Este é o curta livremente inspirado na peça e foi selecionado para o Festival de Estocolmo, além dos festivais Cineme-se de Santos e Grandes Curtas de Pelotas, além das mostras ABC 2009, Rain e Curta Cinemateca. Tem direção de Flavio Barollo e mesmo elenco da peça.
O Coletivo Teatro Dodecafônicoé formado por artistas de diversas áreas – teatro, iluminação, arquitetura, música, moda, vídeo – que se uniram pela necessidade de um trabalho autoral. Deste encontro nasce a busca pela experimentação das tendências mais recentes da cena teatral contemporânea.
Nesse espetáculo dez atores em formações corais, revezando-se na performance de figuras retiradas do jogo de xadrez non sense de ‘Alice’ dos textos de Lewis Carroll
“O que ali se viu” é uma encenação itinerante na qual a personagem não aparece, o público assume o lugar da personagem, percorrendo cenas instaladas no espaço.
A estreia de Z.É (Zenas Emprovisadas) aconteceu em 2003, em um pequeno espaço no Rio de Janeiro e tornou-se sucesso de bilheteria, com sessões lotadas até hoje. Para comemorar os sete anos em cartaz, Fernando Caruso, Gregório Duvivier, Marcelo Adnet (MUSO) e Rafael Queiroga apresentarão a maratona de improvisação no HSBC Brasil, nos dias 30 e 31 de julho (sexta e sábado), às 21h30.
Vencedor do Prêmio Shell em 2005 e assistido por mais de 100 mil pessoas, os atores se renovam a cada apresentação com a participação do público, que sugere cenas que serão interpretadas na hora.
Com uma hora de duração, o espetáculo é dividido em três blocos:
Um esquete de humor (diferente a cada apresentação) - com elenco.
Uma aula ao vivo de teatro (diferente a cada apresentação) - o diretor convidado prepara uma aula surpresa e propõe exercícios de improvisação aos atores, comentando objetivos e resultados para a plateia.
Jogos de improvisação fixos - o público sugere frases e inventa situações que serão vividas pelos atores, com coordenação do diretor convidado. Os jogos de improvisação são os mesmos, contudo com sugestões e resultados completamente diferentes. Tudo ao vivo e a cores, feito na hora.
“O que fazer quando as histórias que a gente se conta começam a ficar desgastadas?”
Quem questiona é Débora Duarte, que buscou nessa pergunta o pontapé inicial para compor a personagem que lhe dá a chance de estrelar o primeiro monólogo da sua carreira, iniciada ainda na infância, aos seis anos em ‘Adorável Desgraçada’.
A atriz se enche de coragem para estar sozinha em cena, mas muito à vontade, na pele de Guta, mulher na faixa dos 50 anos que aguarda ansiosamente a visita de Maribela, aquela que foi sua melhor amiga. Enquanto a primeira sempre obedeceu a rígidos padrões de comportamento, a segunda viveu sua vida como bem quis.
Maribel se casa na Itália, ganha dinheiro como contraventora e quando anuncia por uma carta que vem visitar a amiga, que mora no interior de São Paulo, deflagra nela uma série de sentimentos contraditórios.
“Elas são como ego e alterego. Há muitas emoções em jogo no espetáculo. Guta abriu mão de muita coisa devido à repressão familiar, religiosa e social, em nome do que achava que era o certo. E chega num ponto de matar ou morrer”, provoca Débora, ciente dos dramas íntimos da personagem. “Ela vive com o coração apertadinho, o dinheiro apertadinho. É uma mulher solteira e sozinha”.
TENHO QUE VER!!!!!! ADORO MONOLOGO!
Autora da peça e dona de uma dramaturgia de forte cunho feminista, Leilah Assumpção que escreveu a peça, observa que, mesmo tendo pautado sua vida longe do que Guta sempre considerou certo, Maribel foi feliz e prosperou. “Guta espera que essa amiga chegue e que Deus a castigue. A ligação entre elas vem da infância, em que as concorrências são cruéis: você tem que ser a mais bonita, a mais inteligente”, observa a autora.
Montado originalmente em 1994 em São Paulo com Claudia Mello sob direção de Fauzi Arap, o espetáculo ganhou o prêmio APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) de melhor texto e volta à cena sob direção de Otávio Müller, direção de arte, figurino e cenografia a cargo de Bia Lessa, iluminação de Lauro Escorel e trilha sonora de Danny Rolland. Para a autora, a presença de Débora Duarte é fundamental: “Só quis retomar a peça porque Débora aceitou fazê-la. Ela é uma atriz extraordinária”.
No ano passado, a dramaturga Leilah Assumpção celebrou 40 anos de atividade. Além disto, tem mais um motivo para comemorar: seu mais bem-sucedido espetáculo, ‘Intimidade Indecente’ (2001) ganhou montagem na Dinamarca. Na Alemanha, a montagem de ‘Adorável Desgraçada’ estreou em 2008.
Avaliando o conjunto da produção de Leilah Assumpção, o crítico Yan Michalski declarou, em 1989: “Uma das personalidades mais fortes da geração de autores que veio à tona no fim dos anos 60 – e também uma das mais censuradas, nos anos do regime autoritário – Leilah tem preservado, na sua trajetória, uma apreciável coerência, criando alguns dos mais fortes personagens femininos da dramaturgia nacional dessas duas décadas; personagens que defendem altivamente os seus direitos e a sua condição de mulheres, através de uma linguagem na qual a veemência, o colorido coloquial e o humor se fundem para criar uma poética muito pessoal”.
Adorável Desgraçada, com Débora Duarte
Teatro Cultura Artística Itaim
Av. Presidente Juscelino Kubitschek, 1830 – tel.: 11. 3258 33 44 www.culturaartistica.com.br
Monólogos da Marijuana foi uma das peças mais aplaudidas na off-Broadway, ficou cerca de dois anos em cartaz em NY. Foi um trabalho que obteve megarepercussão na mídia americana. Escrita pelos atores/ autores Arj Barker, Doug Benson e Tony Camin já foi montada com sucesso também outros paises como Argentina, em Portugal, no Chile e no teatro cômico de Barcelona.
A peça em cartaz no Teatro dos 4, no Rio de Janeiro até dia 9 de junho tem alto teor de humor, debate e ironiza os mitos e lendas que são sempre associados à polêmica da erva proibida.
A proposta dessa montagem brasieira é apresentar um espetáculo divertido e aguçado, valendo-se da paródia e do absurdo. O texto não é uma apologia ao consumo, trata-se de uma reflexão irônica e com muito humor sobre o “universo” que rodeia a controversa sobre uma planta.
Recentemente o Colégio de Cientistas em Londres publicou uma pesquisa onde a ‘marijuana’, vamos chamá-la assim, aparece como a sétima droga numa lista de substâncias nocivas à saúde, sendo que as seis primeiras da lista são todas drogas legalizadas (alcool, tabaco e medicamentos).
Pense nisso!
E neste espetáculo a questão é posta em pauta sem tabuzinhos! sem hipocrisias e sem apologias, apenas com humor.
(fiz uma adaptação do release!)
Essa semana vou pro Rio e não perco!!! Essa é uma questão pra se discutir e se divertir.
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Ficha Técnica:
Elenco: Stella Brajterman, Felipe Cardoso, Marcos Winter
Adaptação da versão brasileira: Reinaldo Moraes, Coletivo dos autores
Direção: Emilio Gallo
Direção de Produção:Rose Abdallah
Ass. De Direção:Marcela Bertoletti
Figurino:Heitor Werneck, Escola de Divinos/ SP Blog e novas mídias: Luciana Lopes (minha aluna queridona!!!) HTTP://monologosdamarijuana.wordpress.com
Dançateatro “Glórias de Empréstimo – Cena 2” uma proposta que envolve o público em exercício cênico está em cartaz na sede da Cia Panapaná Dançateatro e fica até a primeira semana de maio em temporada.
Levando ao pé da letra o termo glórias de empréstimo, a Cia adotou, como ponto de partida para a criação, fontes diversas e ecléticas como filmes, vídeos colhidos no YouTube, fotos, ícones pop, animais e assim por diante. Quem assistir a Glórias de Empréstimo Cena 2 se familiarizará com diversos elementos, mesmo que possivelmente não os identifique imediatamente.
A produção do espetáculo é da minha amiga fofa Babi Maués! Vou ver porque ela só trabalha com gente boa!
Os interessados no espetáculo devem confirmar presença pelos telefones 11 8649 2499 falar com Bárbara ou 8244-4426 falar com Eder ou pelo e-mail ciapanapana@gmail.com
Horário: de Quinta a Sábado as 20h30 e domingo as 20h na Rua Cristiano Viana, 1420.
O preço do ingresso é R$20 inteira e R$10 meia (preços válidos até o fim de abril) Forma de pagamento: dinheiro ou cheque.
Eu adoro o Teatro da Vila e as melhores peças infantis que levei a Luisa foram no Raso da Catarina por isso recomendo o evento deste sábado: Intervenções SP e Teatro da Vila apresentam: laços e chicotes, viola caipira, danças populares, malabarismo e hip hop.
No dia 24 de abril das 14h30 às 16h30, grátis na Rua Jericó 256, Vila Madalena. Não perca, bom para crianças além do clichê!
Se há festa para casar e porque não comemorar a separação? Ainda mais se a separação vai ser algo bom pra ambos? Tem muitos casamentos e namoros que seriam mais felizes se fossem ’separados’ com certeza. Claro que não tô dizendo pra sair estourando fogos numa separação mas tudo pode ser feito com dignidade.
Festa de Separação- um documentário cênico, uma ficção que nasce a partir da realidade dos atores, que já foram casados e hoje são parceiros de palco. Duas pessoas que enfretaram uma questão de relacionamento e hoje compartilham arte! Bom pra refletir.
Janaína Leite é a ruiva-atriz do espetáculo e eu a conheci no curso do Christian Duurvoort. Fazia tempo que queria fazer um post sobre essa peça-documentário dela e agora com a temporada foi prorrogada, deu tempo!!! que bom!
Ela e Fepa estão em cartaz até 23 de maio no Teatro Imprensa - sala Vitrine. Ingresso 30 reias (inteira) e 15 reais (meia). Vendas antecipadas pelo site ticket master (www.ticketmaster.com.br) . VAI!
Eles tem um blog com tudo e toda informação do espetáculo! Visite!
Assista aqui ao video da Fashion TV que mostra um pouquinho a peça:
Atualmente ela está em cartaz com o espetáculo “As Meninas” no Teatro Cultura – Itaim, e dessa vez convidou um grupo mais do que especial para conferir o espetáculo no dia 17 de abril: seus ex-alunos e freqüentadores da GRHAU – Grupo de Reabilitação e Habilitação Unificado, uma entidade sem fins lucrativos fundada em 1983 e que desenvolve ações educativas e de apoio psicológico, fisioterápico e pedagógico.
Sara teve seu primeiro contato com a GRHAU quando encenava o espetáculo Hysteria, do Grupo XIX de Teatro. Ao final da apresentação, foi abordada por uma espectadora, coordenadora da entidade, que a convidou para conhecer as atividades artísticas praticadas por crianças e jovens com paralisia cerebral.
O impacto do primeiro encontro foi tão grande que Sara decidiu se aliar como professora voluntária de artes cênicas. Nas aulas ela ficava emocionada e chorava com as trocas e ensinamentos de seus alunos especiais. Sara diz que os alunos são muito sinceros em suas opiniões e certa vez criticaram trechos de um espetáculo. Resultado: ela e o diretor modificaram sequências consideradas “chatas” pela criançada.
Morando atualmente no Rio de Janeiro e com a turnê de seu monólogo Negrinha rodando o país, Sara Antunes interrompeu as atividades na GRHAU. Por isso, rever seus antigos alunos, funcionários e freqüentadores será um momento de grande emoção. Vários jovens foram incentivados pela Sara a desenvolverem ações artísticas, muitos fazem teatro, escrevem e abraçaram a arte como um caminho possível para a cura.
Aproveitando o gancho, aqui do lado direito do blog tem um widget com um abaixo-assinado online para pedir os nossos governantes criem uma lei para que a maioria dos municípios do Brasil tenham um teatro, para maior disseminação da cultura.
O Teatro é nosso!
Vai ali e assina porque o teatro precisa ser acessível a todos de verdade, do Oiapoque ao Chuí!!!
“Esquecer é também perdoar o que não seria perdoado se a justiça e a liberdade prevalecerem (…) Esquecer o sofrimento passado é perdoar as forças que o causaram…Contra essa rendição ao tempo, o reinvestimento da recordação em seus direitos, como um veículo de libertação é uma das mais nobres tarefas do pensamento.”
Herbert Marcuse, Eros e Civilização
‘Solo de Sara Antunes resolve as memórias escravagistas de um Brasil infante que não cresce.’
Valmir Santos, Folha de São Paulo
Peça inspirada no conto homônimo de Monteiro Lobato, o monólogo ‘Negrinha’ conta a história de uma menina negra que não tem nome e por isso é chamada por todos pelo apelido que identifica sua cor, sempre no diminutivo.
[Câmara Cascudo diz que o nome inicia a existência religiosa e civil da criatura, sem nome não há identidade social e individual. Afinal uma das 1ªs coisas q aprendemos é dizer 'meu nome é fulana', o existir começa no nome mesmo]
Estrelada por Sara Antunes, o texto aborda o fim da escravidão através da perspectiva da escrava criança que vai se referir aos outros pelas cores de suas peles também. Não espere clichê! A atriz não é negra
A peça veio bem recomendadíssima pelo amigo jornalista Fred Itioka.
E é grátis em Salvador!!! (vai Cintia Covre!) no Instituto Feminino da Bahia nos dias 03, 04 e 05 de março às 20h.
Instituto Feminino da Bahia
Rua Monsenhor Flaviano, 02
Politeama - Salvador - BA
Tel.: 71 3329.5522 - 3329.5220 www.institutofeminino.org.br
“Piedade” é um espetáculo teatral que apresenta um encontro póstumo em que se defrontam as três figuras centrais de um crime passional famoso ocorrido em 1909 e conhecido como “A Tragédia da Piedade”.
Nesse crime Euclides da Cunha, o brilhante escritor de “Os Sertões”, buscou vingar sua honra indo armado de encontro ao amante de sua mulher Anna da Cunha, que mesmo após o escândalo da traição e da morte de Euclides casou-se com Dilermando de Assis, um jovem campeão de tiro que matou Euclides em legítima defesa.
Lembrando que 7 anos depois do 1ºcrime mais uma tragédia aconteceu: Euclides da Cunha Filho tenta vingar a morte do pai, mas é morto por Dilermando. Novamente o militar é absolvido pela Justiça e perdoado por Anna. E nesse meio tempo, Dinorá irmão de Dilermando perdeu os movimentos da perna devido ao tiroteio com Euclides da Cunha e depressivo acabou se suicidando.
Na peça Euclides, Anna e Dilermando são colocados frente a frente depois da morte, revivendo e reconversando sobre os fatos acontecidos, num colóquio em que cada um tem a chance de dizer aquilo que nunca foi dito, na tentativa de reconstruir sua imagem diante do outro. Flash de cenas, depoimentos, memórias, fragmentos de cartas, diários, diálogos trazem à tona os fatos e sentimentos que antecederam, culminaram e sucederam o famoso crime.
Entrevista com elenco da peça (coisa fina!):
A peça “Piedade” tem direção de Johana Albuquerque , dramaturgia de Antônio Rogério Toscano, com os atores Leopoldo Pacheco, Jacqueline Obrigon e Daniel Alvim.
De Quarta a Sábado às 19h30 e Domingo às 18h até 21 de Março no Teatro do CCBB que fica na Rua Álvares Penteado, 112 – Centro – São Paulo - SP
Ingressos: R$ 15 (inteira) | R$ 7 (meia entrada para estudantes, professores, funcionários e correntistas do Banco do Brasil e maiores de 60 anos) Bilheteria das 10h às 20h (11) 3113-3651/3652 www.ingressorápido.com (11) 2163-2000
Estacionamento conveniado na Rua da Consolação, 228 (Ed. Zarvos) com transporte gratuito até às proximidades do CCBB
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Assisti a minissérie sobre esse caso em 1990 na TV Globo e fiquei bem impressionada, tinha só 15 anos, ainda idealizava o mundo e lia ‘Madame Bovary’, ‘O Primo Basílio’ e ‘Capitu’ e percebia que aquilo tudo sempre convergia para triângulos amorosos literários belíssimos provocados por projeções fantasiosas de personagens embuidas do espírito de que amar é sofrer, então vale matar e morrer por amor. Quando vi a minissérie recontando um caso real e contemporâneo dos meus livros que constatei que o clima filosófico de uma época permeava sim a vida real e vice-versa e ninguém na verdade nunca saberá se a arte imita a vida ou ao contrário.
Diário poético-filosófico, ou caderninho daqueles pequeninos, capa de couro, pra fazer anotações, recheado de papéis, postais, escritos. Códice Lili. Moleskine.
lilianeferrari@gmail.com