...Diário poético-filosófico. Ou, caderninho daqueles pequeninos, capa de couro, pra fazer anotações, recheado de papéis, postais, escritos, uma agenda de memórias. Códice Lili. Moleskine.
“Esquecer é também perdoar o que não seria perdoado se a justiça e a liberdade prevalecerem (…) Esquecer o sofrimento passado é perdoar as forças que o causaram…Contra essa rendição ao tempo, o reinvestimento da recordação em seus direitos, como um veículo de libertação é uma das mais nobres tarefas do pensamento.”
Herbert Marcuse, Eros e Civilização
‘Solo de Sara Antunes resolve as memórias escravagistas de um Brasil infante que não cresce.’
Valmir Santos, Folha de São Paulo
Peça inspirada no conto homônimo de Monteiro Lobato, o monólogo ‘Negrinha’ conta a história de uma menina negra que não tem nome e por isso é chamada por todos pelo apelido que identifica sua cor, sempre no diminutivo.
[Câmara Cascudo diz que o nome inicia a existência religiosa e civil da criatura, sem nome não há identidade social e individual. Afinal uma das 1ªs coisas q aprendemos é dizer 'meu nome é fulana', o existir começa no nome mesmo]
Estrelada por Sara Antunes, o texto aborda o fim da escravidão através da perspectiva da escrava criança que vai se referir aos outros pelas cores de suas peles também. Não espere clichê! A atriz não é negra
A peça veio bem recomendadíssima pelo amigo jornalista Fred Itioka.
E é grátis em Salvador!!! (vai Cintia Covre!) no Instituto Feminino da Bahia nos dias 03, 04 e 05 de março às 20h.
Instituto Feminino da Bahia
Rua Monsenhor Flaviano, 02
Politeama - Salvador - BA
Tel.: 71 3329.5522 - 3329.5220 www.institutofeminino.org.br
“Piedade” é um espetáculo teatral que apresenta um encontro póstumo em que se defrontam as três figuras centrais de um crime passional famoso ocorrido em 1909 e conhecido como “A Tragédia da Piedade”.
Nesse crime Euclides da Cunha, o brilhante escritor de “Os Sertões”, buscou vingar sua honra indo armado de encontro ao amante de sua mulher Anna da Cunha, que mesmo após o escândalo da traição e da morte de Euclides casou-se com Dilermando de Assis, um jovem campeão de tiro que matou Euclides em legítima defesa.
Lembrando que 7 anos depois do 1ºcrime mais uma tragédia aconteceu: Euclides da Cunha Filho tenta vingar a morte do pai, mas é morto por Dilermando. Novamente o militar é absolvido pela Justiça e perdoado por Anna. E nesse meio tempo, Dinorá irmão de Dilermando perdeu os movimentos da perna devido ao tiroteio com Euclides da Cunha e depressivo acabou se suicidando.
Na peça Euclides, Anna e Dilermando são colocados frente a frente depois da morte, revivendo e reconversando sobre os fatos acontecidos, num colóquio em que cada um tem a chance de dizer aquilo que nunca foi dito, na tentativa de reconstruir sua imagem diante do outro. Flash de cenas, depoimentos, memórias, fragmentos de cartas, diários, diálogos trazem à tona os fatos e sentimentos que antecederam, culminaram e sucederam o famoso crime.
Entrevista com elenco da peça (coisa fina!):
A peça “Piedade” tem direção de Johana Albuquerque , dramaturgia de Antônio Rogério Toscano, com os atores Leopoldo Pacheco, Jacqueline Obrigon e Daniel Alvim.
De Quarta a Sábado às 19h30 e Domingo às 18h até 21 de Março no Teatro do CCBB que fica na Rua Álvares Penteado, 112 – Centro – São Paulo - SP
Ingressos: R$ 15 (inteira) | R$ 7 (meia entrada para estudantes, professores, funcionários e correntistas do Banco do Brasil e maiores de 60 anos) Bilheteria das 10h às 20h (11) 3113-3651/3652 www.ingressorápido.com (11) 2163-2000
Estacionamento conveniado na Rua da Consolação, 228 (Ed. Zarvos) com transporte gratuito até às proximidades do CCBB
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Assisti a minissérie sobre esse caso em 1990 na TV Globo e fiquei bem impressionada, tinha só 15 anos, ainda idealizava o mundo e lia ‘Madame Bovary’, ‘O Primo Basílio’ e ‘Capitu’ e percebia que aquilo tudo sempre convergia para triângulos amorosos literários belíssimos provocados por projeções fantasiosas de personagens embuidas do espírito de que amar é sofrer, então vale matar e morrer por amor. Quando vi a minissérie recontando um caso real e contemporâneo dos meus livros que constatei que o clima filosófico de uma época permeava sim a vida real e vice-versa e ninguém na verdade nunca saberá se a arte imita a vida ou ao contrário.
Vamos apoiar! E os amigos da categoria repassar o aviso e comparecer!!!
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CULTURA EM ALERTA – GRANDE MOBILIZAÇÃO
Fomento ao Teatro e à Dança ameaçados na cidade de São Paulo
Ataque à Lei de Fomento
Convocamos todos os artistas de teatro e de dança e interessados solidários à cultura para comparecer ao ato em defesa das leis de fomento ao teatro e dança. Na ocasião, o Secretário Municipal de Negócios Jurídicos de São Paulo, Cláudio Lembo, irá receber o movimento teatral e vereadores para discutir as questões jurídicas referentes à Lei de Fomento.
Neste momento a lei do Fomento ao Teatro corre sério risco. O próximo edital poderá ser enquadrado no decreto do prefeito Kassab, que criou modelo de convênios para o Município de São Paulo que muda radicalmente o espírito democrático da lei e abre caminho para privatização da cultura.
Queremos o cumprimento da Lei do Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo tal como foi elaborada, a partir de uma amplo debate que envolveu artistas, parlamentares e a sociedade paulistana.
PEDIMOS QUE TODOS OS GRUPOS TRAGAM MATERIAIS (banners, cartazes, figurinos, cenas) DE SEUS TRABALHOS, PARA EXIBIRMOS PUBLICAMENTE.
Concentração: Teatro Municipal
Horário: segunda-feira, 18/01/2010, às 9:30h
Em seguida caminharemos até a sede da Prefeitura, próximo à Praça do Patriarca
A Palavra Osso, do meu amigo Flavio Aquistapace terá uma leitura dramática com coordenação de Roberto Alvim neste sábado dia 19 ao meio-dia no Club Noir. (chegue cedo são 35 lugares apenas e é única apresentação)
Eu vou e tô curiosa, além de muito contente por essa concretização de um amigo, que é grande escritor contemporâneo. Updates na volta.
Essa dica é recomendação do meu amigo Daniel Gaggini que é ator da peça. O texto é belíssimo, de uma sutileza fina, trata dessa nossa tal “Liberdade” e foi escrita por um dos mais badalados autores da atualidade, o argentino Daniel Veronese. Sem falar que o diretor da peça é Roberto Lage.
A estreia é nesta sexta dia 4 de setembro. No sábado dia 5 tem sessão para blogueiros (quem se interessar me deixe um comentário aqui no post que encaminho o nome para a produção)
Chiquinho Gaspar é um ator querido que conheci durante as oficinas do mestre Christian Duurvoort e que está com um espetáculo em cartaz nas ruas do centro de São Paulo.
A peça: ‘Viva Malasartes! histórias de um povo de algum lugar’ faz referência às lendas de um personagem da cultura folclórica popular luso-brasileira mais conhecido como Pedro Malasartes (clica aqui!)
Fiquei tão feliz quando recebi o release da estreia da minissérie “Som & Fúria” no dia 07 de julho na TV Globo.
No ano passado [exatamente há 1 ano] participei das filmagens no Teatro Municipal e tive o prazer de ficar pertinho* do Fernando Meirelles, espiando como ele dirigia as cenas. Mestre absoluto. [*tipo de freela pra contar orgulhosa pros filhos e netos...]
Deve ter ficado incrível! O texto é maravilhoso, a direção de arte absurda!!! Me lembro das cenas com mais de 300 figurantes e todo figurino, make e cabelo era checado um a um.
Serão 12 capítulo que contam a história de uma companhia de teatral Shakespeareana que passa por diversas crises num climão de comédia. O elenco é poderoso: Pedro Paulo Rangel, Felipe Camargo, Andrea Beltrão, Paulo Betti, Maria Flor, Daniel Oliveira, Rodrigo Santoro…assim como toda a produção caprichada da Globo em parceria com a O2 [onde muitos amiguinhos trabalham e botaram a mão na massa nessa empreitada: Victor, Glaucia, Raquel, Pedro, galerinha ex-AIC].
Fotos de making of do set da minissérie nas filmagem no Teatro Municipal em São Paulo em julho de 2008.
UPDATE DO POST
Release de Som & Fúria, por Sarita Sousa
“A vida é só uma sombra: um mau ator que grita e se debate pelo palco, depois é esquecido; é uma história que conta o idiota, todo som e fúria, sem querer dizer nada”, Macbeth,William Shakespeare
Há muito desta frase nos personagens de Dante, Oliveira e Elen, vividos respectivamente por Felipe Camargo, Pedro Paulo Rangel e Andrea Beltrão. Amigos de longa data, eles têm a vida completamente impactada depois de uma apresentação de “Hamlet”, quando Dante, que fazia o papel principal, surta e sai no meio da cena do enterro de Ofélia – personagem de Elen. Na época, eles eram grandes amigos, Dante e Elen viviam uma história de amor, e Oliveira estava no auge de sua carreira como diretor. Depois da polêmica apresentação de “Hamlet”, Dante some da vida deles durante sete anos. Oliveira assume a direção artística da conceituada Companhia de Teatro do Estado (CTE), na qual Elen é a estrela. E Dante fica à frente de uma pequena e falida companhia teatral, Sans Argent. Esse é o ponto de partida de ‘Som & Fúria’, minissérie de 12 capítulos, captada e exibida em HDTV, baseada na série canadense “Slings and Arrows”, que estreia na Rede Globo dia 7 de julho, após ‘Casseta & Planeta, Urgente!’
“Luxúria, loucura, tudo isso tem no Som & Fúria”
Na noite de abertura de “Sonho de Uma Noite de Verão”, Oliveira dirige pela sétima vez o espetáculo e Elen interpreta pela quarta vez Titânia. O Teatro Municipal está lotado para a estreia, mas a apresentação arranca aplausos mornos e risos constrangidos. Na coxia, Oliveira assiste à televisão ao lado do zelador Naum, personagem de Gero Camilo, e durante um noticiário vê Dante sendo despejado, por falta de pagamento, do seu teatro. Ele relembra o amigo e, depois da apresentação, telefona para Dante. Eles trocam farpas e acusações sobre o destino que cada um tomou depois da fatídica apresentação de “Hamlet”. Desiludido, Oliveira caminha sem destino pelas ruas do centro de São Paulo quando é atropelado por um caminhão de presunto e morre, logo no primeiro capítulo. A partir deste momento, a vida de Dante sofre uma reviravolta em pleno velório do amigo.
Entretanto, Dante – cujo temperamento lembra o do próprio Hamlet, dramático, angustiado e um tanto louco – é convidado a assumir a direção artística do CTE. “Não se sabe ao certo se ele está atuando ou enlouquecido mesmo, porém ao contrário do príncipe da Dinamarca, Dante não quer vingança, ele quer juntar os pedaços do seu passado e seguir adiante”, diz Felipe Camargo. Em toda a companhia, Elen é a pessoa que mais fica atormentada com a chegada de Dante. Ela é a grande diva do teatro, que passa por um momento de transição, está num momento da carreira em que se despede dos papeis de princesas para encarar as rainhas, e assiste à chegada de novos talentos, o que a frustra e a deixa insegura.
Na outra ponta da história está Ricardo da Silva, personagem de Dan Stulbach. Diretor financeiro da companhia, ele vive preocupado com as contas e com o mau desempenho da temporada de Shakespeare. Ricardo não poupa esforços para alavancar a bilheteria. Rapidamente, ele se junta a Graça, personagem de Regina Casé, uma funcionária da Secretaria de Cultura que não tem o menor escrúpulo para conseguir o que quer – e que, neste caso específico, pretende transformar a companhia em uma grande empresa de musicais.
Em uma das tentativas de Ricardo para atrair um grande público ao teatro é a contratação de Jaques Maia, vivido por Daniel de Oliveira. O jovem é um galã de novelas que não tem carreira nos palcos de teatro. Dante enfrenta a fúria dos atores mais antigos da companhia, que torcem o nariz para o novo integrante, e também tem que lidar com o método pouco ortodoxo de Jaques nos ensaios. A mais atingida na montagem de “Hamlet” é Elen, que vive Gertrudes. Ela não se esforça para ajudar o colega de trabalho e desdenha da nova montagem. Por outro lado, Kátia, personagem de Maria Flor, vê sua chance quando a protagonista sai da companhia entregando-lhe o papel de Ofélia. Em meio aos ensaios, ela se envolve com Jaques.
O dilema vivido na trama é atrair grandes plateias e patrocinadores e, ao mesmo tempo, manter o frescor e o ineditismo da área artística da companhia. E é neste descompasso que entra o humor. Se nos palcos os atores vivem os grandes personagens dramáticos de Shakespeare, nos bastidores a vida é uma comédia. Dante convive com as ideias loucas e, muitas vezes, equivocadas do administrador Ricardo para trazer mais público para o teatro, como a contratação do publicitário Sanjay, vivido por Rodrigo Santoro. E por outro lado, Ricardo aceita, muitas vezes por medo, os métodos estranhos de Dante em realizar os ensaios e conduzir os elencos.
Produção de arte
“Hamlet”, “Sonho de uma Noite de Verão”, “Macbeth” e “Romeu e Julieta” são as 4 peças encenadas durante a minissérie. Mais de 500 figurinos para todo o elenco e muita maquiagem para Titânia, Ofélia, Gertrudes, Lady MacBeth e tantos outros personagens. O diretor de arte, Cássio Amarante, entrou nesta jornada a convite de Fernando Meirelles. “O grande desafio foi recriar as quatro peças de Shakespeare com linguagem de teatro para uma série de TV. Muitas cenas foram rodadas no próprio Teatro Municipal, mas contamos também com a réplica do teatro construída nos estúdios da O2, em Cotia”, diz Amarante.
A maquiadora, Anna Van Steen, e a figurinista, Verônica Julian, também tiveram cuidado na reprodução das peças para a minissérie. “A grande delícia de trabalhar em ‘Som & Fúria’ foi fazer os figurinos das peças de Shakespeare e, o maior desafio, foi a quantidade de material produzido para esta minissérie”, diz Verônica. Cada ator representava vários personagens, com muita troca de roupa. “A Andrea Beltrão, por exemplo, vive Elen, que faz Titânia (“Sonho de Uma Noite de Verão”), Ofélia (“Hamlet”), Gertrudes (“Hamlet”) e Lady Macbeth (“Macbeth”)”, explica a figurinista. “Fizemos uma grande pesquisa para aprender a técnica da maquiagem para HDTV, fizemos uma maquiagem mais suave tomando cuidado com cada esponjada de pó para não dar o efeito errado”, diz Anna.
Seleção de elenco
O processo de seleção de elenco começou quatro meses antes do início das gravações, que aconteceram em julho de 2008. A produtora de elenco, Cecília Homem de Mello, assistiu à série original para criar referências. Para compor o elenco, Cecília traçou dois caminhos distintos: a aproximação com características do original ou a oposição total. “No original, Naum é negro, alto, com porte atlético; em ‘Som & Fúria’, o personagem é vivido por Gero Camilo, um ator brilhante que dá outro tom, sem aquela presença de guarda-costas”, diz Cecília. Em alguns papéis, Fernando Meirelles já tinha os nomes definidos, como no caso do Dante e da Graça, vividos respectivamente por Felipe Camargo e Regina Casé. A participação de Rodrigo Santoro também era um desejo antigo. Em apenas três dias – brecha em sua agenda entre o lançamento dos filmes “La Leonera” e “Che” – Santoro gravou a participação como Sanjay. “A minissérie tem um elenco incrível, é muito bem escrita e tem o Fernando como maestro”, diz Santoro.
E assim nasceu Dante…por Felipe Camargo
“Em Abril de 2008, ao completar um ano sem trabalho, numa mistura de desilusão, sonho, ansiedade, orgulho e fuga de uma possível depressão, decidi tentar uma chance nos Estados Unidos. ‘Se não me dão espaço aqui, vou ser ator em outro lugar’. Com tudo acertado, passagens, curso, video-book e alguns contatos, numa das muitas noites de planejamento, passava pela sala de casa quando o telefone tocou. Não costumo atender, normalmente deixo pra ouvir o recado, evitando pesquisas de consumo e promoções indesejáveis. Não sei por que olhei para o telefone e sem pensar atendi.
‘Felipe, aqui é o Fernando Meirelles…’.
‘Quem, o diretor!!!…?’ Respondi, perguntando incrédulo, já me sentindo idiota por ter caído num trote…
A conversa que se seguiu foi o convite para fazer o Dante do ‘Som & Fúria’. Com a mesma simplicidade e ausência de estrelismo com que pessoalmente me telefonou e fez o convite, Fernando tocou a equipe e o elenco durante todo o processo de trabalho. Além de um extremo apuro técnico e rara sensibilidade, tem ouvido absoluto, ouve a todos sem exceção e colhe o melhor de cada um. A começar por ele, o clima das gravações foi leve, despretensioso no bom sentido e bem-humorado. O resultado é um programa vibrante, divertido, inteligente, de altíssima qualidade.
Trabalhar nesta série foi, para mim, como se tivesse ido estudar na melhor escola de atuação dos Estados Unidos, feito o teste para o melhor filme a ser produzido e, ainda por cima, ter sido escolhido para o papel principal, cercado por grandes profissionais que fariam bonito em qualquer lugar do mundo. Estou muito feliz e realizado”.
A série original
” To be, or not to be: that is the question:
Whether ’tis nobler in the mind to suffer
The slings and arrows of outrageous fortune,
Or to take arms against a sea of troubles,
And by opposing end them?”
Ser ou não ser; eis a questão:
Será mais nobre sofrer na alma
As pedradas e flechadas do destino feroz
Ou pegar em armas contra um mar de riscos,
E combatendo vencê-los?
Criada por Susan Coyne, Mark McKinney e Bob Martin, a série “Slings and Arrows” foi lançada pelos canais Canada’s Movie Central e The Movie Network, em 2003, conquistando milhares de fãs no país e abrindo caminho para novos públicos. Acompanhando o sucesso que teve no Canadá, a série foi exibida pelo Sundance Channel, nos Estados Unidos, em 2005 e a partir daí ganhou o mundo. Dividida em três temporadas com seis episódios cada, a produção conta com um elenco composto por: Martha Burns, Paul Gross, Don McKellar, Mark McKinney, Oliver Dennis, Stephen Ouimette, Susan Coyne, Graham Harley, Michael Polley, Catherine Fitch, Leon Pownall, Rothaford Gray, Sean Cullen, Matt Fitzgerald, entre outros.
Susan Coyne – uma das criadoras e atriz da série – é uma das mais reconhecidas atrizes do Canadá nas últimas décadas. Cofundadora do Soulpepper Theatre Company, parte integrante de diversas temporadas do Festival Stratford e reconhecida mundialmente pelas peças “Kingfisher Days” e “Alice’s Affair”, Susan interpreta com maestria a personagem Anna Conroy, em “Slings and Arrows”. Um de seus últimos trabalhos no cinema foi em “O Ensaio Sobre a Cegueira”, adaptação de Fernando Meirelles para a obra de José Saramago. Além de sua história nos palcos, televisão e cinema, Susan também ganhou destaque com suas traduções de Anton Chekhov.
Quem é quem
Dante (Felipe Camargo) - Durante a montagem de um “Hamlet” unanimemente sensacional, Dante pirou e saiu correndo do palco. Após algum tempo de internação psiquiátrica, virou diretor de uma pequena e falida companhia de teatro alternativo. Representa o artista por excelência, apaixonado, talentoso e “meio pirado”. Quando Oliver morre, vai substituí-lo na direção da companhia de atores.
Oliveira Welles (Pedro Paulo Rangel) - Diretor da companhia de atores do Teatro Municipal há mais de dez anos. Inteligente, sarcástico, tem muito prestígio artístico, mas sua criatividade vem se esgotando. Ele sabe disso e tem nostalgia dos tempos áureos em que trabalhava com Dante, cujo auge ocorreu na montagem de “Hamlet”.
Elen (Andréa Beltrão) - A grande dama da companhia começa a ter medo de envelhecer. Outrora Ofélia de “Hamlet”, agora fará a rainha na mesma peça. Ela e Dante viveram um romance apaixonado no passado, mas Dante a abandona pois acredita que Elen e Oliveira viveram um caso secreto. Ellen hoje namora garotões cada vez mais jovens.
Ricardo da Silva (Dan Stulbach) – O diretor financeiro da companhia. Ambicioso, Ricardo tenta tornar a arte lucrativa e mais atraente para o grande público e, com isso, entra em constante conflito com Dante e com o resto dos artistas.
Ana (Cecília Homem de Melo) - A vice-secretária-geral da companhia. Eficiente, porém muito tímida, Ana é, no entanto, sensível e inteligente, e vive às voltas com os conflitos entre artistas e produtores.
Graça (Regina Casé) - Funcionária recém-nomeada pela Secretaria de Cultura, usa toda a sua autoridade e poder para tentar impor Ricardo na diretoria do teatro, que os dois planejam transformar numa moderna empresa de musicais.
Kátia (Maria Flor) - Atriz jovem, talentosa e idealista, tem sua primeira grande chance quando a atriz escalada para o papel de Ofélia na nova montagem sofre um acidente. Vai ter um romance com Jaques.
Jaques Maya (Daniel Oliveira) - Jovem ator vindo da televisão para fazer “Hamlet” dentro da política de popularização do teatro, sofre o preconceito dos atores mais velhos da companhia. Vai se apaixonar por Kátia e se mostrar ótimo ator em cena.
Sanjay (Rodrigo Santoro) - Apresenta-se como um badalado publicitário. Tem um método polêmico e provocador de trabalho, o que ocasiona impacto na mídia. Ao final, uma constatação: não passa de um picareta.
Oberon (Paulo Betti) - Antigo ator da companhia, já acomodado em seus papéis, representa Rei Cláudio na montagem inicial de “Hamlet”. Inicialmente desafia a direção artística de Dante e, mais tarde, dá apoio inesperado e valioso ao mesmo diretor.
Sarah (Débora Falabella) - Jovem e talentosa atriz, apaixonada pelo papel de Julieta, é convidada a integrar a companhia especialmente para desempenhar esse papel. Tem um confronto inicial com o diretor Oswald Thomas porque discorda frontalmente da concepção antisséptica que ele pretende dar à peça.
Clara (Maria Helena Chira) - Jovem atriz desprovida de talento, só faz parte da companhia por ingerência e imposição política do titular da pasta da Secretaria de Cultura. Faz contraponto à graça e sensibilidade natural de sua stand-in Kátia.
Kleber (Juliano Cazarré) - Motoqueiro, trabalha em serviço de entregas e nas horas vagas participa de competições. Tem um relacionamento amoroso com a diva da companhia.
Naum (Gero Camilo) - Funcionário humilde do Teatro Municipal, é o repositório das tradições teatrais, amigo e conselheiro de atores e diretores da companhia, conhece todos os textos clássicos, vive e respira teatro durante toda sua vida.
Patrick (Leonardo Miggiorin) - Jovem ator da companhia, escalado para viver o personagem Romeu, acaba surpreendendo a si próprio ao se deixar envolver intensamente pela atriz Sarah, que vive a personagem de Julieta. A força da peça os faz reinventar a relação apaixonada dos amantes de Verona.
Oswald Thomas (Antonio Fragoso) - Diretor avant-garde, multimídia e polêmico, preso à forma pela forma, vê a direção teatral como show de efeitos especiais. Acaba se rendendo à vitalidade dos personagens e reencontra a essência proposta pelo teatro de William Shakespeare.
Milu Silverstone (Haydée Bittencourt) - Curadora da companhia do Teatro Municipal, é uma senhora que luta bravamente contra a visão mercantilista que a direção executiva quer imprimir à companhia teatral. Tenta preservar o espírito dos clássicos e acaba sucumbindo fisicamente nessa luta de poderes.
Você tem poucas chances de assistir um verdadeiro “O Banquete” de Zé Celso. A peça é uma ode ao amor, como ele mesmo fala: “É sobre o amor de qualquer tipo, porque para mim não há o amor hetero ou o amor homo, é apenas amor. No entanto não pode existir liberdade em nenhum sentido, principalmente amoroso, se qualquer forma de amor for cerceada, demonizada não existe razão de ser..”
Faço questão de reproduzir na íntegra o release mais bacana que recebi. Em forma de poema! PHYNO. E a foto então? está sensacional!!
RELEASE
Na segunda fogueira de Junho dia 24
noite de São João
entre as noites mais longas do ano
estréia O Banquete,
diálogo de Platão
encenado pelo Teatro Oficina Uzyna Uzona
que o prepara desde alguns meses atrás
para virar Bori
de Pratão
oferecido a Eros.
A transversão do texto
por José Celso
começou em março
depois do convite do festival Queer, em Zagreb na Croácia
para onde foram seis integrantes do grupo
realizar com sérvios e croatas “Gozba”, o Banquete
em ensaio aberto no dia 10 de maio.
O trabalho lá
tornou-se missão
de descatequização
“a mensagem toda do espetáculo foi formada durante os ensaios, com os atores, seguindo suas emoções e reações. Nos olhos deles e nas palavras explicitadas eu pude reconhecer o medo, relacionado à homofobia, na sociedade croata, que hoje ocupa o lugar que era do nazismo e do stalinismo.”
disse o diretor a jornal croata.
Depois o grupo partiu para a Grécia
e abriu caminhos para a realização das Bacantes
no teatro de Epidauro em 2010.
Ao voltar
Zé Celso trabalhou mais sobre o texto e
desde o dia 04 de junho,
depois de quatro leituras,
o grupo levanta a encenação,
trabalhando principalmente sobre
a interpretação do texto tornado “phala”
em versos musicados.
A pista do Oficina vai transformar-se em chão de camas
para o encontro dos banqueteiros que
reunidos na casa do poeta Agatão,
recém chegado da vitória com Bacantes nas Dionísiacas,
mas ainda na ressaca do banquete anterior,
decidem por outro jogo: dar a Eros, cada um, um canto – e assim beber menos.
Entre eles estão personagens históricas de 2500 anos atrás,
o poeta Agatão feito por Marcelo Drummond,
Aristófanes, o comediógrafo de As Nuvens, interpretado por Sylvia Prado,
o médico Erixímaco, por Rodrigo Andreolli, a filósofa Diotima por Camila Mota,
Sócrates, personagem principal através da qual Platão constrói todos seus diálogos, interpretado por José Celso,
Heráclito, o filósofo,
e personagens da mitologia grega, que originalmente surgem apenas nos discursos proferidos
mas estão incorporados na versão do Oficina:
Orpheu e Eurídice em seu caminho para o Hades;
os Andróginos que partidos pelo raio de Zeus tornam-se homem e mulher
na encenação ritual do mito de surgimento dos gêneros a partir dos transgêneros;
e Eros, nascido do pai Poros e da mãe Penia, a Necessidade, cujo parto é encenado;
além de Jesus e Iemanjá.
O Banquete é um dos mais de trinta diálogos filosóficos escritos por Platãono século V a.c.
e hoje considerados obras seminais do pensamento ocidental,
estudados diariamente por filósofos e fundamentais na formação das teorias da psicanálise.
Em todos eles, Sócrates, fundador da academia peripatética, que em vida fora o mestre de Platão,
aparece como interlocutor preferido das personagens.
O Bori de Pratão é oferecido a Eros,
ao amor, de qualquer tipo
“Muitas pessoas hoje fazem guerra contra o amor, mas nós estamos lutando pelo amor. E não precisamos de armas para isso, nossas armas são música e poesia. Amor, assim como teatro, dá poder, cultiva a vida, e necessitamos, a todo tempo, poesia, como ar.”
e vai se realizar apenas nas seguintes datas:
24 de junho de 2009, 21:00h - estreia
27 de junho de 2009, 21:00h
e 28 de junho de 2009, 19:00h - temporada
tempo estimado de duração: 4 horas
ingresso : R$40,00 inteira R$20,00 meia
com direito aos comes do Banquete
o vinho custará R$5,00 e deverá ter fichas compradas com antecedência na bilheteria
Os ingressos já estão a venda na Casa de Produção do Teatro Oficina
tratar com Vanessa Tomaz nos tels. 11 31040678 / 31065300
***
Serviço: “O Banquete” Estréia: Quarta-feira 24 de Junho às 21h Reapresentação: Sexta, Sábado 21h e Domingo 19h Preço: R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia entrada) Endereço: Rua Jaceguay, 520 – Bixiga Censura: 16 anos Estacionamento no local: R$ 10,00 Chapelaria: Sim
Lotação 300 pessoas
Vou a convite da Mapfre Seguradora[empresa para a qual faço uma coluna/blog sobre bem-estar e saúde, o Viva Bela] assistir “Viver sem Tempos Mortos” no Teatro Sesc Anchieta [leia esta crítica de Barbara Heliodora], monólogo com nada mais nada menos que Fernanda Montenegro, linda à beira dos 80 anos e esplêndida em sua experiência no palco.
Eu daqui de São Paulo e Sheila Zago lá de Caxias [ambas somos ex-Academia Internacional de Cinema] estamos agitando o workshop do preparador de elenco para cinema Christian Duurvoort.
Se você está no sul e é ator, preste atenção: O Ator Imaginário, nos dias 19, 20 e 21 de junho - 14 horas de curso.
+ Info: 54 3021 1599 ou 8114 0110 - info@sujeitocoletivo.com
Inspirada na experiência de viver um ano e meio no Japão, esse texto se passa dentro de uma sauna e quem escreveu e dirige é meu talentoso amigo e colega de faculdade Paulo Cunha. Três homens de meia idade repassam suas vidas e acertam suas contas nesse ambiente sufocante e quente. E a temperatura sobe ainda mais, é natural… Me lembrou por um instante aquele filme do Spike Lee: ‘Do the right thing’ que mostra a relação direta entre calor, violência e stress. [Porque in Summer I belive]
A festa é luxo! E acontece dessa vez no Teatro Oficina onde a ‘pista’ foi projetada por Lina bo Bardi. Odara tem tudo a ver com o teatro do Zé Celso e essa celebração que é o Festival Oficina! E além disso a noite é aberta com o espetáculo de dança Desosso p osso e (flutuo).
DEIXE SEU NOME NOS COMENTARIOS E CONCORRA A UM PAR DE INGRESSOS.
Fiz o sorteio pelo Random.org. Numerei os comentários de 1 a 9 e o sorteado foi uma sorteada Híndira Barros.
08 de maio, sexta-feira às 23h
Teatro Oficina - Rua Jaceguay, 520, Bela Vista, São Paulo. Tel.: 3106.2818
R$ 10 entrada. Preço único para o espetáculo de dança + festa.
O Teatro Oficina não aceita cartão. Pagamento em dinheiro ou cheque.
(11) 8534.9251 ou (11) 8534.9252
(Paula Bertola e Rodrigo Faria) ficarodara@gmail.com
O texto é inédito no Brasil, ” O telefonema”, do dramaturgo espanhol Raul Dans aborda de maneira incisiva a atual ” sociedade do espetáculo”. A direção da peça é da atriz paulista, Juliana Galdino [muito muito bem recomendada, tenho aqui um outro convite para ver uma peça com ela e convite de amigo crítico de arte é pra ser levado a sério!!]
A estréia acontece no domingo 10 de maio, Dia das Mães. Ou seja, depois de gastar horrores com presentes, passeios e comidinha caprichada, o teatro é grátis!!! a gente sempre recomenda chegar com antecedência, pois nesse caso há apenas 48 lugares para a plateia.
Sobre o espetáculo: a protagonista é “Carmem” [quem interpreta é minha amiga linda, alta e loira de verdade Fernanda Franceschetto], ela faz uma estrela de cinema que para conseguir realizar uma suposta trajetória de sucesso decide fazer um aborto. Ou seja: ela é a não-mãe. [pense nisso no Dia das Mães] Mas enfim, ela não conta nem para o marido sobre o aborto. Ele é um escritor, que também quer fazer sucesso. E como nem tudo são flores, a vida do casal é abalada por um acontecimento decisivo…. A partir daí dá pra sacar o que pode vir pela frente…
Onde? No Club Noir [já imagino aquela fumaça em PB misterioso no ar]
Rua Augusta, 331. Tel. 11 32578129.
O Telefonema- durante os meses de maio e junho, sempre aos domingos, às 20h. GRÁTIS.
Evoé era o grito festivo da Antigüidade com o qual se evocava Baco durante as orgias e é com esse mesmo chamamento que foi dado início ao 1º Festival de Outono do Teat(r)o Oficina/conhecido como Uzyna Uzona [leia-se aqui também o nome do mentor José Celso Martinez Corrêa]. Abrem-se as portas do Terreiro Eletronyko na lendária rua Jaceguay para uma intensa temporada de espetáculos, shows, mostra de filmes, exposição e teat(r)o. Prepare-se para momentos antropofágicos de muita libertação artística.
E aí relembro dos meus momentos com o Oficina & Zé Celso:
-Assisti um espetáculo na Casa das Rosas, durante o carnaval em 1996 [eu acho] foi aquela coisa bem orgástica, pagã roots total na linguagem teatral originalíssima do Oficina com os atores distribuídos pelos cômodos da casa em diversas cenas simultâneas…impactante. Se vc nunca assistiu nada do grupo CORRA.
-No filme A Via Lactea, da Lina Chamie, tem umas cenas lindas do Marco Ricca com as Bacantes. Tudo meio blur bem nos efeitos de Baco na câmera.
-E o próprio Zé Celso também aparece incrível no filme de outro Zé, o do Caixão com um tal personagem Mistificador…
-Quando li As Bacantes de Eurípedes [que escreveu os melhores textos das tragédias] só imaginava aquele visual do Teatro Oficina.
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E AQUI A AGENDA DO FESTIVAL[Eu vou ver Dan Nakagawa e Ney Matogrosso escândalo]
21 de Abril às 21h – Apresentação do espetáculo BACANTES, da Cia Teatro de Braga (Portugal)
Duração: aprox. 90 min.
Entrada franca (retirar ingressos no local, com uma hora de antecedência)
22 de Abril às 20h – Mostra Terrero Eletronyko – Apresentação do filme O PARTO, dirigido por Celso Lucas e José Celso Martinez Corrêa, rodado em Portugal.
Preço: R$ 10,00 (meia-entrada R$ 5,00)
23 a 25 de Abril - Programação especial em comemoração aos 25 anos do Grupo XPTO:
23 de Abril às 21h – Show e comemoração dos 25 anos do XPTO
24 e 25 de Abril às 21h – Apresentação do espetáculo LORCA – Aleluia Erótica
Preço: R$ 20,00 (meia-entrada R$ 10,00)
26 de Abril às 19h – Cortinas Lyricas do Oficina – Especial de gala (Naomy)
Preço: a confirmar
28 de Abril às 21h – Show – Dan Nakagawa convida Ney Matogrosso (participação especial Ney Matogrosso)
Preço: R$ 30,00 (meia-entrada R$ 15,00)
Ingressos à venda na Casa de Produção do Teat®o Oficina; Rua Major Diogo, 561 – Bexiga das 14h às 17h
Duração: 60 min.
550 lugares
29 de abril às 20h – Mostra Terreiro Eletronyko – Apresentação do filme 25, dir. José Celso Martinez Corrêa e Celso Lucas, em Moçambique.
Preço: R$ 10,00 (meia-entrada R$ 5,00)
30 de abril às 20h – Show – Ava Rocha (EVENTO A CONFIRMAR)
Preço: R$ 30,00 (meia-entrada R$ 15,00)
02 de Maio às 22h – Participação na Virada Cultural com a mostra CACILDA! NA MADRUGADA (exibição de DVD gravado durante apresentação realizada no Festival Oficina 2001)
Duração: aprox. 240 min.
Preço único: R$ 5,00
06 de Maio às 20h – Mostra Terreiro Eletronyko – Apresentação do filme CADERNETA DE CAMPO, produção conjunta com a TV Cultura.
Preço: R$ 10,00 (meia-entrada R$ 5,00)
07 de maio às 20h – Ciclo de peças dos FENÔMENOS URBANOS – processos cênicos de textos teatrais do dramaturgo Francisco Carlos: Apresentação da peça “Jaguar Cibernético”
Preço: R$ 10,00 (meia-entrada R$ 5,00)
Duração: 80 minutos
08 de Maio às 23h – Festa – Pro Mundo Ficar Odara
Preço: R$ 10,00
12 de Maio às 20h – Ciclo de peças dos FENÔMENOS URBANOS – processos cênicos de textos teatrais do dramaturgo Francisco Carlos: Apresentação das peças “Românticos da Idade Mídia” e “Namorados da Catedral Bêbada”
Preço: R$ 10,00 (meia-entrada R$ 5,00)
Duração (total): 110 minutos
13 de Maio às 20h – Mostra Terreiro Eletronyko – Apresentação de curtas históricos, entrevistas, ensaios e depoimentos sobre o Teatro Oficina.
Preço: R$ 10,00 (meia-entrada R$ 5,00)
15 de Maio às 23h – Show – Trupe Chá de Boldo + DJ Tutu
Preço: R$ 12,00 (meia entrada para todos)
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Teat®o Oficina
R. Jaceguay 520 Bela Vista
11 3104.0678 / 3106.5300 / 3106.2818
350 lugares (exceto show Dan Nakagawa, 550 lugares)
Estacionamento no local R$ 10,00
Acesso para deficientes
Serviço de bar
Classificação: 14 anos
Neste domingo a premiada Cia. Le Plat Du Jour se apresenta no Teatro da Vila encenando o clássico: Chapeuzinho Vermelho (premiado pela APCA 2001 como melhor espetáculo infantil e participação do Festival Teatrália em Madrid, na Espanha). Eu, @souzacampus e Luisa vamos!! se eu fosse você iria também, vai ser tudo de bom: astral da Vila e teatro sem diminutivo.
Começa às 11h, os ingressos são gratuitos e deverão ser retirados 1h antes do início da peça. No próximo domingo o prato do dia será: Os Três Porquinhos. Delícia!
Teatro da Vila
Rua Jericó, 256 na Vila Madalena
11-3537-9331 / 2532-9426
contato@rasodacatarina.com.br
12 de março: Estréia do musical Beatles em um Céu de Diamante, Teatro das Artes-Shopping Eldorado
Eu tive uma professora de inglês bem no style do Jack Black em A Escola do Rock, sabe? lo-co-na! Eu adorava Miss Nancy e ele ensinava muito bem! Numa aula ela trouxe a letra de Lucy in the Sky with Diamonds, dos Beatles. E depois da gente ler e cantar ela contou sobre sua interpretação da música e foi quando ouvi pela 1ª vez o que era LSD[via explicações bem autênticas!!] e achei o máximo!!! imagina ver tudo como colorido e fractal como um caleidoscópio? [sou apaixonada por Albert Hoffman que se você não sabe foi o cientista suiço que sintetizou a fórmula e ele não tinha nada a ver com hippies nem com bandas de rock, muito menos com seitas, ele estava interessado em um medicamento para controle da hemorragia pós-parto e deu no que deu!]
Mas o que Miss Nancy tem a ver com um espetáculo com músicas dos Beatles? No caminho para assitir a esse musical dos Beatles pensei em como o elenco se sairia cantando em inglês a música que eu aprendi pequeninha na escola. OBVIO que todos os atores cantam tremendamente bem e num inglês bem bonito e pronunciado! Claro que pra chegar nesse bom resultado eles têm além das aulas de canto, fono e aulas de inglês! Nada é de graça né!
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Algumas versões das canções mais famosas do mundo interpretadas no espetáculo me causaram um certo estranhamento porque já são músicas tão perfeitas e consagradas que não tem como não soar estranho como Eleanor Rigby, a qual prefiro a original. Agora, tem outras versões que estão sensacionais como a divertida Ob-la Di Ob-la Da lírica e Can’t Buy Me Love.
Mas o número que mais gostei foi só piano e o vozeirão de Gottsha [sim, a mesma Gottsha que cantava I love the Nightlife] em Here, There and Everywhere. Diva! Priceless! Vale a pena assistir!
De 13 de março a 28 de junho (sexta às 21h30, sábado às 19h e 21h30 e domingo às 19h) Teatro das Artes (Shopping Eldorado - Av. Rebouças, 3970, 3º piso, fone 3034-0075)
Sexta feira e domingo R$ 70,00 (platéia) e R$ 60,00 (balcão), sábado - R$ 80,00 (platéia) e R$ 70,00 (balcão)
Classificação etária: 10 anos
Vencedora do Prêmio Contigo 2008 - Melhor Musical Nacional com 3 indicações ao Prêmios Shell nas categorias: Diretores (conjunto da obra), Arranjos e Iluminação.
Olha que dia e horário bom pra ir ao teatro: domingo, às 18h. Hora da nhaca pré-segunda…
E melhor ainda se for pra ver uma peça inspirada na vida e na obra de Tennessee Willians, o homem que disse: ‘Ninguém vale nada enquanto não foi amado”.
@tucori meu amigo virtual tá na peça e entrei na divulgação porque é coisa boa!
“Estilhaços”
De 02/11 à 14/12
Texto e direção: Rene Ramos
Elenco: Andréa Fray, Fernando Tucori, Rejane Quaglia, Rene Ramos
Instituto Cultural Capobianco
Rua Álvaro De Carvalho, 97/103 Centro
São Paulo, SP
11 3255-8065 ou 3237-1187